abril 16, 2015

**** ESCÂNDALOS na BABILÔNIA de CELULÓIDE

Sexo, drogas e morte. Em Hollywood, essas histórias não estão apenas em filmes. O lado negro da indústria do entretenimento se estende em vidas destruídas e carreiras comprometidas. No best-seller “Hollywood Babylon: It's Back” (literamente, “Hollywood Babilônia: Ela Está de Volta”, 2008), de Danforth Prince e Darwin Porter, que segue os passos de “Hollywood Babylon”, de Kenneth Anger - publicado em 1959 -, e de sua continuação “Hollywood Babylon II”, de 1984, os autores dissecam estrelas de cinema, revelando fatos sórdidos, loucuras sexuais, bizarrices e imagens de nus frontais. Entre dezenas de revelações, cita Lucille Ball (que se prostituia antes de se tornar atriz), Elvis Presley (seu romance com o ator Nick “Yuma” Adams), James Dean (o envolvimento amoroso com um adolescente de 12 anos), Bette Davis (o assassinato suspeito de um dos seus maridos) e Judy Garland (o destino incerto do seu corpo pós-morte).

Tenho os dois volumes da obra de Anger, numa simpática edição espanhola. Ex-ator infantil, ícone underground, nascido em Hollywood, filho de atores e criado no meio artístico, ele rasga o véu que cobre certas histórias de celebridades, ilustradas quase sempre por fotos raras. Sobra até para a nossa Carmen Miranda, que segundo o autor guardava cocaína na plataforma dos sapatos. Um cult na biblioteca de cinéfilos, o livro abalou a puritana e dissimulada indústria cinematográfica norte-americana, foi perseguido e reeditado ao longo dos anos. Odiada por artistas e seus descendentes, mas adorada pelo público, a publicação em dois volumes decepciona na informação sem dados concretos e escrita fragmentada.

Reuni alguns fatos extravagantes da comunidade cinematográfica hollywoodiana, pescados nos livros de Prince-Porter e Anger, e também em diversas biografias, revistas especializadas, documentários e entrevistas. Confira.


GARRAFA MORTAL

O hilário gorducho ROSCOE “FATTY” ARBUCKLE (1887 - 1933) alcançou o sucesso através do produtor-diretor Mack Sennet, numa carreira marcada por êxitos espetaculares. Conhecido no Brasil como Chico Bóia, na vida privada se entregou a quantidades absurdas de álcool e amantes. No auge da popularidade, em 1921, numa orgia em uma suíte de um hotel luxuoso em San Francisco, o comediante provocou a morte de Virginia Rappe, introduzindo brutalmente uma garrafa de champanhe na vagina da aspirante a atriz, revoltado por não conseguir uma ereção. O julgamento foi um impressionante evento midiático. Mesmo se livrando das grades, nunca mais voltou a atuar. Abandonado por todos e falido, terminou na sarjeta, embriagado, morrendo aos 46 anos.


OVERDOSE

o velório da estrela
Uma das mais fascinantes estrelas do cinema mudo, BARBARA LAMARR (1896 - 1926) dormia apenas duas horas por dia, reinando incansavelmente em festas e nas telas. Viciada em cocaína e heroína, ela guardava seu pó em uma pequena caixa de ouro em cima do piano de cauda e o ópio que usava era considerado da melhor qualidade. Recomendada pela amiga Mary Pickford, brilhou como a Milady de Winter de “Os Três Mosqueteiros / The Three Musketeers” (1921), ao lado do astro Douglas Fairbanks. 

Casou-se aos 17 anos, e nos 12 anos seguintes se casaria outras quatro vezes, sem deixar de ter outros incontáveis parceiros sexuais, tanto homens como mulheres incapazes de resistir aos seus encantos. Morreu aos 26 anos de uma overdose e a história se tornou pública, provocando a ira dos conservadores e reforçando a fama de Hollywood como “a cidade do pecado”, afinal três anos antes, o encantador galã WALLACE REID (1891 - 1923), rei da Paramount, também havia morrido de overdose, aos 30 anos.


SUSPEITA de ASSASSINATO

Considerada por muitos a melhor comediante do cinema mudo, MABEL NORMAND (1892 - 1930) arruinou-se ao ser envolvida em 1922 no assassinato de William Desmond Taylor, o chefão da Famous Players-Lasky. Avisada do crime antes da polícia, a atriz correu até a casa do falecido para resgatar cartas que registravam seu vício em cocaína, além de expor a secreta relação sentimental deles. Flagrada pela polícia revistando o lugar, passou a ser considerada suspeita. O crime permaneceu insolúvel, mas sua carreira se acabou. Em 1927 abandonou o cinema e três anos depois, enfraquecida com o uso excessivo de drogas, morreu de tuberculose.


SEDUZINDO MARINHEIROS

Popular e elegante astro romântico da Metro-Goldwyn-Mayer, WILLIAM HAINES (1900 - 1973) contracenou com Joan Crawford, Mae Murray, Marion Davies, Norma Shearer e Mary Pickford. Muitos na comunidade cinematográfica sabiam de sua homossexualidade, mas o chefão Louis B. Mayer vivia à beira de um ataque de nervos com a possibilidade dos deslizes do ator parar nas páginas dos jornais. Quando a conservadora Brigada do Vício flagrou-o num sórdido hotel com um marinheiro, sua carreira chegou ao fim. Para piorar a situação, em 1936, membros da Ku Klux Klan o espancaram. Graças a amigos como Joan Crawford, Carole Lombard, Gloria Swanson e George Cukor, o ator deu a volta por cima, sendo celebrado como um dos mais disputados decoradores de Hollywood.


