maio 15, 2021

***** A TRÁGICA HISTÓRIA de CAROLE LOMBARD




 

Uma mulher tem tanto direito neste mundo 
quanto um homem e pode se dar bem nele 
se ela se dedicar a isso.
CAROLE LOMBARD
 

Apelidos: O Anjo Profano, Tornado Hoosier, 
Rainha da Comédia Maluca
Altura: 1,68 m
Olhos: azuis
Cabelos: negros 

 
Desinibida, vivaz e com um talento surpreendente, CAROLE LOMBARD (1908 – 1942. Indiana / EUA) se tornou uma das maiores estrelas da época de ouro de Hollywood. Inteligência e charme fizeram dela o centro social e artístico em torno do qual a meca do cinema girava nos anos 30. Com sua sofisticada independência, ela estava anos à frente de seu tempo. Era conhecida por seu estilo moleca, por promover festas extravagantes, pela linguagem sem papas na língua, piadas, amigos gays e preocupação genuína com todas as pessoas. De uma beleza encantadora, a atriz mais bem paga de sua época atuou em 54 filmes e estampou a capa de 123 revistas, sendo a primeira em setembro de 1929, na “Cine-Mundial”. Recusou comédias importantes como “Aconteceu Naquela Noite / It Happened One Night” (1934), “O Galante Mr. Dees / Mr. Deeds Goes to Town” (1936) e “Jejum de Amor / His Girl Friday” (1940). Pela primeira, Claudette Colbert ganhou o Oscar de Melhor Atriz. Em 1999, o “American Film Institute” a incluiu na lista das 50 maiores lendas femininas do cinema norte-americano.
 
Bela loira de olhos cintilantes, desempenhou papéis dramáticos, mas era conhecida por suas hilárias comédias malucas. Nascida Jane Alice Peters, mudou-se de Fort Wayne para Hollywood com sua mãe e irmão ainda na infância. Depois de ser vista jogando beisebol na rua por um diretor de cinema, Allan Dwan, foi convidada para o filme “A Perfect Crime”. Tinha 13 anos. Aos 15 anos, juntou-se a uma trupe de teatro e atuou em várias peças. Em 1925, assinou contrato com a Fox Films.

Gravemente ferida em um acidente automobilístico em 1926, que resultou em cicatrizes no lado esquerdo de seu rosto, assim que se recuperou teve seu contrato cancelado na Fox. Sobreviveu fazendo curtas para o diretor de comédia pastelão Mack Sennett. A essa altura, a indústria cinematográfica passava do mudo para os filmes falados. Enquanto carreiras terminaram por causa de sotaques pesados, dicção pobre ou uma voz inadequada ao som, a voz leve, alegre e sexy de CAROLE LOMBARD permitiu que fizesse uma transição tranquila. No contrato de sete anos com a Paramount, atuou em “Homem do Mundo / Man of the World” (1931), com William Powell. Terminaram se casando no mesmo ano e se divorciando 28 meses depois, mas permaneceram amigos. Segunda ela, “a carreira pouco teve a ver com o divórcio. Éramos apenas duas pessoas completamente incompatíveis”. Com “Suprema Conquista” mostrou sua competência, provando a boa atriz que era. Em 1936, recebeu sua única indicação ao Oscar de Melhor Atriz por “Irene, a Teimosa”. Está excelente como uma excêntrica herdeira. Injustamente, a estatueta foi para Luise Rainer em “O Grande Ziegfeld / The Great Ziegfeld” (1936).
 

Enquanto sua carreira florescia, CAROLE LOMBARD trabalhou em vários estúdios. Ganhava cerca de US $ 500.000 por ano e não tinha vergonha de gastá-los, sendo reconhecida como a mulher mais bem vestida de Hollywood. Conheceu o amor de sua vida, o astro Clark Gable, em 1932, nas filmagens de “Casar por Azar / No Man of Her Own”. Ambos eram casados - Gable com uma viúva rica do Texas dez anos mais velha que ele - e não tiveram interesse um pelo outro. Quando se reencontraram, três anos depois, numa festa a fantasia, ela divorciada e ele separado, foi bem diferente, resultando em amor instantâneo. 
 
