janeiro 27, 2026

********** MELODRAMA – o CINEMA de LÁGRIMAS

rock hudson e jane wyman em tudo o que o céu permite
 

Eu nunca vou te deixar ir.
Nunca, nunca, nunca.

ELLEN BERENT HARLAND (Gene Tierney)
em “Amar Foi a Minha Ruína”


Por muito tempo menosprezado como um gênero vulgar, destinado ao público feminino que frequentava os cinemas à tarde, enquanto os maridos trabalhavam, para fugir da realidade, sonhar (e chorar) um pouco, o MELODRAMA acabou se generalizando como símbolo de certo tipo de filme que procura efeitos de forte apelo emocional, envolvendo o público em uma teia de sentimentos excessivos e centrando-se numa vítima do destino. Histórias dramáticas, infelizes, marcadas por reviravoltas por vezes inverossímeis, sempre sob o compasso de trilhas sonoras feitas para tocar o coração, esses longas não eram levados a sério – salvo por suas fiéis espectadoras. Ambientados quase sempre em questões familiares e sociais no contexto de um lar privado, na luta de um personagem e suas escolhas. Por exemplo, um homem casado tentado a abandonar esposa dedicada e filhos por uma interesseira bela e sedutora. Figuras típicas incluem também a prostituta, a mãe solteira, o alcoólatra, a filha ingrata ou a solteirona, sempre com desafios externos.

Meu interesse pelo tema começou ao ver clássicos de Hollywood na tevê, aprofundando-me quando conheci, no Rio de Janeiro, o escritor argentino Manuel Puig, o autor de
“O Beijo da Mulher Aranha”. Ele era um aficionado do MELODRAMA e trabalhava elementos do gênero em sua literatura. Juntos, vimos e discutimos muitos filmes, entre eles “Carta de Uma Desconhecida / Letter from an Unknown Woman” (1948), de Max Ophuls. O termo foi usado pela primeira vez em 1782 e veio da palavra francesa mélodrame, que por sua vez foi derivada do grego μέλος (canção ou música) e do francês drame (drama). Nos estudos e na crítica cinematográfica, pode ser usado para se referir a diversos estilos de filmes, desde que se caracterizem pela sua ênfase em emoções e situações intensas. Muitos tratam do abandono, da figura materna, do amor impossível, da doença terminal, da chantagem ou da obsessão amorosa. Certos MELODRAMAS, conhecidos como “filmes para chorar”, são adaptações de romances românticos ou históricos.
Além das questões extremas, há moralismo, maniqueísmo e reviravoltas que comovem o público. Alguns cineastas se tornaram especialistas nesse tipo de drama, dando oportunidade a excelentes atuações de atrizes como Irene Dunne, Bette Davis, Barbara Stanwyck, Joan Crawford, Susan Hayward, Ida Lupino, Eleanor Parker, Lana Turner ou Jane Wyman, entre outras. Competentes, talentosos, injustamente esquecidos e ignorados pelos críticos, muitas de suas fitas são magistrais. Como esquecer, por exemplo, o fabuloso MELODRAMA “Amar Foi a Minha Ruína”, de John M. Stahl, que deu a estrela Gene Tierney o seu melhor papel? Além das vastas emoções esparramadas pelas tramas arrebatadas, feitas sob encomenda para emocionar, havia sutilmente contundentes comentários sobre a condição da mulher, o patriarcalismo, a distinção entre classes e o racismo, entre outras mazelas varridas para baixo dos tapetes das confortáveis residências da classe média privilegiada do pré e do pós-II Guerra Mundial.

Nos anos 1960 e 1970, cinéfilos e pesquisadores de cinema, na esteira do movimento crítico iniciado pela revista francesa
“Cahiers du Cinéma”, começaram a olhar para esses filmes como retratos críticos da sociedade de seu tempo. A partir daí, alguns dos antigos diretores passaram a influenciar diversos cineastas modernos. Na década de 1970, o alemão Rainer Werner Fassbinder, encantado com Douglas Sirk, contribuiu para o gênero. Pedro Almodóvar e Todd Haynes também se inspiraram no melodramático. Pois é, assunto tratado, vamos aos meus diretores de MELODRAMA favoritos.
DEZ MESTRES do MELODRAMA

01
CLARENCE BROWN
(1890 – 1987. Clinton, Massachusetts / EUA)

Conhecido por MELODRAMAS refinados na Metro-Goldwyn-Mayer, onde se tornou um dos principais cineastas, dirigindo mais de 50 filmes, frequentemente dirigiu Greta Garbo (sete vezes) e Joan Crawford (seis vezes), acumulando 6 indicações ao Oscar de Melhor Diretor. Ganhou o prêmio BAFTA por “O Mundo não Perdoa / Intruder in the Dust” (1949), uma denúncia contra o racismo. Conhecido por seu estilo visual elegante e habilidade em extrair grandes atuações de suas estrelas, consolidou-se como um dos diretores mais prestigiados nas décadas de 1930 e 1940. Seu último filme, de 1952, “O Veleiro da Aventura / Plymouth Adventure”, tem no elenco Spencer Tracy e Gene Tierney.

Cinco Melodramas:
ANNA CHRISTIE
(Idem, 1930)
Elenco: Greta Garbo, Charles Bickford e Marie Dressler

Uma ALMA LIVRE
(A Free Soul, 1931)
Elenco: Norma Shearer, Leslie Howard, Lionel Barrymore,
Clark Gable e James Gleason

REDIMIDA
(Letty Lynton, 1932)

Elenco: Joan Crawford, Robert Montgomery, Nils Asther
e Lewis Stone

ACORRENTADA
(Chained, 1934)
Elenco: Joan Crawford, Clark Gable, Otto Kruger,
Una O'Connor, Akim Tamiroff e Ward Bond

ANNA KARENINA
(Idem, 1935)
Elenco: Greta Garbo, Fredric March, Freddie Bartholomew,
Maureen O'Sullivan, May Robson e Basil Rathbone


02
CURTIS BERNHARDT
(1899 – 1981. Worms, Grand Duchy of Hesse / Alemanha)

Sua carreira atravessou décadas e continentes, fugindo da perseguição nazista para se tornar um diretor de destaque na Warner Bros. e Metro-Goldwyn-Mayer. Iniciou a trajetória artística como ator de teatro, antes de se tornar diretor de cinema em 1926. Rodou doze filmes na Alemanha, mas foi forçado a escapar para a França em 1933, onde produziu e dirigiu filmes, após ser preso pela Gestapo devido à sua herança judaica. Chegou a Hollywood em 1940 e rapidamente assinou contratos com poderosos estúdios. Destacou-se conduzindo magníficas atrizes em filmes dramáticos e trazendo um toque do expressionismo alemão e do realismo europeu para as produções dos EUA.

Cinco Melodramas:
Uma VIDA ROUBADA
(A Stolen Life, 1946)
Elenco: Bette Davis, Glenn Ford, Dane Clark,
Walter Brennan, Charles Ruggles e Bruce Bennett

FOGUEIRA de PAIXÃO
(Possessed, 1947)
Elenco:  Joan Crawford, Van Heflin, Raymond Massey
e Geraldine Brooks

AINDA HÁ SOL em MINHA VIDA
(The Blue Veil, 1951)

Elenco: Jane Wyman, Charles Laughton, Joan Blondell,
Richard Carlson, Agnes Moorehead, Audrey Totter,
Everett Sloane e Natalie Wood

DEPOIS da TORMENTA
(Payment on Demand, 1951)
Elenco: Bette Davis, Barry Sullivan, Frances Dee
e Otto Kruger

MELODIA INTERROMPIDA
(Interrupted Melody, 1955)
Elenco: Glenn Ford, Eleanor Parker, Roger Moore
e Cecil Kellaway

03
DOUGLAS SIRK
(1897 – 1987. Hamburgo / Alemanha)

Era um historiador da arte antes de iniciar como diretor no teatro alemão dos anos 1920 e, mais tarde, essa formação teve impacto em seus trabalhos como cineasta. Devido à perseguição nazista a sua esposa judia, emigrou em 1937 para os Estados Unidos, trabalhando inicialmente em comédias e faroestes de baixo orçamento. Obteve sucesso na Universal nos anos 50. Depois do êxito de
“Imitação da Vida”, aposentou-se e voltou a morar na Europa. Um dos mestres do MELODRAMAS, deu dignidade ao gênero e influenciou outros diretores. Seus dramas são marcados por um visual luxuoso, mise-en-scène complexa e crítica à hipocrisia da classe média alta norte-americana.

Cinco Melodramas:
SUBLIME OBSESSÃO
(Magnificent Obsession, 1954)
Elenco: Jane Wyman, Rock Hudson, Agnes Moorehead,
Otto Kruger e Barbara Rush

TUDO o QUE o CÉU PERMITE
(All that Heaven Allows, 1955)
Elenco: Jane Wyman, Rock Hudson, Agnes Moorehead,
Conrad Nagel e Virginia Grey

CHAMAS que NÃO se APAGAM
(There's Always Tomorrow, 1956)
Elenco: Barbara Stanwyck, Fred MacMurray, Joan Bennett
e Jane Darwell

PALAVRAS ao VENTO
(Written on the Wind, 1956)

Elenco: Rock Hudson, Lauren Bacall, Dorothy Malone,
Robert Stack e Robert Keith

IMITAÇÃO da VIDA
(Imitation of Life, 1959)
Elenco: Lana Turner, John Gavin, Sandra Dee,
Susan Kohner, Dan O'Herlihy, Juanita Moore
e Troy Donahue


04
EDMUND GOULDING
(1891 – 1959. Feltham, Middlesex, Inglaterra / Reino Unido)

Tornou-se diretor em 1925, trabalhando na M-G-M, Warner e Fox, onde deu a Tyrone Power seus melhores papéis. Sabia aproveitar ao máximo os astros e estrelas. Não somente dirigiu alguns dos melhores dramas dos anos 30-40, mas assumiu múltiplas funções na realização de cada um deles, escrevendo roteiros e produzindo. Porém não deixou a marca de um estilo pessoal, adaptando-se sempre a cada estúdio no qual trabalhava. Na vida particular, suas orgias notórias, bissexualidade, alcoolismo e dependência de drogas foram muito faladas nos bastidores de Hollywood. Entretanto, ele fazia uma distinção entre seu comportamento privado e o que deveria mostrar ao público.