HOMENS aos MONTES

Conhecida como a It-Girl (a garota que tinha “aquilo”), a ruiva CLARA BOW (1905 - 1965) era uma sedutora estrela da Paramount conhecida em todo o planeta. De repente, tudo se acabou em 1930 quando sua secretária particular, Daisy DeVoe, vendeu sua intimidade para uma revista de fofocas nova-iorquina, a GraphiC”. Ela havia anotado todos os homens que haviam dormido com a patroa nos quatro anos em que trabalhou para ela. Entre eles, Gary Cooper, John Wayne e um time completo de futebol norte-americano. O caso parou nos tribunais e consideraram a secretária culpada, mas a carreira da atriz afundou de vez: o estúdio não renovou seu contrato e o público a rejeitou. Nos anos seguintes, internada várias vezes em sanatórios, morreu louca.


ORGASMO nas TELAS

O filme Êxtase / Ecstasy (1933) provocou um grande escândalo no seu lançamento. A atriz austríaca HEDY LAMARR (1914 - 2000) fica nua, corre entre árvores e mergulha num rio. Depois, há uma simulação de masturbação. Tudo de muito longe. Dura apenas poucos minutos, mas um comitê do governo norte-americano se escandalizou. A fita saiu de cartaz. Também por causa do buxixo mundial, Hedy foi espancada pelo marido, um milionário fabricante de armas, que gastou mais de 300 mil dólares para incinerar as cópias disponíveis do filme. Disfarçada com as roupas da empregada, ela fugiu para Paris e depois para os Estados Unidos, tornando-se uma das mais famosas estrelas da Metro-Goldwyn-Mayer.

DIÁRIO ERÓTICO

Ainda novinha se destacou em “O Belo Brummel / Beau Brummel” (1924), ao lado de John Barrymore, então seu amante. MARY ASTOR (1906 - 1987) nunca mais parou, seja como heroína ou como vilã. Em 1935, seu então marido descobriu casualmente o diário onde ela confessava com detalhes que o traía com o dramaturgo George S. Kaufman, exaltando a potência sexual do amante. Humilhado, ele pediu o divórcio e a custódia da filha única. O juiz responsável pelo caso recusou o diário como prova, mas a imprensa reproduziu trechos picantes do mesmo. O escândalo correu mundo, mas a atriz seguiu adiante, enfrentando piadinhas, ganhando o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante por A Grande Mentira / The Great Lie e atuando por mais três décadas.


FILHA ILEGÍTIMA

Escolhidos para a versão cinematográfica de William A. Wellman da saga de Jack London, "O Grito das Selvas / The Call of the Wild” (1935), a química entre CLARK GABLE (1901 - 1960) e LORETTA YOUNG (1912 - 2000) resultou ardente tanto nas telas como fora delas. Durante as filmagens, saíram notas na imprensa bisbilhotando o romance dos astros e garantindo que Gable pediria o divórcio de sua esposa para se casar com Loretta. Isso não ocorreu. Assim que o filme ficou pronto, a 20th Century-Fox anunciou que a atriz tiraria meses de descanso por questões de saúde. Naquela época, dar a luz fora do matrimônio era a ruína para qualquer estrela. Em 1937, Loretta revelou publicamente a adoção de uma menina de cerca de dois anos, Judy, que no futuro teria inegável semelhança física com a mãe. No entanto, a atriz nunca a assumiu como filha legítima, tampouco de Gable.


DECLÍNIO, ALCOOLISMO e MORTE

Astro de muita popularidade na era do cinema mudo, JOHN GILBERT (1897 – 1936) entrou em declínio ao desafiar o chefe da Metro-Goldwyn-Mayer, Louis B. Mayer, ofendendo-o e exigindo salário mais elevado. Demitido do estúdio e boicotado pelo produtor, ainda fez mais um filme na Columbia Pictures antes de morrer, aos 38 anos, de um ataque cardíaco causado pelo alcoolismo. O ator decadente Norman Maine (Fredric March) de “Nasce Uma Estrela / A Star is Born” (1937) foi inspirado nele.


DEVORADA MORTA

Depois de esplêndida reputação como uma das vamps mais populares do cinema mudo, MARIE PREVOST (1898 - 1937) fracassou no cinema falado devido a voz inadequada. Sobrevivendo como coadjuvante e dominada pela depressão, engordou rapidamente. Ao investir em um regime radical, em 1937, terminou morrendo. Sozinha, seu cadáver permaneceu esquecido por vários dias no sujo apartamento em que ela vivia, sendo devorado, em parte, aos pedaços, por um esfomeado cachorro salsicha de estimação.



 APENAS BONS AMIGOS?

Boatos sugeriam que CARY GRANT (1904 – 1986) teria um romance com RANDOLPH SCOTT (1898 – 1987). Os dois moravam juntos e insistiam em não se casar. Pressionados por todos, acabaram se casando com duas amigas. Segundo algumas revistas de fofocas, eles chegaram a assumir o romance para os mais íntimos.


DUAS GAROTAS da PESADA

Acusado de estupro em 1942, ERROL FLYNN (1909 - 1959) na ocasião era uma das figuras mais estimadas de Hollywood. As supostas vítimas, duas menores, Peggy Satterlee e Betty Hansen, garantiram que foram levadas pelo ator ao seu iate, o Sirocco, após conhecê-lo numa festa, e se deixaram seduzir. Os jornais de todo o mundo estamparam na primeira página: “Robin Hood acusado de estupro”.  O disputado julgamento durou um certo tempo, mas o ator foi inocentado e o seu filme seguinte, “O Ídolo do Público / Gentleman Jim”, foi um tremendo sucesso.