No início de 1939, a esposa de Gable finalmente concedeu-lhe o divórcio, e ele imediatamente se casou com CAROLE LOMBARD. Compraram um rancho em Encino, no Vale de San Fernando, e quando não estavam trabalhando passavam a maior parte do tempo nele, longe da cena social. Amavam a vida ao ar livre e compartilhavam momentos caçando e cavalgando. Ela era ideal para ele, glamorosa e companheira, e também parceira como um amigo. Em janeiro de 1942, logo após a entrada dos Estados Unidos na Segunda Guerra Mundial, a estrela foi recrutada para vender títulos de guerra em seu estado natal, Indiana. Acompanhada por sua mãe, Elizabeth Peters, e um agente de publicidade da Metro-Goldwyn-Mayer, fez a maior parte da viagem de trem, parando em diversas cidades e arrecadando cerca de US $ 2 milhões para o esforço de guerra.
 

De volta a Hollywood, ela optou por voar no último minuto. Segundo fofocas, estava preocupada com um suposto caso entre seu marido e Lana Turner. Logo após a decolagem, no dia 16 de janeiro de 1942, o avião se chocou contra o Monte Potosi. Todos os 23 passageiros morreram, incluindo 15 jovens pilotos do exército. No auge da carreira, a atriz tinha 33 anos. Os destroços se espalharam por quilômetros. O local montanhoso do acidente era perigoso de alcançar e o impacto violento tornou os corpos das vítimas difíceis de identificar. Clark Gable alugou um avião e se dirigiu ao local. Esperando por um milagre, manteve uma vigília angustiada até que as equipes de resgate encontraram os restos mortais de sua esposa. Ele nunca se recuperou.
 
À deriva na mansão vazia, Gable bebeu muito e teve dificuldade para terminar “Ainda Serás Minha / Somewhere I'm Find You”, o drama que atuava com Lana Turner. Consolado por amigos, incluindo sua ex-amante Joan Crawford, alistou-se nas Forças Aéreas e passou a maior parte da guerra no Reino Unido, voando em várias missões de combate (uma delas para a Alemanha) e ganhando condecorações. Se casaria mais duas vezes, mas pouco antes de morrer, em 1960, embora estivesse com Kathleen Williams Spreckles, pediu para ser enterrado ao lado de Carole.
 
carole e gable
O ator tinha fama de conquistador, mas não teve muita sorte no amor. Casado cinco vezes, foi feliz somente com CAROLE LOMBARD. Ele realizou os desejos dela deixados em testamento: ser enterrada em jazigo modesto e vestida de branco. Clark Gable jamais a esqueceu, vivendo o resto da existência no rancho em que moraram. Em 1976, o filme “Os Ídolos Também Amam / Gable and Lombard” contou a vida do casal. A estrela tinha um bassê chamado Comissário que ignorava Gable. Após a morte da dona, colou no viúvo. O último filme de CAROLE LOMBARD, “Ser ou Não Ser”, de Ernst Lubitsch, sátira anti-nazista sobre trupe de teatro, lançado em março de 1942, teve sucesso crítico e enorme bilheteria.
 
 
DEZ GRANDES FILMES de CAROLE
(por ordem de preferência)
 
01
SER OU NÃO SER
(To Be or Not to Be, 1942)

direção de: Ernst Lubitsch
elenco: Jack Benny e Robert Stack
 
02
IRENE, a TEIMOSA
(My Man Godfrey, 1936)

direção de: Gregory La Cava
elenco: William Powell e Alice Brady
 
03
NADA é SAGRADO
(Nothing Sacred, 1937)

direção de: William A. Wellman
elenco: Fredric March, Charles Winninger, Walter Connolly e Margaret Hamilton
 
04
SUPREMA CONQUISTA
(Twentieth Century, 1934)

direção de: Howard Hawks
elenco: John Barrymore e Walter Connolly
 
05
CORAÇÕES UNIDOS
(Hands Across the Table, 1935)

direção de: Mitchell Leisen
elenco: Fred MacMurray e Ralph Bellamy
 
06
NOITES de VIGÍLIA
(Vigil in the Night, 1940)

direção de: George Stevens
elenco: Brian Aherne e Anne Shirley
 
07
ESPOSA SÓ no NOME
(In Name Only, 1939)

direção de: John Cromwell
elenco: Cary Grant, Kay Francis e Charles Coburn
 
08
NASCIDOS para CASAR
(Made for Each Other, 1939)

direção de: John Cromwell
elenco: James Stewart, Charles Coburn e Lucile Watson
 
09
CONFISSÕES de MULHER
(True Confession, 1937)

direção de: Wesley Ruggles
elenco: Fred MacMurray, John Barrymore e Uma Merkel
 
10
Um CASAL do BARULHO
(Mr. & Mrs. Smith, 1941)

direção de: Alfred Hitchcock 
elenco: Robert Montgomery, Gene Raymond, Jack Carson e Lucile Watson
 
