ao meu
outro, invisível,
que, como eu, gosta de cinema.
que, como eu, gosta de cinema.
O cinema
brasileiro
é feito com dinheiro público.
Com o dinheiro de um curta
se faz quatro casas populares,
com o dinheiro de um longa
dá para fazer um hospital.
Cinema, no Brasil,
é feito para os ricos
com dinheiro dos pobres.
JORGE FURTADO
(1959. Porto Alegre / Rio Grande do Sul)
cineasta
é feito com dinheiro público.
Com o dinheiro de um curta
se faz quatro casas populares,
com o dinheiro de um longa
dá para fazer um hospital.
Cinema, no Brasil,
é feito para os ricos
com dinheiro dos pobres.
JORGE FURTADO
(1959. Porto Alegre / Rio Grande do Sul)
cineasta
Minha
intenção é mergulhar
na realidade brasileira,
suas lutas e lendas,
para chegar a exprimir
a alma do meu povo
em toda sua complexidade.
GLAUBER ROCHA
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)
na realidade brasileira,
suas lutas e lendas,
para chegar a exprimir
a alma do meu povo
em toda sua complexidade.
GLAUBER ROCHA
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)
Vejo
filmes desde que me entendo por gente e, ainda garoto, colecionava fotografias,
cartazes, sinopses e fichas técnicas de longas nacionais e estrangeiros. Na
condição de repórter e comentarista da sétima arte desde os anos 80, sempre
estive interessado no CINEMA BRASILEIRO e procurei abordar, com justeza e
imparcialidade, os seus problemas, em dezenas de artigos, entrevistas com
atores e diretores. Entrevistei Marília Pêra, Walter Salles, Sonia Braga, Vera
Fischer, Mário Gusmão, Luiz Carlos Vasconcelos, Rita Assemany, Edgard Navarro,
entre outros, além de dezenas de atores e diretores estrangeiros. Escrevi sobre
Glauber Rocha, a Vera Cruz, Norma Bengell, Grande Otelo, Florinda Bolkan, o
Cinema Baiano, Cinema Novo, o Regime Militar no Cinema, Dina Sfat, Othon
Bastos, Leila Diniz, Darlene Glória, Odete Lara, Carmen Miranda etc. Durante
doze anos, morando na Europa, cobri os festivais de Cannes, Veneza, Berlim, San
Sebastian e os prêmios Goya. Portanto, o cinema está entranhado na minha
existência.
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olga breno em “limite” |
Algumas produções icônicas, embora curiosas, não me comoveram (e cinema é emoção!). Entre elas, “O Cangaceiro” (1953), “Rio 40 Graus” (1955), “Os Cafajestes” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1969), “Macunaíma” (1969), “A Culpa” (1971) e “A Queda” (1978). Assisti a todos os filmes produzidos na Vera Cruz. Do geral, evitei os musicais dos anos 30, chanchadas, pornochanchadas, o experimentalismo marginal da Boca do Lixo de São Paulo e Amácio Mazzaropi (vi apenas suas comédias dos anos 50). Já conhecia o Cinema Baiano, o Pernambucano e o impressionante e maldito durante décadas “Limite”, de 1931. Vi filmes brasileiros sem qualidades, e talvez os piores da safra tenham sido “As Duas Faces da Moeda” (1969), “Mãos Vazias” (1972), o último filme de Leila Diniz; “Eu Matei Lúcio Flávio” (1979) e “Quem Matou Pixote?” (1996). Desconstruí cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Carlos Diegues, Paulo César Saraceni ou Bruno Barreto. Eles acertaram uma ou duas vezes, o resto é de nível médio.
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josette bertal e jose lewgoy em “amei um bicheiro” |
Cerca de 200 filmes anuais enchem os bolsos desses artistas oportunistas. Em 2020-2025 cresceu o número de FILMES BRASILEIROS, mas seu público sumiu. Calcula-se que apenas 20% entraram em cartaz. A maioria dos títulos nunca ouvimos falar: “A Morte Habita à Noite” (2020), “A Primeira Morte de Joana” (2021), “Mundo Novo” (2021), “Sol” (2021), o comunista “O Pastor e o Guerrilheiro” (2022), “Mato Seco em Chamas” (2023) etc. Essa série de filmes “invisíveis” tiveram patrocínio da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual, ferramentas públicas e estatais. Conforme dados da OCA (Observatório Brasileiro de Cinema e do Audiovisual), da Ancine, foram 281 obras brasileiras exibidas nos cinemas em 2023 e 209 em 2024. Um festival de fracassos de crítica e de bilheteria. Somente 8,4% do público total optou por assistir a filmes nacionais. A maioria absoluta, formada por 91,6% da audiência, escolheu produções internacionais.
