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outubro 11, 2015

***** As CRIANÇAS PRODÍGIOS de HOLLYWOOD

shirley temple

Celebridades hollywoodianas têm suas vidas invadidas e controladas pela mídia o tempo todo. Isso porque o público quer saber o que se passa com elas, o que vestem, que carro usam e que lugares frequentam, entre outras coisas. O universo infantil cinematográfico faz parte dessa obsessão. A pequena Shirley Temple, na sua época a criança mais influente do mundo, era perseguida por milhares de fãs

Aproveitando a Semana das Crianças, relembro astros e estrelas guris. A maioria desapareceu da mídia e de Hollywood com o passar dos anos. Alguns desistiram do mundo do cinema, outros tentaram conseguir um papel de destaque em seriados de televisão, mas raros superaram os personagens que fizeram na infância.

jackie cooper, mickey rooney 
e freddie bartholomew
Eles começaram cedo, roubando a cena e chamando atenção pelo profissionalismo de gente grande. Na maioria das vezes, tais seres precocemente talentosos perderam a infância e a adolescência, sacrificadas em nome do cinema, queimando etapas imprescindíveis para a constituição da personalidade adulta. Muitos enfrentaram o drama das drogas, alcoolismo, ostracismo e mortes trágicas, sumindo com a mesma velocidade com que fizeram sucesso. Como uma maldição, raras ESTRELAS MIRINS se tornaram atores adultos celebrados.

Confira looks de celebridades mirins. Uma lista com 15 crianças prodígios que encantaram e marcaram a história de Hollywood:

BOBBY DRISCOLL
(1937 - 1968) 

Ganhou um Oscar Especial pela atuação em Ninguém Crê em Mim / The Window (1949) e foi o primeiro ator ainda menino a ter contrato exclusivo com os estúdios Disney. Lembrado também pelo sucesso A Canção do Sul / Song of the South (1946), com o amadurecimento e a diminuição das ofertas de trabalho, envolveu-se com drogas, o que arruinou sua saúde e o reduziu à pobreza. Morreu aos 31 anos, sozinho, de um ataque cardíaco, numa construção abandonada em Nova York, tendo sido sepultado numa cova comunitária. Um ano e meio depois de sua morte, sua mãe realizou uma busca, localizando sua cova, onde o indesejado, esquecido e pobre Driscoll foi enterrado.

O público não se soube do seu fim trágico até que Canção do Sul foi relançado em 1971. Repórteres estavam procurando seu paradeiro, quando a mãe do ator revelou a tragédia. Eu descobri que o passado não é muito útil, disse Driscoll. Eu foi lançado em uma bandeja de prata ... e depois despejado no lixo. Ele apareceu em 22 filmes entre 1943 e 1958. Seu papel em A Ilha do Tesouro / Treasure Island (1950) rendeu-lhe uma estrela na Calçada da Fama. Também atuou como a voz de Peter Pan no clássico animado.

driscoll em “a ilha do tesouro
BRANDON de WILDE
(1942 - 1972)

Estreou de forma consagradora nos palcos no retumbante sucesso Cruel Desengano / The Member of the Wedding. Repetiria em 1952 o mesmo personagem quando o diretor Fred Zinnemann o convidou para a versão cinematográfica da peça, mas foi George Stevens quem lhe deu o papel de sua vida, o do pequeno Joey, fascinado pelo misterioso pistoleiro interpretado por Alan Ladd no faroeste clássico Os Brutos Também Amam / Shane (1953). A atuação valeu-lhe uma indicação ao Oscar de Melhor Ator Coadjuvante. Teve sua própria série na televisão, Jamie(1953-1954). Sem o êxito da infância, tentou a carreira musical, abortada ao morrer num trágico acidente de carro, aos 30 anos de idade.



CLAUDE JARMAN JR.
(n. em 1934)

Descoberto por um caçador de talentos, estreou com pé direito no poético Virtude Selvagem /The Yearling (1946), ao lado de Gregory Peck e Jane Wyman, numa atuação que recebeu críticas entusiasmadas, rendendo-lhe um Oscar Especial. Terminado o contrato com a Metro-Goldwyn-Mayer, fez filmes B na Republic Pictures e logo após a adolescência, desanimado, abandonou a profissão para trabalhar nos bastidores, como produtor executivo. Outro grande momento seu aconteceu no anti-racista O Mundo Não Perdoa / Intruder in the Dust, adaptação do romance de William Faulkner.