CAPAS


GALERIA de FOTOS


abril 19, 2021

***** HOLLYWOOD FASHION: VESTINDO ESTRELAS

marilyn monroe veste travilla em “os homens preferem as louras”


 

dedicado ao amigo Ney Galvão 
(1952 - 1991, Itabuna / Bahia)


A sétima arte exerce um fascínio no imaginário do público. Os figurinos dos seus filmes são copiados e servem de inspiração para o mundo da moda. Eles enriquecem a trama, ajudam na composição dos personagens, definem a época que a história se passa e ajudam na identificação com o enredo. Desde o princípio do cinema, a moda foi uma aliada, estabelecendo uma lucrativa relação, em que figurinos dão vida às produções cinematográficas, a qual influenciam o público, estimulando o consumo. Os looks memoráveis das estrelas de cinema ditaram a moda durante décadas, fortalecendo a indústria do ramo. Esse vestuário glamoroso, assinado por habilidosos profissionais, causava um impacto surpreendente. Apesar da evidência de que nem todos os modelos serviam para ser utilizados fora das telas, o mercado sucumbiu ao figurino cinematográfico de forma desenfreada. No cinema mudo já estava claro que o vestuário era importante na popularidade dos filmes e poderia ser comercializado.
 
robert kalloch e norma shearer
Nos anos 30, figurinos marcantes assinados por talentosos estilistas eram objetos de desejo de milhares de mulheres, despertando identificação imediata. Enlouquecidas pelos looks das estrelas, elas iam assistir aos filmes munidas de lápis e papel para desenhar as roupas de Greta Garbo, Joan Crawford ou Marlene Dietrich. A seguir, rapidamente, acionavam costureiras e ateliês para copiá-las. Desde então, o cinema lança peças que fazem pessoas comuns se sentirem especiais. 
 
Na Era de Ouro de Hollywood, cada estúdio tinha seus próprios costureiros. Entre eles, WALTER PLUNKETT na RKO Radio Pictures, ADRIAN na Metro-Goldwyn-Mayer, TRAVIS BANTON na Paramount e ORRY-KELLY na Warner Bros. Usava-se materiais luxuosos (lantejoulas, peles, musselines etc.), valorizando a anatomia das estrelas, desde decotes cavados a transparências. Em 1948, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, responsável pelo Oscar, criou a categoria de Melhor Figurino. A premiação valorizou um ofício que representa estética e beleza. Os figurinistas sempre foram mestres na arte de camuflar imperfeições ou realçar atributos. Responsável pelo charme extravagante e misterioso da diva Marlene Dietrich, TRAVIS BANTON surpreendeu ao vesti-la com um conjunto de casaco - com ombros largos e ombreiras - e calça, num misto masculino-feminino, em um período de reinado absoluto dos vestidos. Para sua obra mais conhecida, “...E o Vento Levou”, WALTER PLUNKETT viajou um ano pelo sul dos Estados Unidos colhendo informações e visitando lojas, brechós e bazares.
 
bette davis e orry-kelly
Quem não se lembra da calça jeans surrada e da jaqueta vermelha de James Dean em “Juventude Transviada / Rebel Without a Cause” (1955)? Conquistou muitos jovens e até hoje simboliza rebeldia e liberdade. E o vestido branco decotado de Marilyn Monroe em “O Pecado Mora ao Lado / The Seven Year Itch”? Tornou-se um ícone do cinema. Eternizado na cena em que é levantado pela corrente de ar do metrô, foi leiloado em 2011 por US$ 5,6 milhões. Confeccionada em chiffon, WILLIAM TRAVILLA é apontado como o responsável pela criação, mas o livro “Hollywood Costume: Glamour! Glitter! Romance!” diz que ele comprou o vestido pronto. Uma das mais emblemáticas figurinistas da Meca do cinema, EDITH HEAD, teve 35 indicações ao Oscar e ganhou 8 estatuetas de Melhor Figurino. Ela inventou os sarongues de Dorothy Lamour em “A Princesa da Selva / The Jungle Princess”, de 1936. Também criou o inesquecível vestido tomara que caia usado por Elisabeth Taylor em “Um Lugar ao Sol” e copiado em todo o mundo.