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leonardo villar em “a hora e a vez de augusto matraga” |
As sessões domésticas resultaram na escolha de 25 FILMES BRASILEIROS significativos, visando estabelecer uma videoteca básica para cinéfilos. Diferentes fases e estilos encontram-se representados – o filme mudo, o Cinema Novo, o intimista e o da Retomada –, dando prova de um cinema que aos trancos e barrancos supera obstáculos. O filme mais antigo da lista é a obra-prima “Limite”. Único longa-metragem dirigido por Mario Peixoto, apresentado pela primeira vez em 1931. Em primeiro lugar aparece “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), de Glauber Rocha, um dos filmes mais importantes do movimento Cinema Novo. “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Roberto Santos, baseado no conto homônimo de João Guimarães Rosa, lançado em 1965, fica na segunda posição. A obra mais recente listada é “Carandiru” (2003). Destaco o caráter democrático do ranking e a especial ênfase dada a aquele que considero um dos maiores cineastas brasileiros: o baiano Glauber Rocha, com três produções entre as eleitas. Polêmico e premiado, Glauber buscou um cinema pessoal original e de vanguarda.
Alerto para a polêmica que a lista pode causar em questões como posição de classificação e ausência de nomes emblemáticos. Como costumo dizer, toda lista é acima de tudo uma questão pessoal. Por fim, fica o resumo para quem deseja entender a história dos 127 anos de produção de CINEMA no BRASIL, com seus diferentes momentos, propostas estéticas e abordagens temáticas. E com esta contribuição faço minha modesta homenagem a todos os diretores, roteiristas, atores e técnicos que, cada um a seu modo, difundiram e valorizaram a nossa cinematografia.
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yoná magalhães em “deus e o diabo na terra do sol” |
VINTE e
CINCO FILMES NACIONAIS
(por ordem de preferência)
(por ordem de preferência)
01
DEUS e o DIABO na TERRA do SOL (1964)
direção de Glauber Rocha
Copacabana Filmes
Manuel (Geraldo Del Rey), um vaqueiro que se revolta contra a exploração imposta pelo seu patrão, acaba matando-o em uma briga. Ele foge com sua esposa Rosa (Yoná Magalhães), juntando-se aos seguidores do beato Sebastião (Lídio Silva), que promete o fim de qualquer sofrimento, passando a ser perseguido por jagunços. Enquanto isso, Antônio das Mortes (Maurício do Valle), um matador de aluguel que presta serviço à Igreja Católica e aos latifundiários da região, extermina os seguidores do beato e caça o cangaceiro Corisco, o diabo louro (Othon Bastos, formidável). Causou impacto. Considerado um marco do Cinema Novo, lança mão de simbologias que apresentam as forças conflitantes no Nordeste empobrecido, imprimindo imagens de grande força visual.
02
A HORA e a VEZ de AUGUSTO MATRAGA (1968)
direção de Roberto Santos
Difilm / Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas
Baseado num conto de João Guimarães Rosa do clássico “Sagarana”, Roberto Santos realiza o seu melhor filme, triunfo de crítica e de público. Um homem violento do interior de Minas Gerais, abandonado pela mulher e ferido numa emboscada por inimigos, faz-se passar por morto. Tocado pela religiosidade de seus modestos salvadores, sofre uma transformação mística. Leonardo Villar em extraordinário desempenho, secundado por Jofre Soares, Maria Ribeiro, Maurício do Valle e Flávio Migliaccio.
03
O PADRE e a MOÇA (1965)
direção de Joaquim Pedro de Andrade
Difilm
O documentarista Joaquim Pedro de Andrade estreando na ficção de longa-metragem, mostra sensibilidade. O roteiro baseou-se no poema de Carlos Drummond de Andrade, relatando a história de um jovem padre que descobre a força do amor numa bela e corajosa garota de pequena localidade, até serem ambos consumidos pelo sexo e a fúria de uma cidade escandalizada. Paulo José, Helena Ignez, Fauzi Arap e Mário Lago personificam os personagens centrais de modo impecável.