DEAN STOCKWELL
(n. em 1936)

Começou a atuar ainda criança, aos nove anos de idade, brilhando em Marujos do Amor / Anchors Aweigh (1945), O Menino dos Cabelos Verdes / The Boy With Green Hair (1948) eKim / idem (1950). Muito popular devido ao ar de inocência e rosto de querubim com covinhas e olhos brilhando. Durante a adolescência ficou cinco anos sem filmar, retornando em 1956 e nunca mais parando, colecionando sucessos como Estranha Compulsão / Compulsion (1959), Filhos e Amantes / Sons and Lovers (1960) e Paris, Texas / idem(1984).

DICKIE MOORE
(1925 – 2015)

Estreou em 1927 com apenas 18 meses de idade como bebê François em Amor de Boêmio / The Beloved Rogue, ao lado de John Barrymore. Estrela infantil requisitada, foi o filho de Marlene Dietrich em A Vênus Loura / Blonde Venus, de 1932, e interpretou o papel-título de Oliver Twist / Idem, de 1933. No mesmo ano rodou O Paraíso de Um Homem / Man's Castle, ao lado de Spencer Tracy e Loreta Young. Esteve em A História de Louis Pasteur / The Story of Louis Pasteur (1936) e A Vida de Emile Zola / The Life of Emile Zola (1937), ambos de William Dieterle. Adolescente, continuou filmando, fazendo praticamente pontas em Sargento York / Sergeant York (1943), A Canção de Bernadette / The Song of Bernadette (1943) e O Diabo Disse Não / Heaven Can Wait (1943), entre outros. Nos anos 1950 atuou com sucesso em séries de TV. Por fim, abandonou a carreira, dedicando-se a publicidade.

marlene dietrich e moore em “a vênus loura
ELIZABETH TAYLOR
(1932 - 2011)

Descoberta aos dez anos de idade, filmou a fracassada comédia There's One Born Every Minute (1942). Contratada pela Metro para uma pequeno participação em A Força do Coração / Lassie Come Home (1943), teve seu primeiro momento de glamour em A Mocidade é Assim Mesmo / National Velvet (1944), de Clarence Brown, ao lado de Mickey Rooney e de outro excelente ator tampinha, o sardento Jackie “Butch” Jenkins (1937-2001). Liz foi uma das raras crianças que se tornou super star quando adulta.

liz e roddy mcdowall 
em a força do coração
FREDDIE BARTHOLOMEW
(1924 - 1992)

Um dos atores mirins mais famosos de todos os tempos, popular na década de 1930, protagonizou clássicos como David Copperfield / idem (1935) e Marujos Intrépidos / Captains Courageous (1937). A beleza delicada, dicção refinada e olhar angelical fizeram dele um campeão de bilheteria. Criado por uma tia, enfrentou uma batalha nos tribunais com seus pais - que desejavam sua custódia e administrar sua fortuna - durante sete anos, resultando em problemas com a Metro-Goldwyn-Mayer e um enorme custo com advogados e despesas legais que abalou suas finanças. Ao exigir aumento de salário, foi castigado pelo estúdio, que deixou de se interessar por ele. Depois de alguns longas de baixa qualidade, abandonou a carreira, tornando-se na idade adulta produtor e diretor de programas de tevê.

bartholomew e douglas scott 
em lloyds de londres
JACKIE “BUTCH” JENKINS
(1937 - 2001)

Atuou em onze filmes entre 1943 e 1948, sendo os mais famosos A Comédia Humana / The Human Comedy, A Mocidade é Assim Mesmo / National Velvet, O Roseiral da Vida / Our Vines Have Tender Grapes e Meu Irmão Fala com Cavalos / My Brother Talks to Horses. Filho de uma atriz e contratado da Metro-Goldwyn-Mayer, carismático, talentoso, seus ganhos de infância foram bem investidos, deixando-o rico. Aos onze anos desenvolveu uma gagueira nervosa que nunca o abandonou. Sem poder atuar, montou próspera empresa de lavagem de carro.

