junho 21, 2011

************* ELVIS PRESLEY EDIÇÃO 1963


elvis presley
(Reportagem de Terry Farrow, publicada na revista “Cinelândia” em janeiro de 1963)

Acima de tudo um rapaz do interior, ELVIS PRESLEY prefere a vida simples de sua cidade no Tennessee. Quando seus compromissos o levam a Hollywood ele se instala em uma elegante mansão alugada com vitrola automática e tudo... Em Bel-Air, o subúrbio de milionários de Hollywood, ergue-se a casa que Elvis sempre ocupa quando vai à cidade do cinema rodar um filme ou gravar discos. Muito branca e moderna, a mansão lhe custa 3.000 dólares mensais e tem uma entrada imponente, estátuas de mármore e um aquário com peixes dourados. Mas Elvis lhe dá o toque especial colocando uma vitrola automática em lugar de honra. A vitrola é idêntica às que se encontram comumente nos bares norte-americanos. Pisca com luzes vermelhas, amarelas, azuis e verdes e é revestida de vidro colorido e brilhante. Dentro, o toca-discos roda os mesmos discos de 45 rpm determinados por um painel de botões na frente. ELVIS PRESLEY pode ter um Rolls Royce, dois Cadillacs e outros luxos adequados ao seu estado de milionário, mas não poderia viver sem sua humilde vitrola automática.

“A vitrola serve para recordá-lo que existe outra vida real, dura, sem artifícios” – diz Tom Diskin, secretário de seu empresário. “Em Elvis não existe nada falso, nem hoje, nem ontem, nem amanhã. E ele não dá a mínima importância ao que possam dizer as pessoas. A vitrola só toca se a gente colocar uma moeda. E quem quiser tocá-la tem de colocar a moeda. Todos os domingos, os rapazes recolhem o dinheiro da máquina e na segunda-feira pela manhã, o dinheiro é entregue ao jardineiro, para seus filhos”. Os “rapazes” na casa pertencem à “comitiva” de ELVIS PRESLEY. O astro tinha uma turma deles, chefiados pelo primo Gene Smith, quando chegou a Hollywood pela primeira vez e até hoje mantém seus “rapazes”, embora alguns rostos tenham mudado. Nos quase cinco anos em que Elvis vem sendo parte do cenário de Hollywood, sua devoção aos velhos amigos e ao seu lar de Memphis, Tennessee, aumentou sempre. Longe de “tornar-se muito Hollywood”, Elvis tenta justamente impedir que a pressão constante e o glamour envolvente da cidade alterem seu tranqüilo modo de vida.

E é por isso que ele não sai de Memphis sem os seus amigos. Eles são o seu elo com o lar, além de lhe prestarem serviços. O grupo atual, chamado em Hollywood de “Os primos de ELVIS PRESLEY” ou “A comitiva”, é chefiado pelos primos Gene e Billy Smith, que tomam conta da coleção de carros de Elvis. De Ray Sitton, que cuida do guarda-roupa. De Red West, seu “stand in”. O dever de Allan Fortes é reservar aposentos nos hotéis. Joe Esposito trata dos assuntos pessoais do cantor. Onde Elvis vai, sua comitiva o segue. Eles o acompanham aos estúdios de filmagens, de gravações, em suas apresentações pessoais e agem como guarda-costas sempre que “O Rei” é cercado por suas frenéticas fãs. Em 1962, Elvis fez dois filmes, “Talhado para Campeão/Kid Galahad” e “Garotas! Garotas! Garotas!/Girls, Girls, Girls” e atualmente trabalha em “Loiras, Morenas e Ruivas/It Happened at the World’s Fair”, uma produção dispendiosa que o tornará ainda mais popular. Entre um filme e outro, gravou três álbuns, um de cada um dos dois filmes e o terceiro, uma coletânea de sucessos: “Potluck”. O ELVIS PRESLEY de hoje é um jovem educado e muito popular, tal como vem sendo nos últimos cinco anos. Sua popularidade firme não é fruto do acaso. Seus discos e filmes são lançados a espaços regulares para mantê-lo vivo aos olhos do público, mas não tanto quanto seus fãs desejariam.