Cinco Melodramas:
VITÓRIA AMARGA
(Dark Victory, 1939)

Elenco: Bette Davis, George Brent, Humphrey Bogart,
Geraldine Fitzgerald, Ronald Reagan e Henry Travers

O ÚLTIMO ENCONTRO
('Til We Meet Again, 1940)
Elenco: Merle Oberon, George Brent, Pat O'Brien,
Geraldine Fitzgerald e Binnie Barnes

A GRANDE MENTIRA
(The Great Lie, 1941)
Elenco: Bette Davis, George Brent, Mary Astor,
Lucile Watson e Hattie McDaniel

De AMOR TAMBÉM se MORRE
(The Constant Nymph, 1943)
Elenco:  Charles Boyer, Joan Fontaine, Brenda Marshall,
Alexis Smith, Charles Corburn, Dame May Whitty,
Peter Lorre, Eduardo Ciannelli e Marcel Dalio

ESCRAVO de uma PAIXÃO
(Of Human Bondage, 1946)
Elenco: Paul Henreid, Eleanor Parker, Alexis Smith,
Edmund Gwenn, Patrick Knowles e Una O'Connor


05
FRANK BORZAGE
(1894 – 1962. Salt Lake City, Utah / EUA)

Pioneiro do cinema mudo, venceu o primeiro Oscar de Melhor Diretor por “Sétimo Céu” (1927), destacando-se por dramas românticos. Iniciou atuando em trupes teatrais itinerantes na adolescência, passando para o cinema em 1912 como ator (atuou em mais de 100 curtas-metragens) e a dirigir em 1915. Na Fox Film Corporation, a partir de 1925, estabeleceu um estilo lírico que consolidou sua carreira. Adaptou-se bem ao cinema sonoro, mantendo o foco em romances profundos e MELODRAMAS. Seus filmes retratam muitas vezes a força do amor contra a adversidade, a pobreza e a guerra, vez ou outra com um toque espiritual. Continuou a dirigir até o final dos anos 50.

Cinco Melodramas:
O SÉTIMO CÉU
(7th Heaven, 1927)
Elenco: Janet Gaynor e Charles Farrell

O ANJO das RUAS
(Street Angel, 1928)
Elenco: Janet Gaynor e Charles Farrell

ADEUS às ARMAS
(A Farewell to Arms, 1932)
Elenco: Gary Cooper, Helen Hayes e Adolphe Menjou

O PARAÍSO de um HOMEM
(Man´s Castle, 1933)

Elenco: Spencer Tracy, Loretta Young, Marjorie Rambeau,
Walter Connolly e Glenda Farrell

LABIRINTOS do DESTINO
(Big City, 1937)
Elenco: Spencer Tracy, Luise Rainer e Charley Grapewin


06
HENRY KING
(1886 – 1982. Christiansburg, Virgínia / EUA)

Um dos fundadores da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas, dirigiu mais de 100 filmes. Começou no teatro e no vaudeville antes de entrar para o cinema em 1912 como ator e, logo depois, diretor de curtas. Tornou-se um dos principais diretores da 20th Century-Fox nas décadas de 1920, 30 e 40. Venceu o primeiro Globo de Ouro de Melhor Diretor por “A Canção de Bernadette / The Song of Bernadette” (1943) e recebeu duas indicações ao Oscar de Melhor Direção. Continuou ativo até o início dos anos 60. É lembrado como um dos pilares da indústria cinematográfica hollywoodiana, com uma filmografia exemplar que atravessa cinco décadas com filmes procurados ainda hoje.

Cinco Melodramas:
IRMÃ BRANCA
(The White Sister, 1923)

Elenco: Lillian Gish e Ronald Colman

O SÉTIMO CÉU
(Seventh Heaven, 1937)
Elenco: Simone Simon, James Stewart, Jean Hersholt,
Gregory Ratoff e Gale Sondergaard

SUPLÍCIO de uma SAUDADE
(Love Is a Many-Splendored Thing, 1955)
Elenco: William Holden e Jennifer Jones

O ÍDOLO de CRISTAL
(Beloved Infidel, 1959)
Elenco: Gregory Peck, Deborah Kerr e Eddie Albert

SUAVE é a NOITE
(Tender Is the Night, 1962)
Elenco: Jennifer Jones, Jason Robards, Joan Fontaine,
Tom Ewedll, Jill St. John e Paul Lukas


07
JEAN NEGULESCO
(1900 – 1993. Craiova / Romênia)

Conhecido por sua versatilidade, ganhou destaque inicial com filmes noir sombrios e, posteriormente, consolidou a carreira como um dos mestres do CinemaScope na 20th Century Fox, dirigindo sucessos românticos e MELODRAMAS. Emigrou para os EUA em 1927, trabalhando inicialmente como desenhista de esboços, roteirista e diretor de segunda unidade. Consagrou-se com “Belinda” (1948), ganhando uma indicação ao Oscar de Melhor Diretor e Jane Wyman levou o Oscar de Melhor Atriz. Na década de 50, tornou-se mestre na nova técnica de tela larga e dirigiu vários sucessos. Reconhecido pelo apelo visual, elegante uso de cores e habilidade em destacar atrizes protagonistas.

Cinco Melodramas:
ACORDES do CORAÇÃO
(Humoresque, 1946)

Elenco: Joan Crawford, John Garfield, Oscar Levant
e J. Carrol Naish

O VALE do DESTINO
(Deep Valley, 1947)
Elenco: Ida Lupino, Dane Clark, Wayne Morris
e Fay Bainter

BELINDA
(Johnny Belinda, 1948)
Elenco: Jane Wyman, Lew Ayres, Charles Bickford,
Agnes Moorehead, Stephen McNally e Jan Sterling

RUA PROIBIDA
(Britannia Mews, 1949)
Elenco: Dana Andrews, Maureen O'Hara e Sybil Thorndike

DÁDIVA de AMOR
(The Gift of Love, 1958)
Elenco: Lauren Bacall, Robert Stack e Lorne Greene


08
JOHN CROMWELL
(1887 – 1989. Toledo, Ohio / EUA)

Reconhecido por sua capacidade de extrair excelentes atuações, dirigiu inúmeros clássicos. Iniciou sua carreira na Broadway em 1912 como ator e, posteriormente, diretor e produtor. Em 1928, mudou-se para Hollywood, contratado pela Paramount Pictures. Versátil, trabalhou em diversos gêneros, dando brilho especial a dramas densos e noir. Seu “Escravos do Desejo” foi a plataforma de lançamento para a brilhante carreira de Bette Davis. Sua trajetória foi prejudicada nos anos 1950 quando incluído na lista negra de Hollywood por supostas simpatias comunistas. Voltou a dirigir com “A Deusa / The Goddess” (1958) e continuou no teatro antes de se aposentar do cinema em 1961.  

Cinco Melodramas:
ANN VICKERS
(Idem, 1933)
Elenco: Irene Dunne, Walter Huston, Conrad Nagel,
Bruce Cabot, Edna May Oliver e J. Carrol Naish

ESCRAVOS do DESEJO
(Of Human Bondage, 1934)

Elenco: Bette Davis, Leslie Howard, Frances Dee,
Kay Johnson, Reginald Denny e Alan Hale

ESPOSA SÓ no NOME
(In Name Only, 1939)
Elenco: Cary Grant, Carole Lombard, Kay Francis,
Charles Coburn e Peggy Ann Garner

Seu MILAGRE DE AMOR
(The Enchanted Cottage, 1945)
Elenco: Dorothy McGuire, Robert Young, Herbert Marshall,
Mildred Natwick e Spring Byington

MELODIA da NOITE
(Night Song, 1949)
Elenco: Dana Andrews, Merle Oberon, Ethel Barrymore
e Hoagy Carmichael


09
JOHN M. STAHL
(1886 – 1950. Baki City District / Azerbaijan)

Chamado de mestre do MELODRAMA, ao longo de 43 filmes (um quarto deles perdidos), com uma fluidez e franqueza impressionantes, privilegiou uma certa simplicidade e modernidade, tanto na narrativa quanto no estilo. Sobre seu hábil método de direção, ele disse:
“a emoção toma o lugar da ação”. Começou como ator. Dirigiu seu primeiro longa-metragem em 1914. Trabalhou na Universal, M-G-M e Columbia, antes de se estabelecer na 20th Century Fox, onde permaneceu até morrer. Um dos principais diretores de filmes melodramáticos, obteve vários sucessos, incluindo o espiritualizado “As Chaves do Reino / The Keyes of the Kingdom” (1944), que lançou o jovem Gregory Peck ao estrelato.