Em 1931, o modelo de ADRIAN, de ombros fartos e cintura estreita, feito de organza e em cor branca, para a Joan Crawford de “Redimida / Possessed” (1931), vendeu mais de 50 mil réplicas na Macy’s. Desenhado por JEAN LOUIS, o sensual longo de cetim negro de Rita Hayworth em “Gilda” (1946) também foi um sucesso. Nos anos seguintes, o visual sofisticado de Grace Kelly marcou a moda. A elegância da futura princesa, com saias amplas, cintura marcada, colar de pérolas e bolsa Hermés, enfeitiçou o público. Em 1961, o glamour sóbrio de Audrey Hepburn, vestida no tubinho preto básico de HUBERT de GIVENCHY em “Bonequinha de Luxo / Breakfast at Tiffany’s” tornou-se um look famoso.
 
                                                27 FIGURINISTAS do CINEMA

ADRIAN
(1903 – 1959. Naugatuck, Connecticut / EUA)

Número de Filmes: 267
Tempo de Serviço: 1923 a 1952

Cinco filmes:
“Grande Hotel / Grand Hotel” (1932)
“A Viúva Alegre / The Merry Widow” (1934)
“A Dama das Camélias / Camille” (1936)
“Núpcias do Escândalo / The Philadelphia Story” (1940)
“Acordes do Coração / Humoresque” (1946)
 
ANNA HILL JOHNSTONE
(1913 – 1992. Greenville, South Carolina / EUA)

Número de Filmes: 52
Tempo de Serviço: 1955 a 1989

Cinco filmes:
“Vidas Amargas / East of Eden” (1955)
“Clamor do Sexo / Splendor in the Grass” (1961)
“O Poderoso Chefão / The Godfather” (1972)
“O Último Magnata / The Last Tycoon” (1976)
“Na Época do Ragtime / Ragtime” (1981)
 
BILL THOMAS
(1921 – 2000. Chicago, Illinois / EUA)

Número de Filmes: 165
Tempo de Serviço: 1943 a 1985

Cinco filmes:
“Tudo Que o Céu Permite / All That Heaven Allows” (1955)
“Imitação da Vida / Imitation of Life” (1959)
“Spartacus / Idem” (1960)
Oscar de Melhor Figurino
“A Nau dos Insensatos / Ship of Fools” (1965)
“À Procura do Destino / Inside Daisy Clover” (1965)
 
CECIL BEATON
(1904 – 1980. Londres, Inglaterra / Reino Unido)


Número de Filmes: 12
Tempo de Serviço: 1941 a 1964

Cinco filmes:
“Anna Karenina / Idem” (1948)
“Gigi / Idem” (1958) - Oscar de Melhor Figurino
“O Dilema do Médico / The Doctor's Dilemma” (1958)
“Minha Bela Dama / My Fair Lady” (1964) - Oscar de Melhor Figurino
“Num Dia Claro de Verão / On a Clear Day You Can See Forever” (1970)
 
DANILO DONATI
(1926 – 2001. Luzzara, Emilia-Romagna / Itália)

Número de Filmes: 56
Tempo de Serviço: 1958 a 2002

Cinco filmes:
“A Megera Domada / The Taming of the Shrew” (1967)
“Édipo Rei / Edipo Re” (1967)
“Romeu e Julieta / Romeo and Juliet” (1968) – Oscar de Melhor Figurino
“Amarcord / Idem” (1974)
“Casanova de Fellini / Il Casanova di Fellini” (1976) – Oscar de Melhor Figurino
 
DOROTHY JEAKINS
(1914 – 1995. San Diego, Califórnia / EUA)