10 PERSONAGENS DE ELVIS

Clint Reno em
AMA-ME COM TERNURA/Love me Tender (1956)
de Robert D. Webb
Com Richard Egan e Debra Paget

Vince Everett em
O PRISIONEIRO DO ROCK/Jailhouse Rock (1957)
de Richard Thorpe
Com Judy Tyler

Danny Fisher em
A BALADA SANGRENTA/King Creole (1958)
de Michael Curtiz
Com Carolyn Jones, Walter Matthau e Dolores Hart

Pacer Burton em
ESTRELA DE FOGO/Flaming Star (1960)
de Don Siegel
Com Steve Forrest, Barbara Eden e Dolores Del Rio

Tulsa McLean em
SAUDADES DE UM PRACINHA/G. I. Blues (1960)
de Norman Taurog
Com Juliet Prowse

Glenn Tyler em
CORAÇÃO REBELDE/Wild in the Country (1961)
de Philip Dunne
Com Hope Lange, Tuesday Weld e John Ireland

Chad Gates em
FEITIÇO HAVAIANO/Blue Hawaii (1961)
de Norman Taurog
Com Joan Blackman e Angela Lansbury

Mike Windgren em
O SERESTEIRO DE ACAPULCO/Fun in Acapulco (1963)
de Richard Thorpe
Com Ursula Andress, Elsa Cárdenas e Paul Lukas

Charlie Rogers em
CARROSSEL DE EMOÇÕES/Roustabout (1964)
de John  Rich
Com Barbara Stanwyck e Joan Freeman

Lucky Jackson em
AMOR A TODA VELOCIDADE/
Viva Las Vegas (1964)
de George Sidney
Com Ann-Margret


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ESTRÉIA

UM GATO EM PARIS

Nos últimos anos, os cineastas franceses fizeram excelentes longas-metragens de animação, como “As Bicicletas de Beleville”  e “O Mágico”, que ganharam distribuição no Brasil. Agora, junta-se a eles o excitante “Um Gato em Paris/Une Vie de Chat” (2010), de Alain Gagnol e Jean-Loup Felicioli. Na história, o gato Dino divide o seu dia a dia entre duas casas. De dia, vive na casa de Zoé, a filha de uma policial viúva, cujo marido, também policial, morreu cumprindo o dever; à noite, acompanha as peripécias do ladrão Nico pelos tetos de Paris, ajudando-o a entrar na casa dos outros. Quando essas vidas se entrecruzam, a história toma um rumo que coloca a vida da menina em perigo, mas que ao mesmo tempo leva à solução do crime. Retratando uma Paris nostálgica, logo de início o filme demonstra, através do traço expressivo, que não estamos diante de uma animação infantil. Confirma isso quando revela características dos personagens através de sutilezas. “Um Gato em Paris”  é um filme para se deixar levar sem expectativas ao longo dos seus breves setenta minutos de duração, onde se tem a oportunidade de apreciar, literalmente, uma obra de arte visual sensível, simples e cativante em cada um dos seus preciosos minutos.

51 comentários:

ed disse...

Nada a ver com o tópico do blog. Apenas a recomendação de ver "O Capote" do Lattuada em versão restaurada e em um unico bloco no You Tube.

pinguim disse...

Nunca admirei o Elvis como actor, mas sim apenas como cantor.

Toninho Luz disse...

Obrigado eu por tua presença magnífica in persona avec blog sensacional!
Abração!!

Kley disse...

Nunca me esqueço do Elvis naquele final sublime de Estrela de Fogo. Uma cena memorável que está em meu "top grandes finais".

leandroaleixo disse...

D++!+!+! Este foi o rei!!

Andressa Vieira disse...

Pouco conheço do Elvis ator, mas sempre admirei suas músicas. Tentarei, logo que o tempo me permitir, adentrar mais nas películas elvianas.