Cinco Melodramas:
A ESQUINA do PECADO
(Back Street, 1932)
Elenco: Irene Dunne, John Boles, Zasu Pitts
e Jane Darwell

IMITAÇÃO da VIDA
(Imitation of Life, 1934)
Elenco: Claudette Colbert, Warren William, Rochelle Hudson,
Ned Sparks, Louise Beavers e Alan Hale

SUBLIME OBSESSÃO
(Magnificent Obsession, 1935)
Elenco: Irene Dunne, Robert Taylor e Charles Butterworth

NOITE de PECADO
(When Tomorrow Comes, 1939)
Elenco: Irene Dunne, Charles Boyer e Barbara O'Neil

AMAR FOI a MINHA RUÍNA
(Leave her to Heaven, 1946)

Elenco: Gene Tierney, Cornel Wilde, Jeanne Crain,
Vincent Price, Gene Lockhart e Chill Wills


10
KING VIDOR
(1894 – 1982. Galveston, Texas / EUA)

A maior parte de sua obra é marcada pela luta do homem contra o destino e a natureza. Ele exerceu um maior controle sobre sua carreira a partir dos anos 30, trabalhando também como produtor e com seus projetos oscilando entre dramas intensos, comédias, faroestes, épicos e romances leves. Embora não seja tão reverenciado quanto muitos de seus contemporâneos, é difícil não se impressionar com sua filmografia talentosa. Conservador, sua arte questiona sistemas políticos. Se os homens no seu cinema alcançam o sonho norte-americano, são as mulheres que emergem como as figuras mais fascinantes, mesmo que raramente saiam vitoriosas contra as adversidades da vida.

Cinco Melodramas:
O CAMPEÃO
(The Champ, 1931)
Elenco: Wallace Beery, Jackie Cooper e Irene Rich

STELLA DALLAS, MÃE REDENTORA
(Stella Dallas, 1937)
Elenco: Barbara Stanwyck, John Boles, Anne Shirley,
Barbara O'Neil, Alan Hale, Marjorie Main
e Tim Holt

DUELO ao SOL
(Duel in the Sun, 1946)

Elenco: Jennifer Jones, Joseph Cotten, Gregory Peck,
Lionel Barrymore, Herbert Marshall, Lillian Gish,
Walter Huston, Charles Bickford e Harry Carey

A FILHA de SATÃ
(Beyond the Forest, 1949)
Elenco: Bette Davis, Joseph Cotten, David Brian
e Ruth Roman

A FÚRIA do DESEJO
(Ruby Gentry, 1952)
Elenco: Jennifer Jones, Charlton Heston,. Karl Malden
e Josephine Hutchinson

GALERIA de FOTOS
 



janeiro 10, 2026

***** Os MELHORES FILMES ASSISTIDOS em 2025

sonhos de trem (2025)
O lado decepcionante é constatar que em 2025 o cinema produziu pouca coisa interessante, e os melhorzinhos raramente obtiveram um bom retorno nas bilheterias. Entre vídeos trocados com cinéfilos, plataformas, destaques de streaming, surpresas inesperadas nas salas de cinema e filmes de festivais que foram acessíveis a partir do Brasil, por um motivo ou outro gostei de alguns lançamentos: a comédia “O Esquema Fenício / The Phoenician Scheme”, de Wes Anderson; “Hamnet: a Vida Antes de Hamlet / Hamnet”, de Chloé Zhao; “Frankenstein / Idem”, de Guillermo del Toro; “Sonhos de Trem / Train Dreams”, de Clint Bentley; e “Uma Batalha Após a Outra /
One Battle After Another”, de Paul Thomas Anderson. Paparicado e pouco visto, o brasileiro “O Agente Secreto” é apenas um mascote do marketing comunista mundial, amparado em investimento financeiro e divulgação consideráveis. Enfim, enfadonho e pretensioso como qualquer outro longa do lacrador Kleber Mendonça Filho. No entanto, como de costume a cada ano novo, selecionei um ranking plural dos DOZE MELHORES FILMES dentre todos os que assisti. Finalizo com as credenciais cinematográficas de 2025: os melhores (categorias direção, roteiro, atores, coadjuvantes, trilha sonora, fotografia, edição, cenografia e figurino) e a relação dos 433 filmes que vi, com nota de 1 a 5

Os 12 MELHORES FILMES ASSISTIDOS em 2025
(por ordem de preferência)
 
01

BLOW-UP – DEPOIS DAQUELE BEIJO
(Blow-up, 1966)

direção de Michelangelo Antonioni.
elenco: David Hemmings, Vanessa Redgrave, Sarah Miles,
Jane Birkin e Veruschka

 
Um bem-sucedido fotógrafo de moda acredita ter fotografado por acaso um assassinato em um parque. Tem clima de sexo, drogas & rock’n’roll – a Swingin’ London daqueles irreverentes anos 1960. Numa hipnótica parábola da cultura pop, um filme provocativo e inovador, que prende o espectador, rico em significados em diversos níveis.  
 
***** (ótimo)
 
02
CADÁVERES ILUSTRES
(Cadaveri Eccellenti, 1976)

direção de Francesco Rosi.
elenco: Lino Ventura, Marcel Bozzuffi, Paolo Bonacelli,
Alain Cuny, Tina Aumont, Renato Salvatori,
Fernando Rey, Max von Sydow e Charles Vanel
 
Em meio a um clima de manifestações, greves e tensão, investigador tenta desvendar assassinatos misteriosos de juízes. Retrato realista de uma época terrível em um soberbo thriller de manipulações políticas. O final pessimista deixa um gosto amargo. Baseado em romance de Leonardo Sciascia, gerou controvérsia na época do seu lançamento.
 
***** (ótimo)
 
03
NÓS QUE NOS AMÁVAMOS TANTO
(C'eravamo Tanto Amati, 1974)

direção de Ettore Scola.
elenco: Nino Manfredi, Vittorio Gassman, Stefania Sandrelli,
Stefano Satta Flores, Giovana Ralli e Aldo Fabrizi

 
Durante trinta anos, as vidas que se cruzam e se separam de três amigos que sonhavam transformar o mundo. Uma ode à amizade com a história política italiana recente como pano de fundo. Personagens sensíveis, roteiro inteligente, referências ao cinema italiano e performances impecáveis de todo o elenco, destacando-se o veterano Aldo Fabrizi.
 
***** (ótimo)
 
04
CLAMOR do SEXO
(Splendor In the Grass, 1961)

direção de Elia Kazan.
elenco: Natalie Wood, Warren Beatty, Pat Hingle,
Barbara Loden, Gary Lockwood e Sandy Dennis
 
No final dos anos 20, um casal apaixonado lida com sentimentos de repressão sexual, amor e desilusão amorosa. Estreia de Warren Beatty no cinema em um drama febril, realista e comovente sobre o puritanismo social e as frustrações da sexualidade adolescente. Todo o elenco está muito bem, destacando-se Pat Hingle e Natalie Wood.
 
***** (ótimo)
 
05
A GRANDE BELEZA
(La Grande Bellezza, 2013)
 
direção de Paolo Sorrentino.
elenco: Toni Servillo, Carlo Verdone, Sabrina Ferilli
e Luca Marinelli

 
Escritor mundano que passa a vida em festas suntuosas de Roma reflete sobre sua trajetória vazia. Vencedor do Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. As mazelas, a pompa e a decadência de uma sociedade, tendo como protagonista Toni Servillo, numa atuação sensível e debochada. Com toques fellinianos, um mosaico bizarro excepcional.
 
***** (ótimo)
 
06
O CASO MATTEI
(Il Caso Mattei, 1972)
 

direção de Francesco Rosi.
elenco: Gian Maria Volontè e Luigi Squarzina

 
Cinebiografia de poderoso industrial italiano que tem morte misteriosa. Mistura com inovação documentário e ficção, filmagens em locações e atores não profissionais, num filme que não tem medo de expor investigações reais, denúncias e, acima de tudo, fatos. Em suma, uma obra-prima com outra grande interpretação de Gian Maria Volonté.
 
***** (ótimo)
 
07
O SACRIFÍCIO
(Offret, 1986)

direção de Andrei Tarkovski.
elenco: Erland Josephson, Susan Fleetwood e Guðrún Gísladóttir

 
Numa ilha na Suécia, jornalista mergulha na espiritualidade em busca que a salvação divina evite a III Guerra Mundial. Testamento final do genial diretor russo, denunciando a possibilidade de um desastre nuclear e o vazio espiritual da modernidade. Com sequência final inolvidável, aborda a fé, a esperança, o místico e o humanismo.
 
***** (ótimo)
 
08
HANNAH e suas IRMÃS
(Hannah and her Sisters, 1986)
 
direção de Woody Allen.
elenco: Mia Farrow, Dianne Wiest, Michael Caine,
Barbara Hershey, Carrie Fisher, Maureen O'Sullivan,
Lloyd Nolan, Max von Sydow e Woody Allen

 
Os conflitos amorosos e existenciais de três irmãs completamente diferentes umas das outras. Um dos melhores filmes de Woody Allen. Olhar amistoso, solidário e poético diante de fraquezas, erros e desenganos, numa comédia quase séria sobre o sentido da vida, do amor, de Deus, da morte. Entre encontros e desencontros, um roteiro incrível.
 
