setembro 15, 2019

**************** O BELO COWBOY JOEL McCREA




Gosto de comédias, 
mas à medida que envelheci 
preferi fazer westerns. 
É muito mais confortável. 
Eu me sinto em perfeita harmonia 
ao montar um cavalo, 
usando um chapéu e um par de botas.

Não acredito em anti-heróis. 
‘Duke’ Wayne interpretou um cara malvado, 
mas nunca um anti-herói.
JOEL McCREA

Apelido: McFee
Altura: 1,90 cm
Cabelos: castanho claro
Olhos: azuis


Astro amável e modesto, recusou filmes importantes por achar que não era bom o suficiente para o papel, entre eles o clássico noir “O Destino Bate à sua Porta / The Postman Always Rings Twice” (1946) e o excelente drama anti-racista “O Mundo não Perdoa / Intruder in the Dust” (1949), de Clarence Brown, adaptado do romance de William Faulkner. Incrivelmente sensual, JOEL McCREA (1905 - 1990. Soth Pasadena / Califórnia, EUA) não se considerava sexy, preferindo enfatizar nas telas a imagem de um cidadão pacato e honrado. Na sua época, os homens não deveriam ser objetos sexuais. No entanto, a carga erótica em seus filmes iniciais e intermediários é evidente. Neles, o ator grandalhão se revela completamente natural e, às vezes, tímido. Transmite um tipo de apelo sexual que se baseia na confiança. 
 
Muito alto, ombros largos, cabelos rebeldes, olhos azuis gelados que se mexiam desconfiados. Um nariz grande, rosto cheio. De perfil, um deus da Califórnia bronzeado. Movia-se um pouco delicadamente, discreto, com elegância. Considerava-se um verdadeiro cowboy e desde jovem sonhava em comprar uma fazenda. As mulheres eram loucas por ele. As estrelas faziam questão de tê-lo como co-protagonista. Constance Bennett o colocou em quatro de seus filmes. Miriam Hopkins, igualmente apaixonada, fez cinco filmes ao seu lado. Barbara Stanwyck co-estrelou com ele seis vezes. Katharine Hepburn achava que JOEL McCREA teria um futuro de prestígio como ator. No entanto, preferiu ser cowboy nas telas e fazendeiro na vida real. Mas tem excelente filmografia e contracenou com grandes estrelas: de Claudette Colbert a Loretta Young.

Em uma entrevista reveladora do livro de John Kobal, “People Will Talk”, JOEL MCCREA deixa óbvio que parte do motivo pelo qual foi trabalhar no cinema era a chance de fazer sexo com mulheres bonitas. Segundo ele, relacionou-se sexualmente com praticamente todas as suas primeiras protagonistas, antes de se casar com a morena Frances Dee em 1933. Eles se conheceram durante as filmagens do melodrama “Amor de Mãe / The Silver Cord” (1933), de John Cromwell. O casamento durou 57 anos, até a morte dele. São pais do ator Jody McCrea e de mais dois filhos: David e Peter. Apaixonado pelo campo, JOEL McCREA cuidava dos próprios cavalos e se tornou um admirado fazendeiro. Investiu sabiamente em gado e imóveis, ficando milionário. Muito respeitado como cavaleiro, era considerado um dos melhores dos filmes de western, juntamente com Ben Johnson, que foi cowboy antes de ser ator.
 
mccrea e frances dee
Começou como dublê em cenas com cavalos no final da década de 1920. Fez pequenas participações em filmes mudos e teve seu primeiro papel de destaque em “Dinamite / Dynamite” (1929), de Cecil B. De Mille. Contratado pela Metro-Goldwyn-Mayer e depois pela RKO Radio Pictures, atuou em vários filmes para o poderoso produtor independente Samuel Goldwyn. Inicialmente foi galã em comédias românticas e herói de filmes de aventuras, mas terminaria como uma das maiores estrelas dos westerns. Ele nasceu e foi criado nos arredores de Hollywood e, ainda garoto, ficou interessado nos filmes que estavam sendo produzidos por perto. Estudou atuação, teve alguma experiência de palco, trabalhou como figurante e se formou na Universidade do Sul da Califórnia em 1928.

