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setembro 11, 2015

********** KUROSAWA, o IMPERADOR JAPONÊS



 
Descendente de um clã de samurais, AKIRA KUROSAWA (1910 - 1998. Shinagawa / Japão) trabalhou na juventude como ilustrador de revistas, desenhando anúncios publicitários. Em 1936, iniciou a carreira cinematográfica como roteirista e assistente de direção, até dirigir, em 1943, “A Saga do Judô / Sugata Sanshiro”. O sucesso se dá com um emblemático filme de época: “Rashomon” (1950), levando o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro e impulsionando de maneira arrebatadora o ofício do cineasta. Filme divisor de águas do cinema japonês. Até vencer o Festival de Veneza de 1951, o Japão era uma nação exótica para o Ocidente. Foi ele quem abriu as portas para o cinema e, por que não, para a cultura do país. Nesta obra admirável e inovadora, brilha Toshiro Mifune, o rosto do cinema de Kurosawa. Considero o melhor filme do mestre.

toshiro mifune
A parceria Kurosawa-Mifune seria uma das mais profícuas colaborações de diretor-ator da história do cinema, um exemplo de entrosamento hábil, estilo John Ford-John Wayne ou Bette Davis-William Wyler. Fizeram juntos 16 filmes. Infelizmente, a dupla chegaria ao fim em 1965: a filmagem de “O Barba Ruiva / Akahige”, o último filme em preto e branco do diretor, demorou dois anos, e Mifune não podia atuar em outros trabalhos durante a produção, o que o levou a dificuldades financeiras, e tinha suas próprias opiniões sobre a interpretação do personagem, surgindo daí a ruptura definitiva entre ele e AKIRA KUROSAWA. Fim de uma sociedade que se havia iniciado com “O Anjo Embriagado / Yoidore tenshi”, considerado por muitos como “o primeiro filme de Kurosawa”. O próprio diretor admitia que este era o primeiro que ele poderia chamar de “meu filme”.

Tempos depois, quando Toshiro Mifune obteve consagração mundial pelo Lord Yoshi Toranaga da minissérie televisiva “Shogun / Idem” (1980), uma co-produção Japão-EUA, comentários irônicos do diretor gelaram ainda mais a relação. Uma espécie de “reconciliação” ocorreria em 1993, durante os funerais de um amigo comum, após tímida troca de olhares, os dois se abraçaram com olhos marejados. A intimidade, porém, nunca mais seria retomada. A história desse rompimento artístico e humano inspirou um livro, The Emperor and the Wolf / O Imperador e o Lobo, de Stuart Galbraith IV. 

Oitavo e último filho de uma família de classe média de Tóquio, AKIRA KUROSAWA estudou artes plásticas e teve forte influência do irmão Heigo no gosto pela literatura e cinema – ele era narrador de filmes mudos no começo do século passado, mas com o advento dos filme sonoros, ficou desempregado e se suicidou, um episódio que deixou marcas no diretor. Ele disse diversas vezes que foi muito influenciado por cineastas norte-americanos como John Ford, William Wyler, Frank Capra, Howard Hawks e George Stevens. Chegou a citar o italiano Michelangelo Antonioni, mas não como uma influência e sim como “um diretor muito interessante”. No que diz respeito a influências japonesas lembra enfaticamente Kenji Mizoguchi, dentre todos os seus conterrâneos. Mizoguchi cria um mundo puramente japonês, afirmou Kurosawa.

toshiro mifune em os sete samurais” 
Apesar do diálogo amplo com a literatura mundial, Kurosawa tem uma voz extremamente própria. Dono de uma visão universal e essencialmente teosófica, ele resgata a tradição dos samurais e reflete sobre a dor humana, enquanto aborda a ética e a justiça nas relações sociais. A natureza, e a sua preservação, são outra constante em sua obra. Cada filme era para ele um novo desafio, e raramente era fácil. Utilizando um clássico de Dostoiévski, realizou “O Idiota / Hakuchi” (1951). No ano seguinte, lançaria o sensível e triste “Viver”, para alguns o seu melhor trabalho.

