outubro 06, 2011

****** O FABULOSO DESTINO DE FLASH GORDON


buster crabbe
Impressionados com o sucesso da história em quadrinhos FLASH GORDON, de Alex Raymond, cuja publicação no “New York American Journal” começara em 1934, os chefões da Universal resolveram filmá-la em 13 episódios, pondo à disposição do produtor Henry McRae um orçamento de um milhão de dólares, soma espantosa, levando-se em conta a época e a espécie de filme que ia ser feito. Para o papel principal de “Flash Gordon / Idem” (1936), sob a direção de Frederick Stephani, escalou o belo ex-recordista de natação Buster Crabbe. O seriado logo conquistou o público e teve duas continuações, “Flash Gordon: Viagem Para Marte / Flash Gordon’s Trip to Mars”, de 1938, e “Flash Gordon: Conquista do Universo / Flash Gordon Conquers the Universe”, de 1940. Talvez tenha sido o mais popular seriado de todos os tempos. Na primeira “temporada” o mote é uma estranha poeira que está matando a população da Terra. A solução para este mistério está nas mãos de FLASH GORDON e seus amigos Dale Arden (Jean Rogers), Dr. Zarkov (Frank Shannon) e o Príncipe Barin de Arboria (Richard Alexander). Estes episódios mostram a batalha do herói futurista contra o Imperador Ming, vivido pelo canastrão Charles Middleton, e sua filha sedutora e má, Princesa Aura (Priscilla Lawson). Eles têm, a cada capítulo, momentos frenéticos repletos de aventura, coragem, força e perspicácia. Além disso, com seus efeitos especiais e cenas inimagináveis, essa notável série abriu as portas para os filmes de ação e aventuras de ritmo acelerado.

planeta mongo
buster crabbe
alex raymond
Para reconstituir economicamente a estranha paisagem alienígena do Planeta Mongo, tal como ilustrada pelo talentoso desenhista, o estúdio utilizou cenários e objetos de filmes anteriores, como “Frankenstein / Frankenstein” (1931), “A Múmia / The Mummy” (1932) e “O Poder Invisível / The Invisible Ray” (1936), e retirou do arquivo seqüências de filmes mudos. Na seleção musical, aproveitou-se partes de trilhas sonoras de filmes de horror produzidas anteriormente. Economizou também ao filmar em interiores ou nos terrenos da Universal, com exceção de algumas locações distantes no Bronson Canyon, área cheia de paredões rochosos e cavernas, ideal para reconstituir o pré-histórico panorama de Mongo. O protagonista, Buster Crabbe (1908-1983), chegou a ser chamado de “O Rei dos Seriados”. Ele nasceu em Oakland, na Califórnia, entrou para a universidade para estudar direito e em 1932 se tornou campeão olímpico, batendo o recorde de 400 metros nado livre. A carreira como advogado não deu certo, passando a trabalhar em espetáculos aquáticos, em clubes com exibições de atletas em piscinas. Foi nesta época que conseguiu emprego como figurante e dublê no cinema. Nesta incursão cinematográfica, acabou sendo contratado pela Paramount para interpretar “Kaspas, o Homem-Leão / King of the Jungle” (1935). No mesmo ano aceitou fazer seu primeiro seriado: “Tarzan, O Destemido / Tarzan, The Fearless”, competindo com o Johnny Weissmuller da Metro-Goldwyn-Mayer. Mas o sucesso só surgiu quando estrelou FLASH GORDON.