Desde o início, JOEL McCREA desejava se especializar em westerns, mas vários anos se passaram antes que pudesse convencer os chefes de estúdio a incluí-lo num deles. Finalmente brilhou nos westerns “Uma Nação em Marcha / Wells Fargo” (1937) e “Aliança de Aço” (1939), provando ser bem-sucedido nesse gênero. A partir do final dos anos quarenta, só fazia western e era imensamente popular. Muitos deles ainda são bastante vistos hoje em dia. Alguns acreditam que, começando com “Suprema Decisão / The Virginian” (1946), o ator apareceu em western até o final de sua carreira, mas há uma exceção: “Rough Shoot” (1953), um thriller que se passa na Inglaterra. Um ano antes ele formou a Four Stars e produziu séries de televisão.
 
Um dos mais ativos mocinhos do cinema, JOEL MCCREA criou uma imagem de homem bom, digno e invariavelmente ao lado da lei. Um dos seus trabalhos favoritos era o western “O Testamento de Deus” (1950). Em 1959 ele resolveu se aposentar e se retirou para o seu rancho. Parecia ter dado adeus ao cinema, mas retornaria em 1962, no cult “Pistoleiros do Entardecer”, ao lado de outro semi-aposentado, Randolph Scott. Ele deveria interpretar o personagem (Gil Westrum) sem escrúpulos e Scott o xerife correto (Steve Judd). No entanto, trocaram de papéis. É um filme magistral, um western elegíaco sobre a velhice, o bem e o mal. Com cabelos brancos e olhos azuis de aço, o senso de honra do personagem de JOEL McCREA é formidável. Nos anos seguintes, fez aparições cinematográficas, mas se contentava em viver como fazendeiro. Politicamente era um republicano conservador. Ele morreu no dia do seu 57º aniversário de casamento. Aos 84 anos.

dolores del rio e mccrea em “ave do paraíso”

18 FIlMES de JOEL McCREA
(por ordem de preferência)

01
CORRESPONDE ESTRANGEIRO
(Foreign Correspondent, 1940)

direção de Alfred Hitchcock
elenco: Laraine Day, Herbert Marshall, George Sanders
e Edmund Gwenn

02
CONTRASTES HUMANOS
(Sullivan's Travels, 1941)

direção de Preston Sturges
elenco: Veronica Lake

03
ORIGINAL PECADO
(The More the Merrier, 1943)

direção de George Stevens
elenco: Jean Arthur e Charles Coburn

04
MULHER de VERDADE
(The Palm Beach Story, 1942)

direção de Preston Sturges
elenco: Claudette Colbert Mary Astor e Rudy Vallee

05
BECO SEM SAÍDA
(Dead End, 1937)

direção de William Wyler
elenco: Sylvia Sidney, Humphrey Bogart, Claire Trevor
 e Marjorie Main

06
ALIANÇA de AÇO
 (Union Pacific, 1939)

direção de Cecil B. DeMille
            elenco: Barbara Stanwyck, Akim Tamiroff, Robert Preston,
Brian Donlevy e Anthony Quinn

07
MUNDOS ÍNTIMOS
(Private Worlds, 1935)

direção de Gregory La Cava
elenco: Claudette Colbert, Charles Boyer e Joan Bennett

08
INFÂMIA
(These Three, 1936)

direção de William Wyler
elenco: Miriam Hopkins, Merle Oberon e Walter Brennan

09
AVE do PARAÍSO
(Bird of Paradise, 1932)

direção de King Vidor
elenco: Dolores del Rio e John Halliday

10
BUFFALO BILL
(Idem, 1944)

direção de William A. Wellman
elenco: Maureen O'Hara, Linda Darnell, Thomas Mitchell,
Edgar Buchanan e Anthony Quinn

11
Um ROMANCE no MISSISSIPI
(Banjo on My Knee, 1936)

direção de John Cromwell
           elenco: Barbara Stanwyck, Walter Brennan e Helen Westley

12
ZAROFF, o CAÇADOR de VIDAS
(The Most Dangerous Game, 1932)

direção de Irving Pichel e Ernest B. Schoedsack
elenco: Fay Wray, Robert Armstrong e Leslie Banks

13
DUAS ALMAS se ENCONTRAM
(Barbary Coast, 1935)

direção de Howard Hawks e William Wyler
elenco: Miriam Hopkins, Edward G. Robinson, Walter Brennan
e Brian Donlevy

14
MEU FILHO é meu RIVAL
(Come and Get It, 1936)

direção de Howard Hawks e William Wyler
elenco: Edward Arnold, Frances Farmer, Walter Brennan
 e Andrea Leeds

