fevereiro 28, 2025

***************** MEMÓRIA BRASIL: nosso CINEMA

“o dragão da maldade contra o santo guerreiro”

ao meu outro, invisível,
que, como eu, gosta de cinema.
 
O cinema brasileiro
é feito com dinheiro público.
Com o dinheiro de um curta
se faz quatro casas populares,
com o dinheiro de um longa
dá para fazer um hospital.
Cinema, no Brasil,
é feito para os ricos
com dinheiro dos pobres.
JORGE FURTADO
(1959. Porto Alegre / Rio Grande do Sul)
cineasta
 
Minha intenção é mergulhar
na realidade brasileira,
suas lutas e lendas,
para chegar a exprimir
a alma do meu povo
em toda sua complexidade.
GLAUBER ROCHA
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)
 
 
Vejo filmes desde que me entendo por gente e, ainda garoto, colecionava fotografias, cartazes, sinopses e fichas técnicas de longas nacionais e estrangeiros. Na condição de repórter e comentarista da sétima arte desde os anos 80, sempre estive interessado no CINEMA BRASILEIRO e procurei abordar, com justeza e imparcialidade, os seus problemas, em dezenas de artigos, entrevistas com atores e diretores. Entrevistei Marília Pêra, Walter Salles, Sonia Braga, Vera Fischer, Mário Gusmão, Luiz Carlos Vasconcelos, Rita Assemany, Edgard Navarro, entre outros, além de dezenas de atores e diretores estrangeiros. Escrevi sobre Glauber Rocha, a Vera Cruz, Norma Bengell, Grande Otelo, Florinda Bolkan, o Cinema Baiano, Cinema Novo, o Regime Militar no Cinema, Dina Sfat, Othon Bastos, Leila Diniz, Darlene Glória, Odete Lara, Carmen Miranda etc. Durante doze anos, morando na Europa, cobri os festivais de Cannes, Veneza, Berlim, San Sebastian e os prêmios Goya. Portanto, o cinema está entranhado na minha existência. 
 
olga breno em “limite”
A referência mais antiga ao CINEMA BRASILEIRO data de 1898. O italiano Afonso Segreto, radicado no Brasil, a bordo do navio Brésil, retornava ao Rio de Janeiro após passar um período em Nova Iorque e Paris. Ele registrou imagens da Baía da Guanabara com uma câmera Lumière, que acabara de adquirir em Paris, ficando historicamente registradas como as primeiras filmagens no nosso país. Foi assim que tudo começou, e dentro do meu espírito de conhecer a história da evolução da sétima arte tupiniquim, no final de 2024 resolvi vê-lo de forma sistemática. Com formação cinéfila e longa experiência lidando com filmes, confesso que não esperava muito. Mas me surpreendi. Vi (ou revi) mais de 100 longas-metragens. De Humberto Mauro a Companhia Cinematográfica Vera Cruz, do Cinema Novo a chamada Retomada. Nesse período, li sobre o tema em livros, revistas, jornais, portais e blogues. Analisei a lista dos melhores filmes da Associação Brasileira de Críticos de Cinema (Abraccine), da Cinemateca Brasileira e da “Bravo”.
 
Algumas produções icônicas, embora curiosas, não me comoveram (e cinema é emoção!). Entre elas, “O Cangaceiro” (1953), “Rio 40 Graus” (1955), “Os Cafajestes” (1962), “O Bandido da Luz Vermelha” (1969), “Macunaíma” (1969), “A Culpa” (1971) e “A Queda” (1978). Assisti a todos os filmes produzidos na Vera Cruz. Do geral, evitei os musicais dos anos 30, chanchadas, pornochanchadas, o experimentalismo marginal da Boca do Lixo de São Paulo e Amácio Mazzaropi (vi apenas suas comédias dos anos 50). Já conhecia o Cinema Baiano, o Pernambucano e o impressionante e maldito durante décadas “Limite”, de 1931. Vi filmes brasileiros sem qualidades, e talvez os piores da safra tenham sido “As Duas Faces da Moeda” (1969), “Mãos Vazias” (1972), o último filme de Leila Diniz; “Eu Matei Lúcio Flávio” (1979) e “Quem Matou Pixote?” (1996). Desconstruí cineastas como Nelson Pereira dos Santos, Carlos Diegues, Paulo César Saraceni ou Bruno Barreto. Eles acertaram uma ou duas vezes, o resto é de nível médio.