***** (ótimo)
 
09
A HORA e a VEZ de AUGUSTO MATRAGA
(1965)

direção de Roberto Santos.
elenco: Leonardo Villar, Jofre Soares, Maria Ribeiro,
Maurício do Valle e Flávio Migliaccio

 
No interior de Minas Gerais, um violento fazendeiro sofre emboscada e recuperado volta-se para a religiosidade. Baseado no conto homônimo de Guimarães Rosa. Um drama profundamente religioso, entre o bem e mal, com magnífica performance de Vilar e poderosa trilha sonora de Vandré. Um dos pontos mais altos do nosso cinema.
 
***** (ótimo)
 
10
DEUS e o DIABO na TERRA do SOL
(1964)
 
direção de Glauber Rocha.
elenco: Geraldo Del Rey, Yoná Magalhães, Othon Bastos,
Maurício do Valle, Sonia dos Humildes e Mário Gusmão

 
Vaqueiro injustiçado mata coronel e passa a seguir fanáticos religiosos e cangaceiros. Um dos grandes clássicos do cinema brasileiro. Surpreende com uma narrativa não convencional, direção arrojada, inesquecível performance de Othon Bastos e marcante trilha sonora de Sérgio Ricardo. Imagens em preto e branco, cruas, lancinantes, icônicas.
 
***** (ótimo)
 
11
ATRAVÉS de um ESPELHO
(Sasom I en Spegel, 1961)

direção de Ingmar Bergman.
elenco: Harriet Andersson, Gunnar Björnstrand e Max von Sydow

 
Após tratamento de distúrbio mental, jovem - e seu marido - reencontra o pai escritor e o irmão em uma ilha sueca. Um diálogo entre religião e psicologia marcado pela relação complicada entre quatro personagens. Questionamentos humanos e divinos em mais uma densa direção de Bergman com excelente interpretação de Harriet Andersson.
 
***** (ótimo)
 
12
Os CAMPOS VOLTARÃO
(Torneranno i Prati, 2014)

direção de Ermanno Olmi.
elenco: Claudio Santamaria, Camillo Grassi e Niccolò Senni
 

No final da Primeira Guerra Mundial, numa trincheira, um grupo de soldados italianos enfrenta os horrores da guerra numa noite infernal e gélida. Um dos últimos filmes do mestre Olmi, filmado aos 83 anos de idade. Profundamente intimista, expõe de maneira crua a luta pela sobrevivência e o fantasma do horror. Bela fotografia em tons sépia.
 
**** (muito bom)
Os MELHORES de 2025
 
MELHOR DIREÇÃO
ETTORE SCOLA
(“Nós Que nos Amávamos Tanto”) 

MELHOR ROTEIRO
ROBERT RISKIN
(“Adorável Vagabundo”)

 

MELHOR FOTOGRAFIA
WALTER CARVALHO
(“Lavoura Arcaica”)

 

MELHOR TRILHA SONORA
HERBIE HANCOCK
(“Blow-up – Depois Daquele Beijo”) 

MELHOR EDIÇÃO
PETER BOYLE
(“As Horas”)
 
MELHOR CENOGRAFIA
HENNING VON GIERKE
(“Nosferatu, o Vampiro da Noite”) 

MELHOR VESTUÁRIO
PIERO TOSI
(“Ludwig, a Paixão de um Rei”)


MELHOR ATRIZ
GLENN CLOSE
(“Ligações Perigosas”)


MELHOR ATOR
DIRK BOGARDE
(“O Criado”)


MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
MARÍLIA PÊRA
(“Pixote, a Lei do Mais Fraco”)


MELHOR ATOR COADJUVANTE
ED HARRIS
(“As Horas”) 
TODOS os FILMES QUE VI em 2025
 
Total: 433 Filmes
 
JANEIRO

O HOMEM QUE se VENDEU (The Great McGinty, 1940), de Preston Sturges.
**** (muito bom)
 
NATAL em JULHO (Christmas in July, 1940), de Preston Sturges.
***** (ótimo)
 
NOVO MUNDO (Nuomondo, 2006), de Emanuele Crialese.
**** (muito bom)
 
O IMPERADOR e o ASSASSINO (Jing Ke Ci Qin Wang, 1998), de Chen Kaige.
**** (muito bom)
 
MEU REINO por um AMOR (The Private Lives of Elizabeth and Essex, 1939), de Michael Curtiz.
*** (bom)
 
PENAS PRETAS (Penne Nere, 1952), de Oreste Biancoli.
** (regular)
 
HOMENS das SOMBRAS (Uomini Ombra, 1954), de Francesco De Robertis e Odoardo Fiory.
** (regular)
 
MADALENA (Maddalena, 1954), de Augusto Genina.
**** (muito bom)
 
MÁSCARA da TRAIÇÃO (1969), de Roberto Pires.
** (regular)
 
PARAÍBA: VIDA e MORTE de um BANDIDO (1966), de Victor Lima.
** (regular)
 
O CRIME da GAVÉA (2017), de André Warwar.
** (regular)
 
PIEDADE (2019), de Cláudio Assis.
*** (bom)
 
O MARGINAL (1974), de Carlos Manga.
*** (bom)
 
ÓRFÃOS do ELDORADO (2015), de Guilherme Coelho.
*** (bom)
 
QUELÉ do PAJEÚ (1969), de Anselmo Duarte.
** (regular)
 
Os RAPTORES (1969), de Aurélio Teixeira.
** (regular)
 
PEDRO DIABO AMA ROSA MEIA-NOITE (1969), de Miguel Faria Jr.
** (regular)
 
EU MATEI LÚCIO FLÁVIO (1979), de Antônio Calmon.
** (regular)
 
FACA de DOIS GUMES (1980), de Murilo Salles.
*** (bom)
 
TERRA em TRANSE (1967), de Glauber Rocha.
***** (ótimo)
 
TODA NUDEZ SERÁ CASTIGADA (1973), de Arnaldo Jabor.
***** (ótimo)
 
ANTES, o VERÃO (1967), de Gerson Tavares.
**** (muito bom)
 
ALELUIA, GRETCHEN (1976), de Silvio Back.
** (regular)
 
FRONTEIRAS do INFERNO (1959), de Walter Hugo Khopuri.
** (regular)
 
PINDORAMA (1970), de Arnaldo Jabor.
** (regular)
 
DEUS e o DIABO na TERRA do SOL (1964), de Glauber Rocha.
**** (ótimo)

 
O ÚLTIMO DIA de LAMPIÃO (1975), de Maurice Capovilla.
*** (bom)
 
PIXOTE, a LEI do MAIS FRACO (1981), de Hector Babenco.
***** (ótimo)
 
ESTRANHO ENCONTRO (1958), de Walter Hugo Khouri.
*** (bom)
 
O GRANDE MOMENTO (1958), de Roberto Santos.
**** (muito bom)
 
A MORTE COMANDA o CANGAÇO (1960), de Carlos Coimbra.
** (regular)
 
Na GARGANTA do DIABO (1960), de Walter Hugo Khouri.
*** (bom)
 
Os FUZIS (1962), de Ruy Guerra.
***** (ótimo)
 
RIO, 40 GRAUS (1955), de Nelson Pereira dos Santos.
*** (bom)
 
O MENINO e o VENTO (1967), de Carlos Hugo Christensen.
**** (muito bom)
 
SERRA PELADA (2013), de Heitor Dhalia.
*** (bom)
 
SOCORRO NOBRE (1995), de Walter Salles.
*** (bom)
 
O PAGADOR de PROMESSAS (1962), de Anselmo Duarte.
**** (muito bom)
 
TOCAIA no ASFALTO (1962), de Roberto Pires.
*** (bom)
 
REDENÇÃO (1959), de Roberto Pires.
** (regular)
 
PORTO das CAIXAS (1962), de Paulo César Saraceni.
*** (bom)
 
CORONEL DELMIRO GOUVEIA (1978), de Geraldo Sarno.
*** (bom)
 
O RETORNO de MARY POPPINS (Mary Poppins Returns, 2018), de Rob Marshall.
*** (bom)
 
E LA NAVE VA (Idem, 1983), de Federico Fellini.
**** (muito bom)
 
FEVEREIRO

A VIDA PROVISÓRIA (1968), de Maurício Gomes Leite.
*** (bom)
 
A CULPA (1971), de Domingos de Oliveira.
** (regular)
 
TODAS as MULHERES do MUNDO (1967), de Domingos de Oliveira.
**** (muito bom)
 
O ÚLTIMO VEERMER (The Last Vermeer, 2019), de Dan Friedkin.
** (regular)
 
NÉVOAS de AGOSTO (Nebel im August, 2016), de Kai Wessel.
*** (bom)
 
As DUAS FACES da MOEDA (1969), de Domingos de Oliveira.
** (regular)
 
PARTIDO ALTO (1976), de Leon Hirszman.
** (regular)
 
CANTOS de TRABALHO – CACAU (1976), de Leon Hirszman.
** (regular)
 
CANTOS de TRABALHO – CANA de AÇÚCAR (1976), de Leon Hirszman.
** (regular)
 
CANTIGAS do TRABALHO (1955), de Humberto Mauro.
*** (bom)
 
CANTOS de TRABALHO - MUTIRÃO (1974), de Leon Hirszman.
** (regular)
 
Os BANDEIRANTES (1940), de Humberto Mauro.
*** (bom)
 
MAIORIA ABSOLUTA (1964), de Leon Hirszman.
**** (muito bom)
 
Os CAFAJESTES (1962), de Ruy Guerra.
*** (bom)
 
CARANDIRU (2003), de Hector Babenco.
**** (muito bom)
 
CORISCO, o DIABO LOIRO (1969), de Carlos Coimbra.
** (regular)
 
A QUEDA (1978), de Ruy Guerra e Nelson Xavier.
*** (bom)
 