15
PISTOLEIROS do ENTARDECER
(Ride the High Country, 1962)

direção de Sam Peckinpah
elenco: Randolph Scott, Mariette Hartley e Edgar Buchanan         

16
O TESTAMENTO de DEUS
(Stars in My Crown, 1950)

direção de Jacques Tourneur
elenco: Ellen Drew e Dean Stockwell, Alan Hale,
Lewis Stone e Ed Begley

17
QUERO SER FELIZ
(Primrose Path, 1940)

direção de Gregory La Cava
elenco: Ginger Rogers

18
GOLPE de MISERICÓRDIA
(Colorado Territory, 1949)

direção de Raoul Walsh
elenco: Virginia Mayo e Dorothy Malone

GALERIA de FOTOS

 
 

agosto 28, 2019

************** GARY COOPER, a FACE do HERÓI


  
 
Apelidos: Coop, Cowboy Cooper, A Mula de Montana e Studs
Altura: 1,92 m
Cor dos Olhos: azuis
Cor do cabelo: castanho                                           


Ele é um dos mais caros símbolos da história do cinema. Alto, másculo, de poucas palavras e muita ação, de integridade moral irrepreensível. O legendário GARY COOPER (1901 - 1961. Helena, Montana / EUA) foi quase sempre o mocinho em seus 35 anos de carreira. À vontade em comédis sofisticadas, aventuras, faroestes e em drama de Ernest Hemingway, passava os sentimentos dos personagens, mas era sempre ele mesmo na pele de outros. Sua ascensão foi muito rápida. Com cinco anos de intenso trabalho, alcançou o estrelato. Ganhou três Oscar, o primeiro por “Sargento York” (1941), a seguir “Matar ou Morrer” (1952), e em 1960, um Oscar especial, pelo conjunto da obra. Apesar do seu norte-americanismo, era filho de ingleses e estudou alguns anos em Londres. 
 
Cresceu numa fazenda e formou-se em agronomia. Aos 23 anos mudou para Los Angeles, tentando a sorte como caricaturista de jornais e revistas. Acabou como figurante de filmes e foi descoberto pelo diretor Henry King para o mudo “Beijo Ardente / The Winning of Barbara Worth” (1926), ao lado de Ronald Colman e Vilma Banky. Dois anos depois, era protagonista absoluto. Em 1928, as revistas de cinema chamavam GARY COOPER de “o grande sujeito”. No cinema falado, estourou como ator de primeira grandeza ao contracenar com a diva Marlene Dietrich em “Marrocos / Morocco” (1930). Em 1933, ganhava seis mil dólares por semana. Entre 1936 e 1957 esteve dez vezes na lista dos atores de maior sucesso de bilheteria. Foi o primeiro em 1953 e o segundo em 1944 e 1952. Manteve o status de grande estrela e o carisma até morrer.
 
No fim dos anos 30, era o ator mais bem pago do mundo. Seu desempenho em “Adeus às Armas / A Farewell to Arms” (1932), impressionou tanto Ernest Hemingway que insistiu para que fizesse “Por Quem os Sinos Dobram”, onze anos depois. Os dois foram amigos por 20 anos. GARY COOPER fez mais de 100 filmes. Recusou protagonizar “No Tempo das Diligências / Stagecoach” (1939), E o Vento Levou / Gone with the Wind” (1939), “Correspondente Estrangeiro / Foreign Correspondent” (1940) e “Rio Vermelho / Red River” (1948). “Recusei alguns roteiros porque estavam cheios de ideias comunistas”, disse. Era um atuante republicano conservador.

Sua vida particular foi marcada inicialmente por um romance tempestuoso com uma das maiores estrelas da época do cinema mudo, Clara Bow. A moça era sexualmente insaciável. Muitas vezes, depois de uma noitada de amor, pegava seu conversível, assim que ele saia, para procurar outros amantes. Resultava em terríveis cenas de ciúme. O casamento foi anunciado diversas vezes na imprensa, mas nunca se realizou. Cansado de ser traído, rompeu o romance e se envolveu com a temperamental mexicana Lupe Velez, apelidada “A Gata Selvagem de Hollywood”. O caso durou dois anos, marcado por diversos escândalos. Certa vez, no badalado café Madame Helen, enciumada, a explosiva atriz mordeu furiosamente a orelha do namorado e gritou várias vezes: “I love you, Gary”. Seu estúdio, Paramount Pictures, não via o romance com bons olhos, tampouco a dominadora mãe do astro. Pressionado, ele findou a relação. 
 