RITUAL SUICIDA

Formosa mexicana que brilhou em Hollywood, a passional LUPE VELEZ (1908 - 1944) casou-se com o Tarzan Johnny Weissmuller em 1933. Em decadência e endividada, filmou no México “Naná” (1944), que foi bem recebido pela crítica. De volta a Hollywood, teve um caso com um cafajeste bonitão, Harald Ramond, ficando grávida. Ele pouco se importou, garantindo que não se casaria com ela. A atriz se negou a abortar e incapaz de encarar a vergonha de dar a luz a um filho ilegítimo, decidiu por fim a própria vida. Vestida sofisticadamente, recebeu suas duas melhores amigas para um suntuoso jantar mexicano. No final da noite, sozinha na alcova com dezenas de velas e flores exóticas, engoliu muitas pílulas para dormir, passando mal - o estômago estava cheio de comida picante - e terminando por morrer com a cabeça enfiada no vaso sanitário, afogada no próprio vômito.


A CARREIRA ou o AMOR

Contratado pela 20th Century-Fox, WILLIAM EYTHE (1918 - 1957) cresceu em filmes com Jennifer Jones, Joan Bennett, Linda Darnell e Jeanne Crain. A máquina publicitária do estúdio insistia que o jovem ator estava namorando uma das estrelas mais quentes da temporada, Anne Baxter, mas na vida real ele era gay e amava um colega muito popular na época, LON McCALLISTER (1923 - 2005). Quando um fã publicou fotos comprometedoras dos dois, o presidente da Fox, Darryl F. Zanuck, furioso, obrigou-o a trabalhar um tempo na Inglaterra enquanto os comentários esfriavam.

McCallister não se conteve, indo ao encontro do amante e selando o fim da carreira de ambos, que tiveram seus contratos cancelados. Eythe procurou mudar a situação, casando-se rapidamente com a atriz Buff Cobb, mas o matrimônio arranjado durou pouco e acabou feio: a esposa exigiu dinheiro para fechar a boca. Ele nunca mais se reergueu, morrendo em 1957, de hepatite, aos 38 anos.


BAD BOY

saindo da prisão
Talento, carisma e estilo cínico e indolente fizeram de ROBERT MITCHUM (1917 - 1997) um dos grandes nomes de Hollywood. Encarnava nas telas desprezo pela autoridade e desrespeito aos bons costumes. Sempre com classe. Na adolescência, foi expulso da escola e viajou clandestinamente de trem pelo país. Aos 14, foi preso por vadiagem. Com seus olhos de ressaca, meio-sorriso irônico e voz grave e profunda, encarnou o anti-herói de inúmeros filmes noir. Em 1949, ficou 50 dias preso por uso de maconha e o escândalo, em vez de liquidar sua carreira, deu-lhe um novo impulso, tornando-o um astro. Apesar da bebida e das brigas, atuou em mais de 130 filmes e impôs respeito por seu talento e carisma. Uma vez Howard Hawks lhe disse: “Você é uma farsa. É um dos sujeitos que conheço que mais trabalham”. Mitchum respondeu: “Não espalhe”.


OS INFIÉIS

A grande diva italiana ANNA MAGNANI (1908 - 1973) estrelara “Roma, Cidade Aberta / Roma Città Aperta” (1945) e “O Amor / L'amore” (1948), ambos dirigidos pelo namorado ROBERTO ROSSELLINI (1906 - 1977), e esperava trabalhar com ele em seu filme seguinte, “Stromboli  / Idem” (1950). Contudo, uma mudança ocorreu após o cineasta receber uma inesperada carta da estrela INGRID BERGMAN (1915 - 1982) enaltecendo seu trabalho, e colocando-se a sua disposição como atriz. Os dois se encontram em Nova York, terminando no convite para ela protagonizar seu próximo filme. Casada com um dentista sueco, Ingrid cai de amores pelo cineasta durante as filmagens, então envolvido com a temperamental e ciumenta Anna. 

A italiana foi substituída pela estrela de Hollywood no coração de Rossellini, provocando um escândalo internacional envolvendo a igreja e os bastidores de “Stromboli”. Os produtores originais do projeto mantém Anna Magnani e iniciam um outro filme, “Vulcano / Volcano” (1950), com história semelhante. Rejeitada por Hollywood e fãs, perseguida pela imprensa, Ingrid estrelaria seis filmes (incompreendidos na época) do cineasta italiano e, juntos, tiveram três filhos, entre eles a atriz Isabella Rossellini. Em 1956, ela recebeu o perdão oficial de Hollywood com o seu segundo Oscar de Melhor Atriz por “Anastácia, a Princesa Esquecida / Anastasia” (1956).


CIÚMES e TIROS

Lembrada por magníficos filmes noir dirigidos por Fritz Lang e Jean Renoir, no início dos anos 1950 JOAN BENNETT (1910 - 1990) teve a imagem arranhada quando seu marido, o lendário produtor Walter Wanger, deu dois tiros no agente Jennings Lang, acreditando que ele estava tendo um caso com ela. A vítima se recuperou, mas Wanger não se livrou da prisão de quatro meses. Vivendo um momento de sua trajetória em que se especializara em donas de casas sensatas e abnegadas, a atriz sofreu um certo boicote, pois muitos acreditavam que ela era realmente infiel. Acho que eu atirei em mim mesma, disse ela na ocasião, continuando casada com o enciumado produtor até 1965.


BELEZA DESTRUÍDA

Sua vida barra pesada foi contada em livros, filme e peça de teatro. BARBARA PAYTON (1927 - 1967) aprendeu cedo que tinha um efeito fulminante sobre o sexo oposto. Aos 16 anos fugiu de casa com um namorado. Começou sua carreira como modelo, estreando no cinema em 1949. Belíssima e boa atriz, seduziu o super star James Cagney, que lhe ofereceu um inesperado salário de US $ 5.000 por semana para ela protagonizar ao seu lado o violento O Amanhã que não Virá Kiss Tomorrow Goodbye (1950). Elogiada pela crítica, tudo garantia que seria uma estrela. 