JACKIE COOGAN
(1914 - 1984)

Descoberto por Charlie Chaplin, começou no cinema mudo, em 1917, aos três anos de idade. Lembrado por seu papel no clássico O Garoto / The Kid (1921) e pelo papel-título de Oliver Twist / idem (1922), dirigido por Frank Lloyd, foi o primeiro ator mirim a ter sua imagem fortemente comercializada (figurinhas, manteiga de amendoim, bonecos, discos, estatuetas e outros produtos). Famoso por seu corte de cabelo e o macacão velho que usava em cena, viajou pelo mundo, sendo recebido por multidões. Com o sucesso, arrecadou milhões de dólares, mas a fortuna desapareceu nas mãos da mãe e do padrasto. Coogan processou-os em 1938. Depois das despesas legais, recebeu $ 126.000 dos cerca de 250.000 dólares restantes. Anos depois, sem trabalho e enfrentando dificuldades financeiras, Chaplin lhe deu apoio. Após a Segunda Guerra, voltou a atuar como coadjuvante e em seriados de tevê, chamando a atenção como Tio Funéreo em A Família Addams, nos anos 1960.

chaplin e coogan em “o garoto
JACKIE COOPER
(1922 - 2011)

De uma família de artistas, indicado ao Oscar por Skippy / idem (1931), dirigido por seu tio Norman Taurog. Em O Campeão / The Champ (1931), atuou ao lado de Wallace Beery, destacando-se também em A Ilha do Tesouro / Treasure Island (1934), adaptação do clássico literário de Robert Louis Stevenson. Como aconteceu com diversas crianças que trabalharam no cinema, seu êxito findou-se com a chegada da adolescência. Adulto, participou de inúmeras séries e trabalhou como produtor de TV.

cooper em “skippy”
MARGARET O’BRIEN
(n. em 1937)

Aos quatro anos de idade atuou em Calouros na Broadway / Babes on Broadway(1941), assinando contrato com a Metro. Seu papel mais memorável foi a Tootie do musical Agora Seremos Felizes / Meet me in St. Louis (1944), com o qual ganhou um Oscar como Melhor Atriz Infantil. Brilhou também em Jane Eyre / idem (1943) e O Fantasma de Canterville / The Canterville Ghost (1944). A partir dos anos 1950, com a adolescência, a carreira declinou. Ainda fez algumas tentativas frustradas de reconquistar o sucesso, mas não funcionou. Segundo Vincente Minnelli, a excelente atriz era uma criança neurótica, com reações emocionais surpreendentes e assustadoras.

judy harland e margaret o'brien
em “agora seremos felizes
NATALIE WOOD
(1938 - 1981)

Rodou o primeiro filme quando tinha apenas cinco anos de idade. Em 1947 filmou De Ilusão Também se Vive / Miracle on 34th Street, considerado um clássico natalino. Muito ativa como atriz infantil, apareceu em mais de uma dezena de filmes, entre eles a sensacional comédia O Fantasma Apaixonado / The Ghost and Mrs. Muir (1947). Em 1955, aos 17 anos, estrelou Juventude Transviada / Rebel Without a Cause, com James Dean e Sal Mineo, garantindo-lhe a primeira indicação ao Oscar e o seu desenvolvimento como atriz adulta. Suzanne Finstad, sua biógrafa, narrou que a atriz, ainda menor de idade, dormiu com o diretor do filme, Nicholas Ray, para conseguir o papel de protagonista.

REX THOMPSON
(n. em 1942)

Estreou no cinema no drama histórico A Rainha Virgem / The Young Bess (1953), de George Sidney, no papel do príncipe Edward. Carismático e com cara de bom menino, atuou com competência em Melodia Imortal / The Eddy Duchin Story (1956), O Rei e Eu / The King and I (1956) e Em Cada Coração Uma Saudade / All Mine to Give(1957), seu último filme, além de participar em várias séries de tevê. Desiludido com a profissão de ator, em 1966, aos 24 anos, largou a carreira.

rex em “a rainha virgem”
RODDY McDOWALL
(1928 - 1998)

Com dez anos de idade atuou no seu primeiro filme, ainda na Inglaterra. Em Hollywood destacou-se no famoso drama Como Era Verde o Meu Vale /  How Green Was My Valley (1941), dirigido por John Ford, e em filmes como Minha Amiga Flicka / My Friend Flicka (1943), A Força do Coração / Lassie Come Home (1943) e As Chaves do Reino / The Keys of the Kingdom. Adulto, trabalhou em peças na Broadway, sem nunca deixar de filmar. Foi um dos primeiros atores a assumir abertamente a homossexualidade, confessando que ainda menino se relacionava sexualmente com colegas de profissão do mesmo sexo e bem mais velhos.