04
Os FUZIS (1964)
direção de Ruy Guerra
Copacabana Filmes / Daga Filmes / Inbracine Filmes
Um agrupamento de soldados se encontra face a uma população de flagelados, famintos da seca do sertão da Bahia, que tenta saquear um armazém. Há indecisão, temor e um motorista gaúcho, impaciente com a passividade da população, incita-os à rebelião e acaba sendo morto por um dos soldados. O roteirista Miguel Torres morreu em viagem para as locações. No elenco, Nelson Xavier, Átila Iório, Hugo Carvana, Maria Gladys, entre outros. Cenografia de Calazans Neto. Melhor Direção no Festival de Berlim.
05
SÃO BERNARDO (1972)
direção de Leon Hirzsman
Embrafilme / Mapa Filmes / Saga Filmes
Do romance de Graciliano Ramos, um homem ambicioso que consegue ser um grande proprietário de terras, mas, roído pelo ciúme, leva a esposa ao suicídio e abraça a solidão como companheira. O protagonista do drama encontrou em Othon Bastos o intérprete perfeito. No elenco, a magistral Isabel Ribeiro, uma das nossas maiores atrizes; Vanda Lacerda, Nildo Parente, Mário Lago, Rodolfo Arena e Jofre Soares. Melhor Ator no Festival de Gramado. Melhor Atriz, Roteiro, Direção, Figurino e Ator Coadjuvante (Parente) da Associação Paulista dos Críticos de Arte.
06
VIDAS
SECAS (1964)
direção de Nelson Pereira dos Santos
Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas / Sino Filmes
07
SÃO PAULO,
SOCIEDADE ANÔNIMA (1965)
LAVOURA
ARCAICA (2002)
LIMITE
(1931)
NOITE
VAZIA (1964)
TERRA em
TRANSE (1967)
TODA
NUDEZ SERÁ CASTIGADA (1973)
PIXOTE, a
LEI do MAIS FRACO (1981)
O DRAGÃO da
MALDADE CONTRA o SANTO GUERREIRO (1969)
CABRA
MARCADO para MORRER (1984)
CENTRAL
do BRASIL (1998)
ELES NÃO
USAM BLACK-TIE (1981)
BYE BYE,
BRASIL (1979)
O PAGADOR
de PROMESSAS (1962)
TODAS as
MULHERES do MUNDO (1967)
O CASO
dos IRMÃOS NAVES (1967)
MEMÓRIAS
do CÁRCERE (1984)
direção de Nelson Pereira dos Santos
Embrafilme / L. C. Barreto Produções Cinematográficas / Regina Filmes
23
DONA FLOR
e seus DOIS MARIDOS (1976)
CARANDIRU
(2003)
25
O
DESCOBRIMENTO do BRASIL (1937)
TRÊS
DIRETORES do CINEMA BRASILEIRO
GLAUBER ROCHA
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)
Três Filmes:
“Barravento” (1962)
“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Terra em Transe” (1967)
HECTOR BABENCO
(1946 – 2016. Mar del Plata / Argentina)
Três Filmes:
“Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977)
“Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981)
“Carandiru” (2003)
HUMBERTO MAURO
(1897 – 1983. Volta Grande / Minas Gerais)
Três Filmes:
“Ganga Bruta” (1933)
“O Descobrimento do Brasil” (1937)
“Argila” (1940)
TRÊS ATRIZES do CINEMA BRASILEIRO
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)
Três Filmes:
“Barravento” (1962)
“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Terra em Transe” (1967)
HECTOR BABENCO
(1946 – 2016. Mar del Plata / Argentina)
Três Filmes:
“Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977)
“Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981)
“Carandiru” (2003)
HUMBERTO MAURO
(1897 – 1983. Volta Grande / Minas Gerais)
Três Filmes:
“Ganga Bruta” (1933)
“O Descobrimento do Brasil” (1937)
“Argila” (1940)
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odete lara em “noite vazia” |
TRÊS ATRIZES do CINEMA BRASILEIRO
ELIANE
LAGE
(1928. Paris / França)
Três Filmes:
“Caiçara” (1950)
“Sinhá Moça” (1953)
“Ravina” (1958)
NORMA BENGELL
(1935 – 2013. Rio de Janeiro / RJ)
Três Filmes:
“O Pagador de Promessas” (1962)
“Os Cafajestes” (1962)
“Noite Vazia” (1964)
ODETE LARA
(1929 – 2015. São Paulo / SP)
Três Filmes:
“Boca de Ouro” (1963)
“Noite Vazia” (1964)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