mae west e gary cooper nos anos 30
O ator se casou em 1933 com a rica e sofisticada Veronica (apelidada Rocky) Balfe, sobrinha do cenógrafo Cedric Gibbons. Tinha 33 anos, ela 20.  Tiveram uma filha, Maria. Casado, envolveu-se com Ingrid Bergman e, mais adiante, com Patricia Neal, durante as filmagens de “Vontade Indômita / The Fountainhead”, em 1949. Eles se apaixonaram perdidamente. Foi a última história de amor na sua vida. Rocky, católica, jamais concordou com o divórcio. A sociedade hollywoodiana era abertamente contra os amantes. Ele abandonou a esposa, mas Patricia pulou fora quando teve certeza de que não haveria casamento, voltando para os palcos da Broadway. Numa Hollywood recheada de escândalos, o casamento ainda era uma instituição absolutamente intocável.

Em 1934, GARY COOPER firmou contrato de cinco anos com a Paramount. Ele interpretou personagens reais de todos os tipos: Wild Bill Hickok, Marco Polo, Sargento Alvin C. York, Lou Gehrig, Dr. Corydon M. Wassell e General Billy Mitchell. Com isso, aumentou a popularidade. Em 1936, Frank Capra fez questão de trabalhar com ele. Fiu um encontro histórico, com “O Galante Mr. Deeds” o ator ganhou a primeira indicação ao Oscar e virou símbolo nacional da honestidade, do idealismo e da integridade. 
 
gary, joan fontaine, mary astor
e donald crisp em 1942,
na cerimônia do oscar
No final de 1939, quando expirou seu contrato, preferiu não renová-lo e trabalhar por conta própria. Em 1944 fundou sua própria produtora, a International Pictures, que teria vida curta. Produziu apenas nove filmes, dois estrelados por GARY COOPER, “Casanova Júnior / Casanova Brown” (1944) e “Tudo por Uma Mulher / Along Came Jones” (1945). Em 1946, vendeu a International para a Universal, surgindo a Universal-International. No ano seguinte assinou contrato com a Warner Bros. para seis filmes.

Mulherengo, além de Clara Bow, Ingrid Bergman e Patricia Neal, teve como amantes Evelyn Brent, Marlene Dietrich, Carole Lombard e Grace Kelly. Dizem que apreciava rapazes afeminados. O célebre fotógrafo /cenógrafo Sir Cecil Beaton afirmou ter tido um caso com ele. Nos anos 50, GARY COOPER era um homem solitário e envelhecido. Teve histórias amorosas passageiras, mas se sentia cansado, embora não parasse de filmar. Ele não esteve presente para receber seu Oscar em 1953, sendo representado por John Wayne. Passou 18 meses fora de Hollywood. Durante esse tempo filmou no Havaí, México e França, fazendo “A Volta ao Paraíso / Return to Paradise” (1953), “Sangue da Terra / Blowing Wild” (1953), “Jardim do Pecado / Garden of Evil” (1954) e “Vera Cruz” (1954). Mais uma vez fundou uma produtora, a Baroda Productions, em 1958, realizando “A Árvore dos Enforcados / The Hanging Tree” (1959), “Heróis de Barro / They Came to Cordura” (1959) e “O Navio Condenado / The Wreck ofthe Mary Deare” (1959).
 
patricia neal e gary
Terminada as filmagens de “Heróis de Barro”, foi hospitalizado e operado, mas um câncer havia se alastrado por todo o corpo. O último filme, “A Tortura da Suspeita / The Naked Edge”, rodado na Inglaterra em 1960, com a sublime Deborah Kerr, foi lançado postumamente. Sabendo que o ator estava morrendo, a Academia lhe conferiu um Oscar especial em 1960, recebido por seu amigo James Stewart, que discursou com voz trêmula e lágrimas nos olhos. Dois dias depois, seu agente tornou pública a notícia da doença fatal. O público, tomado de surpresa, mandou milhares de cartas. No meio da correspondência, mensagens do presidente John Kennedy, da rainha Elizabeth II, do papa João XXIII, de Pablo Picasso, Ernest Hemingway e do ex-presidente Dwight D. Eisenhower. Sua morte foi comentada em todo o mundo. A imprensa gastou muita tinta em elogios a sua impecável trajetória cinematográfica. É um astro para não esquecer.