MÃOS VAZIAS (1971), de Luiz Carlos Lacerda.
* (ruim)
 
CAIÇARA (1950), de Adolfo Celi e Tom Payne.
** (regular)
 
LUZ APAGADA (1953), de Carlos Thiré.
** (regular)
 
MACUNAÍMA (1969), de Joaquim Pedro de Andrade.
*** (bom)
 
BAILE PERFUMADO (1996), de Lírio Ferreira e Paulo Caldas.
**** (muito bom)
 
ABRIL DESPEDAÇADO (2001), de Walter Salles.
**** (muito bom)
 
A LIRA do DELÍRIO (1978), de Walter Lima Jr.
*** (bom)
 
O CANGACEIRO (1953), de Lima Barreto.
*** (bom)
 
A HORA e a VEZ de AUGUSTO MATRAGA (1965), de Roberto Santos.
***** (ótimo)

 
PAINEL (1950), de Lima Barreto.
*** (bom)
 
LIÇÃO de AMOR (1975), de Eduardo Escorel.
*** (bom)
 
LIMITE (1931), de Mário Peixoto.
***** (ótimo)
 
VEREDA da SALVAÇÃO (1965), de Anselmo Duarte.
*** (bom)
 
QUEM MATOU PIXOTE? (1996), de José Joffily.
** (regular)
 
O DESCOBRIMENTO do BRASIL (1937), de Humberto Mauro.
**** (muito bom)
 
LAVOURA ARCAICA (2001), de Luiz Fernando Carvalho.
***** (ótimo)
 
BAIXIO das BESTAS (2006), de Cláudio Assis.
** (regular)
 
JOAQUIM (2017), de Marcelo Gomes.
*** (bom)
 
CIDADE de DEUS (2002), de Fernando Meirelles.
*** (bom)
 
MARÇO

BYE BYE BRASIL (1979), de Carlos Diegues.
**** (muito bom)
 
REDEMOINHO (2016), de José Luiz Villamarim.
*** (bom)
 
CÂNDIDO PORTINARI, um PINTOR de BRODOWSKI (1968), de João Batista de Andrade.
*** (bom)
 
RIO, CARNAVAL DA VIDA (1978), de Leon Hirszman.
*** (bom)
 
Aos PEDAÇOS (2020), de Ruy Guerra.
** (regular)
 
TRAIÇÃO (1998), de Arthur Fontes, José Henrique Fonseca e Cláudio Torres.
** (regular)
 
O TEMPO e o SOM (1970), de Bruno Barreto e Walter Lima Jr.
** (regular)
 
SUDOESTE (2011), de Eduardo Nunes.
*** (bom)
 
INSOLAÇÃO (2009), de Felipe Hirsch e Daniela Thomas.
*** (bom)
 
DESMUNDO (2002), de Alain Fresnot.
**** (muito bom)
 
TROPA de ELITE 2: o INIMIGO AGORA é OUTRO (2010), de José Padilha.
**** (muito bom)
 
BOLA de FOGO (Ball of Fire, 1941), de Howard Hawks.
***** (ótimo)
 
LUDWIG, a PAIXÃO de um REI (Ludwig, 1972), de Luchino Visconti.
***** (ótimo)
 
BRINCANDO nos CAMPOS do SENHOR (At Play in the Fields of the Lord, 1991), de Hector Babenco.
*** (bom)
 
HARRY POTTER e o CÁLICE de FOGO (Harry Potter and the Goblet of Fire, 2005), de Mike Newell.
*** (bom)
 
INTERLÚDIO (Notorious, 1946), de Alfred Hitchcock.
***** (ótimo)
 
HARRY POTTER e o PRISIONEIRO de AZKABAN (Harry Potter and the Prisoner of Azkaban, 2004), de Alfonso Cuarón.
*** (bom)
 
HARRY POTTER e a CÂMARA SECRETA (Harry Potter and the Chamber of Secrets, 2002), de Chris Columbus.
** (regular)
 
O ESPÍRITO da COLMÉIA (El Espiritu de la Colmena, 1973), de Victor Erice.
**** (muito bom)
 
A LEI do NORTE (La Loi Du Nord, 1939), de Jacques Feyder.
**** (muito bom)
 
ALVORADA (Daybreak, 1931), de Jacques Feyder.
** (regular)
 
Os CEM PASSOS (I Cento Passi, 2000), de Marco Tullio Giordana.
**** (muito bom)
 
O PECADO (Il Peccato, 2019), de Andrei Konchalovsky.
*** (bom)
 
TORTURA da CARNE (L'edera, 1950), de Augusto Genina.
*** (bom)
 
CÉU SOB o PÂNTANO (Cielo sulla Palude, 1949), de Augusto Genina.
*** (bom)
  
ENTRE QUATRO PAREDES (In the Bedroom, 2001), de Todd Field.
**** (muito bom)
 
CASA GRANDE & SENZALA (1974), de Geraldo Sarno.
** (regular)
 
A BATALHA dos SETE ANOS (1968), de Alfredo Sternheim.
*** (bom)
 
ALBERTO CAVALCANTI (1970), de Alfredo Sternheim.
*** (bom)
 
BIBLIOTECA NACIONAL (1974), de José Alberto Nobreporto.
** (regular)
 
CARMEN MIRANDA (1969), de Jorge Ileli.
*** (bom)
 
CIDADE do SALVADOR (1949), de Humberto Mauro.
*** (bom)
 
A CONFERÊNCIA (Die Wannseekonferenz, 2022), de    Matti Geschonneck.
*** (bom)
 
O SEGREDO do CAVALEIRO D'EON (Le Secret du Chevalier d'Éon 1959), de Jacqueline Audry.
** (regular)
 
RENÚNCIA de um TRAPACEIRO (I Magliari, 1959), de Francesco Rosi.
**** (muito bom)
 
A TRÉGUA (La Tregua, 1997), de Francesco Rosi.
*** (bom)
 
CADÁVERES ILUSTRES (Cadaveri Eccellenti, 1976), de Francesco Rosi.
***** (ótimo)

 
VENTO do SUL (Vento del Sud, 1960), de Enzo Provenzale.
*** (bom)
 
SANGUE de GUERRA (Sanguepazzo, 2008), de Marco Tullio Giordana.
*** (bom)
 
O CRIADO (The Servant, 1963), de Joseph Losey.
**** (muito bom)
 
INFÂMIA (The Children's Hour, 1961), de William Wyler.
**** (muito bom)
 
TRÁGICO DESTINO (Nozze di sangue, 1941), de Goffredo Alessandrini.
** (regular)
 
SHANGAI (Shanghai, 1935), de James Flood.
** (regular)
 
FARÓIS na NEBLINA (Fari nella Nebbia, 1942), de Gianni Franciolini.
** (regular)
 
ABRIL
 
GIORDANO BRUNO (Idem, 1973), de Giuliano Montaldo.
*** (bom)
 
O FLAGELO de DEUS (Il Brigante Musolino, 1950), de Mario Camerini.
*** (bom)
 
ALCAZAR (L'assedio dell'Alcazar, 1940), de Augusto Genina.
*** (bom)
 
O ESQUADRÃO BRANCO (Lo Squadrone Bianco, 1936), de Augusto Genina.
*** (bom)
 
CAMPO de BATALHA (Campo di Battaglia, 2024), de    Gianni Amelio.
*** (bom)
 
RÔMULO e REMO: o PRIMEIRO REI (Il Primo Re, 2019), de Matteo Rovere.
*** (bom)
 
O PREÇO de um PECADO (È Caduta una Donna, 1941), de Alfredo Guarini.
** (regular)
 
CAPRICHO à ITALIANA (Capriccio All'italiana, 1968), de Mario Monicelli, Steno, Mauro Bolognini, Pier Paolo Pasolini e Pino Zac.
** (regular)
 
Os NOIVOS (I Promessi Sposi, 1941), de Mario Camerini.
**** (muito bom)
 
A BELA ADORMECIDA (La Bella Addormentata, 1942), de Luigi Chiarini.
** (regular)
 
A VIDA RECOMEÇA (La Vita Ricomincia, 1945), de Mario Mattoli.
*** (bom)
 
FEDORA (Idem, 1942), de Camillo Mastrocinque.
** (regular)
 
QUE ALEGRIA de VIVER! (Che Gioia Vivere, 1961), de René Clement.
** (regular)
 
O PRÍNCIPE do FOGO (1985), de Sílvio Da-Rin.
Nota: ** (regular)
 
CARMEN SANTOS (1969), de Jurandyr Passos Noronha.
Nota: ** (regular)
 
A INTRUSA (L'intrusa, 1956), de Raffaello Matarazzo.
** (regular)
 
CHEGA de MILHÕES (Abbasso la Ricchezza!, 1946), de Gennaro Righelli.
** (regular)
 
ÁGUIA NEGRA (Aquila Nera, 1946), de Riccardo Freda.
*** (bom)
 
O OBJETIVO das ARMAS (Il Mestiere delle Armi, 2001), de Ermanno Olmi.
**** (muito bom)
 
O PRÍNCIPE de HOMBURG (Il Principe di Homburg, 1997), de Marco Bellocchio.
*** (bom)
 
A FAMÍLIA (La Famiglia, 1987), de Ettore Scola.
**** (muito bom)
 
A PAIXÃO de CRISTO (The Passion of the Christ, 2004), de Mel Gibson.
**** (muito bom)
 
A TRAGÉDIA do GOLGOTHA (I.N.R.I., 1923), de Robert Wiene.
*** (bom)
 