Ainda na década de 1950, “Os Sete Samurais” (1954) popularizou mundialmente os valentes samurais. É o título mais lembrado de AKIRA KUROSAWA, e considerado um dos 100 maiores filmes de todos os tempos. Três anos depois, ele adaptaria o denso “Macbeth”, de Shakespeare, que renasce no Japão feudal de maneira brilhante em “Trono Manchado de Sangue”. Em 1958, fez o vibrante “A Fortaleza Escondida”, inspiração de George Lucas em “Guerra nas Estrelas / Star Wars” (1977). 


O grande sucesso “Yojimbo - O Guarda-Costas / Yôjinbô” (1961) foi reproduzido como o clássico faroeste “Por um Punhado de Dólares / Per Un Pugno di Dollari” (1964), de Sergio Leone. Aliás, esse filme provocou um processo judicial por plágio movido e ganho por Kurosawa. Certa vez perguntaram o que ele pensava das adaptações para faroeste de três de seus filmes – além do já citado, “Sete Homens e Um Destino / Magnificent Seven” (1960), onde John Sturges adaptou “Os Sete Samurais”; e “Quatro Confissões / The Outrage” (1964), quando Martin Ritt se inspirou em “Rashomon”. O cineasta respondeu: “Eu não tenho nada contra adaptações de meus filmes. Mas não acredito que possam ter êxito. O contexto básico é muito distinto. Filmes pastiche, de um tipo calculado, não podem nunca ser bons filmes... é, por exemplo, ridículo me imaginar dirigindo um faroeste de Hollywood. Porque eu sou japonês...”

No final da década de 1960, Kurosawa foi para Hollywood realizar um drama de guerra retratando o ataque a Pearl Harbour tanto do ponto de vista japonês quanto do norte-americano. Escreveu um roteiro que teria 4 horas, mas a Fox queria um filme de 90 minutos. Ele desistiu e o filme acabou saindo, dirigido por Richard Fleischer, Kinji Fukasaku e Toshio Matsuda, com o nome de “Tora! Tora! Tora! / Idem” (1970). Kurosawa, em crise emocional e criativa, tentou o suicídio.

Ele venceria pela segunda vez o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Desta vez, em 1975, com “Dersu Uzala”, exatos 25 anos após receber a mesma estatueta por “Rashomon”. É, sem dúvida, um dos seus mais belos filmes. Nos anos 1980, George Lucas e Francis Ford Coppola acabariam co-produzindo dois de seus épicos, “Kagemusha – A Sombra de Um Samurai / Kagemusha” (1980) e “Ran” (1985). “Kagemusha - A Sombra do Samurai” levou a Palma de Ouro em Cannes - prêmio dividido com “O Show Deve Continuar / All that Jazz (1979), de Bob Fosse. Com “Ran”, voltaria a Shakespeare. Uma obra grandiosa, indicada ao Oscar de Melhor Direção. O mestre elegeu Ran como a “obra de sua vida”Os seus últimos filmes (“Sonhos / Dreams”, 1990; “Rapsódia em Agosto / Hachi-gatsu no kyôshikyoku”, 1991; e “Madadayo / Idem”, 1993) são pinceladas intimistas sobre o tempo, a maturidade e a morte. 

Se conhecemos a cinematografia oriental, o maior responsável é AKIRA KUROSAWA. Ele abriu as portas do Japão para o mundo, revelando outros importantes cineastas (Yasujiro Ozu, Kenji Mizoguchi etc.). Curiosamente, os seus filmes sempre fizeram mais sucesso no mundo ocidental do que no seu país natal, onde os críticos viam seu estilo forjado em faroestes (ele tem muito de John Ford, e de “Os Brutos Também Amam Shane”, de George Stevens) e na obra de escritores europeus. Kurosawa transcendeu gêneros, épocas e nacionalidades, mas nunca deixou em segundo plano sua própria cultura, isso é percebido na movimentação dos atores, em sua obsessão por cenários autênticos e na influência do teatro Nô e Kabuki. 

george lucas, kurosawa 
e steven spielberg
Uma das suas características é perfeccionismo. Ele estava ligado justamente ao fato de participar de todas as etapas do processo de realização de um filme. Ele não apenas dirigia, mas também escrevia o roteiro, desenhava os personagens e as cenas de batalha - que servia como storyboard na rodagem -, ajudava na fotografia e no posicionamento da câmera.