Estrelou o western Resistência Heroica Only the Valiant (1951) com Gregory Peck, surgindo um comentado romance com o ator (casado) durante as filmagens. O discreto Peck ficou louco por ela. Em 1951, o declínio da atriz era evidente, boicotada pelos poderosos de Hollywood que não aceitavam sua vida de festas, bebedeiras e relações com homens casados ou de reputação duvidosa. Ela casou-se quatro vezes e teve romances badalados com Howard Hughes, Bob Hope, Woody Strode, Guy Madison, George Raft, John Ireland e Steve Cochran. 

Em 1950, noivou o veterano ator FRANCHOT TONE (1905 – 1968), tendo ao mesmo tempo um caso com outro colega, TOM NEAL (1914 – 1972). Em 14 de setembro de 1951, Neal, um ex-boxeador, atacou fisicamente Tone no apartamento de Barbara, deixando-o em coma por 18 horas, rosto esmagado e nariz quebrado. O incidente rendeu uma grande publicidade. Eles se casaram, mas o divórcio veio em menos de um ano. Destruída emocionalmente com o fim precoce da carreira, enveredou no alcoolismo e drogas, abrindo caminho para vários conflitos com a lei, incluindo prisões por cheques sem fundos e, eventualmente, uma prisão na Sunset Boulevard por prostituição. Dormiu em bancos de ônibus e sofreu espancamentos regulares como prostituta. Após uma breve internação para se desintoxicar, voltou a viver com os pais alcoólatras, morrendo em 1967, aos 39 anos, totalmente esquecida.


REJEIÇÃO


AVA GARDNER (1922 – 1990) despertava tórridas paixões. Uma de suas vítimas foi FRANK SINATRA (1915 – 1998). Eles chegaram a ficar casados durante alguns anos, de 1951 a 1957, entre bebedeiras e cenas de ciúmes. Mesmo depois da separação, Sinatra continuava apaixonado. Tanto que pediu que a amiga Lauren Bacall entregasse um bolo de coco a Ava, que estava filmando em Roma. Ava ignorou o presente. Ao saber disso, Sinatra cortou os pulsos com uma gilete, mas sobreviveu. No final da vida, adoentada e com dificuldades financeiras, Ava recebeu todo o apoio necessário do ex-marido.


O MARIDO da MELHOR AMIGA

A união de DEBBIE REYNOLDS (1932) e EDDIE FISHER (1928 - 2010) foi considerada o casamento do ano, mas, dois anos depois, a coisa desandou. Eddie, era amigo de Mike Todd, segundo marido de ELIZABETH TAYLOR (1932 - 2011). Os dois casais eram vistos juntos frequentemente e, quando Todd morreu em um acidente, um ano após o casamento, Eddie não perdeu tempo e, ao consolar a viúva, acabou se envolvendo com ela. Como todo traído, Debbie foi a última a saber do relacionamento dos dois, uma vez que os jornais já davam pistas e nas festas, o comentário era geral. O escândalo apareceu em todos os noticiários e Liz passou a ser odiada por muita gente.


O GANGSTER

A super estrela de “A Caldeira do Diabo / Peyton Place”, LANA TURNER (1921 - 1995), apaixonou-se por um gangster sexy e notório gigolô, bem mais novo que ela, Johnny Stompanato. Constantemente agredida por ele e ameaçada de ter seu rosto desfigurado caso ela deixasse de o sustentar, vivia em pânico, bebendo como um cossaco para relaxar. Em 1958, a adolescente Cheryl Christina, depois de presenciar sua mãe ser surrada mais uma vez pelo bandido, o assassinou com uma faca de cozinha. Numa atuação impecável no tribunal, vestida lindamente de negro e com óculos escuros, a loura Lana chorou e quase desmaiou, resultando na absolvição da filha.

o cadáver de johnny stompanato




FOTOS COMPROMETEDORAS


ANNA KASHFI (1934) era conhecida como uma beldade de origem hindu. Atraído por mulheres exóticas, MARLON BRANDO (1924 – 2004) ficou louco por ela. Pouco depois do casamento, explodiu a bomba: um operário do País de Gales reconheceu nos jornais sua filha fugitiva. Brando pediu o divórcio, mesmo com ela grávida. No tribunal, exigindo uma alta soma de dinheiro, ela mostrou fotos comprometedoras do marido com o belo ator francês Christian Marquand. A carreira dela foi para o limbo, mas pelo resto da vida ganhou do ex-marido a quantia de meio milhão de dólares anuais.



MORTE BRUTAL

Foi um dos grandes latin lovers do cinema mudo. Em 1925, alcançou o seu maior sucesso como protagonista de “Ben-Hur / Idem”, causando grande sensação. Mas RAMON NOVARRO (1899 – 1968) não escondia sua homossexualidade, enlouquecendo a Metro-Goldwyn-Mayer, que exigiu um casamento de fachada. Como ele recusou a farsa, seu contrato não foi renovado. Em decadência, trabalhou em filmes de B e tentou sem êxito a sorte na Broadway. Na década de 1960, foi assassinado em sua casa por dois irmãos prostitutos. Depois de torturá-lo, eles asfixiaram-no e o degolaram com uma pequena faca, alem de saquear sua casa.


ASSASSINADA por ACIDENTE?