No decorrer dos anos foram produzidas outras versões de FLASH GORDON no cinema, no rádio e na TV. Em todas elas faltou a presença de Buster Crabbe, um dos poucos atores que parecia mesmo um herói de gibi. Steve Holland estrelou uma dessas versões, a série de tevê “Flash Gordon” (1954-1955), que durou 39 episódios. Foi o poderoso produtor Dino de Laurentiis quem produziu o mais recente remake - para o cinema - da clássica aventura, “Flash Gordon / Idem” (1980), escolhendo erroneamente para o papel principal um inexpressivo desconhecido chamado Sam J. Jones, que já havia posado nu para a Playgirl, em 1975. Dirigido por Mike Hodges, a aventura de ficção-científica é bem fiel aos quadrinhos e a antiga série dos anos 30, mas não fez sucesso. Sustenta-se na interpretação assustadora de Max von Sydow como o vilão Ming, na trilha sonora do Queen e na beleza da atriz italiana Ornella Muti, como a Princesa Aura. Desta vez, o destemido herói enfrenta o imperador Ming que ataca a Terra com o vírus Morte Púrpura. Em 2007, o canal americano SyFy tentou de novo, refilmando a saga de Alex Raymond com o ator Eric Johnson. A primeira temporada teve ao todo 22 episódios. Na trama, Gordon é um jovem marcado por uma tragédia familiar: a morte de seu pai num estranho incêndio em um laboratório, que ocorrera quando tinha apenas 13 anos. FLASH GORDON foi uma série de grande êxito, seja nos comics, cinema ou televisão, abrindo caminho para muitos dos heróis atuais de nossas telas. Com certeza, Alex Raymond traçou um personagem carismático, digno da criatividade alucinante de um Steven Spielberg ou um Peter Jackson.

max von sydow
aam j. jones e melody anderson

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ESTRÉIA

FAMÍLIA VENDE TUDO


Novo filme de Alain Fresnot e co-produção Globo Filmes, essa comédia romântica traz um elenco de peso: Caco Ciocler, Luana Piovani, Lima Duarte, Vera Holtz, Ailton Graça e Marisa Orth, entre outros. Nela, uma família picareta de desempregados resolve viajar para o Paraguai e trazer mercadorias contrabandeadas para São Paulo. Quando o plano dá errado, surge a ideia de juntar a filha (Marisol Ribeiro) com Ivan Carlos (Caco Ciocler), um cantor mulherengo, aplicando o velho golpe da barriga. Só que a família não sabia que o sucesso do momento é casado com a perua Jennifer (Luana Piovani), que não deixará esta história impune. “Família Vende Tudo” marca a estreia de Marisol Ribeiro no cinema. A protagonista foi escolhida por testes e arrancou elogios do diretor: “Ela é uma grande atriz, tem muita maturidade de interpretação. O casting está muito equilibrado, tem atores experientes e outros que estão estreando. A Marisol se dedicou muito ao personagem”. Para interpretar Ivan Carlos, o cantor brega, Caco Ciocler fez aulas de canto e precisou aprender a dançar para dar conta de coreografias bem rebolativas. Acostumado a estar no palco, Caco Ciocler tremeu na base ao ficar diante do público durante as filmagens. Na cena em que o personagem faz uma apresentação, Ciocler conta que ficou sem graça ao se deparar com a multidão. “Foi muito tenso. As pessoas tinham ido lá para ver um show do Latino. Eu cantava, e elas não. Foi decepcionante”, relembra. É o quarto longa-metragem do cineasta Alain Fresnot, que levou ao todo sete anos para fazer esse filme. Seu primeiro longa foi o excelente “Desmundo” (2003), drama de época falado em língua arcaica sobre o descobrimento do Brasil, baseado no romance de Ana Miranda e protagonizado por Simone Spoladore, Osmar Prado e o mesmo Caco Ciocler. “Família Vende Tudo” é totalmente diferente, mostrando o jeitinho oportunista brasileiro. A comédia foi exibida pela primeira em maio na 15.ª edição do Festival PE (Festival do Audiovisual de Recife), onde levou cinco prêmios Calango, incluindo o de Melhor Ator para Caco Ciocler e trilha sonora, que aliás, é cativante. Ela foi composta por Arrigo Barnabé e conta também com um samba feito pelo próprio Fresnot e algumas músicas em parceria com o cantor Latino.

51 comentários:

renatocinema disse...

Eu, fã de quadrinhos que sou, não conheço gostei muito da versão com Max von Sydow. Achei muito caricato.

Talvez, tenha que ver novamente.


Mas, merecida homenagem.

Maxwell Soares disse...