Número de Filmes: 59
Tempo de Serviço: 1948 a 1987

Cinco filmes:
“Joana D`Arc / Joan of Arc” (1948) – Oscar de Melhor Figurino
“Sansão e Dalila / Samson and Delilah” (1949) – Oscar de Melhor Figurino
“A Noite de Iguana / The Night of the Iguana” (1964) – Oscar de Melhor Figurino
“Nosso Amor de Ontem / The Way We Were” (1973)
“Os Vivos e os Mortos / The Dead” (1987)
 
EDITH HEAD
(1897 – 1981. San Bernardino, Califórnia / EUA)

Número de Filmes: 436
Tempo de Serviço: 1925 a 1982

Cinco filmes:
“A Malvada / All About Eve” (1950) - Oscar de Melhor Figurino
“Um Lugar ao Sol / A Place in the Sun” (1951) - Oscar de Melhor Figurino
“A Princesa e o Plebeu / Roman Holiday” (1953) - Oscar de Melhor Figurino
“Sabrina / Idem” (1954) - Oscar de Melhor Figurino
“Ladrão de Casaca / To Catch a Thief” (1955)
 
ELIZABETH HAFFENDEN
(1906 – 1976. Croydon, Surrey, Inglaterra / Reino Unido)

Número de Filmes: 59
Tempo de Serviço: 1934 a 1975

Cinco filmes:
“Mulher Diabólica / The Wicked Lady” (1945)
“O Belo Brummell / Beau Brummell” (1954)
“A Encruzilhada dos Destinos / Bhowani Junction” (1956)
“Ben-Hur / Idem” (1959) – Oscar de Melhor Figurino
“O Homem Que Não Vendeu Sua Alma / A Man for All Seasons” (1966) 
– Oscar de Melhor Figurino
 
GEORGES ANNENKOV
(1889 – 1974. Petropavlovsk, Akmolinsk Oblast / Russian Empire)

Número de Filmes: 45
Tempo de Serviço: 1926  1965

Cinco filmes:
“A Duquesa de Langeais / La Duchesse de Langeais” (1942)
“Conflitos de Amor / La Ronde” (1950)
“O Prazer / Le Plaisir” (1952)
“Desejos Proibidos / Madame de...” (1953)
“Lola Montès / Idem” (1955)
 
HELEN ROSE
(1904 – 1985. Chicago, Illinois / EUA)

Número de Filmes: 119
Tempo de Serviço: 1943 a 1968

Cinco filmes:
“Assim Estava Escrito / The Bad and the Beautiful” (1952) - Oscar de Melhor Figurino
“A Última Vez Que Vi Paris / The Last Time I saw Paris” (1954)
“Eu Chorarei Amanhã / I’ll Cry Tomorrow” (1955) - Oscar de Melhor Figurino
“Alta Sociedade / High Society” (1956)
“Gata em Teto de Zinco Quente / Cat on a Hot Tin Roof” (1958)
 
IRENE SHARAFF
(1910 – 1993. Boston, Massachusetts / EUA)

Número de Filmes: 25
Tempo de Serviço: 1944 a 1981

Cinco filmes:
“Sinfonia em Paris / Na American in Paris” (1951) - Oscar de Melhor Figurino
“O Rei e Eu / The King and I” (1956) - Oscar de Melhor Figurino
“Amor, Sublime Amor / West Side Story” (1961) - Oscar de Melhor Figurino
 “Cleópatra / Idem” (1963) - Oscar de Melhor Figurino
“Quem Tem Medo de Virgínia Woolf? / Who’s Afraid of a Virginia Woolf?” (1966) 
- Oscar de Melhor Figurino
 
MARCEL ESCOFFIER
(1910 – 2001. Monte Carlo / Mônaco)

Número de Filmes: 51
Tempo de Serviço: 1939 a 1979

Cinco filmes:
“A Bela e a Fera / La Belle et la Bête” (1946)
“Entre o Amor e Trono / Ruy Blas” (1948)
“Águia de Duas Cabeças / L'aigle à Deux Têtes” (1948)
“Sedução da Carne / Senso” (1954)
“Lola Montès / Idem” (1955)
 
MARGARET FURSE
(1911 – 1974. Inglaterra / Reino Unido)

Número de Filmes: 32
Tempo de Serviço:1948 a 1975

Cinco filmes:
“Henrique V / Idem” (1944)
“Becket, o Favorito do Rei / Beckett” (1964)
“Leão no Inverno / The Lion in Winter” (1968)
“Ana dos Mil Dias / Anne of the Thousand Days” (1969) – Oscar de Melhor Figurino
“Mary Stuart, Rainha da Escócia / Mary, Queen of Scots” (1971)
 