mcdowal em “a força do coração
SHIRLEY TEMPLE
(1928 - 2014)

Maior estrela infantil de todos os tempos, a menina dos cachinhos dourados estreou no cinema aos quatro anos de idade e teve sua imagem comercializada em produtos como bonecas, vestidos, canecas e bonés. Com um sorriso encantador e personalidade otimista, faturou milhões, salvando a 20th Century-Fox da falência e ganhando um Oscar Especial aos seis anos. Participou de filmes como A Mascote do Regimento / The Little Colonel (1935), Heidi / idem (1937) e O Pássaro Azul / The Blue Bird (1940). Depois de adulta, não teve o mesmo sorte e se aposentou do cinema em 1949, provando a carreira política e diplomática.



outubro 19, 2011

*** Um ANO de BLOG: os FAVORITOS do FALCÃO

deborah kerr em narciso negro”, 
o melhor drama segundo o falcão maltês


Os MELHORES? Os MELHORES!

Qualquer cinéfilo que se preze tem sua lista sentimentalóide dos melhores filmes e melhores profissionais de cinema. Como não quero ficar de fora do assunto, selecionei uma relação de títulos e artistas para você conhecer melhor o conceito deste blog. Não foi nada fácil concluir esta lista gigantesca, dando assim continuidade à comemoração do PRIMEIRO ANIVERSÁRIO de “O Falcão Maltês” e, por tabela, homenageando a arte de fazer filmes – no caso, filmes clássicos, de todos os tempos e países variados. 

Como era de se esperar, deixei maravilhas de fora e me surpreendi com algumas escolhas instantâneas (por exemplo, na última hora, troquei Barbara Stanwyck por Anna Magnani e “Sinfonia de Paris” por “Cantando na Chuva”). Procurando unir a grandiosidade e o intimismo, a sensibilidade única e o talento raro, movimentos cinematográficos e pura diversão, devo ter cometido algumas injustiças, mas qual a lista pessoal que não comete injustiças? Afinal, não há uma receita infalível. 

Para você, caro leitor, um tributo (em preto-e-branco) à Sétima Arte, dando o espaço que ela merece. Pode reclamar, exigir a hora e a vez de seus próprios favoritos ou locar um desses filmes e afundar deliciosamente na poltrona, desbravando temas e emoções inéditas.

gary cooper e claudette colbert 
em a oitava esposa do barba azul
(“Narciso Negro”)
Os diretores optaram por potencializar a atmosfera voluptuosa e a excitação física, num frenesi sem pudor e expressionista, beirando o fantástico ou o delírio. Obra-prima genuína, de cenários inquietantes e fotografia de sonho

Melhor Filme de Todos os Tempos:
ROCCO e seus IRMÃOS 
(Rocco e i suoi Fratelli, 1960)
direção de Luchino Visconti

Drama:
NARCISO NEGRO 
(Black Narcissus, 1947)
direção de Michael Powell e Emeric Pressburger

Comédia:
A OITAVA ESPOSA do BARBA AZUL 
(Bluebeard’s Eighth Wife, 1938)
direção de Ernst Lubitsch

stephen boyd, sophia loren e alec guinness 
em a queda do império romano
(“2001 – Uma Odisséia no Espaço) 
A viagem se torna uma vertigem – e as imagens se sucedem, em formas e brilhos indescritíveis, como se estivéssemos chegando ao limiar do infinito, talvez alcançando uma dimensão nova

Aventura:
Os SETE SAMURAIS 
(Shichinin no Samurai, 1954)
direção de Akira Kurosawa

Épico:
A QUEDA do IMPÉRIO ROMANO  
(The Fall of the Roman Empire, 1964)
direção de Anthony Mann

Ficção Científica:
2001 – Uma ODISSÉIA no ESPAÇO 
(2001: A Space Odyssey, 1968)
direção de Stanley Kubrick

gene kelly em cantando na chuva
(“Cantando na Chuva”) 
Uma ode à alegria. Trama original, clima festivo, diálogos espirituosos e inteligentes, divertido exercício de metalinguagem, números musicais de tirar o fôlego e, sobretudo, canções mágicas que grudam em nosso inconsciente aos primeiros acordes

Musical:
CANTANDO na CHUVA 
(Singin' in the Rain, 1952)
direção de Stanley Donen e Gene Kelly