A CANÇÃO de BERNADETTE (The Song of Bernadette, 1943), de Henry King.
**** (muito bom)
 
EL CID (Idem, 1961), de Anthony Mann.
**** (muito bom)
 
A AVENTUREIRA do ANDAR de CIMA (L'avventuriera del Piano di Sopra, 1941), de Raffaello Matarazzo.
*** (bom)
 
TEMOS PAPA (Habemus Papam, 2011), de Nanni Moretti.
*** (bom)
 
ANJOS e DEMÔNIOS (Angels & Demons, 2009), de Ron Howard.
** (regular)
 
DELITO (Il Delitto di Giovanni Episcopo, 1947), de Alberto Lattuada.
**** (muito bom)
 
MERCADO de MULHERES (La Tratta delle Bianche, 1952), de Luigi Comencini.
** (regular)
 
EU TE AMAREI PARA SEMPRE (T'amerò Sempre, 1943), de Mario Camerini.
**** (muito bom)
 
OUTROS TEMPOS (Altri Tempi, 1952), de Alessandro Blasetti.
** (regular)
 
O ERRO de ESTAR VIVO (Lo Sbaglio di Essere Vivo, 1945), de Carlo Ludovico Bragaglia.
** (regular)
 
O CASO MATTEI (Il Caso Mattei, 1972), de Francesco Rosi.
***** (ótimo)

 
A TRAPAÇA (Il Bidone, 1955), de Federico Fellini.
**** (muito bom)
 
MAIO
 
O HOMEM QUE SABIA DEMAIS (The Man Who Knew Too Much, 1934), de Alfred Hitchcock.
*** (bom)
 
SOMBRAS do PASSADO (Nazi Agent, 1942), de Jules Dassin.
** (regular)
 
O HOMEM de DUAS CARAS (The Man with Two Faces, 1934), de Archie L. Mayo.
** (regular)
 
A PEQUENA FLOR VERMELHA (Alenkiy Tsvetochek, 1952), de Lev Atamanov.
*** (bom)
 
NEBLINA de OUTONO (Brumes d'automne,1929), de Dimitri Kirsanoff.
*** (bom)
 
MÉNILMONTANT (Idem, 1926), de Dimitri Kirsanoff.
***** (ótimo)
 
PUNHOS de CAMPEÃO (The Set-Up, 1949), de Robert Wise.
***** (ótimo)
 
ABUTRES (Carancho, 2010), de Pablo Trapero.
*** (bom)
 
O PODER NEGRO (Uptight, 1068), de Jules Dassin.
**** (muito bom)
 
DOUTOR FANTÁSTICO (Dr. Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb, 1964), de Stanley Kubrick.
***** (ótimo)
 
LOLITA (Idem, 1962), de Stanley Kubrick.
***** (ótimo)
 
STELLA DALLAS, MÃE REDENTORA (Stella Dallas, 1937), de King Vidor.
**** (muito bom)
 
DUNA (Dune: Part One, 2021), de Denis Villeneuve.
**** (muito bom)
 
DUNA: PARTE 2 (Dune: Part Two, 2024), de Denis Villeneuve.
**** (muito bom)
 
SUBLIME TRAIÇÃO (Luce Nelle Tenebre, 1941), de Mario Mattoli.
** (regular)
 
DUAS CARTAS ANÔNIMAS (Due Lettere Anonime, 1945), de Mario Camerini.
**** (muito bom)
 
A CORTESÃ (La Peccatrice, 1941), de Amleto Palermi.
*** (bom)
 
As MISÉRIAS DO SENHOR TRAVET (Le Miserie del Signor Travet, 1945), de Mario Soldati.
*** (bom)
 
O RETORNO DE DON CAMILO (Le Retour de Don Camillo, 1953), de Julien Duvivier.
*** (bom)
 
CALÚNIA (I Grandi Magazzini, 1939), de Mario Camerini.
*** (bom)
 
CEM MIL DÓLARES (Centomila Dollari, 1940), de Mario Camerini.
** (regular)
 
REFÉM de uma VIDA (The Clearing, 2004), de Pieter Jan Brugge.
** (regular)
 
ADULTÉRIO (Atto di Accusa, 1950), de Giacomo Gentilomo.
** (regular)
 
CINCO DIAS de um VERÃO (Five Days One Summer, 1982), de Fred Zinnemann.
** (regular)
 
A VOLTA da PERDIDA (Campane a Martello, 1949), de Luigi Zampa.
** (regular)
 
NÁPOLES MILIONÁRIA (Napoli Milionaria, 1950), de Eduardo De Filippo.
*** (bom)
 
DOMINGO de AGOSTO (Domenica D'agosto, 1950), de Luciano Emmer.
** (regular)
 
PARIS é SEMPRE PARIS (Parigi è sempre Parigi, 1951), de Luciano Emmer.
** (regular)
 
ESPOSAMANTE (Mogliamante, 1977), de Marco Vicario.
**** (muito bom)
 
DIVINA CRIATURA (Divina Criatura, 1975), de Giuseppe Patroni Griffi.
** (regular)
 
MARCHA TRIUNFAL (Marcia Trionfale, 1976), de Marco Bellocchio.
** (regular)
 
De PUNHOS CERRADOS (I Pugni in Tasca, 1965), de Marco Bellocchio.
**** (muito bom)
 
O JANTAR (La Cena, 1998), de Ettore Scola.
**** (muito bom)
 
NÓS QUE NOS AMÁVAMOS TANTO (C'eravamo Tanto Amati, 1974), de Ettore Scola.
***** (ótimo)

 
GUARDAS e LADRÕES (Guardie e Ladri, 1951), de Mario Monicelli e Steno.
*** (bom)
 
O PATINHO FEIO (Ugly Duckling, 1939), de    Jack Cutting, Clyde Geronimi e Hamilton Luske.
*** (bom)
 
O DIVO (Il Divo, 2008), de Paolo Sorrentino.
**** (muito bom)
 
Um HOMEM PELA METADE (Un Uomo a Metà, 1965), de Vittorio De Seta.
**** (muito bom)
 
DETIDO AGUARDANDO JULGAMENTO (Detenuto in Attesa di Giudizio, 1971), de Nanni Loy.
** (regular)
 
FILHAS do DESEJO (Vita da Cani, 1950), de Mario Monicelli e Steno.
*** (bom)
 
JUNHO
 
ADORÁVEL VAGABUNDO (Meet John Doe, 1941), de Frank Capra.
***** (ótimo)
 
O GALANTE MR. DEEDS (Mr. Deeds Goes to Town, 1936), de Frank Capra.
***** (ótimo)
 
O BRIGÃO (Il Brigante, 1961), de Renato Castellani.
**** (muito bom)
 
O POETA do MAL (Il Cattivo Poeta, 2020), de Gianluca Jodice.
** (regular)
 
ASSALTO AO CARRO FORTE (Le Convoyeur, 2004), de Nicolas Boukhrief.
** (regular)
 
A GAROTA na NÉVOA (La Ragazza nella Nebbia, 2017), de    Donato Carrisi.
*** (bom)
 
IDÍLIO CIGANO (Wings of the Morning, 1937), de Harold D. Schuster.
** (regular)
 
A MÃO de DEUS (È Stata la Mano di Dio, 2021), de Paolo Sorrentino.
**** (muito bom)
 
O OFICIAL e o ESPIÃO (J'accuse, 2019), de Roman Polanski.
*** (bom)
 
A GRANDE BELEZA (La Grande Bellezza, 2013), de Paolo Sorrentino.
***** (ótimo)

 
CABÍRIA (Idem, 1914), de Giovanni Pastrone.
*** (bom)
 
ROMA EM CHAMAS (Adagio, 2023), de Stefano Sollima.
**** (muito bom)
 
ACAB – TODOS os POLICIAIS SÃO BASTARDOS (A.C.A.B. - All Cops Are Bastards, 2012), de Stefano Sollima.
*** (bom)
 
SUBURRA (Idem, 2015), de Stefano Sollima.
**** (muito bom)
 
O AMOR QUE NÃO MORREU (Catene, 1949), de Raffaello Matarazzo.
*** (bom)
 
MARTIN EDEN (Idem, 2019), de Pietro Marcello.
*** (bom)
 
MATRIMÔNIO à ITALIANA (Matrimonio all`Italiana, 1964), de Vittorio De Sica.
***** (ótimo)
 
NERO e o INCÊNDIO de ROMA (Nerone e Messalina, 1953), de Primo Zeglio.
** (regular)
 
CÓDIGO PRETO (Black Bag, 2025), de Steven Soderbergh.
*** (bom)
 
As BESTAS (Idem, 2022), de Rodrigo Sorogoyen.
**** (muito bom)
 
PECADOS ANTIGOS, LONGAS SOMBRAS (La Isla Mínima, 2014), de Alberto Rodríguez.
**** (muito bom)
 
O HOMEM das MIL CARAS (El Hombre de las Mil Caras, 2016), de Alberto Rodríguez.
*** (bom)
 
QUE DEUS NOS PERDOE (Que Dios nos Perdone, 2016), de Rodrigo Sorogoyen.
*** (bom)
 
UNIDADE 7 (Grupo 7, 2012), de Alberto Rodríguez.
*** (bom)
 
A ÚLTIMA NOITE de AMORE (L'ultima Notte di Amore, 2023), de Andrea De Stefano.
*** (bom)
 
COMANDANTE (Idem, 2023), de Edoardo De Angelis.
*** (bom)
 