Estrela desde a década de 1950, NATALIE WOOD (1938 - 1981) foi casada duas vezes com o ator ROBERT WAGNER (1930), de 1957 a 1962, e de 1972 a 1981, num romance explorado durante anos pelas publicações de fofocas. Em 1981, aos 43 anos, ela, o marido e o ator CHRISTOPHER WALKEN (1943) - colega dela no filme “Projeto Brainstorm / Brainstorm” (lançado em 1983) - foram fazer um passeio de barco. Ela desapareceu numa noite e foi encontrada na manhã seguinte, afogada, e o bote salva vidas do barco estava próximo ao corpo da atriz. Sua morte foi considerada um acidente. 

Em 2011, o capitão do barco apareceu em um programa de TV falando que havia mentido no primeiro depoimento e que havia ouvido uma discussão violenta entre Natalie e um enciumado Robert. Isso reabriu a investigação sobre o caso. A necrópsia revelou que ela tinha hematomas e arranhões pelo corpo, incluindo pescoço e rosto, que ocorreram antes da queda. O atestado de óbito foi refeito, considerando que ela morreu por “afogamento e outros fatores indeterminados”. Nenhum dos dois atores comenta sobre o assunto e a causa da morte de Natalie continua sendo um mistério.


ACONTECEU NUMA LOJA de LUXO

Surgindo para o mundo em filmes de Tim Burton, WINONA RYDER (1971) mostrou-se como um dos nomes mais promissores da nova geração de atrizes.  Concorreu duas vezes ao Oscar de Melhor Atriz, firmando sua reputação com público e crítica. Protagonizou grandes filmes, sendo dirigida por Martin Scorsese, Francis Ford Coppola e Woody Allen. Porém, em 2001, um escândalo abalou a sua carreira de forma quase irreversível. A atriz foi detida pela polícia, após ser flagrada roubando mais de seis mil dólares em itens de uma loja de luxo em Beverly Hills. Livrou-se das grades ao pagar uma fiança de trinta mil dólares, mas o dano causado pelo escândalo arruinou sua carreira. O seu nome, que outrora tinha força e representatividade, caiu em descrédito perante a indústria.

89 comentários:

ativista disse...

Legal demais teu blo,adorei a postagem.
seguindo,segue ai tbm.
http://hiphopactivistface.blogspot.com/

Daniele Moura disse...

Nossa, fiquei impressionada com as histórias, principalmente com a de Marie Prevost, que teve o cadáver devorado por um cachorro. Que coisa mais horrorosa, hein! Como alguém pode terminar sua vida de uma forma tão triste...Meu Deus.

Um abraço,
Dani.
www.telaprateada.blogspot.com

Cultura Malcriada disse...

E aí!! Muito louca a sua postagem... tem histórias que eu nem imaginava! Mas tem um caso famoso que achei que ficou faltando nessa lista, que foi a suspeita de assassinato que recaiu sobre Orson Welles num crime, que acabou ganhando um versão cinematográfica mais recentemente(Dália Negra). Mas de qualquer forma, seu post está fantástico!

Alan Raspante disse...

Nossa, excelente postagem! cada situação que essas celebridades passaram.... Prevost, sendo devorada por um cachorro: Cruzes!

Fiquei com vontade de ler o livro!
Parabéns pelo post :D

Rato disse...

Ora aqui está um livro que nunca irá figurar na minha biblioteca de cinema. Não por falta de espaço (apesar de muitas dezenas de exemplares sempre há espaço para mais um), mas porque, sinceramente, não estou nem um pouco interessado neste tipo de "folhetim". Até porque todo mundo sabe como os tablóides de toda a parte sempre exageraram nestas coscuvilhices de gente famosa. É portanto um tipo de "literatura" que passo sempre ao lado, seja impressa em livros ou, mais vulgarmente, em revistas especializadas. Não, muito obrigado!

O Rato Cinéfilo

GIANCARLO TOZZI disse...

Recentemente li, e recomendo, Bastidores de Hollywood na Vanity Fair. São muitas notícias e histórias picantes envolvendo estrelas. Tudo bem escrito e documentado. A estrela mais em evidência, naturalmente, é Bette Davis. Durante as filmagens de A Malvada, Marilyn Monroe foi a sua principal vítima. Ela dizia pra todo mundo as coisas mais difamantes sobre a jovem atriz. “Essa vagabundinha loura pensa que sabe atuar, e que basta sacudir o traseiro e sair arrulhando para roubar a cena. Como está enganada.” Anos depois, ao ser perguntada sobre a grande Bette, disse Marilyn: “Essa mulher odeia qualquer criatura do sexo feminino que seja capaz de andar com as próprias pernas. É mesmo uma velha má”.

Octavio Caruso disse...

Muito legal esta matéria!! Parabéns pela idéia.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Cultura Malcriada, nunca soube desta história do Orson Welles. Ele foi ligado à morte da Dália Negra?
Abraços,

Roderick Verden disse...

Barbara Lammar nunca havia ouvido falar, mas pretendo pesquisar e, quem sabe, no meu humble blog, posso postar(rimou, hein?).

Embora, não seja incomum, muito triste o q aconteceu com a atriz mexicana, q se matou tomando comprimidos.

Caso Joan Bennette não ter sido infiel, lamento muito o q ocorreu com ela- muito linda por sinal.

Quanto a Errol Flynn, isso não foi novidade. Que eu saiba , ele morreu no seu iate, acompanhado de sua nova namorada, uma garota de 15,16 anos. Ela chegou a dizer q ele era um joker. Sua última esposa disse q ele foi a pessoa mais doce q ela conheceu. Será q mesmo com o bafo das bebidas? rs

Ótima matéria, Antonio!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Rato, todas estes relatos foram confirmados, quase sempre passaram por tribunais... Sim, são invasão de privacidade, mas acho interessante tomar conhecimento do lado sombrio dos nossos ídolos... A gente não fica sabendo na escola como morreu Júlio César ou quantos homens Cleópatra partiu o coração?

Roderick Verden disse...