josette bertal e jose lewgoy em “amei um bicheiro”
Para  Glauber Rocha, “fazer cinema é fundamentalmente necessário quatro coisas: amor, inteligência, sensibilidade e sobretudo insolência”. A produção cinematográfica local chegou bem perto dessa definição nos anos 60, em pleno Regime Militar. Foi o momento mais expressivo do CINEMA NACIONAL. No presente, contamos com talentosos técnicos e bons atores, mas a insignificância fílmica predomina. Não é um cinema verdadeiro. Há uma inanição criativa e oportunismo ideológico. Parece não ter nenhum complexo de ter tomado a telenovela como modelo. A maior parte dos filmes que se faz hoje no Brasil tem como aspiração e inspiração a TV, numa quase sempre telenovela concentrada. Acerta raramente e a mídia mente na cara dura, elogiando dramas panfletários inimigos da verdade como Ainda Estou Aqui” (2024). Resumindo, milhões de reais do dinheiro público são investidos em produções nada inspiradas que em sua maioria nem são exibidos em salas de cinema ou streaming, mas dão boa vida a artistas.
 
Cerca de 200 filmes anuais enchem os bolsos desses artistas oportunistas. Em 2020-2025 cresceu o número de FILMES BRASILEIROS, mas seu público sumiu. Calcula-se que apenas 20% entraram em cartaz. A maioria dos títulos nunca ouvimos falar: “A Morte Habita à Noite” (2020), “A Primeira Morte de Joana” (2021), “Mundo Novo (2021), “Sol (2021), o comunista “O Pastor e o Guerrilheiro” (2022), “Mato Seco em Chamas” (2023) etc. Essa série de filmes “invisíveis” tiveram patrocínio da Ancine e do Fundo Setorial do Audiovisual, ferramentas públicas e estatais. Conforme dados da OCA (Observatório Brasileiro de Cinema e do Audiovisual), da Ancine, foram 281 obras brasileiras exibidas nos cinemas em 2023 e 209 em 2024. Um festival de fracassos de crítica e de bilheteria. Somente 8,4% do público total optou por assistir a filmes nacionais. A maioria absoluta, formada por 91,6% da audiência, escolheu produções internacionais.

leonardo villar em a hora e a vez de augusto matraga
Segundo dados do Sistema de Controle de Bilheteria (SCB), liderou os três primeiros lugares do Top 10 dos filmes brasileiros de maior arrecadação em 2024-5: “Os Farofeiros 2”, “Minha Irmã e Eu” e “Nosso Lar 2 – Os Mensageiros”, mas não houve nenhum fenômeno

de bilheteria comparável a “Carlota Joaquina” (1995) ou “Tropa de Elite” (2007). Há anos nenhuma produção brasileira fica no Top 10 da bilheteria geral, nem mesmo “Ainda Estou Aqui”, que gastou 8 milhões dos cofres públicos em produção, e outra fortuna sigilosa em publicidade. Na pesquisa, vi fitas talentosas e sensíveis como “O Menino e o Vento” (1967), de Carlos Hugo Christensen, ou “Antes, o Verão” (1968), de Gerson Tavares. Até a década de 1950, a cinematografia brasileira apresentava poucas obras significativas. Descartando as chanchadas da companhia carioca Cinédia (1930 - 1951) e da Atlântida Cinematográfica (1941 - 1962), apreciei filmes dignos do pioneiro Humberto Mauro. Da Vera Cruz (1949 - 1955), aplaudo o policial noir “Na Senda do Crime” (1954), de Flaminio Bollini Cerri. Nos anos 60, filmes fundamentais ganharam as telas, embora muitos deles estejam contaminados pelo esquerdismo-nacionalista.
 