Lembro-me bem desse Clássico. Não com tanta clareza, é claro, sou de 77. Parece-me que passava na antiga Manchete. Foi ótimo ter visto isso, aqui. Vou procurar e ver, agora, com outros olhos. Estou tentando rever os Clássicos do Homem-Aranha. Sou fã de carteirinha. Um abraço, amigo. Espero você lá, também, é sempre um prazer. Um abraço...

Danielle Crepaldi Carvalho disse...

Oi, Antonio!

Eu por aqui novamente, depois de tanto tempo.
Rapaz, você é meu ídolo. Preciso que me ensine a receita para escrever com tanta regularidade e sobre temas tão variados referentes à Sétima Arte. Essa é minha primeira pergunta, e ela é séria, então quero detalhes, hein (quem sabe eu não aprendo e começo a escrever com mais frequência!).
As outras duas perguntas: 2- Qual é sua primeira memória relacionada ao cinema (é de um ator? um filme?). De que forma isso influenciou sua paixão pela arte?; 3- Diga alguns elementos que estabeleceram a sua trajetória como jornalista-viajante-cinéfilo-escritor.

Bjos e parabéns de antemão pelo 1. aniversário do Falcão Maltês!
Dani

Rafa Amaral disse...

Olá amigo Falcão. Belo blog! E já está na minha lista, presente no meu espaço virtual. Se puder retribuir, fico agradecido. Passarei mais vezes por esse espaço feito do mesmo material "que são feitos os sonhos". Gosta do Cagney? Acabo de publicar um post sobre uma cena dele, no saudadesdobomcinema.wordpress. Abraços!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Renato, os quadrinhos de Alex Raymond são geniais. Um ótimo traço e histórias vibrantes. Já o filme com Sydow é muito ruim, exagerado, com um péssimo protagonista. A série ingênua dos anos 30 é bem melhor. Vale a pena vê-la. Eu ainda sonho em ver Flash nas mãos de um grande diretor.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Pois é, Dani, senti sua falta. Pensei que estava na sua lista negra... rs... Grato pelas perguntas.
Beijão

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Já está linkado, Rafa. Bacana o seu blogue. O Cagney é um dos meus atores favoritos.

Marcelo C,M disse...

Essas versões dos anos 30 gostaria de ver, pois são de um tempo de um clima aventura retro no qual seu charme é bastante contagiante. Agora fiquei pasmo com o fato de Max von Sydow ter sido Ming, e olha que assisti a esse filme e não tinha me dado conta. Cai do cavalo dessa vez heheheheh. .

Karla Hack dos Santos disse...

Não tem como negar a premissa que Flash Gordon Lançou. A história dele também prende.. daí o sucesso!

Muito obrigada por me linkar...
Seu blog já está lá no meu tmb!

;D

Nilson Mendes disse...

Oi meu Menino, sempre que navego nas suas coisas aprendo mais sobre cinema. Agora quando vc e Hamilton Lima conversam, vou ao delírio. Abração. Nilson Mendes

Carla Marinho disse...

Opa Antonio, beleza? post mais do que maravilhoso. Agora que vi o comentário da Dani, lembrei das perguntas. kkkk Vou verificar e mandar. abração

Danielle Crepaldi Carvalho disse...

Pois é, Antonio, você acabou de sair da minha lista negra :D

Olha, sobre a segunda parte da postagem, vi "Família vende tudo" no Rio e achei um filme legal.

O elenco é muito bom. Marisol manda bem ao lado de Vera Holtz e Lima Duarte - que estão ótimos -, Ciocler e Piovanni ajudam a engrossar o time correto e todos atuam de um modo bem naturalista, defendendo bem o sotaque do interior paulista (com exceção dos dois últimos artistas, o que até combina com o estilo histriônico da sub-celebridade e sua esposa perua).

Há umas cenas bem boas: eu chamaria atenção para a da Igreja Evangélica com a pastora interpretada por Marisa Orth, a Beatris Segall desempenhando uma entrevistadora a la Hebe Camargo e sobretudo o timing da cena em que as personagens de Ciocler/Piovanni rompem, que literalmente pega fogo.

