fevereiro 01, 2011

**** SEAN CONNERY NO MUNDO DE JAMES BOND



A trajetória de SEAN CONNERY é quase um conto de fadas. Começou como leiteiro em sua terra natal, a Escócia, e hoje leva o título de Sir e o reconhecimento como um dos maiores astros do cinema. Até sua primeira oportunidade na vida artística, serviu na Marinha Real e trabalhou como motorista de caminhão, operário, padeiro, salva-vidas, fisiculturista e modelo vivo para artistas. Por insistência de um amigo, em 1953, aos 23 anos, fez testes para uma peça musical. Aprovado – mais pela estampa, ele reconhece -, dois anos depois estrearia no cinema. Após trabalhos menores no cinema inglês, o sucesso surgiu em 1962, quando os produtores Harry Saltzman e Robert Broccoli o contrataram para viver James Bond, o agente inglês com licença para matar. Com “007 Contra o Satânico Dr” estava lançada uma das mais bem sucedidas séries cinematográficas, que resiste há quase 50 anos, e da qual Connery fez seis filmes oficiais e um independente, marcando o personagem de maneira definitiva. Afinal, quem não recorda a frase emblemática: “Meu nome é Bond. James Bond”?

música de monty norman
orquestrada por henry mancini

O ator escocês foi o mais espetacular 007 que o cinema já viu. Sexy, valente, atrevido, destemido e elegante espião a serviço de sua majestade britânica, tornou-se um dos nomes fundamentais da cultura pop dos anos 1960. Frio na hora de matar e galanteador com as mulheres, o ícone nunca foi uma unanimidade, acusado de violento e machista, mas se beneficiou de um fã célebre – o presidente dos EUA, John Kennedy, notório mulherengo, que declarou não haver filme melhor para desanuviar as pressões do cargo. Depois da estréia, SEAN CONNERY repetiu o herói em “Moscou Contra 007”, “007 Contra Goldfinger”, “007 Contra a Chantagem Atômica”, “Com 007 Só Se Vive Duas Vezes” e “007 - 0s Diamantes São Eternos”. Em 1971, deixou o personagem para investir numa carreira diversificada. Mais de dez anos depois, no entanto, atendeu aos apelos dos produtores e do público, voltando a participar de uma nova aventura do espião em “007 - Nunca Mais Outra Vez”. Produção de menor qualidade, com um Connery envelhecido, se revelou um fracasso de crítica e de bilheteria. Só que o ator nunca ficou restrito ao papel e, antes mesmo de abandoná-lo, usou a popularidade que a série lhe proporcionava para participar de projetos artisticamente mais ambiciosos, filmando com Alfred Hitchcock, Richard Brooks, Fred Zinnemann, Sidney Lumet, Martin Ritt e John Huston.

com a entao esposa diane cilento
Alto e charmoso, sua presença na tela é marcante, fixando a personalidade, os gestos e o inconfundível modo de falar de James Bond, numa combinação de charme e virilidade exigida pelo papel. Hoje é considerado o melhor intérprete do herói literário criado por Ian Fleming em 1953. “Admito que me pagam muito bem, mas eu mereço. Afinal, nem as prostitutas, rodando bolsinha, foram mais abusadas do que eu na tela dos cinemas”, disse na época.  Conquistador nato, na vida real Lana Turner não resistiu aos seus encantos em “Vítima de uma Paixão” (1958), assim como Tippi Hedren em “Marnie - Confissões de uma Ladra" (1964) e Lorraine Bracco em "Medicine Man - O Curandeiro da Selva" (1992). Das bond-girls nem se fala. Quase todas acabaram na sua cama. Ele tirou do sério beldades como Ursula Andress, Claudine Auger e Jill St. John. Bond foi também a principal inspiração para que os diretores George Lucas e Steven Spielberg criassem o herói Indiana Jones. Em sua homenagem, escolheram o ator para viver o pai do herói em “Indiana Jones e a Última Cruzada” (1989).


Com grande versatilidade e uma presença que define a palavra carisma, SEAN CONNERY vem se destacando há décadas. Em 1999, aos 69 anos e careca (sua calvície começou aos 21 anos, usando peruca nos filmes de 007), a revista “People” elegeu-o com o homem mais sexy do século. Levou o Oscar de Melhor Ator Coadjuvante por “Os Intocáveis” (1987). Na vida pessoal, casou-se com a atriz Diane Cilento (de 1962 a 73) e, após a separação, ela escreveu um livro contando como ele foi péssimo marido. Desde 1975, vive com outra atriz, Michelline Roquebrune. Aos 81 anos, com mais de 60 filmes no currículo e sem exibir sinais aparentes de cansaço, continua muito charmoso. Nos últimos anos, decepcionado com o sistema de Hollywood, parou com o cinema. Anda escrevendo um livro sobre sua vida, onde promete contar tudo.