Sobre "Um gato em Paris", tive o prazer de assistir com Cefas e sua filha, Ananda. Uma filme leve e extremamente prazeroso.

Seu blog está ótimo, como sempre!

Blog UaiMeu! disse...

Qdo eu era pequena achava o máximo aqueles filmes antigos do Elvis. Ficava fascinada com o jeito q ele dançava e nem sabia q o cara já tinha morrido!
Grande artista
Retribuindo sua visita no nosso blog!
Abraços
Renata

Blog UaiMeu! disse...

Qdo eu era pequena achava o máximo aqueles filmes antigos do Elvis. Ficava fascinada com o jeito q ele dançava e nem sabia q o cara já tinha morrido!
Grande artista
Retribuindo sua visita no nosso blog!
Abraços
Renata

siby13 disse...

Amo Elvis , e os filmes são uma boa oportunidade de tê-lo mais perto.
Considero seus filmes gostosoos de se ver , despretenciosos e cumprem o papel de divertir.
Elvis é REI , não há adjetivos suficientes para enobrecer este que sempre será uma lenda.
Parabéns pela matéria, é um prazer poder estar sempre mais perto de ELVIS.

Marcelo C,M disse...

Elvis era o rei da musica mas convenhamos, de ator não tinha nada, todos os seus filmes eram uma mera desculpa para cantar e fazer ele mesmo;

Assista sim Kung Fu Panda 2 Antonio, vale a pena.

Luiz Santiago disse...

Elvis ator não me agrada não. Já vi alguns filmes dele e... não me desceu nem um pouco. Como músico, ele foi "O" cara.

Leonardo disse...

Elvis é um dos meus grandes ídolos. Principalmente pela música, mas tambem gostei muito dos filmes que assisti dele. :D

http://www.thenerdsarecool.blogspot.com/
e
http://omundodoscinefilos.blogspot.com/

Pena disse...

Estimadop e Brilhante Amigo:
Elvis Preslley sempre foi um marco humano em várias vertentes culturais, (música, muitos chamaram-lhe o "Pai" do rock & roll) mas deixou-nos cedo.
Foi uma figura talentosa e genial na sua época.
Cometia excessos, pelo que veio a falecer ainda de curta idade.
Excelente visão da sua vida.
Parabéns. A pesquisa é excelente fruto da sua investigação apurada.
MUITO OBRIGADO pela amizade. É recíproca.
Abraço amigo ao seu talento mágico e fabuloso.
Sempre a admirá-lo

pena

É notável.
Bem-Haja, pela cultura extraordinária que tem em si.
Adorei. Parabéns sinceros.

Rato disse...

Um aspecto pertinente, que convinha talvez referir, é que o Elvis detestava fazer todos aqueles filmes em Hollywood. Ele não era parvo e tinha a perfeita consciência que não era actor coisa nenhuma. Mesmo as canções, quase sempre compostas à pressa para os filmes, não tinham a qualidade das outras.
Porque é que ele se sujeitava a tudo isso? Devido ao contrato que o prendia ao Coronel Parker, um autêntico abutre por dinheiro. Se por um lado se pode atribuir-lhe a descoberta do "King", por outro lado não existem dúvidas que ele sorveu aquela mina de ouro até ao tutano, pouco se importando com as lamentações de Presley. Apenas no final dos anos 60, pouco depois do "Comeback Special", é que o Elvis se conseguiu ver livre do pesadelo.

O Rato Cinéfilo

Luis Alfredo disse...

Prezado Antônio,
Agradeço sua re-visita. Seu texto sobre o Elvis é definitivo. Idem para seu site. Seus "captions" são síntese pura (Susan Hayword - Uma ruiva obstinada, Ava Gardner, uma mulher em fogo, e vai por aí.
Como dizem os portugueses "- Até sempre".

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Também não gosto do Elvis ator, Pinguim. Menino, assistia aos seus musicais na Sessão da Tarde, na Globo, e ficava entediado.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

De todos os filmes de Elvis que assisti, Kley, guardo boa recordação de ESTRELA DE FOGO. Direção do bom Don Siegel, Dolores Del Rio no elenco, roteiro abordando o racismo...