O filme só não é melhor porque padece dos males das produções que precisam pagar tributo explícito aos financiadores. Além disso, o final confraternizante do elenco podia também ter sido eliminado, pois deu à produção a batida cara de fim de novela. Mas o todo merece a visita no cinema (a despeito de qualquer julgamento depreciativo dos jornais - a Folha deu 1 estrela para ele).

Bjs. Prometo voltar pra cá sempre que puder!
Dani

Andressa Vieira disse...

Meu amigo, como sempre o seu blog está cada vez mais incrível! Sempre arranjo um tempinho para vir aqui, tempo que não tenho para atualizar o meu próprio. A vida anda uma correria, e como nao gosto de postar qualquer coisa, acabo abandonando meus poucos leitores. Mas prometo não abandonar o Alice Suburbana... na verdade, só estou em recesso enquanto a vida entra nos eixos. Logo (e nem demora... talvez hoje mesmo rs) voltarei a postar.
Um beijo e obrigada pela presença constante!

Darci Fonseca disse...

Sorte mesmo tiveram aqueles que assistiram nos lançamentos 1936, 1938 e 1940) aos três seriados clássicos "Flash Gordon". Só assisti ao primeiro "Planeta Mongo" em pleno auge da ficção-científica, nos anos 50. Não sei o que é melhor, ler os livros de Alex Raymond publicados pela Ebal ou assistir aos Flash Gordons do Larry Buster Crabbe. E vale lembrar que Buster Crabbe foi o "Rei dos Seriados" no cinema e foi Billy the Kid numa série de seis filmes que o clamor politicamente correto da época transformou em Billy Carson. - Darci Fonseca - CINEWESTERMANIA

Pena disse...

Fabuloso e Extraordinário Amigo:
Dar vida a FLASH GORDON é simplesmente regressar um pouco no tempo.
Uma escolha sublime e mágica.
Parabéns. Maravilha e suscita um interesse desmedido pela beleza do filme que muito bem narra com pureza e beleza imensas.
Bem-Haja, pela visita fantástica no meu blogue que gostei muito.
É um Ser Humano notável e grandioso nas escolhas que efectua.
Abraço amigo de respeito pelo seu talento gigantesco e de deslumbrar.
Sempre a estimá-lo imenso pelo ser valioso e genial que é e significa para todas as pessoas, numa investigação profunda para grandes e pequenos.

pena

É admirável o que cria, amigo.
É notável.
Bem-Haja, pela atitude repleta de genialidade.
Gostei imenso.
Parabéns renovados.

Rato disse...

Curiosamente, e apesar de apreciador do traço do Alex Raymond, Flash Gordon foi um dos heróis da banda desenhada que nunca me despertou grande interesse

Gilberto Carlos disse...

Mal posso esperar para ver Familia vende tudo. Parece ser muito engraçado.

Márcio Sallem disse...

Antônio,
Flash Gordon é um personagem muito importante, pois além de influenciar uma geração de histórias em quadrinhos (é possível ver o dedo da influência dele até hoje), séries como Perdidos no Espaço e Jornada nas Estrelas surgiram graças ao seu sucesso e remontando a temas que, de uma forma ou de outra, foram explorados.
Agora buscar o Sydow do fundo do baú como Ming foi um achado enorme. Engraçado como depois de sair das mãos de Bergman ele atravessou um momento de decisões muito estranhas na sua carreira.
Abraços.

João de Deus Netto disse...

Nahud, há séculos, quando eu ainda via, de lampejo, humorismo na TV, tinha um personagem com um bordão assim, "que Flash que nada, isso aí é a maior bichona!"... Vendo ali a pose do Crabbe, eu ri pra carai... E os homossexuais da época eram os mais "machões", nem tinham essa palhaçada toda de hoje, que chega às raias da bizarrice, enfraquecendo, de certo modo, até as reivindicações deles.
A Edição, como sempre, do Falcão, vale por vários cinemões, tipo Cine São Luis (Fortaleza e Rio), Cines Vitória, Odeon, (Rio) Rex, 4 de Setembro e Nazaret(Teresina e Campo Maior...)
Muito bom!

Rodrigo Mendes disse...

O que seria de Star Wars sem Flash Gordon?

Nunca esqueço do longa de Laurentiis por causa da trilha do Queen.