TRÊS ATORES do CINEMA BRASILEIRO
(1928. Paris / França)
Três Filmes:
“Caiçara” (1950)
“Sinhá Moça” (1953)
“Ravina” (1958)
NORMA BENGELL
(1935 – 2013. Rio de Janeiro / RJ)
Três Filmes:
“O Pagador de Promessas” (1962)
“Os Cafajestes” (1962)
“Noite Vazia” (1964)
ODETE LARA
(1929 – 2015. São Paulo / SP)
Três Filmes:
“Boca de Ouro” (1963)
“Noite Vazia” (1964)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
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othon bastos e isabel ribeiro em “são bernardo” |
TRÊS ATORES do CINEMA BRASILEIRO
JECE
VALADÃO
(1930 – 2006. Campo dos Goytacazes / Rio de Janeiro)
Três Filmes:
“Os Cafajestes” (1962)
“Boca de Ouro” (1963)
“Navalha na Carne” (1969)
OTHON BASTOS
(1933. Tucano / Bahia)
Três Filmes:
“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Os Deuses e os Mortos” (1970)
“São Bernardo” (1972)
PAULO JOSÉ
(1937 – 2021. Lavras do Sul / Rio Grande do Sul)
Três Filmes:
“O Padre e a Moça” (1966)
“Todas as Mulheres do Mundo” (1966)
“Macunaíma” (1969)
TRÊS FOTÓGRAFOS do CINEMA BRASILEIRO
(1930 – 2006. Campo dos Goytacazes / Rio de Janeiro)
Três Filmes:
“Os Cafajestes” (1962)
“Boca de Ouro” (1963)
“Navalha na Carne” (1969)
OTHON BASTOS
(1933. Tucano / Bahia)
Três Filmes:
“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Os Deuses e os Mortos” (1970)
“São Bernardo” (1972)
PAULO JOSÉ
(1937 – 2021. Lavras do Sul / Rio Grande do Sul)
Três Filmes:
“O Padre e a Moça” (1966)
“Todas as Mulheres do Mundo” (1966)
“Macunaíma” (1969)
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nelson xavier em “os fuzis” |
TRÊS FOTÓGRAFOS do CINEMA BRASILEIRO
AFFONSO
BEATO
(1941. Rio de Janeiro / RJ)
Três Filmes:
“Copacabana me Engana” (1968)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
“Pindorama” (1970)
RICARDO ARONOVICH
(1930. Buenos Aires / Argentina)
Três Filmes:
“Os Fuzis” (1964)
“São Paulo, Sociedade Anônima” (1965)
“Vereda de Salvação” (1965)
WALTER CARVALHO
(1940. João Pessoa / Paraíba)
Três Filmes:
“Central do Brasil” (1998)
“Abril Despedaçado” (2001)
“Lavoura Arcaica” (2001)
FONTES
“Cinema Brasileiro, Propostas para uma História” (1978)
de Jean-Claude Bernardet
“Cinema e Verdade: Marylin, Buñuel etc,
por um Escritor de Cinema” (1988)
de Francisco Luiz de Almeida Salles
“Dicionário de Cineastas Brasileiros” (1990)
de Luiz F. A. Miranda
“Enciclopédia do Cinema Brasileiro” (2000)
de Fernão Ramos
“Escritos sobre Cinema – Trilogia de um Tempo Crítico” (2010)
de André Setaro
“História Ilustrada dos Filmes Brasileiros (1929 – 1988)” (1989)
de Salvyano Cavalcanti de Paiva
“Olhar crítico: 50 anos de Cinema Brasileiro” (2009)
de Ely Azeredo
“Um Filme por Dia: Crítica de Choque (1946-1973)” (2004)
de Antônio Moniz Vianna
(1941. Rio de Janeiro / RJ)
Três Filmes:
“Copacabana me Engana” (1968)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
“Pindorama” (1970)
RICARDO ARONOVICH
(1930. Buenos Aires / Argentina)
Três Filmes:
“Os Fuzis” (1964)
“São Paulo, Sociedade Anônima” (1965)
“Vereda de Salvação” (1965)
WALTER CARVALHO
(1940. João Pessoa / Paraíba)
Três Filmes:
“Central do Brasil” (1998)
“Abril Despedaçado” (2001)
“Lavoura Arcaica” (2001)
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dionísio azevedo e leonardo villar em “o pagador de promessas” |
FONTES
“Cinema Brasileiro, Propostas para uma História” (1978)
de Jean-Claude Bernardet
“Cinema e Verdade: Marylin, Buñuel etc,
por um Escritor de Cinema” (1988)
de Francisco Luiz de Almeida Salles
“Dicionário de Cineastas Brasileiros” (1990)
de Luiz F. A. Miranda
“Enciclopédia do Cinema Brasileiro” (2000)
de Fernão Ramos