As sessões domésticas resultaram na escolha de 25 FILMES BRASILEIROS significativos, visando estabelecer uma videoteca básica para cinéfilos. Diferentes fases e estilos encontram-se representados – o filme mudo, o Cinema Novo, o intimista e o da Retomada –, dando prova de um cinema que aos trancos e barrancos supera obstáculos. O filme mais antigo da lista é a obra-prima “Limite”. Único longa-metragem dirigido por Mario Peixoto, apresentado pela primeira vez em 1931. Em primeiro lugar aparece “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964), de Glauber Rocha, um dos filmes mais importantes do movimento Cinema Novo. “A Hora e a Vez de Augusto Matraga”, de Roberto Santos, baseado no conto homônimo de João Guimarães Rosa, lançado em 1965, fica na segunda posição. A obra mais recente listada é “Carandiru” (2003). Destaco o caráter democrático do ranking e a especial ênfase dada a aquele que considero um dos maiores cineastas brasileiros: o baiano Glauber Rocha, com três produções entre as eleitas. Polêmico e premiado, Glauber buscou um cinema pessoal original e de vanguarda.
 
Alerto para a polêmica que a lista pode causar em questões como posição de classificação e ausência de nomes emblemáticos. Como costumo dizer, toda lista é acima de tudo uma questão pessoal. Por fim, fica o resumo para quem deseja entender a história dos 127 anos de produção de CINEMA no BRASIL, com seus diferentes momentos, propostas estéticas e abordagens temáticas. E com esta contribuição faço minha modesta homenagem a todos os diretores, roteiristas, atores e técnicos que, cada um a seu modo, difundiram e valorizaram a nossa cinematografia.
 
yoná magalhães em “deus e o diabo na terra do sol”

VINTE e CINCO FILMES NACIONAIS
(por ordem de preferência)
 
01
DEUS e o DIABO na TERRA do SOL (1964)

direção de Glauber Rocha

Copacabana Filmes
 
Manuel (Geraldo Del Rey), um vaqueiro que se revolta contra a exploração imposta pelo seu patrão, acaba matando-o em uma briga. Ele foge com sua esposa Rosa (Yoná Magalhães), juntando-se aos seguidores do beato Sebastião (Lídio Silva), que promete o fim de qualquer sofrimento, passando a ser perseguido por jagunços. Enquanto isso, Antônio das Mortes (Maurício do Valle), um matador de aluguel que presta serviço à Igreja Católica e aos latifundiários da região, extermina os seguidores do beato e caça o cangaceiro Corisco, o diabo louro (Othon Bastos, formidável). Causou impacto. Considerado um marco do Cinema Novo, lança mão de simbologias que apresentam as forças conflitantes no Nordeste empobrecido, imprimindo imagens de grande força visual.
 
02
A HORA e a VEZ de AUGUSTO MATRAGA (1968)

direção de Roberto Santos

Difilm / Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas
 
Baseado num conto de João Guimarães Rosa do clássico “Sagarana”, Roberto Santos realiza o seu melhor filme, triunfo de crítica e de público. Um homem violento do interior de Minas Gerais, abandonado pela mulher e ferido numa emboscada por inimigos, faz-se passar por morto. Tocado pela religiosidade de seus modestos salvadores, sofre uma transformação mística. Leonardo Villar em extraordinário desempenho, secundado por Jofre Soares, Maria Ribeiro, Maurício do Valle e Flávio Migliaccio.
 
03
O PADRE e a MOÇA (1965)

direção de Joaquim Pedro de Andrade

Difilm
 
O documentarista Joaquim Pedro de Andrade estreando na ficção de longa-metragem, mostra sensibilidade. O roteiro baseou-se no poema de Carlos Drummond de Andrade, relatando a história de um jovem padre que descobre a força do amor numa bela e corajosa garota de pequena localidade, até serem ambos consumidos pelo sexo e a fúria de uma cidade escandalizada. Paulo José, Helena Ignez, Fauzi Arap e Mário Lago personificam os personagens centrais de modo impecável.
 