Os carregadores do caixão no enterro eram os amigos mais íntimos de GARY COOPER: James Stewart, Henry Hathaway, Jack Benny, William Goetz, Jerry Wald e Charles Feldman. Rocky e Maria caminharam atrás, ao lado da mãe de Cooper, de 87 anos de idade. Entre os presentes, Norma Shearer, Walter Pidgeon, Mary Pickford, Marlene Dietrich, Randolph Scott, Joel McCrea, Frank Sinatra, Burt Lancaster, John Wayne, Rosalind Russell, Myrna Loy, Fay Wray, Joan Crawford, Fred Astaire, Judy Garland, Bob Hope e Karl Malden. O silêncio sepucral, nenhum fã invadiu os limites traçados pela segurança para pedir autógrafos a quem quer que seja. Era a despedida de um mito.

gary em “almas ao mar” (1937)

15 FILMES de GARY COOPER
(por ordem de preferência)

01
ADORÁVEL VAGABUNDO
(Meet John Doe, 1941)

direção de Frank Capra
elenco: Barbara Stanwyck, Edward Arnold, Walter Brennan,
Spring Byington e Rod La Rocque

02
BOLA de FOGO
(Ball of Fire, 1942)

direção de Howard Hawks
elenco: Barbara Stanwyck, Oskar Homolka e Dana Andrews

03
SARGENTO YORK
(Sergeant York, 1941)

direção de Howard Hawks
elenco: Walter Brennan, Joan Leslie e Ward Bond

Oscar de Melhor Ator
Melhor Ator do Círculo dos Críticos de Cinema de Nova Iorque
Melhor Ator do National Board of Review

04
A OITAVA ESPOSA do BARBA AZUL
(Bluebeard's Eighth Wife, 1938)

direção de Ernst Lubitsch
elenco: Claudette Colbert, Edward Everett Horton e David Niven

05
O GALANTE MR. DEEDS
(Mr. Deeds Goes to Town, 1936)

direção de Frank Capra
elenco: Jean Arthur e George Bancroft

06
O HOMEM do OESTE
(Man of the West, 1958)

direção de Anthony Mann
elenco: Julie London, Lee J. Cobb e Arthur O'Connell

07
POR QUEM os SINOS DOBRAM
(For Whom the Bell Tolls, 1943)

direção de Sam Wood
elenco: Ingrid Bergman, Akim Tamiroff e Katina Paxinou

08
MATAR ou MORRER
(High Noon, 1952)

direção de Fred Zinnemann
elenco: Thomas Mitchell, Lloyd Bridges, Katy Jurado
e Grace Kelly

Oscar de Melhor Ator
Globo de Ouro de Melhor Ator-Drama

09
SUBLIME TENTAÇÃO
(Friendly Persuasion, 1956)

direção de William Wyler
elenco: Dorothy McGuire, Anthony Perkins e Marjorie Main

10
ÍDOLO, AMANTE e HERÓI
(The Pride of the Yankees, 1942)

direção de Sam Wood
elenco: Teresa Wright, Walter Brennan e Dan Duryea

11
BEAU GESTE
(Idem, 1939)

direção de William A. Wellman
elenco: Ray Milland, Robert Preston, Brian Donlevy,
Susan Hayward, J. Carrol Naish, Albert Dekker
e Broderick Crawford

12
SÓCIOS no AMOR
(Design for Living, 1933)

direção de Ernst Lubitsch
elenco: Fredric March, Miriam Hopkins, Edward Everett Horton
e Jane Darwell

13
JORNADAS HEROICAS
(The Plainsman, 1936)

direção de Cecil B. DeMille
elenco: Jean Arthur, James Ellison e Charles Bickford

14
A GALANTE AVENTUREIRO
(The Westerner, 1940)

direção de William Wyler
elenco: Walter Brennan, Doris Davenport, Chill Wills
e Dana Andrews

15
VERA CRUZ
(Idem, 1954)

direção de Robert Aldrich
elenco: Burt Lancaster, Denise Darcel, Cesar Romero,
Sara Montiel, George Macready, Jack Elam,
Ernest Borgnine e Charles Bronson

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