A linguagem cinematográfica de AKIRA KUROSAWA está profundamente interligada ao sentimento humano. Em seus filmes, o componente reflexivo, sempre está presente, focalizando o homem frente às escolhas éticas e morais. Clássico na forma e romântico na essência, eclético e denso, fundiu a alma japonesa e os valores universais, subordinando o ideal humanista à beleza que jorra em imagens esplêndidas criadas com notável senso plástico. Além de ser um dos melhores cineastas de seu país, influenciou - e influencia até hoje - a produção cinematográfica em todo o mundo. Considerado pela revista “Entertainment Weekly” como o 6º maior diretor de sempre, em 1990 recebeu da Academia um Oscar especial pelo conjunto da obra. O diretor ainda viveu bons momentos até seu último e póstumo filme, “Depois da Chuva / Ame Agaru, de 1999, que foi terminado por seu discípulo Takashi Koizumi. Ele jamais se aposentou. Conviveu até seus últimos dias com o cinema.

mieko arada em “ran” 

TOP 10 KUROSAWA
 (por ordem de preferência)

01
RASHOMON
(Rashômon, 1951)
Um estupro e um assassinato através de várias narrativas, partindo da lembrança de quatro testemunhas: o bandido, o samurai assassinado, a esposa do samurai e um lenhador. Refilmado em 1964 como “Quatro Confissões”, com Paul Newman, Laurence Harvey, Claire Bloom e Edward G. Robinson.

02
TRONO MANCHADO de SANGUE
(Kumonosu-jô, 1957)
Dois samurais têm uma visão de uma bruxa no meio de uma floresta. Depois que ela profetiza um ambicioso futuro para um deles, tomam atitudes que fazem com que o que foi profetizado se torne realidade, não importando o sangue derramado.

03
DERSU UZALA
 (Idem, 1975)
Velho caçador guia um explorador russo em uma missão pela floresta. Quando se reencontram, tempos depois, o explorador decide levá-lo para sua casa e cuidar dele, mas este sofre um forte impacto entre os padrões de vida da cidade e das montanhas.

04
A FORTALEZA ESCONDIDA
 (Kakushi-toride no San-akunin, 1958)
Um poderoso homem escolta uma princesa fugitiva, em pleno território inimigo, com a ajuda de dois medrosos desertores da guerra.

05
VIVER
(Ikiru, 1952)
Idoso com câncer de estômago, em estágio terminal, utiliza seus últimos dias de sua vida para viver intensamente e tornar melhor a existência alheia.

06
Os SETE SAMURAIS
(Shichinin no Samurai, 1954)
Uma humilde aldeia precisa se defender de ataques de bandidos. Seus moradores contratam ronins (samurais que não servem a um amo) para ensiná-los a guerrear. Maravilhoso do início ao fim, gerou uma refilmagem no faroeste, “Sete Homens e um Destino”, um clássico com Steve McQueen, Yul Brynner e Charles Bronson.

steve mcqueen e yul brynner
07
HOMEM MAU DORME BEM
(Warui Yatsu Hodo Yoku Nemuru, 1951)
No Japão do pós-guerra, jovem tenta se utilizar de sua posição numa empresa corrupta para investigar e expor os responsáveis pela suposto assassinato de seu pai. Obra-prima, um roteiro elegante e a bela música de Sato.

08
RAN
(Idem, 1985)
Chefe da família, já velho, decide dividir seus preciosos bens entre os três filhos, gerando uma sangrenta batalha entre eles.

09
RALÉ
(Donzoko, 1957)
Numa miserável pensão, com diversificados hóspedes, um triângulo amoroso se forma entre o dono da pensão, sua irmã e um ladrão.

10
CÃO DANADO
(Nora Inu, 1949)
Detetive perde a pistola e roda por toda Tóquio em seu encalço. A partir daí, a busca pela arma torna-se uma busca por si mesmo. No processo, acaba se identificando com o universo marginal. O filme denuncia o enfraquecido mundo do Japão pós-guerra, bem como a natureza de uma mente criminosa. 