CONNERY COMO JAMES BOND

007 – CONTRA O SATÂNICO DR. NO (1962),
de Terence Young.
James Bond investiga o desaparecimento de um agente britânico. Durante as investigações descobre o esconderijo do cientista Dr. No (Joseph Wiseman), um louco que pretende desviar o rumo dos foguetes norte-americanos.
Bond-girl: Ursula Andress.

MOSCOU CONTRA OO7 (1963),
de Terence Young
James Bond é incumbido de ajudar uma agente soviética a fugir de seus país, para então tentar recuperar um leitor de códigos na embaixada russa, em Londres. Porém, não sabe que a terrível organização criminosa Spectre planejou esta armadilha no intuito de executá-lo.
Bond-girl: Daniela Bianchi.

007 – CONTRA GOLDFINGER (1964),
de Guy Hamilton
James Bond desta vez é encarregado de espionar o poderoso milionário Goldfinger (Gert Frobe), pois as remessas de ouro que ele possui em vários países podem esconder ações criminosas. Após ser capturado, Bond descobre que Goldfinger tem planos muito maiores, ele pretende roubar as reservas americanas guardadas no Fort Knox.
Bond-girl: Honor Blackman.

007 – CONTRA A CHANTAGEM ATÔMICA (1965),
de Terence Young
O espião James Bond tenta evitar que a Spectre destrua Miami por meio de uma bomba. A organização criminosa exige um pagamento de 100 milhões de dólares em diamantes para não explodir a cidade e Bond tentará impedir a ação sem o cumprimento das exigências.
Bond-girl: Claudine Auger.

COM 007 SÓ SE VIVE DUAS VEZES (1967),
de Lewis Gilbert
Durante uma missão no espaço, uma nave americana desaparece da sua órbita. James Bond é designado para investigar o caso, sua situação se complica quando uma espaçonave soviética some nas mesmas circunstâncias. Bond é obrigado a resolver a situação em poucos dias para evitar que ocorra a Terceira Guerra Mundial.
Bond-girl: Karin Dor.

007 – OS DIAMANTES SÃO ETERNOS (1971),
de Guy Hamilton
Bond vai a Las Vegas investigar o desaparecimento de diamantes e descobre o envolvimento de seu arquiinimigo, Blofeld (Charles Gray).
Bond-girl: Jill St. John

OO7 – NUNCA MAIS OUTRA VEZ (1983),
de Irvin Kershner
James Bond é convocado para reaver bombas nucleares roubadas pela Spectre, uma terrível organização criminosa que pretende lançá-las em cidades norte-americanas. Mas terá que enfrentar uma sexy assassina profissional, contratada especialmente para eliminá-lo.
Bond-girl: Kim Basinger


40 comentários:

Dilberto L. Rosa disse...

Fiquei na dúvida em dois pontos: a 'bond-girl' do filme independente de 83 não era uma Kim Bassinger em comecinho de carreira? E o compositor do tema de 007 não foi John Barry (é porque no 'box' que colocaste dá como composição de Henry Mancini)?

Dúvidas à parte, só não concordo com esse "grande ator" pintado em teu (sempre) bom texto: acho que ele foi muito mais astro que ator, atuando muito bem em alguns momentos (como no merecido Oscar de Os Intocáveis)... Mas um grande nome do Cinema mundial e marcado para sempre como O James Bond (apesar de eu gostar muito do Craig e do Brossnan)!

Abração e apareça sempre!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Você tem toda razão, Dilberto. Barbara Carrera faz a vilã, a bond-girl é a bela Kim. Também concordo que Connery é mais astro que ator, mas como gosto muito dele terminei me empolgando...E a música tema é de John Barry, só que esta é uma versão da mesma orquestrada por Mancini.
Correções feitas. Grato.

GIANCARLO TOZZI disse...

O carisma de Sean é inegável. Como ator não faz feio, mas sempre foi mais Sean Connery que qualquer outra coisa. Está muito bem em Ver-te-ei no Inferno e num policial de Lumet que não recordo agora o título.
Muito boa a postagem.