04
Os FUZIS (1964)

direção de Ruy Guerra

Copacabana Filmes / Daga Filmes / Inbracine Filmes
 
Um agrupamento de soldados se encontra face a uma população de flagelados, famintos da seca do sertão da Bahia, que tenta saquear um armazém. Há indecisão, temor e um motorista gaúcho, impaciente com a passividade da população, incita-os à rebelião e acaba sendo morto por um dos soldados. O roteirista Miguel Torres morreu em viagem para as locações. No elenco, Nelson Xavier, Átila Iório, Hugo Carvana, Maria Gladys, entre outros. Cenografia de Calazans Neto. Melhor Direção no Festival de Berlim.
 
05
SÃO BERNARDO (1972)

direção de
Leon Hirzsman

Embrafilme / Mapa Filmes / Saga Filmes
 
Do romance de Graciliano Ramos, um homem ambicioso que consegue ser um grande proprietário de terras, mas, roído pelo ciúme, leva a esposa ao suicídio e abraça a solidão como companheira. O protagonista do drama encontrou em Othon Bastos o intérprete perfeito. No elenco, a magistral Isabel Ribeiro, uma das nossas maiores atrizes; Vanda Lacerda, Nildo Parente, Mário Lago, Rodolfo Arena e Jofre Soares. Melhor Ator no Festival de Gramado. Melhor Atriz, Roteiro, Direção, Figurino e Ator Coadjuvante (Parente) da Associação Paulista dos Críticos de Arte.
 