NADA SANTO (Lo Spietato, 2019), de Renato de Maria.
** (regular)
 
PRISÃO 77 (Modelo 77, 2022), de Alberto Rodríguez.
**** (muito bom)
 
DOGMAN (Idem, 2018), de Matteo Garrone.
**** (muito bom)
 
OTHELLO (Idem, 1965), de Stuart Burge.
*** (bom)
 
MEU CORAÇÃO CANTA (Whit a Song In my Heart, 1952), de Walter Lang.
*** (bom)
 
CONFIDÊNCIAS à MEIA-NOITE (Pillow Talk, 1959), de.
**** (muito bom)
 
PRIMEIRA COMUNHÃO (Prima Comunione, 1950), de Alessandro Blasetti.
**** (muito bom)
 
Na PRÓPRIA PELE: o CASO STEFANO CUCCHI (Sulla mia Pelle, 2018), de Alessio Cremonini.
*** (bom)
 
NÃO SEJA MAU (Non Essere Cattivo, 2015), de Claudio Caligari.
**** (muito bom) 

JULHO

CIÚME TRÁGICO (Cavalleria Rusticana, 1939), de Amleto Palermi.
*** (bom)
 
LIGAÇÕES CRIMINOSAS (Romanzo Criminale, 2005), de Michele Placido.
**** (muito bom)
 
Uma VIDA TRANQUILA (Una Vita Tranquilla, 2010), de Claudio Cupellini.
*** (bom)
 
5 é o NÚMERO PERFEITO (5 è il Numero Perfetto, 2019), de    Igor Tuveri.
** (regular)
 
A GAROTA do LAGO (La Ragazza del Lago, 2007), de Andrea Molaioli.
*** (bom)
 
DIAZ: POLÍTICA e VIOLÊNCIA (Don't Clean Up This Blood, 2012), de Daniele Vicari.
*** (bom)
 
LORO (Idem, 2018), de Paolo Sorrentino.
*** (bom)
 
A MULHER do LAGO (La Donna del Lago, 1965), de Luigi Bazzoni e Franco Rossellini.
*** (bom)
 
MEMÓRIA do CANGAÇO (1965), de Paulo Gil Soares.
*** (bom)
 
A VOZ HUMANA (Voce Umana, 2014), de Edoardo Ponti.
*** (bom)
 
JORJAMADO no CINEMA (1979), de Glauber Rocha.
** (regular)
 
As CONSEQUÊNCIAS do AMOR (Le Conseguenze dell'amore, 2004), de Paolo Sorrentino.
**** (muito bom)
 
EU NÃO TENHO MEDO (Io Non ho Paura, 2003), de Gabriele Salvatores.
*** (bom)
 
Os CAMPOS VOLTARÃO (Torneranno i Prati, 2014), de Ermanno Olmi.
**** (muito bom)

 
MADAME BOVARY (Idem,1991), de Claude Chabrol.
**** (muito bom)
 
O NÓ – ATO HUMANO DELIBERADO (2012), de Dilson Araújo.
** (regular)
 
FILOMENA, QUAL é o MEU? (Filumena Marturano, 1951), de Eduardo De Filippo.
*** (bom)
 
AMAR-TE é o MEU DESTINO (La Minute de Vérité, 1952), de Jean Delannoy.
*** (bom)
 
COBIÇA (Une Manche et la Belle, 1957), de Henri Verneuil.
*** (bom)
 
SABELLA (La Nonna Sabella, 1957), de Dino Risi.
** (regular)
 
MADAME SANS-GÊNE (Idem, 1961), de Christian-Jaque.
** (regular)
 
Os DIAS SÃO NUMERADOS (I Giorni Contati, 1962), de Elio Petri.
**** (muito bom)
 
SETEMBRO 5 (September 5, 2024), de Tim Fehlbaum.
**** (muito bom)
 
MR 73 - a ÚLTIMA MISSÃO (MR 73, 2008), de Olivier Marchal.
*** (bom)
 
PARTHENOPE – os AMORES de NÁPOLES (Parthenope, 2024), de Paolo Sorrentino.
*** (bom)
 
JUVENTUDE (Youth, 2015), de Paolo Sorrentino.
**** (muito bom)
 
AGOSTO

Um HOMEM MISTERIOSO (The American, 2010), de Anton Corbijn.
** (regular)
 
O DIA da INVASÃO (9. april, 2015), de Roni Ezra.
*** (bom)
 
POLÍCIA em PODER da MÁFIA (Triple 9, 2016), de John Hillcoat.
** (regular)
 
TUDO por JUSTIÇA (Out of the Furnace, 2013), de Scott Cooper.
**** (muito bom)
 
O PÁLIDO OLHO AZUL (The Pale Blue Eye, 2022), de Scott Cooper.
*** (bom)
 
HOSTIS (Hostiles, 2017), de Stuart Cooper.
**** (muito bom)
 
GANGSTERS (Idem, 2002), de Olivier Marchal.
** (regular)
 
PACTO de SANGUE (Les Lyonnais, 2011), de Olivier Marchal.
*** (bom)
 
ONDE COMEÇA O INFERNO (Rio Bravo,), de Howard Hawks.
**** (muito bom)
 
DELIRANTE (The Crowd Roars, 1932), de Howard Hawks.
*** (bom)
 
MAR em FÚRIA (The Perfect Storm, 2000), de Wolfgang Petersen.
*** (bom)
 
O PARAÍSO INFERNAL (Only Angels Have Wings, 1939), de Howard Hawks.
**** (muito bom)
 
AY, CARMELA (Idem, 1990), de Carlos Saura.
*** (bom)
 
DISPARA! (¡Dispara!, 1993), de Carlos Saura.
** (regular)
 
SINFONIA de ARAGÓN (Sinfonía de Aragón, 2008), de Carlos Saura.
*** (bom)
 
Na VELHA CALIFÓRNIA (In Old California, 1942), de William C. McGann.
** (regular)
 
A LONGA VIAGEM de VOLTA (The Long Voyage Home, 1940), de John Ford.
**** (muito bom)
 
GELEIRAS do INFERNO (Island in the Sky, 1953), de William A. Wellman.
**** (muito bom)
 
CAMINHOS ÁSPEROS (Hondo, 1953), de John Farrow.
*** (bom)
 
JUSTICEIRO IMPLACÁVEL (Rooster Cogburn, 1975), de Stuart Millar.
*** (bom)
 
DESAFIO no BRONX (A Bronx Tale, 1993), de Robert De Niro.
** (regular)
 
CERIMÔNIA de CASAMENTO (A Wedding, 1978), de Robert Altman.
**** (muito bom)
 
O TRATAMENTO (De Behandeling, 2014), de Hans Herbots.
**** (muito bom)
 
O SILÊNCIO (Das Letzte Schweigen, 2010), de Baran bo Odar.
*** (bom)
 
HANNAH e suas IRMÃS (Hannah and her Sisters, 1986), de Woody Allen.
***** (ótimo)

 
Um HERÓI BURGUÊS (Un Eroe Borghese, 1995), de Michele Placido.
*** (bom)
 
SEGUNDA CHANCE (En Chance Til, 2014), de Susanne Bier.
*** (bom)
 
As MELHORES INTENÇÕES (Den Goda Viljan, 1992), de Bille August.
*** (bom)
 
QUANDO o CORAÇÃO NÃO ENVELHECE (The Happiest Millionaire, 1967), de Norman Tokar.
** (regular)
 
MINHA BELA DAMA (My Fair Lady, 1964), de George Cukor.
**** (muito bom)
 
TÃO FORTE e TÃO PERTO (Extremely Loud & Incredibly Close, 2011), de Stephen Daldry.
*** (bom)
 
BLUE JASMINE (Idem, 2013), de Woody Allen.
**** (muito bom)
 
PELLE, o CONQUISTADOR (Pelle Erobreren, 1987), de Bille August.
***** (ótimo)
 
SETEMBRO

KURSK - a ÚLTIMA MISSÃO (Kursk, 2018), de Thomas Vinterberg.
*** (bom)
 
O CANDIDATO (El Reino, 2018), de Rodrigo Sorogoyen.
*** (bom)
 
LONGE DESTE INSENSATO MUNDO (Far From the Madding Crowd, 2015), de Thomas Vinterberg.
**** (muito bom)
 
OPERAÇÃO RED SPARROW (Red Sparrow, 2018), de Francis Lawrence.
** (regular)
 
ACERTO de CONTAS (Comptes à Rebours, 1971), de Roger Pigaut.
*** (bom)
 
O CASO PISCIOTTA (Il Caso Pisciotta, 1972), de Eriprando Visconti.
** (regular)
 
LULU, a FLOR do PECADO (Lulu, 1962), de Rolf Thiele.
** (regular)
 
O ADVOGADO do DIABO (L'affaire Nina B., 1961), de Robert Siodmak.
** (regular)
 
TOOTSIE (Idem, 1982), de Sydney Pollack.
**** (muito bom)
 
O DESESPERO de VERONIKA VOSS (Die Sehnsucht der Veronika VosS, 1982), de Rainer Werner Fassbinder.
**** (muito bom)
 
A ENCRUZILHADA das BESTAS HUMANAS (Wildwechsel, 1972), de Rainer Werner Fassbinder.
**** (muito bom)
 
O NÓ do AFETO (2004), de Carla Camurati.
** (regular)
 
Um HOMEM FORA de SÉRIE (The Natural, 1974), de Barry Levinson.
**** (muito bom)
 
CAPITÃO AMÉRICA – o SOLDADO INVERNAL (Captain America: The Winter Soldier, 2014), de Anthony Russo e Joe Russo.
*** (bom)
 