Ah, a filha de Lana Turner fez o q deveria ser feito, eu penso.

Mas, creio q o Rato não deixa de ter um pouco de razão. Há muitas invencionices tb!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Giancarlo, fiquei interessado no livro. Realmente a fama de Bette não é das melhores. Ela perseguia implacavelmente Miriam Hopkins na Warner. Anos depois, foi a vez de Susan Hayward. Parece que Olivia De Havilland era a única atriz que ela tinha um bom relacionamento.
Obrigado pela dica.

M. disse...

Sabe, que curto muito saber essas curiosidades todas? O interessante é a gente ficar pensando se tudo o que dizem é verdade ou não. No caso de morte não se tem nem o que pensar. Eu já postei sobre a Velez no Sala Latina de Cinema, realmente foi uma morte sinistra.

Eu gosto de livros sobre cinema e esse monete de curiosidades por trás dos bastidores. Gostei muito do post. Um abraço.

Luiz Santiago disse...

Eu não sabia da metade dessas intrigas off cameras. UAU. E depois a gente que não é normal, né? Hehehehe

Jamil disse...

A Loretta Young é uma figura sensacional, uma das mais adoráveis e proeminentes protagonistas de Hollywood, com uma carreira de tirar o chapéu (merece um post seu). Em geral, ela interpretava mulheres doces, amáveis, compreensivas, mas dizem que na vida privada fazia a linha “sou boa moça”, beata, conservadora, não se misturava. Já a Lana interpretava mulheres fortes, espertas, que deixavam os homens de quatro, e na intimidade era roubada, enganada, espancada. Todos os seus casamentos foram terríveis. Ela vivia apanhando do belo Lex Barker. Felizmente, sempre dava a volta por cima, como no caso do mafioso e o seu famoso depoimento no tribunal. Por fim, sucumbiu ao alcoolismo, mas nunca perdeu o glamour.
Antonio, esse post é maravilhoso! Que pesquisa! Que audácia!

Leandro Afonso Guimarães disse...

O caso de Marie Prevost chega a ser fantasmagórico. (Também não sabia da ligação de Welles com a Dália Negra.)

Grande abraço, Antonio.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Também admiro Loretta, Jamil.
Ela reinou no cinema por mais de 20anos, coisa rara para uma atriz protagonista. Sabia da sua beatice. Inclusive, outras atrizes gozavam da cara dela por isso, dizendo que era tudo hipocrisia, marketing - por exemplo, Joan Crawford.
A Lana era maravilhosa e uma mulher de sexualidade latente, talvez venha daí suas pessímas escolhas amorosas.
Abração

Marcos Sá de Paula disse...

Seu blog está cada dia mais lindo.

Cultura Malcriada disse...

Então, Antônio!

Como você sabe, o caso "Dália Negra" até hoje não foi solucionado. Eu li há algum tempo (infelizmente não me recordo a fonte agora) que Orson Welles foi cogitado como um dos suspeitos, algum tempo depois.

FaloU!

Sonia disse...

Nem posso imaginar a adorável Clara Bow, internada como louca. O caso Lana Turner, cheguei a ler em uma revista datada de 1958.
O fato que mais me impressionou, foi o de Marie Prevost. A Lupe Velez,que se recusou a fazer um aborto, em sua carta de suicídio dizia: "Para Harald. Que Deus o perdoe e perdoe a mim também, mas prefiro tirar minha vida e de nosso bebê do que trazer vergonha a ele ou matá-lo. Lupe".
Parabéns pela matéria! Excelente!

Sonia Nikolaevna disse...

Excelentes os textos sobre os escândalos na Meca do Cinema e o elegante Cary Grant.
Parabéns!!!!!
Bjos

Regina Florêncio disse...

Seu Blog é excelente. Para os amantes do cinema é uma visita obrigatória !

Geilma disse...

Fico muito feliz com o sucesso do blog, q vc chegue onde quer. xero e xau.

Alexis Gladys Smith disse...

Bom dia Sam.
..o blog está magnifico.
Acho que voce o deixa perfeito..nenhuma sugestão , mas obrigada por abrir essa honra para mim.
Abraços.

Marcelo C,M disse...

Se muitas pessoas ficaram chocadas com a morte precosse de Ledger é porque não conhecem o passado negro de vidas interrompidas no passado no mundo do cinema

Paula M. disse...

Parabéns, muito sucesso!

Sonia Brazão disse...

Tanto sucesso não è à toa,
o seu blog é o melhor.
Aplausos, aplausos e mais aplausos para você.

Sonia Brazão

Adriana disse...

Vc arrasou heim Antony? Tou tão orgulhosa de vc...Um beijão grande e continue assim, com todo esse sucesso. Bjs.

Álbum de Fotos - Clássicos do Cinema disse...

Bons trabalhos merecem reconhecimento, e o seu é de primeira.

The Arts - William 3a. disse...

Que Chic!!!!!
Parabéns meu querido!
Mas tudo isso é a competência e a dedicação ao trabalho e por isso merece esse destaque na imprensa.
E é claro, a qualidade das matérias são ótimas tbm, e um ótimo "dicionário digital" para consultar sobre a história do cinema.
Desejo muita sorte meu amigo!...
Grande abraço e até breve!!!

Guilherme A. disse...

Muito boa essa sua ultima materia, parabens

Rapha disse...

Parabéns,o Blog é de um primor e uma riqueza de informações e detalhes sem igual!

Em especial sobre o Post dos escândalos,Já li o Hollywood Babylon,realmente o caso da Lana Turner é de impressionar qualquer um.

Abraço!

Sonia Nikolaevna disse...

Parabéns pelo sucesso alcançado! Sou fã do seu trabalho!
Obrigada pelo presente de poder partilhar o sucesso do seu Blog.

