Na autobiografia de ERROL FLYNN (1909 - 1959. Battery Point / Austrália) “Meu Malvado Caminho / My Wicked, Wicked Ways” (1959), ele afirma que durante muito tempo foi apaixonado por OLIVIA de HAVILLAND (1916 - 2020. Tóquio / Japão), sua partner em nove filmes de sucesso (dos estúdios da Warner Bros.), no período de 1935 a 1941. A atriz, ainda viva, garante que o romance não foi consumado, mesmo com a proposta de casamento feita por ele e rejeitada por ela, justamente porque o astro era casado com a também atriz Lili Damita. Uma desculpa esfarrapada, já que o ator era conhecido por bebedeiras e orgias. Numa parceria empolgante, eles arrastaram multidões para ver “O Capitão Blood / Captain Blood” (1935), “A Carga da Brigada Ligeira / The Charge of the Light Brigade” (1936), “As Aventuras de Robin Hood / The Adventures of Robin Hood” (1938), “Amando sem Saber / Fowr´s a Crowd” (1938), “Uma Cidade que Surge / Dodge City” (1939), “Meu Reino Por um Amor / The Private Lives of Elizabeth and Essex” (1939), “A Estrada de Santa Fé / Santa Fe Trail” (1940) e “O Intrépido General Custer / They Died with Their Boots On” (1941). Depois de separados nas telas, ainda se encontraram em “Graças à Minha Boa Estrela / Thank Your Lucky Stars”, em 1943.
Cansada de interpretar ingênuas e recatadas donzelas em perigo, OLIVIA de HAVILLAND deixou de ser a Rainha das Matinês, ganhando nos anos seguintes dois Oscar de Melhor Atriz: em 1946, por “Só Resta Uma Lágrima / To Each His Own” e em 1949, por “Tarde Demais / The Heiress”. Irmã (e inimiga desde sempre) da atriz Joan Fontaine e nascida no Japão, hoje tem 94 anos e vive em Paris. Deixou de atuar na década de 1980, levando para casa um Globo de Ouro. Uma das maiores estrelas da era de ouro de Hollywood, o sexy ERROL FLYNN se destacou no cinema até morrer, embora tenha partido relativamente jovem, em 1959, aos 50 anos, de ataque cardíaco. Tal como nos seus filmes, sua vida foi também uma inspirada aventura. Apaixonado pelo mar, comprou um barco, onde passava boa parte do seu tempo livre. Seus últimos filmes importantes foram “E Agora Brilha o Sol / The Sun Also Rises” (1957), baseado num romance de Ernest Hemingway, e “Raízes do Céu / The Roots of Heaven” (1958), de John Huston, filmado na África. Seu filho, Sean Flynn, um correspondente de guerra muito parecido com ele, desapareceu no Comboja, em 1970, na guerra do Vietnam.
Cansada de interpretar ingênuas e recatadas donzelas em perigo, OLIVIA de HAVILLAND deixou de ser a Rainha das Matinês, ganhando nos anos seguintes dois Oscar de Melhor Atriz: em 1946, por “Só Resta Uma Lágrima / To Each His Own” e em 1949, por “Tarde Demais / The Heiress”. Irmã (e inimiga desde sempre) da atriz Joan Fontaine e nascida no Japão, hoje tem 94 anos e vive em Paris. Deixou de atuar na década de 1980, levando para casa um Globo de Ouro. Uma das maiores estrelas da era de ouro de Hollywood, o sexy ERROL FLYNN se destacou no cinema até morrer, embora tenha partido relativamente jovem, em 1959, aos 50 anos, de ataque cardíaco. Tal como nos seus filmes, sua vida foi também uma inspirada aventura. Apaixonado pelo mar, comprou um barco, onde passava boa parte do seu tempo livre. Seus últimos filmes importantes foram “E Agora Brilha o Sol / The Sun Also Rises” (1957), baseado num romance de Ernest Hemingway, e “Raízes do Céu / The Roots of Heaven” (1958), de John Huston, filmado na África. Seu filho, Sean Flynn, um correspondente de guerra muito parecido com ele, desapareceu no Comboja, em 1970, na guerra do Vietnam.