Seria bom uma versão para o cinema da obra de Alex Raymond nos dias de hoje. Provavelmente o projeto que seria dirigido por Stephen Sommers não decolou...

Abs.

Victor Ramos (Jerome) disse...

ÊÊÊÊIITA! Agora viajou mesmo na máquino do tempo, neh? hehe Essa é velha. Não é da minha época, e nem nem explorei o mundo ''Fash Gordon'', infelizmente.

Bacana é o filme Rocky Horror Picture Show, um musical maluco (e clássico) na linha de Hair que faz citações à cultura pop... inclusive fala até sobre Flash Gordon e etc.. Recomendo. Até mesmo porque é um filme inesquecível, e talvez a interpretação mais marcante de Tim Curry e outros atores.

Abs!


Pudim de Cinema

Faroeste disse...

Fico com água na boca quando vejo o Darci se gabar por ter visto tantos seriados.
Nahud; a única série que vi foi Os Perigos de Nyoka. Fora isso, nada.
E o pior é que a TV não os passa, daí minha dor de saber que jamais terei o prazer de ver coisas tão belas que o cinema já fez.
jurandir_lima@bol.com.br

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Sydow está realmente irreconhecível, Marcelo. Parece um personagem de comics. Nada da introspecção bergmaniana.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Tô esperando, Carla. Não se esqueça, please. Beijão

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Vou assisti-lo, Dani. Admiro a competência do Alain Fresnot. Seu monumental "Desmundo" é um dos nossos melhores filmes. E a Marisa Orth como pastora deve estar luminosa.
Tudo de bom, cara amiga.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Vi todas as três séries do Flash Buster Crabbe, Darci. Conheço também o seu momento Tarzan. Mas desconheço Crabbe como Billy the Kid. Um dia eu chego lá. Abração.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Imagine o Caco Ciocler como cantor brega, Gilberto. Deve ser hilário.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Márcio, o Sydow tem uma carreira versátil e surpreendente. Depois do show dos dramas intimistas de Bergman, passou por superproduções comerciais, mas nunca perdeu o rumo, sempre nos dando uma ou outra performance extraordinária. O Ming é uma brincadeira que lhe rendeu muita grana. Mas não deixa de ser válido. Tem a marca de qualidade Sydow.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Sommers tinha o projeto de um remake de Flash, Rodrigo? Não sabia. O que será que aconteceu?
Quanto a trilha-sonora do Queen, creio que "roubou" o filme. É muito vibrante, hipnotiza.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Victor/Jerome, gosto do bizarro ROCKY HORROR PICTURE SHOW. Fui num cinema em Londres onde ele estava sendo exibido há um tempão, anos a fio. As pessoas sabiam os diálogos, abriam guarda-chuvas, cantavam... Uma loucura cult...

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Jurandir, já é fácil conseguir alguns seriados antigos. Eu mesmo adquiri os Flashs Buster Crabbe numa grande magazine, e bem baratos.

Rubi disse...

Quando eu penso que já vi de tudo no seu blog, você me aparece com um post desses. Simplesmente fantástico!

- Aliás, estava mesmo procurando um bom texto sobre o filme nacional que citou no final do seu post. Pelo elenco, deve ser ótimo!

Maxwell Soares disse...

Olá,
Antônio. Queria seu e-mail, irmão. Um abraço...
maxwellset@yahoo.es

Jamil disse...

Ô, Nahud, tudo bem que o cinema brasileiro merece ser valorizado, mas tá na cara que essa é mais uma comédia louca por grana da Globo Filmes, ou seja, televisão em tela grande. Passo batido.

Jamil disse...

Concordo com o João de Deus: o Flash Gordon me parece um ídolo meio gay, embora nem mesmo a comunidade homossexual saiba disso. É um personagem que exibe coxas grossas, músculos, camisas rasgadas sensuais, cara de anjo etc. Nada sei da vida do Crabbe, mas que ele tem um jeitinho isso tem.

XOXÓ NO SEU FIOFÓ disse...

Naud,
grande abraço e vida longa!