MARIA de MATTEIS
(1898 – 1988, Florença, Toscana / Itália)
 
Número de Filmes: 90
Tempo de Serviço: 1939 a 1985

Cinco filmes:
“A Carruagem de Ouro / Le Carrosse d'or” (1952)
“Othello / Idem” (1952)
“Terra Cruel / This Angry Age” (1957)
“Tempestade / La Tempesta” (1958)
“Waterloo / Idem” (1970)
 
MILO ANDERSON
(1910 – 1984. Illinois / EUA)

Número de Filmes: 171
Tempo de Serviço: 1932 a 1956

Cinco filmes:
“As Aventuras de Robin Hood / The Adventures of Robin Hood” (1938) 
“Uma Aventura na Martinica / To Have and Have Not” (1944)
“Almas em Suplício / Mildred Pierce” (1945)
“Belinda / Idem” (1948)
“Vontade Indômita / The Fountainhead” (1949)
 
JEAN LOUIS
(1907 – 1997. Paris / França)

Número de Filmes: 175
Tempo de Serviço: 1944 a1974

Cinco filmes:
“Gilda / Idem” (1946)
“A Um Passo da Eternidade / From Here to Eternity” (1953)
“Férias de Amor / Picnic” (1955)
“O Cadilac de Ouro / The Solis Gold Cadillac” (1956) - Oscar de Melhor Figurino
“Imitação da Vida / Imitation of Life” (1959)
 
OMAR KIAM
(1894 – 1954. Monterrey, Nuevo Leon / México)

Número de Filmes: 31
Tempo de Serviço: 1934 a 1939

Cinco filmes:
“Os Miseráveis / Les Misérables” (1935)
“Nasce Uma Estrela / A Star Is Born” (1937)
“Argélia / Algiers” (1938)
“As Aventuras de Marco Polo / The Adventures of Marco Polo” (1938)
“O Morro dos Ventos Uivantes / Wuthering Heights” (1939)
 
ORRY-KELLY
(1897 – 1964. Kiama, New South Wales / Austrália)

Número de Filmes: 298
Tempo de Serviço: 1930 a 1963

Cinco filmes:
“A Estranha Passageira / Now, Voyager” (1942)
“Casablanca / Idem” (1943)
“Sinfonia em Paris / Na American in Paris” (1951) - Oscar de Melhor Figurino
“Les Girls / Idem” (1957) - Oscar de Melhor Figurino
“Quanto Mais Quente Melhor / Some Like It Hot” (1959) - Oscar de Melhor Figurino
 
PHYLLIS DALTON
(1925. Londres, Inglaterra / Reino Unido)

Número de Filmes: 39
Tempo de Serviço: 1951 a 1993

Cinco filmes:
“Lawrence da Arábia / Lawrence of Arabia” (1962)
“Doutor Jivago / Doctor Zhivago” (1965) – Oscar de Melhor Figurino
“Oliver! / Idem” (1968)
“O Assalariado / The Hireling” (1973)
“Henrique V / Henry V” (1989) – Oscar de Melhor Figurino
 
PIERO GHERARDI
(1909 – 1971. Poppi, Toscana / Itália)

Número de Filmes: 43
Tempo de Serviço: 1948 a 1971

Cinco filmes:
“Noites de Cabíria / Le Notti di Cabiria” (1957)
“A Doce Vida / La Doce Vita” (1959) – Oscar de Melhor Figurino
“A Grande Guerra / La Grande Guerra” (1959)
“Fellini Oito e Meio / 8½” (1963) – Oscar de Melhor Figurino
“Julieta dos Espíritos / Giulietta degli Spiriti” (1965)
 
PIERO TOSI
(1927 – 2019. Sesto Fiorentino, Toscana / Itália)

Número de Filmes: 65
Tempo de Serviço: 1951 a 2004

Cinco filmes:
“Sedução da Carne / Senso” (1954)
“O Leopardo / Il Gattopardo” (1963)
“Medéia, a Feiticeira do Amor / Medea” (1969)
“Morte em Veneza / Morte a Venezia” (1971)
“Ludwig, a Paixão de um Rei / Ludwig” (1972)
 