M. disse...

Eu gosto de Sean Connery ele é uma dessas figuras marcantes do cinema.

Jamil disse...

E vamos e venhamos: Sean Connery é imperdível! Ele sustenta seus personagens com a força necessária, salvando do naufrágio muitos filmes ruins. Ele é um clássico, como Bond ou qualquer herói de filmecos comercais.

E. SANCHES disse...

Isso é que é uma postagem feita de coração.

Uma verdadeira e merecida homenagem a este que sem dúvida nenhuma é mais um mito do cinema mundial.

Parabéns Falcão

MIGUEL ARRUDA disse...

Prezado Antonio,

Seu blogspot está maravilhoso. Parabéns. Informações essenciais e muito bem elaboradas. Dá prazer de ler.

Abraço.

Miguel

Paulo Roberto Vasconcellos disse...

Boa noite Antonio,

Parabéns pelo blog.


Abraço
Paulo Vasconcellos

Malu Barros disse...

Vc faz um trabalho brilhante. Obrigada por tudo.

Luiz Carlos disse...

Belo texto, amigo! Também compartilho da ideia de que o Connery é mais "astro" que "ator". Mas o que seria do cinema sem as estrelas, hein?

E sou BondManíaco desde criança. Apesar de apreciar mais os filmes da fase Moore por questões pessoais (mais nostálgicas), o Connery É o Bond definitivo!

Octavio Caruso disse...

Amigo, só uma pequena correção: a música tema de 007 foi composta por Monty Norman. John Barry foi o compositor das maioria das trilhas após o segundo filme: From Russia With Love.
Sou um grande fã da série e claro, de Sean Connery, o meu 007 favorito!
Ótimo texto e ótimas fotos.

Luiz Santiago disse...

Connery é demais! É sempre bom ler um texto tão rico sobre um ator de magnitude como a dele. EU, que sou muito fã de toda a série 007 - independente da qualidade - fiquei muito feliz com o que li! =)

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Octávio, caríssimo, grato pela informação. Farei a correção agora mesmo.
Abração

siby13 disse...

Sean Connery é meu 007 preferido e isso nem discuto.
Perfeito e charmoso em todas as suas atuações.
Talvez fuja um pouco do tópico, mas quero falar é de SEAN.
Agora imaginem o Sean Connery em
"O Homem Que Queria Ser Rei", de John Huston? É meu filme preferido com ele, porque mostra como o ser humano não entende suas fantasias primárias de querer controlar o outro, a tão temida síndrome do pequeno poder, inerente em todo homem imaturo demais para perceber o mal que faz ao outros e a sí mesmo.
Dizem que este filme foi idealizado por John Huston para Bogart, mas só foi filmado mais de 30 anos depois.(Uau, Bogart) Além do que, o filme conta com um elenco de primeira, Michael Caine e Christopher Plummer.
Acredito até que Sean Connery é muito mais ator que imaginamos, e que ser um "James Bond" talvez tenha ofuscado seu brilhantismo em outros papéis memoráveis.
Um filme inesquecível, e grandes atuações de todo elenco.
E Especialmente do Sean.

Renato Hemesath disse...

Fantástico! ele é eterno, definitivamente.

Li que após ter aceitado fazer Marnie, boa parte do público da época não recebeu harmoniosamente a notícia, contudo: que atuação incrível! ele e a 'Tippi' estão fantásticos neste trabalho.

Um abraço!

IRENE SERRA disse...

Maravilha, Antonio

Parabéns mesmo!

Beijos,
Irene

André disse...

Olá!
Nossa,parece brincadeira! Mas ia comentar isso mesmo,gostei da homenagem que você fez ao Connery.

Fico feliz de vê-lo ao lado de grandes nomes do Cinema Clássico.Obrigado!!

Já aprendi a seguir blogs,seguirei o seu agora.

Abraço

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Sibely, O Homem Que Queria Ser Rei é um filme bacana. Assisti-o umas três vezes. Connery está bem, mas fico imaginando como seria diferente com Humphrey Bogart na pele do protagonista.

Lorena F. Pimentel disse...

Embaraçosamente, nunca assisti aos filmes do 007, mas gostei da homenagem. Merecido ou não, é interessante que você tenha dado destaque a alguém que a indústria do cinema atual aparenta ter esquecido tanto quanto ele mesmo fez questão de esquecer.