06
VIDAS SECAS (1964)

direção de Nelson Pereira dos Santos

Luiz Carlos Barreto Produções Cinematográficas / Sino Filmes
 
07
SÃO PAULO, SOCIEDADE ANÔNIMA (1965)

direção de
Luiz Sérgio Person

Socine Produções Cinematográficas
 
08
LAVOURA ARCAICA (2002)

direção de
Luiz Fernando Carvalho

Vídeo Filmes / Tibet Filme
 
09
LIMITE (1931)

direção de Mário Peixoto

Cinédia
 
10
NOITE VAZIA (1964)

direção de
Walter Hugo Khouri

Kamera Filmes / Vera Cruz
 
11
TERRA em TRANSE (1967)

direção de Glauber Rocha

Mapa / Difilm
 
12
TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (1973)

direção de Arnaldo Jabor

Ipanema Filmes / Ventania Filmes
 
13
PIXOTE, a LEI do MAIS FRACO (1981)

direção de Hector Babenco

HB Filmes / Embrafilmes
 
14
O DRAGÃO da MALDADE CONTRA o SANTO GUERREIRO (1969)

direção de Glauber Rocha

Mapa Filmes / Cinemas Associés / Telepool
 
15
CABRA MARCADO para MORRER (1984)

direção de
Eduardo Coutinho

Eduardo Coutinho Produções Cinematográficas / Mapa Filmes
 
16
CENTRAL do BRASIL (1998)

direção de Walter Salles

VideoFilmes / RioFilme / Mact Pruction / E.S.R. Films / Superfilmes
 
17
ELES NÃO USAM BLACK-TIE (1981)

direção de Leon Hirszman

Embrafilme / Leon Hirszman Produções Cinematográficas
 
18
BYE BYE, BRASIL (1979)

direção de
Carlos Diegues

Produções Cinematográficas L. C. Barreto
 
19
O PAGADOR de PROMESSAS (1962)

direção de Anselmo Duarte

Cinedistri / Produções de Castro
 
20
TODAS as MULHERES do MUNDO (1967)

direção de Domingos de Oliveira

D.O. Produções Cinematográficas / Saga Filmes
 
21
O CASO dos IRMÃOS NAVES (1967)

direção de
Luis Sérgio Person

Lauper Films / MC Filmes
 
22
MEMÓRIAS do CÁRCERE (1984)

direção de Nelson Pereira dos Santos

Embrafilme / L. C. Barreto Produções Cinematográficas / Regina Filmes
 
23
DONA FLOR e seus DOIS MARIDOS (1976)

direção de
Bruno Barreto

Carnaval Unifilme / Cia Serrador / Coline
 
24
CARANDIRU (2003)

direção de
Hector Babenco

BR Petrobrás / Columbia TriStar Filmes do Brasil / Globo Filmes
 
25
O DESCOBRIMENTO do BRASIL (1937)

direção de Humberto Mauro

Instituto Brasileiro de Cacau
 
reginaldo faria e ana maria magalhães em “lúcio flávio...”

TRÊS DIRETORES do CINEMA BRASILEIRO
 
GLAUBER ROCHA
(1939 – 1981. Vitória da Conquista / Bahia)

Três Filmes:

“Barravento” (1962)
“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Terra em Transe” (1967)
 
HECTOR BABENCO
(1946 – 2016. Mar del Plata / Argentina)

Três Filmes:

“Lúcio Flávio, o Passageiro da Agonia” (1977)
“Pixote, a Lei do Mais Fraco” (1981)
“Carandiru” (2003)
 
HUMBERTO MAURO
(1897 – 1983. Volta Grande / Minas Gerais)

Três Filmes:

“Ganga Bruta” (1933)
“O Descobrimento do Brasil” (1937)
“Argila” (1940)
 
odete lara em “noite vazia”

TRÊS ATRIZES do CINEMA BRASILEIRO
 
ELIANE LAGE
(1928. Paris / França)

Três Filmes:

“Caiçara” (1950)
“Sinhá Moça” (1953)
“Ravina” (1958)
 
NORMA BENGELL
(1935 – 2013. Rio de Janeiro / RJ)

Três Filmes:

“O Pagador de Promessas” (1962)
“Os Cafajestes” (1962)
“Noite Vazia” (1964)
 
ODETE LARA
(1929 – 2015. São Paulo / SP)

Três Filmes:

“Boca de Ouro” (1963)
“Noite Vazia” (1964)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
 
othon bastos e isabel ribeiro em “são bernardo”

TRÊS ATORES do CINEMA BRASILEIRO
 
JECE VALADÃO
(1930 – 2006. Campo dos Goytacazes / Rio de Janeiro)

Três Filmes:

“Os Cafajestes” (1962)
“Boca de Ouro” (1963)
“Navalha na Carne” (1969)
 
OTHON BASTOS
(1933. Tucano / Bahia)

Três Filmes:

“Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964)
“Os Deuses e os Mortos” (1970)
“São Bernardo” (1972)
 
PAULO JOSÉ
(1937 – 2021. Lavras do Sul / Rio Grande do Sul)

Três Filmes:

“O Padre e a Moça” (1966)
“Todas as Mulheres do Mundo” (1966)
“Macunaíma” (1969)
 
nelson xavier em “os fuzis”

TRÊS FOTÓGRAFOS do CINEMA BRASILEIRO
 
AFFONSO BEATO
(1941. Rio de Janeiro / RJ)

Três Filmes:

“Copacabana me Engana” (1968)
“O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro” (1969)
“Pindorama” (1970)
 
RICARDO ARONOVICH
(1930. Buenos Aires / Argentina)

Três Filmes:

“Os Fuzis” (1964)
“São Paulo, Sociedade Anônima” (1965)
“Vereda de Salvação” (1965)
 
WALTER CARVALHO
(1940. João Pessoa / Paraíba)

Três Filmes:

“Central do Brasil” (1998)
“Abril Despedaçado” (2001)
“Lavoura Arcaica” (2001)
 
dionísio azevedo e leonardo villar em “o pagador de promessas”

FONTES
“Cinema Brasileiro, Propostas para uma História” (1978)
de Jean-Claude Bernardet
 
“Cinema e Verdade: Marylin, Buñuel etc,
por um Escritor de Cinema” (1988)
de Francisco Luiz de Almeida Salles
           