M. disse...

E só de imaginar que quando ele nasceu era gêmeo (mas o irmãozinho faleceu). Já imaginou se o gêmeo fosse vivo? Teríamos uma outra imagem do Rei do Rock para recordar. Que lindo post!

Fabiane Daz disse...

Olá.. Eu tive o prazer de assistir aluns longas de Elvis, nem ficava entediada..rs Ver algo do Elvis sempre me deixou muito entretida!
Também gostei bastante do seu blog, que delicia que é estar por aqui!! Parabens!

Rubi disse...

É até difícil falar de Elvis; além dele ter sido um dos grandes nomes da música, foi também um excelente ator. Uma pena que tenha nos deixado tão cedo, e tão misteriosamente.

Belíssima homenagem!

RV Lucena disse...

Grande autor do Falcão Maltês!
Textos saborosos!
Sou fã de filmes clássicos!
Só não sou muito de comentar hehehe

Marta Scarpa disse...

Acho Carrossel de Emoções, com a Barbara Stanwyck, um filme bem simpático. Vi garotinha no cinema. seria bom revê-lo.

Júlio Machado disse...

Interessante a reportagem de Terry Farrow, publicada na revista “Cinelândia” em janeiro de 1963.
Mal saberia ele e tantos fãs mundo afora que um pouco mais de uma década depois, que esse jovem, poucos anos depois de completar seus 40 anos, deixaria um imensurável público órfãos de suas grandes performances.
Abraços!

As Tertulías disse...

Já andava com uma certa saudade de Elvis... foi ótimo reencontrá-lo aqui - vou procurar meu LP de "Love me Tender". Voce, amigo, sempre inspirando!!!!!!!!!

Júnior Ahzura disse...

Elvis. O cara!

É sempre bom rever histórias, músicas e filmes do Rei do Rock'n'roll!

Ahzura's Blog

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Também tenho uma boa impressão de CARROSSEL DE EMOÇÕES, Marta, e faz tempo que vi, nem lembro direito. Não sei gosto pelo título poético, pela presença da minha atriz favorita (Barbara Stanwyck)...

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Você tem o LP de LOVE ME TENDER, Ricardo (Tertúlias)? O original? Que preciosidade.

O Falcão Maltês

Malu Barros disse...

Visito novamente o seu blog. QUE PRIMOR!!! Um Oscar seria pouco pra vc. O Elvis há tantos anos já usava o tão famoso pole dancing...

Anjo Noturno disse...

Sou muito mais fã musicalmente, digo isso por ter assistido poucos filmes mas me emocionado muito mais com suas melodias, foi um artista ímpar.
Bj obg pela visita volte mais vzs e bom feriado
;)

bette disse...

Amo demais Elvis Presley! Assisti a quase todos os seus filmes e tenho comigo alguns de seus discos em vinil!
Esse idolo é eterno!!
Obrigada pelas boas recordações que me proporcionou!
Beijo.

Faroeste disse...

Presley jamais foi apenas um enorme cantor e inventor dos seu requebrado sensual. Este excelente cantor se revelou também um ator de alta qualidade, fazendo fitas excelentes como; Balada Sangrenta, Prisioneiros do Rock e esta joia rara que é Estrela de Fogo.
jurandir_lima@bol.com.br

Adriana disse...

Amigo, tava sem net...Sentir saudades de me regalar com seu bom gosto. Pra meu deleite, tou de volta. Bjs.

Jamil disse...

Li algumas matérias dizendo que o desejo de Elvis era fazer bons filmes e se firmar como ator respeitado. Cheguei até a ler a seguinte frase: "Elvis não tinha nenhuma confiança no futuro do rock...". Acredita?
Não conseguiu se tornar um bom ator, nem passou de filmes comerciais. Mas no música é um fenômeno eterno.

Ruby disse...

"o subúrbio de milionários", essa expressão é o máximo!
Elvis é um eterno ícone, beleza, músicas e dança, já vi vários filmes e não é um dos meus preferidos, mas tenho muita admiração por ele. Excelente artigo.