Guerra:
A PONTE do RIO KWAI 
(The Bridge on the River Kwai, 1957)
direção de David Lean

Western:
O PREÇO de um HOMEM 
(The Naked Spur, 1953)
direção de Anthony Mann

mia farrow em “o bebê de rosemary”
 (“O Bebê de Rosemary”)
Brilhante adaptação do romance best-seller de Ira Levin. Polanski mantém um clima permanente de mistério ao mostrar as dúvidas de Rosemary: estaria ela sonhando ou o pesadelo era mesmo real? Mia Farrow e Ruth Gordon, excelentes

Policial:
A MARCA da MALDADE 
(Touch of Evil, 1958)
direção de Orson Welles

Thriller:
O MENSAGEIRO do DIABO 
(The Night of the Hunter, 1955)
direção de Charles Laughton

Terror:
O BEBÊ de ROSEMARY 
(Rosemary’s Baby, 1968)
direção de Roman Polanski

kaa, a cobra, e mowgli em
“mowgli, o menino lobo

(“Flash Gordon”)
A cada capítulo, momentos frenéticos repletos de aventura, coragem, força e perspicácia. Além disso, com seus efeitos especiais e cenas inimagináveis, essa notável série abriu as portas para os filmes de o e aventuras de ritmo acelerado

Infantil:
O MÁGICO de OZ 
(The Wizard of Oz, 1939)
direção de Victor Fleming

Animação:
MOWGLI, o MENINO LOBO 
(The Jungle Book, 1967)
direção de Wolfgang Reitherman / Walt Disney

Seriado:
FLASH GORDON 
(Idem, 1936)
direção de Frederick Stephani

“que viva méxico!”
(“Tabu”)
Trama que tem por contexto uma trágica história de amor entre samurais. Nagisa Oshima propõe uma obra de grande beleza plástica, onde o estetismo só faz aumentar a violência dos sentimentos e do drama que tece

Documentário:
QUE VIVA MÉXICO! 
(Idem, 1932)
direção de Sergei M. Eisenstein

Nacional:
LAVOURA ARCAICA 
(2001)
direção de Luiz Fernando Carvalho

LGBT:
TABU 
(Gohatto, 1999)
direção de Nagisa Oshima

agnes moorehead
(Spencer Tracy)
Exalando simpatia, mesmo interpretando inúmeros personagens resmungões, é recordado como um dos maiores atores da história do cinema. Atuou em mais de setenta filmes em quatro décadas, realizando impressionantes interpretações

Atriz Protagonista:
ANNA MAGNANI

Ator Protagonista:
SPENCER TRACY

Ator Coadjuvante:
GEORGE SANDERS

Atriz Coadjuvante:
AGNES MOOREHEAD

brandon de wilde em 
“cruel desengano”
(Irmãos Marx)
Frenesi verborrágico, duplo sentido por todo lado, humor tresloucado e sem pé nem cabeça. Hilários, principalmente na primeira fase do grupo, na Paramount

Comediante:
IRMÃOS MARX

Dançarino(a):
GENE KELLY

Ator/Atriz Infantil:
BRANDON DE WILDE

robert riskin e frank capra
(David O. Selznick) 
Um dos produtores mais poderosos da história de Hollywood, tinha o controle artístico dos seus filmes, o que gerava choques freqüentes com os diretores. O momento mais marcante da sua carreira, ... E o Vento Levou / Gone With the Wind (1939), resultou num triunfo absoluto, verdadeiro marco da história do cinema

Produtor:
DAVID O. SELZNICK

Diretor:
INGMAR BERGMAN

Roteirista:
ROBERT RISKIN

piero tosi, luchino visconti e silvana mangano 
(Bernard Herrmann) 
Entre os muitos méritos de Orson Welles, figura o fato de ter convidado Herrmann para musicar o clássico absoluto “Cidadão Kane / Citizen Kane (1941), o que redundou num score formidável e na estréia de um compositor excepcional, fabuloso na parceria com Alfred Hitchcock

Fotógrafo:
GREGG TOLAND

Compositor:
BERNARD HERRMANN

Editor:
ERALDO DA ROMA

Diretor de Arte:
MARIO GARBUGLIA

Figurinista:
PIERO TOSI

selton mello e juliana carneiro da cunha 
em “lavoura arcaica”