Quanto a sua sugestão no meu blog, sou a favor desse sistema. Geralmente o faço com a Dani do "Filmes, Filmes, Filmes", com o Ricardo do "Tertúlias" e com a Camila, do "Divagações Kaufmanianas".

Preciso atualizar o meu blog mais frequentemente e com conteúdo que valha a pena ser lido, mas ultimamente tem faltado inspiração.

Bem, favoritei o seu blog e irei aparecer com mais frequências.

Anônimo disse...

Os filmes da era de ouro do James Bond são muito bons. E Sean Connery até hoje é imbatível. Recentemente, revi a maioria dos antigões do 007. Pura diversão! Abraços, Raildon Lucena. www.observatoriodecinema.blogspot.com

Maurício Chades disse...

Achei bem interessante a proposta q fez no toqueadenovo. É uma boa maneira de fazer o texto continuar vivo. Infelizmente, nos ultimos meses me afastei um pouco da escrita do blog, dentre outros motivos, pelo semestre pesado na faculdade. Mas devo estar voltando.. abraço

Octavio Caruso disse...

Amigo, só pra dizer que gostei da sua idéia proposta na minha coluna. E quanto à dica da música, disponha...somos todos da mesma equipe!
Abração!

Luiz Santiago disse...

Excelente ideia, Antonio. O legal disso é que ficamos ligados textualmente, e as indicações para amigos ou mesmo citação pode ser mais efetivas, fazendo com que o texto se torne cada vez mais apreciado e vivo. Estou dentro. Para que não não "passe batido", vamos acordar no envio por e-mail sempre que uma publicação nova pintar em ambas as páginas?

Abração

Renata Rocha disse...

É um prazer receber sua visita em meu blog, amei o seu blog. Agora sou sua seguidora, seja meu seguidor também... Tenho o blog do meu novo documentário: www.emanoelsemfronteiras.com

Obrigada!

Júnia disse...

Oi Antônio,
eu sempre que posso faço essa Conexão com alguns blogueiro principalmente (sala Latina, Beldades do Cinema e cinegrafia) só que ultimamente tenho trabalhando muito e ando em falta com meus queridos amigos, mas prometo dentar colocar em pratica mais vezes essa sua proposta.
bjo

Luiz disse...

Oi Antonio. Belo post. Confesso que conheço pouco do universo cinematográfico retratado, mas seu texto conseguiu me despertar curiosidade e isso é o mais importante.Um abraço!

Marcia Moreira disse...

Olá, Antonio.
Arranjei um tempinho para comentar no seu blogue.
Quem não resiste ao Sean Connery. Gosto muito do estilo canalha que ele deu ao James Bond.

Abraços.

Cinema Clássico disse...

Muito interessante saber que Sean Connery está escrevendo seu livro de memórias, Antonio. E o fato dele estar desolado com o sistema hollywoodiano já era de se esperar. Uma vez eu vi a Meryl Streep falando da dificuldade de se conseguir papéis bons quando se é mulher e chega a uma certa idade. Mas para os homens deve ser difícil também, creio eu. Os grandes do cinema, estes que não precisam provar mais nada a ninguém devem suar muito para achar um bom roteiro. São atores que não aceitam qualquer porcaria, como a maioria dessa nova geração Blockbuster. Até por que, já tiveram o seu quinhão, ou seja, quando jovens, tiveram altos e baixos, como todo ator tem. Esses artistas não aceitam mais trabalhos ruins.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Dani (Cinema Clássico), realmente é uma sacanagem o que os norte-americanos fazem com os atores maduros. Eles são simplesmente desprezados. Na França ou na Espanha, atores como Deneuve, Huppert, Moreau, Marisa Paredes, Carmen Maura etc. avançam o tempo com papéis fantásticos. Na Itália, Mastroianni, Gassman e Tognazzi foram protagonistas até o último momento. Os EUA deixam de lado gente da qualidade de um Gene Hackman, um Robert Duvall ou uma Glenn Close.
Lamentável.

Kley disse...

Assisti a todos os 22 filmes de 007, e com certeza não teve um ator à altura de Sean Connery na pele de James Bond. Meu filme preferido da série é 007 à Serviço Secreto de Sua Majestade, e é uma pena que não tenha sido com Connery, mas sim com um ator lamentável chamado George Lazemby. Seu melhor filme de 007 na minha opinião é Goldfinger. Connery está entre os vários astros no ótimo filme de guerra O Mais Longo dos Dias. Em O Homem que Queria ser Rei, ele tem um dos papéis mais profundos em um filme de John Huston. Um grande ator, uma grande presença nas telas.