Xoxó

J. BRUNO disse...

O pouco que conheço do Gordon foi devido ao desenho animado, cheguei a ver algo, não lembro se um filme, ou se parte de alguma das séries, mas já tem muito tempo e realmente nõa lembro de nada... Fiquei curioso para assistir à primeira versão e a posterior que tem Max Von Sydow no elenco...
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http://sublimeirrealidade.blogspot.com/
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http://www.facebook.com/sublimeirrealidade

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Segue o e-mail, Maxwell:
ofalcaomaltes41@gmail.com

Mario disse...

Max von Sydow es un estupendo actor, ver la foto de Ming me parece que debe darle mayor realce a la película, teniendo tanto talento. Que bueno que se busquen actores que a la vez son atletas ya que son películas que requieren mucho físico, en ese lado me parece que Johnny Weissmuller hizo tremendo papel con Tarzán. Y es la primera vez que vengo a tu bitácora, está muy bien, no hablo portugués pero igual veo que gran parte de lo que escribes se entiende, hay mucha proximidad en los idiomas. Si gustas visita mi bitácora que es sobre arte con énfasis en cine. Un abrazo.

Mario.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Jamil, FAMÍLIA VENDE TUDO deve ser um filme comercial - ainda não vi -, mas com certeza tem suas qualidades. Com esse ótimo elenco, se for uma boa diversão já vale a pena.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Jamil, sinceramente não vejo o FLASH GORDON como um ícone gay. E pouco sei da vida privada de Buster Crabbe.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Gracias, Mario, voy a visitar su blog. Saludos!

Dilberto L. Rosa disse...

Flash Gordon só considero os seriados antigos: o de 1980, apesar de fiel, não gostei do tom 'kitsch'...

Meu amigo, tentei muito ler a análise do filme do Fresnot, lutei até, mas a tua esdrúxula combinação com vermelho (piorou, né, rs?) me doeu a vista a ponto de desistir...

E o genial Brando... Bom, toda homenagem feita a este ainda será pouca: um vulcão em erupção, muito bom o seu texto! Considero que o finado Heath Ledger seria seu sucessor, mas, infelizmente, já se foi...

Um abraço!

P.S.: e a entrevista? Recebeste minhas perguntas?

Adecio Moreira Jr. disse...

Cara, que short é esse da foto nº 3?!

Carla Marinho disse...

Opa, post indicado ao links da semana.
http://blogsdecinemaclassico.blogspot.com/2011/10/links-da-semana-3-9-de-outubro.html

Amanhã tem blogagem coletiva sobre a Julie Andrews. Caso tenha um texto, gentileza me passar o link!
beijos!

Renato Hemesath disse...

Estes posts são, além de registros valiosíssimos, são a meu ver, verdadeiras homenagens a pessoas que escreveram uma história singular e marcante, e que não deverão ser esquecidas. ;)

Um abraço!

。♥ Smareis ♥。 disse...

Seu post é espetacular, muito valioso. Não conheço os quadrinhos de Alex Raymond . Fiquei curiosa pra assistir.Desejo um ótimo começo de semana cheio de muitas energias positivas, muita paz e muita luz. Bjs grande !
Smareis

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Realmente, Dilberto, Heath Ledger tinha tudo para ser o sucessor de Brando... Recebi as perguntas... Ótimas! Obrigado.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Obrigado por lembrar do Falcão, Carla. Nada escrevi sobre Julie Andrews. Aguarde Lillian Gish e Carole Lombard.
Tudo de bom

As Tertulías disse...

Amei sabe mais... Nossa, se meu pai estivesse ainda nesse mundo. Teria adorado seu "herói". ue linda a primeira foto de Buster Crabbe ( "pareo" ficou duro... pois do lado direito aquela foto de Guy Madison é também incrível!).
E... Ave... Sam Jones... Nem me lembrava dele! Aqui loiríssimo, né?

Amei me lembrar do Planeta Mongo... Voce me leva para cada aventura dentro da minha memória!!!! Bravo, caro Antonio!!!!

M. disse...

Wowww muito legal! Adoro filme de super heróis, acredite. Difícil um que eu não goste. E esta postagem está sensacional!