STORYBOARDS de KUROSAWA





FONTES
O Cinema da Crueldade (1989)
de André Bazin 

O Imperador e o Lobo (2002)
de Stuart Galbraith IV

The Films of Akira Kurosawa (1986)
de Donald Richie

Akira Kurosawa (2007)
de Charles Tesson


fevereiro 01, 2011

**** SEAN CONNERY no MUNDO de JAMES BOND




 
A trajetória de SEAN CONNERY (1930. Edimburgo, Escócia / Reino Unido) é quase um conto de fadas. Começou como leiteiro em sua terra natal, a Escócia, e hoje leva o título de Sir e o reconhecimento como um dos maiores astros do cinema. Até sua primeira oportunidade na vida artística, serviu na Marinha Real e trabalhou como motorista de caminhão, operário, padeiro, salva-vidas, fisiculturista e modelo vivo para artistas. Por insistência de um amigo, em 1953, aos 23 anos, fez testes para uma peça musical. Aprovado – mais pela estampa, ele reconhece -, dois anos depois estrearia no cinema. Após trabalhos menores no cinema inglês, o sucesso surgiu em 1962, quando os produtores Harry Saltzman e Robert Broccoli o contrataram para viver James Bond, o agente inglês com licença para matar. Com “007 Contra o Satânico Dr” estava lançada uma bem sucedida série cinematográfica, que resiste há quase 50 anos, e da qual ele fez seis filmes oficiais e um independente, marcando o personagem definitivamente. Afinal, quem não recorda a frase emblemática: “Meu nome é Bond. James Bond”?
 
música de monty norman
orquestrada por henry mancini
 
O ator escocês foi o mais espetacular 007 que o cinema já viu. Sexy, valente, atrevido, destemido e elegante espião a serviço de sua majestade britânica, tornou-se um dos nomes fundamentais da cultura pop dos anos 1960. Frio na hora de matar e galanteador com as mulheres, o ícone nunca foi uma unanimidade, acusado de violento e machista, mas se beneficiou de um fã célebre – o presidente dos EUA, John Kennedy, notório mulherengo, que declarou não haver filme melhor para desanuviar as pressões do cargo. Depois da estréia, SEAN CONNERY repetiu o herói em “Moscou Contra 007”, “007 Contra Goldfinger”, “007 Contra a Chantagem Atômica”, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” e “007 - 0s Diamantes São Eternos”. Em 1971, deixou o personagem para investir numa carreira diversificada. Mais de dez anos depois, no entanto, atendeu aos apelos dos produtores e do público, voltando a participar de uma nova aventura do espião em “007 - Nunca Mais Outra Vez”. Produção de menor qualidade, com um Connery envelhecido, se revelou um fracasso de crítica e de bilheteria. Só que o ator nunca ficou restrito ao papel e, antes mesmo de abandoná-lo, usou a popularidade que a série lhe proporcionava para participar de projetos mais ambiciosos, filmando com Alfred Hitchcock, Richard Brooks, Fred Zinnemann, Sidney Lumet, Martin Ritt e John Huston.

com a entao esposa diane cilento
Alto e charmoso, sua presença na tela é marcante, fixando a personalidade, os gestos e o inconfundível modo de falar de James Bond, numa combinação de charme e virilidade. Hoje é considerado o melhor intérprete do herói literário criado por Ian Fleming em 1953. “Admito que me pagam muito bem, mas eu mereço. Afinal, nem as prostitutas, rodando bolsinha, foram mais abusadas do que eu na tela dos cinemas”, disse na época.

Conquistador nato, na vida real Lana Turner não resistiu aos seus encantos em “Vítima de uma Paixão / Another Time, Another Place” (1958), assim como Tippi Hedren em “Marnie - Confissões de uma Ladra / Marnie (1964) e Lorraine Bracco em Medicine Man - O Curandeiro da Selva / Medicine Man (1992). Das bond-girls nem se fala. Quase todas acabaram na sua cama. Ele tirou do sério beldades como Ursula Andress, Claudine Auger e Jill St. John. Bond foi também a principal inspiração para que os diretores George Lucas e Steven Spielberg criassem o herói Indiana Jones. Em sua homenagem, escolheram o ator para viver o pai do herói em “Indiana Jones e a Última Cruzada / Indiana Jones and the Last Crusade” (1989), de Steven Spielberg.