“Dicionário de Cineastas Brasileiros” (1990)
de Luiz F. A. Miranda
 
“Enciclopédia do Cinema Brasileiro” (2000)
de Fernão Ramos
 
“Escritos sobre Cinema – Trilogia de um Tempo Crítico” (2010)
de André Setaro
 
“História Ilustrada dos Filmes Brasileiros (1929 – 1988)” (1989)
de Salvyano Cavalcanti de Paiva
 
“Olhar crítico: 50 anos de Cinema Brasileiro” (2009)
de Ely Azeredo
 
“Um Filme por Dia: Crítica de Choque (1946-1973)” (2004)
de Antônio Moniz Vianna 
 
sônia braga em “dona flor e seus dois maridos”

SOBRE o CINEMA BRASILEIRO
01
O ADMIRÁVEL CINEMA BAIANO
http://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/01/o-admiravel-cinema-baiano.html
 

02
ANATOMIA de uma AGONIA MILITANTE
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2024/12/anatomia-de-uma-agonia-militante.html
 

03
ANDRUCHA e a ESPANHA do SÉC. de OURO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/12/lope-trailer.html

 
04
CARMEN MIRANDA: VIVENDO de ALEGRIA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2015/04/carmen-miranda-vivo-de-alegria.html

 
05
CINEMA BRASILEIRO: GRITOS e SILÊNCIOS
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2023/12/cinema-brasileiro-gritos-e-silencios.html

 
06
CONDENSANDO RITA ASSEMANY
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2024/05/condensando-rita-assemany.html
 

07
DINA SFAT, à FLOR da PELE
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/04/dina-sfat-estrela-flor-da-pele.html
 

08
EDGARD NAVARRO, o INDOMÁVEL
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/02/edgard-navarro-o-indomavel-bom-moco.html

 
09
ERA UMA vez SONIA BRAGA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/06/sonia-braga-bela-e-bendita.html

 
10
FLORINDA: do CEARÁ para o MUNDO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/10/florinda-do-ceara-para-o-mundo.html

 
11
GLAUBER ROCHA - os ÚLTIMOS DIAS de VIDA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/03/glauber-rocha-os-ultimos-dias-de-vida_11.html

 
12
GLAUCE ROCHA: ILUMINANDO o CINEMA NOVO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2015/01/glauce-rocha-iluminando-o-cinema-novo.html

 
13
GRANDE OTELO: COMÉDIA e TRAGÉDIA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/01/grande-otelo-comedia-e-tragedia.html
 

14
JORGE AMADO no CINEMA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2017/01/jorge-amado-no-cinema.html

 
15
MARÍLIA – TALENTO a TODA PROVA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2017/02/marilia-talento-toda-prova.html

 
16
NORMA BENGELL: O OCASO de uma MUSA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2012/10/norma-bengell-o-ocaso-de-uma-musa.html

 
17
NOSSAS MUSAS NUAS
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2019/04/nossas-musas-nuas.html

 
18
PEQUENA HISTÓRIA do CINEMA BRASILEIRO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2016/10/pequena-historia-do-cinema-brasileiro.html

 
19
REGIME MILITAR no BRASIL: FILMES
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2019/03/o-regime-militar-brasileiro-no-cinema.html

 
20
Uma CÂMARA na MÃO, uma IDEIA na CABEÇA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/11/cinema-novo-uma-camara-na-mao-e-uma.html

 
21
VERA CRUZ: AMBIÇÃO e DECLÍNIO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2011/08/vera-cruz-ambicao-e-declinio.html

 
22
A VIDA e os FILMES da BELA TÔNIA CARRERO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2025/02/vida-e-os-filmes-da-bela-tonia-carrero.html

 
23
20 GRANDES ATORES do CINEMA BRASILEIRO
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2025/01/20-grandes-atores-do-cinema-brasileiro.html

 
24
WALTER SALLES com o PÉ na ESTRADA
https://ofalcaomaltes.blogspot.com/2010/11/walter-salles-com-o-pe-na-estrada.html
 
 
GALERIA de FOTOS
 
 


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