Martha Ângelo disse...

Chiquérrimo!Parabéns!

Sérgio Grant disse...

Ótima novidade.Sempre bom saber que lembram do FALÇÃO MALTÊS,eterna obra prima !

Alesselma disse...

Parabéns pelo sucesso, Júnior!
Felicidades!
Bj

Malu Barros disse...

Pela competência e dedicação, você merece muito mais. PARABÉNS!!!

Malu Barros disse...

Pela competência e dedicação, você merece muito mais. PARABÉNS!!!

Ranieri Brandão disse...

Parabéns pelas matérias nos jornais!

Octavio Caruso disse...

Parabéns amigo, merecido reconhecimento!!!
E é só o começo...
Abração!!

M. disse...

Fico contente pela publicação no Jornal, notoriedade mais que merecida Antonio. Um abraço e ótimo Carnaval.

RV Jornalista disse...

Parabéns pelo sucesso!

Inha Bastos disse...

Parabens querido...sucesso merecido,ótimo Blog!Beijos

Annastesia disse...

Milhares de parabéns Antônio querido! Você merece!

Vanuzia Dindin disse...

parabéns, você merece. continue a mostrar a beleza que é os filmes antigos
mil beijos

Júnia disse...

Magnífica postagem,estou sem palavras para descrever minha satisfação de poder ler alguma coisa sobre "Hollywood Babylon: It's Back”
sou loica com esse livro. Tenho apenas A vida Sexual dos Idolos de Hollywood, mas ele nao chega perto de Hollywood Babylon...
Adoreiiiiiiiiiiiii, so sei dizer isso
ADOREIIIIIIIII
Caraca, ficou maravilhosa essa postagem, vou linca-la no meu facebook
bjo

Alexandre Garcia da Silva disse...

Falcão Maltês, seu blog continua uma verdadeira dádiva para todos nós, cinéfilos. A matéria sobre as injustiças do Oscar me deixou simplesmente de queixo caído. Eu conhecia algumas delas, mas não sabia que a lista de atores e diretores geniais injustiçados era tão grande! Que absurso! Um abraço.

linezinha disse...

Pessoal o caso da Dália Negra foi daquela mulher que apareceu cortada ao meio? se foi a uns anos atrás ja descobriram um forte suspeito que seria um médico muito famoso na época que cuidava das estrelas Hollywoodianas

disse...

Olá, Antonio! Já tinha lido em um livro sobre o caso da Lana Turner e ouvi recentemente muito sobre o suicídio da Lupe Velez, sempre lembrada mais pela morte do que pela vida. Mas a atriz devorado pelo câozinho de estimação? Meu Deus!
Parabéns pela postagem!

Faroeste disse...

Na verdade, nada do que li me pareceu absurdo ou coisa do outro mundo. Afinal, tratava-se de um amontoado de gente, quero dizer, de muitos atores e atrizes, de diversas companhias, datas dispersas das ocorrencias, situações diferentes, momentos vários, enfim, de acontecimentos muito diversos, num universo enorme e, certamenmte, onde a promiscuidade deveria reinar com tanta naturalidade comno se abre uma garrafa de refrigerante. E digo mais; aquilo aconteceu, acontece hoje e vai seguir acontecendo, Nunca foi nem será diferente. Aliás,... bem, deixa pra la. Mas que hoje em dia as coisas não são muito diferentes e melhores, não são não.
jurandir_lima@bol.com.br

Darci Fonseca disse...

E a Mary Astor, heim!!! Tão delicadinha e tinha até um diário... Ela só não enganou o Sam Spade no Falcon Maltese.

Anônimo disse...

Alguns relatos dariam um filme de terror, com destaque para o cachorro devorando o cadaver. Outros nem tanto, são fatos corriqueiros do cenario atual: drogas, homossexualidade no armário, troca de parceiros.Há historias relacionadas a intriga de Olivia De Havilland com a irmã, não lembro quem era a irmã. Parabéns pela súmula!

Anônimo disse...

E ninguém fala dos bi como Marlon Brando, Paul Newmann, Tyrone Power, e a "menina" Randolph Scott. Sem contar a machorra Marlene Dietrich...

Luciana Barroso disse...

Nossa !!! Estou chocada !!!

Paulo Telles disse...

Boa, Nahud!!!

Yasmine Evaristo disse...

Ótimo!

Zita Salviano disse...

Ótima publicação Antônio Nahud.

Antonio B Dos Santos disse...

Ótima publicação amigo Antonio Nahud

Sarjob Mendes Neto disse...

Valeu, Nahud !!!

Thiago de Menezes disse...

Perfeito Nahud !

Luna Hepburn disse...

Seu Blog é muito bom, amigo!

Ruben Celso Nigro Paschoal disse...

aplaudindo de pé... parabéns Antonio Nahud.....

Paulo Telles disse...

Olá Antonio Nahud! Como sempre seus artigos são de um primor único. Não é de hoje que escândalos e cinema estejam tão interligados. Já conhecia o caso de Barbara Payton, que não era na verdade uma má atriz e tinha tudo para se tornar de fato uma grande estrela. Entretanto, posso dizer que tudo mudou para pior quando ela conheceu o “Pit-Boy” Tom Neal, que era um atorzinho de quinta e que atuava em filmes de baixo orçamento. Tom era violento e agredia Barbara constantemente. Todos os casos abordados em sua matéria são surpreendentes, mas o de Bárbara Payton sem dúvida é o mais pungente. Uma pena

Ary Ximendes disse...