Com grande versatilidade e uma presença que define a palavra carisma, SEAN CONNERY vem se destacando há décadas. Em 1999, aos 69 anos e careca (sua calvície começou aos 21 anos, usando peruca nos filmes de 007), a revista “People” o elegeu como o homem mais sexy do século. Levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Os Intocáveis / The Untouchables” (1987). Na vida pessoal, casou-se com a atriz Diane Cilento (de 1962 a 73) e, após a separação, ela escreveu um livro contando como ele foi péssimo marido. Desde 1975, vive com outra atriz, Michelline Roquebrune. Aos 81 anos, com mais de 60 filmes no currículo e sem exibir sinais aparentes de cansaço, continua muito charmoso. Nos últimos anos, decepcionado com o sistema de Hollywood, parou com o cinema. Anda escrevendo um livro sobre sua vida, onde promete contar tudo.

CONNERY como JAMES BOND

007 – CONTRA o SATÂNICO DR. NO
(Dr. No, 1962)
direção de Terence Young

James Bond investiga o desaparecimento de um agente britânico. Durante as investigações descobre o esconderijo do cientista Dr. No (Joseph Wiseman), um louco que pretende desviar o rumo dos foguetes norte-americanos.
Bond-girl: Ursula Andress.

MOSCOU CONTRA OO7 

(From Russia with Love, 1963)
direção de Terence Young

James Bond é incumbido de ajudar uma agente soviética a fugir de seus país, e recuperar um leitor de códigos na embaixada russa, em Londres. Porém, não sabe que a terrível organização criminosa Spectre planejou esta armadilha no intuito de executá-lo.
Bond-girl: Daniela Bianchi.

007 – CONTRA GOLDFINGER 

(Goldfinger, 1964)
direção de Guy Hamilton

James Bond desta vez é encarregado de espionar o poderoso milionário Goldfinger (Gert Frobe), pois as remessas de ouro que ele possui em vários países podem esconder ações criminosas. Após ser capturado, Bond descobre que Goldfinger tem planos muito maiores, ele pretende roubar as reservas americanas guardadas no Fort Knox.
Bond-girl: Honor Blackman.

007 – CONTRA a CHANTAGEM ATÔMICA 
(Thunderball, 1965)
direção de Terence Young

O espião James Bond tenta evitar que a Spectre destrua Miami por meio de uma bomba. A organização criminosa exige um pagamento de 100 milhões de dólares em diamantes para não explodir a cidade e Bond tentará impedi-la sem cumprir as exigências.
Bond-girl: Claudine Auger.

COM 007 SÓ se VIVE DUAS VEZES 

(You Only Live Twice, 1967)
direção de Lewis Gilbert

Durante uma missão no espaço, uma nave americana desaparece da sua órbita. James Bond é designado para investigar o caso, sua situação se complica quando uma espaçonave soviética some nas mesmas circunstâncias. Bond é obrigado a resolver a situação em poucos dias para evitar que ocorra a Terceira Guerra Mundial.
Bond-girl: Karin Dor.

007 – os DIAMANTES são ETERNOS

(Diamonds are Forever, 1971)
direção de Guy Hamilton

Bond vai a Las Vegas investigar o desaparecimento de diamantes e descobre o envolvimento de seu arquiinimigo, Blofeld (Charles Gray).
Bond-girl: Jill St. John

OO7 – NUNCA mais OUTRA VEZ
(Never Say Never Again, 1983)
direção de Irvin Kershner

James Bond é convocado para reaver bombas nucleares roubadas pela Spectre, uma terrível organização criminosa que pretende lançá-las em cidades norte-americanas. Mas terá que enfrentar uma sexy assassina profissional, contratada para eliminá-lo.
Bond-girl: Kim Basinger