RENÉ HUBERT
(1895 – 1976. Frauenfeld / Suíça)

Número de Filmes: 127
Tempo de Serviço: 1925 a 1964

Cinco filmes:
“As Deliciosas Mentiras de Nina Petrowna / Die Wunderbare Lüge der Nina Petrowna” (1929)
“Lady Hamilton, a Divina Dama / That Hamilton Woman” (1941)
“O Diabo Disse Não / Heaven Can Wait” (1943)
“Entre o Amor e o Pecado / Forever Amber” (1947)
“Anastásia, a Princesa Esquecida / Anastasia” (1956)
 
ROBERT KALLOCH
(1893 – 1947. Nova York / EUA)

Número de Filmes: 152
Tempo de Serviço: 1932 a 1947

Cinco filmes:
“Cupido é Moleque Teimoso / The Awful Truth” (1937)
“A Mulher Faz o Homem / Mr. Smith Goes to Washington” (1939)
“Jejum de Amor / His Girl Friday” (1940)
“Estrada Proibida / Johnny Eager” (1941)
“Rosa de Esperança / Mrs. Miniver” (1942)
 
ROSINE DELAMARE
(1911 – 2013. Colombes, Seine / França)

Número de Filmes: 115
Tempo de Serviço: 1938 a 1984

Cinco filmes:
“Esta Noite é Minha / Les Belles de Nuit” (1952)
“Essas Mulheres / Adorables Créatures” (1952)
“O Vermelho e o Negro / Le Rouge et le Noir” (1954)
“O Homem que Vendeu a Alma / Marguerite de la nuit” (1955)
“Maxime / Idem” (1958)
 
TRAVIS BANTON
(1894 – 1958. Waco, Texas / EUA)

Número de Filmes: 258
Tempo de Serviço: 1925 a 1951

Cinco filmes:
“O Expresso de Shanghai / Shanghai Express” (1932)
“Cleópatra / Idem” (1934)
“Sangue e Areia / Blood and Sand” (1941)
“À Noite Sonhamos / A Song to Remember” (1945)
“Carta de Uma Desconhecida / Letter From na Unknown Woman” (1948)
 
VITTORIO NINO NOVARESE
(1907 – 1983. Roma, Lazio / Itália)

Número de Filmes: 63
Tempo de Serviço: 1933 a 1981

Cinco filmes:
“O Favorito dos Bórgias / Prince of Foxes” (1949)
“Messalina / Idem” (1951)
“Cleópatra / Idem” (1963) – Oscar de Melhor Figurino
“A Maior História de Todos os Tempos / The Greatest Story Ever Told” (1965)
“Cromwell, o Chanceler de Ferro / Cromwell” (1970) – Oscar de Melhor Figurino
 
WALTER PLUNKETT
(1902 – 1982. Oakland, Califórnia / EUA)

Número de Filmes: 268
Tempo de Serviço: 1926 a 1966

Cinco filmes:
“Quatro Irmãs / Little Women” (1933)
“...E o Vento Levou / Gone with the Wind” (1939)
“Os Três Mosqueteiros / The Three Musketeers” (1948)
“Madame Bovary / Idem” (1949)
“Sinfonia em Paris / An American in Paris” (1951) - Oscar de Melhor Figurino

DEZ FIGURINOS FAMOSOS do CINEMA
 
AUDREY HEPBURN
veste Hubert de Givenchy em “Bonequinha de Luxo” (1961)

AVA GARDNER
veste Fontana em “A Condessa Descalça” (1954)

ELIZABETH TAYLOR
veste Edith Head em “Um Lugar ao Sol” (1951)

ELIZABETH TAYLOR
veste Helen Rose em “Gata em Teto de Zinco Quente” (1958)

GRACE KELLY
veste Edith Head em “Ladrão de Casaca” (1955)

GRETA GARBO
veste Adrian em “Mata Hari” (1931)

JOAN CRAWFORD
veste Adrian em “Redimida” (1932)

MARILYN MONROE
veste Travilla em “O Pecado Mora ao Lado” (1955)

MARLENE DIETRICH
veste Travis Banton em “Marrocos” (1930)

RITA HAYWORTH
veste Jean Louis em “Gilda” (1946)

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norma shearer veste adrian em “quando uma mulher quer / riptide” (1934)