“Escritos sobre Cinema – Trilogia de um Tempo Crítico” (2010)
de André Setaro
“História Ilustrada dos Filmes Brasileiros (1929 – 1988)” (1989)
de Salvyano Cavalcanti de Paiva
“Olhar crítico: 50 anos de Cinema Brasileiro” (2009)
de Ely Azeredo
“Um Filme por Dia: Crítica de Choque (1946-1973)” (2004)
de Antônio Moniz Vianna
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sônia braga em “dona flor e seus dois maridos” |
SOBRE o CINEMA BRASILEIRO
01
O ADMIRÁVEL CINEMA BAIANO
http://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/01/o-admiravel-cinema-baiano.html
02
ANATOMIA de uma AGONIA MILITANTE
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2024/12/anatomia-de-uma-agonia-militante.html
03
ANDRUCHA e a ESPANHA do SÉC. de OURO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/12/lope-trailer.html
04
CARMEN MIRANDA: VIVENDO de ALEGRIA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2015/04/carmen-miranda-vivo-de-alegria.html
05
CINEMA BRASILEIRO: GRITOS e SILÊNCIOS
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2023/12/cinema-brasileiro-gritos-e-silencios.html
06
CONDENSANDO RITA ASSEMANY
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2024/05/condensando-rita-assemany.html
07
DINA SFAT, à FLOR da PELE
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/04/dina-sfat-estrela-flor-da-pele.html
08
EDGARD NAVARRO, o INDOMÁVEL
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/02/edgard-navarro-o-indomavel-bom-moco.html
09
ERA UMA vez SONIA BRAGA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/06/sonia-braga-bela-e-bendita.html
10
FLORINDA: do CEARÁ para o MUNDO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/10/florinda-do-ceara-para-o-mundo.html
11
GLAUBER ROCHA - os ÚLTIMOS DIAS de VIDA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/03/glauber-rocha-os-ultimos-dias-de-vida_11.html
12
GLAUCE ROCHA: ILUMINANDO o CINEMA NOVO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2015/01/glauce-rocha-iluminando-o-cinema-novo.html
13
GRANDE OTELO: COMÉDIA e TRAGÉDIA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/01/grande-otelo-comedia-e-tragedia.html
14
JORGE AMADO no CINEMA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2017/01/jorge-amado-no-cinema.html
15
MARÍLIA – TALENTO a TODA PROVA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2017/02/marilia-talento-toda-prova.html
16
NORMA BENGELL: O OCASO de uma MUSA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/10/norma-bengell-o-ocaso-de-uma-musa.html
17
NOSSAS MUSAS NUAS
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2019/04/nossas-musas-nuas.html
18
PEQUENA HISTÓRIA do CINEMA BRASILEIRO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/10/pequena-historia-do-cinema-brasileiro.html
19
REGIME MILITAR no BRASIL: FILMES
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2019/03/o-regime-militar-brasileiro-no-cinema.html
20
Uma CÂMARA na MÃO, uma IDEIA na CABEÇA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/11/cinema-novo-uma-camara-na-mao-e-uma.html
21
VERA CRUZ: AMBIÇÃO e DECLÍNIO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/08/vera-cruz-ambicao-e-declinio.html
22
A VIDA e os FILMES da BELA TÔNIA CARRERO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2025/02/vida-e-os-filmes-da-bela-tonia-carrero.html
23
20 GRANDES ATORES do CINEMA BRASILEIRO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2025/01/20-grandes-atores-do-cinema-brasileiro.html
24
WALTER SALLES com o PÉ na ESTRADA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/11/walter-salles-com-o-pe-na-estrada.html
GALERIA de FOTOS
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