Ruby disse...

Acabei de ler o post OSCAR: FAMOSAS INJUSTIÇAS e é perfeito, muitas injustiças, mas uma das piores é da Grace Kelly e Judy Garland, além de outras bem notórias. Kirk Douglas não dava sorte. Girger por Kitty Foile, que horror!

Lidianne disse...

Elvis por onde passou marcou a vida de muita gente, seu blog é divino, esplendido, adorei, totalmente completo e obrigada por dar uma passadinha no meu !

Abs,

Lidianne

Anônimo disse...

Parabéns pelo seu blog!!! Adorei!!! Beijos!!! By: Isabela Presley

Danielle Crepaldi Carvalho disse...

Como ator era ruinzinho, mas, que liiindo!

Bjs
Dani

Marlon Viana disse...

Mais uma vez parabéns pelo Blogger, esta cada dia melhor, tão maravilhoso que nos remete a uma sala de cinema, a música de fundo as imagens o clima...parabéns mesmo.
Um forte abraço e um bom feriadão.

Jailton Alves disse...

Querido! Li alguns textos seus sobre Cinema. Confesso que fiquei encantado.
Primeiro pela sua riqueza na produção do seu Blog. Brilhante. Segundo pela grandiosidade de informações.
Que pena que os filhos de Itabuna sempre tem que sair da terra natal para fazer sucesso em outras Plagas...
Bjão e parabéns sempre.
Me orgulha saber do seu trabalho.

Wiliam The Arts disse...

Excelente noite meu caro!
E a propósito, seu blog está cada vez melhor ainda, parabéns!
Abração!

Wiliam The Arts disse...

Um brinde a excelente qualidade dos artigos do seu blog.
Abração meu querido! Felicidades e sucesso!!!

HENRIQUE WAGNER disse...

Estou sempre visitando seu blog. Afinal um blog como o seu é obrigatório!

Abçs fraternos!

GIANCARLO TOZZI disse...

Essa história de cantor-ator nunca funcionou totalmente no cinema, com exceção da Judy Garland, do Maurice Chevalier e do Sinatra. O Bing Crosby era simpático, mas fazia ele mesmo - ou a persona musical - como o Elvis.

Heron disse...

Olá Antônio!

Obrigado pela dica, não sabia da versão com Catherine. Darei uma olhada e te falo.

Boa semana!

Felipe Rocha disse...

Elvis pra mim foi um ícone da música!!! Porém, como ator foi apenas mais um bom ator...

Obrigado pela visita e pela força!!

Laércio Cunha disse...

Obrigado pelos elogios e por seguir meu blog, seguindo o seu também. Nossa, seu blog é muito bom. Bem estruturado e os textos são muito bem redigidos, parabéns! Não é a toa, seu currículo o precede. Quero passar mais vezes aqui e comentar. E espero você denovo em meu blog de cinema pra trocarmos mais idéias. Adoro Elvis! Seus filmes são excelentes! Um grande abraço Laércio.

http://thecinefileblog.blogspot.com/

debora disse...

elvis era um fofo!

disse...

Como muitos grandes astros, Elvis também prezava a vida simples, como mostra a reportagem. E pensar que certas "subcelebridades" fazem de tudo para viverem rodeados de luxo...
Abraços, Lê

Ligéia disse...

Tudo já foi dito. Me resta dizer: Amo Elvis!

Anônimo disse...

agora 35 anos após sua morte elvis continua sendo celebrado como foi quando esteve entre nós,elvis poderia ter feito historia no cinema como fez na musica,seu empresario recusou filmes como amor sublime amor.perdidos na noite,gato de teto de zinco quente,clamor do sexo,bravura indomita,elvis mostrou ter talento em filmes como balada sangrenta ou em cada um sonho , um amor,comercialmente falando ele foi um sucesso,por sete anos foi uma das maiores bilheterias do cinema,nos onze anos que esteve no cinema,em 1958 e 59 esteve servindo o exercito.