White Gold disse...

Hola!!! No he visto muchas películas de Sean Connery, pero me gustó mucho "El nombre de la rosa", es una de mis películas favoritas. También "Los intocables".
Aunque parezca extraño, tengo que reconocer que no he visto sus películas de 007...

Luiz Santiago disse...

Hahahahaha

Tá aqui, amigo! É o antepenúltimo na lista de atualizações. É que o blogger vai colocando os que recém-atualizaram em cima, e os que atualizaram a algumas hora/dias mais pra baixo. Mas tá aqui desde aquele dia. Hahahahahha

Qualquer coisa dá um Ctrl+F hihihihi

Marcelo C,M disse...

Okkkkkkk Antonio. Voce comenta lá e eu comento aqui, você dança e eu danço e vice e versa heheehhehe.

Agente se fala e se ajuda.

Emilio Luna disse...

Muy bueno tu artículo sobre el gran Sean. Hola Antonio, soy Emilio (El Antepenúltimo Mohicano). Muy interesante todo lo que expones en tu blog. Un abrazo

Ps: al abrir tu blog sale un aviso de virus. Supongo que es cualquier gadget o mi antivirus se ha vuelto loco.

Emilio Luna
http://elantepenultimomohicano.blogspot.com

Nestor disse...

Hola Antonio,

acabo de ver tu mensaje. Muchas gracias. Ya me he hecho seguidor de tu espléndido blog. Te invito a que también te hagas seguidor del mio.

Saludos !!!

La Guionista Reflexiva disse...

Hola, Antonio:

Gracias por el mensaje. Me acabo de hacer seguidora de tu blog y estoy de acuerdo contigo en intercambiar enlaces.

Un saludo.

Paulo Néry disse...

Saudações Antonio, como tem passado?

Sobre Sean Connery, tenho pouco que dizer dele, uma vez que tudo já foi falado deste sensacional ator. No começo de sua carreira, ele não era bem visto e sua carreira estava destinada a não decolar, mas ele provou que sabia muito mais do que ser "James Bond".

Um dos primeiros filmes dele foi "A Maior Aventura de Tarzan", estrelado por Gordon Scott, onde interpretava um dos vilões. Logo a seguir, fez um filme chamado "Another Time, Another Place", com Lana Turner, que na época namorava o gangster Johnny Stompanato. Connery era o par romântico de Lana no filme, e um dia Stompanato por ciumes foi tirar satisfações com o ator, que acabou perdendo a cabeça e lhe desferiu um soco. Depois percebeu o erro, e ficou amedrontado, escondendo-se num quarto de hotel para não ser morto a mando do mafioso. A Situação só se resolveu porque Lana, com muito custo, convenceu Stomponato a esquecer, já que um incidente poderia prejudicar o trabalho do filme.

Certamente, Connery é uma lenda do Cinema. Grande Abraço

Paulo Néry disse...

PALAVRAS DE ANTONIO:
Ando pensando numa conexão de comentários entre blogueiros que admiramos. Seria uma forma de incentivar o intercâmbio de idéias, favorecendo a blogsfera cinéfila. A cada post seu eu faria um comentário, e vice-versa. Sempre com sinceridade. O que acha? Vamos iniciar?
Abraço bom,

MINHA RESPOSTA:

Acho ótimo, Namud. Pode contar comigo. Grande abraço

annastesia disse...

Gente, existe algum ser pensante que não gosta de Sean Connery? Por favor, hein? Ator magnífico! Não vou dizer que é o melhor James Bond pois pra mim só existe ele.
Além de Goldfinger (vilão, filme e Bond girl favoritos), gosto muito também Moscou contra 007.

Rato disse...

Relativamente à "confusão" sobre a autoria do "James Bond Theme", a explicação é simples - o tema foi efectivamente composto na origem por Monty Norman mas depois os arranjos pertenceram a John Barry. Por isso é que os créditos variam consoante os discos que contêm o tema.
Quanto a Sean Connery, é curioso, mas nunca o vi como "astro", apenas como o grande actor que ele sempre foi. E sempre que quero matar saudades de um filme do Bond é um dos títulos dele que escolho. Invariavelmente.

O Rato Cinéfilo