Barbara Payton era linda, mas nunca foi boa atriz. De certa forma, acabou sufocada pelos "testes de sofá"...
Eu vejo uma certa necessidade, um clamor mesmo, de que as atrizes atuais, tão glamorizadas e endeusadas,, prestassem uma homenagem às mulheres que desafiaram o machismo da época, da fase dourada do cinema, pois sem aquelas pioneiras, o cinema seria feio... sem graça.
"Atriz" era sinônimo de puta... Mas sem essas atrizes (ou putas, segundo os machistas da época), as atuais não teriam uma vida de "igual para igual" com os atores, que aprontavam muito mais e continuavam sendo "ídolos".... Muita injustiça com nossas "Deusas do Cinema".

Chico Lopes disse...

Considero tudo isso puro jornalismo marrom. Claro que há certas verdades e fatos inegáveis aqui e ali, mas o tom de exploração de escândalo é disgusting...
Hollywood sempre foi um ninho de fofocas sórdidas. O que foi comprovado não devia ser objeto de alarde e de indignações hipócritas, mas de respeito por seres humanos frágeis e confusos como os artistas da tela eram. Num mundo diferente, mais ético, essas publicações nem existiriam.

Sonia Brazão disse...

Babado forte!

Gabrielle Violet Guimarães disse...

Hahaha...Também concordo como Chico, disseste tudo!!

Rafael Saffiotti disse...

AMO esses basfonds HUAUHA

Fernando Sobrinho disse...

Pode até ser sordidez, mas que nós nos divertimos com essas histórias (verídicas ou não), isso é inegável... Rsrsrs.

Luciana Barroso disse...

É super interessante saber mais sobre o lado negro de Hollywood !!!

Daniel Pilotto disse...

Concordo com o Chico Lopes em seus comentários. Acho tudo muito triste, não consigo achar graça nisto não. Foram pessoas, que foram consumidas por esta indústria massacrante numa época em que não existia assistência alguma para que se recuperassem...

Diva Nina disse...

Tô besta. Postagem reveladora. Parabéns.

Eugênio Lins disse...

Vide de estrela é complicado...

Sabino López disse...

Hollywood e mais barra pesada do que eu pensava.

Eduardo Sousa da Silva disse...

C'est la vie...

Sibely Vieira Cooper disse...

Nunca em tempo algum me divirto com a desgraça deles.

Antonio Nahud disse...

Mas quem acha engraçado? Sao fatos, nada mais do que fatos. A vida é assim mesmo, cheia de altos e baixos. Quem gosta de biografias, de ir além da atuação do seu ídolos nas telas, ou seja, enveredar por sua privacidade, nao pode fazer de conta que sua vida foi um mar de rosas.

Fernando Sobrinho disse...

Além disso, esses fatos, verídicos ou não, nos fazem lembrar que eram seres humanos como nós, Ao ler sobre seus percalços, nos compadecemos, aprendemos sobre as dificuldades da vida, agradecemos pelo legado artístico deixado e oramos para que tenham encontrado uma merecida paz no outro plano.

Daniel Pilotto disse...

Mas não estamos falando de sua análise impecável no blog, Antonio. Você conseguiu listar os acontecimentos de forma isenta, sem fazer estardalhaço ou tecer comentários maldosos, suas informações foram históricas, biográficas mesmo. Eu falo de uma forma geral, de um tipo de público que se compraz com estas histórias, sente uma necessidade mórbida com fatos assim...

Andrew Prata disse...

Concordo com o que foi dito. Há gente que ama desgraça alheia, fato. Contudo, uma biografia onde só há maravilhas e histórias lindas também são um saco. Comprei uma biografia do Paul Newman e achei péssima. Diferente de todos os demais artistas que já havia lido. Inclusive algumas delas foram autobiografias onde havia pontos fracos citados. Se ler desgraça causa dúvidas e tédio, felicidade e nada mais também.

Antonio Nahud, como sempre, parabéns.

Eraldo Urano disse...

Excelente trabalho, como sempre, Antonio. Já conhecia quase todas as histórias, com exceção das de William Eythe e Barbara Payton, que fui pesquisar mais um pouquinho. A de Barbara é chocante. A história de Marie Prevost ter sido comida pelo cachorro e a de Lupe Velez ter morrido com a cabeça dentro da privada são comprovadas lendas urbanas.

Simone Brito disse...

Das melhores postagens

Antonio Bivar disse...

Grande, Antonio Nahud.

Silvia Maria Sena disse...

Certamente!

Antonio Nahud disse...

Sobre Marie Prevost e Lupe Velez li em pelo menos três livros. Então são lendas, Eraldo Urano?

Eraldo Urano disse...

De Marie Prevost, sugiro o artigo Marie Prevost : The Movie Star Eaten By Her Dog (Or Was She? ) do site www.lostartofbeingdame.com. Já o verbete de Lupe Velez na Wikipédia é completíssimo sobre o assunto.

claudia brando freitas disse...

Chocantes as historias mesmo mas se tem uma que mais me chamou a atenção foi sobre a pseudo atriz anna kashfi não critico a atitude de Marlon brando apaixonar se e descobrir que não se eh amado mas sim usado por um ser humano ambicioso interesseiro egoísta ! brando não foi nenhum santo fez muitas tolices na vida mas o que esse mulherzinha sem talento e de beleza extremamente comum fez foi nojento ! sera que todo dinheiro. Da gorda pensao que ela ganhou fingindo amar Marlon brando num casamento relâmpago não foi o bastante para amar dar apoio e livrar o filho das drogas?

Gizele Barbosa disse...

Outro ator que vale pena pesquisar é Bobby Driscol. Contratado da Disney deixou de fazer filmes assim que ultrapassou a infância, morreu de forma trágica aos 30 anos.

Gizele Barbosa disse...

Outro ator que vale pena pesquisar é Bobby Driscol. Contratado da Disney deixou de fazer filmes assim que ultrapassou a infância, morreu de forma trágica aos 30 anos.