LIGAÇÕES PERIGOSAS (Dangerous Liaisons, 1988), de Stephen Frears.
**** (muito bom)
 
O HOMEM FERIDO (L'homme Blessé, 1983), de Patrice Chéreau.
**** (muito bom)
 
Na SOLIDÃO do DESEJO (The Sergeant, 1968), de John Flynn.
**** (muito bom)
 
ROMANCE de AMOR (Romanzo d'Amore, 1950), de Duilio Coletti.
*** (bom)
 
ATÉ a VISTA (2011), de Jorge Furtado.
** (regular)
 
IDENTIDADE (2004), de Fernando Meirelles e Nando Olival.
* (ruim)
 
FRATERNIDADE (2004), de Jorge Furtado.
 * (ruim)
 
TARAS BULBA (Tarass Boulba, 1936), de Alexis Granowsky.
*** (bom)
 
MUNDO INVISÍVEL - KREUKO (2011), de Beto Brant e Cisco Vasques.
** (regular)
 
MULHER MASCARADA (Le Domino Vert, 1935), de Herbert Selpin e Henri Decoin.
*** (bom)
 
MULHER FATAL (Gribouille, 1937), de Marc Allégret.
*** (bom)
 
O SALÁRIO do PECADO (Le Salaire du Péché, 1956), de Denys de La Patellière.
*** (bom)
 
TEMPESTADES (Bufere, 1953), de Guido Brignone.
** (regular)
 
NOITE de TEMPESTADE (Notte di tempesta, 1946), de Gianni Franciolini.
*** (bom)
 
O CAVALEIRO MISTERIOSO (Il Cavaliere Misterioso, 1948), de Riccardo Freda.
** (regular)
 
DEPOIS do VENDAVAL (The Quiet Man, 1952), de John Ford.
***** (ótimo)
 
BLOW-UP – DEPOIS DAQUELE BEIJO (Blow-up, 1953), de Michelangelo Antonioni.
***** (ótimo)
 
O FALSO JUIZ (The Fake Judge, 2025), de Sérgio Tavares.
*** (bom)
 
TRAIÇÃO (Il Tradimento, 1951), de Riccardo Freda.
** (regular)
 
OUTUBRO

LEGENDA HISTÓRICA (I Briganti Italiani, 1961), de Mario Camerini.
** (regular)
 
PRELÚDIO de AMOR (Preludio d'amore, 1947), de Giovanni Paolucci.
** (regular)
 
ESSAS MULHERES (Adorables Créatures, 1952), de Christian-Jaque.
*** (bom)
 
O RIACHO (Le Ruisseau, 1938), de Maurice Lehmann e Claude Autant-Lara.
** (regular)
 
Os AMORES de uma RAINHA (La Reine Margot, 1954), de Jean Dréville.
** (regular)
 
As HORAS (The Hours, 2002), de Stephen Daldry.
***** (ótimo)
 
LACENAIRE (Idem, 1990), de Francis Girod.
** (regular)
 
LEMBRANÇAS de HOLLY WOOD (Postcards From the Edge, 1990), de Mike Nichols.
** (regular)
 
WALL STREET: o DINHEIRO NUNCA DORME (Wall Street: Money Never Sleeps, 2010), de Oliver Stone.
*** (bom)
 
PERSEGUIÇÃO (Un Roi sans Divertissement, 1963), de François Leterrier.
**** (muito bom)
 
A.I. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL (Artificial Intelligence: A. I., 2001), de Steven Spielberg.
**** (muito bom)
 
ONDE os FRACOS NÃO TÊM VEZ (No Country for Old Men, 2007), de Joel e Ethan Coen.
**** (muito bom)
 
O PATRIOTA (Le Patriote, 1938), de Maurice Tourneur.
*** (bom)
 
PARA SEMPRE e um DIA (Forever and Day, 1943), de Edmund Goulding, Cedric Hardwicke, Frank Lloyd, Victor Saville, Robert Stevenson, Herbert Wilcox e René Clair.
** (regular)
 
O DISCURSO do REI (The King’s Speech, 2010), de Tom Hooper.
** (regular)
 
A TRAVESSIA (De Nåede Færgen, 1948), de Carl Th. Dreyer.
*** (bom)
 
O ESCRITÓRIO (Urzad, 1966), de Krzysztof Kieslowski.
** (regular)
 
AMAZONAS AMAZONAS (1966), de Glauber Rocha.
*** (bom)
 
CASAIS AMOROSOS (Älskande Par, 1964), de Mai Zetterling.
*** (bom)
 
EPOPÉIA TRÁGICA (Scott of the Antarctic, 1948), de Charles Frend.
*** (bom)
 
AGENDA SECRETA (Hidden Agenda, 1990), de Ken Loach.
*** (bom)
 
MAGNÓLIA (Idem, 1999), de Paul Thomas Anderson.
**** (muito bom)
 
JOGOS da NOITE (Nattlek, 1966), de Mai Zetterling.
** (regular)
 
INCÊNDIOS (Incendies, 2010), de Denis Villeneuve.
**** (muito bom)
 
NOIVO NEURÓTICO, NOIVA NERVOSA (Annie Hall, 1977), de Woody Allen.
**** (muito bom)
 
QUARTETO (Quartet, 1948), de Ken Annakin, Arthur Crabtree, Harold French e Ralph Smart.
*** (bom)
 
TRÊS DESTINOS (Trio, 1950), de Ken Annakin e Harold French.
** (regular)
 
O SÉTIMO VÉU (The Seventh Veil, 1945), de Compton Bennett.
*** (bom)
 
O DESPREZO (Le Mépris, 1963), de Jean-Luc Godard.
*** (bom)
 
ATRAVÉS de um ESPELHO (Sasom I en Spegel, 1961), de Ingmar Bergman.
***** (ótimo)

 
Da VIDA das MAIONETES (Aus Dem Leben der Marionetten, 1980), de Ingmar Bergman.
**** (muito bom)
 
NOVEMBRO

TEMPO EMPRESTADO (Borrowed Time, 2015), de Andrew Coats e Lou Hamou-Lhadj.
*** (bom)
 
PÉROLA (Pearl, 2016), de Patrick Osborne.
** (regular)
 
VAYSHA CEGA (Blind Vaysha, de 2016), de Theodore Ushev.
**** (muito bom)
 
SIDRA de PERA e CIGARROS (Pear Cider and Cigarettes, 2016), de Robert Valley.
** (regular)
 
ASTERIA (Idem, 2016), de Alexandre Arpentinier.
** (regular)
 
ÍNDICE 50 (Idem, 2016), de Sylvain Amblard, Alexandre Belmudes, Damien Clef, Mégane Fumel, Joseph Guené e Mathieu Peters-Houg.
** (regular)
 
ERA uma VEZ uma LINHA (Once Upon a Line, 2016), de Alicja Jasina.
*** (bom)
 
A CABEÇA que DESAPARECE (The Head Vanishes, 2016), de Franck Dion.
*** (bom)
 
FINAL FELIZ (Happy End, 2015), de Jan Saska.
** (regular)
 
IRIS e o TENENTE (Iris och löjtnantshjärta, 1946), de Alf Sjöberg.
**** (muito bom)
 
CIÚME NÃO é PECADO (The Feminine Touch, 1941), de W.S. Van Dyke.
*** (bom)
 
ELES BEIJARAM a NOIVA (They All Kissed the Bride, 1942), de Alexander Hall.
*** (bom)
 
A CANÇÃO do HAVAÍ (Song of the Islands, 1942), de Walter Lang.
** (regular)
 
CASEI-ME COM uma FEITICEIRA (I Married a Witch, 1942), de René Clair.
**** (muito bom)
 
Do MUNDO NADA se LEVA (You Can`T Take it With You, 1938), de Frank Capra.
**** (muito bom)
 
FRANKENSTEIN (Idem, 2025), de Guillermo del Toro.
*** (bom)
 
O HOMEM QUE DESBANCOU MONTE CARLO (The Man who Broke the Bank at Monte Carlo, 1935), de Stephen Roberts.
** (regular)
 
CAIN e MABEL (Cain and Mabel, 1936), de Lloyd Bacon.
** (regular)
 
CLAMOR do SEXO (Splendor In the Grass, 1961), de Elia Kazan.
***** (ótimo)

 
MADAME MISTÉRIO (The ex-Mrs. Bradford, 1936), de Stephen Roberts.
*** (bom)
 
SÓ ASSIM QUERO VIVER (I Live My Life, 1935), de W.S. Van Dyke.
*** (bom)
 
CAFÉ PARA DOIS (He Stayed for Breakfast, 1940), de Alexander Hall.
*** (bom)
 
MADAME SANS-GÊNE (Idem, 1941), de Roger Richebé.
** (regular)
 
A MULHER do DIA (Woman of the Year, 1942), de George Stevens.
**** (muito bom)
 
A NOITE TUDO ENCOBRE (Night Must Fall, 1964), de Karel Reisz.
*** (bom)
 
LEILÃO de ALMAS (Life At the Top, 1965), de Ted Kotcheff.
*** (bom)
 
VIDA de CACHORRO (A Dog`s Life, 1918), de Charles Chaplin.
*** (bom)
 
A VELHA GUARDA (Les Vieux de la Vieille, 1960), de Gilles Grangier.
*** (bom)
 
NOSFERATU, o VAMPIRO da NOITE (Nosferatu – Phantom der Nacht, 1979), de Werner Herzog.
***** (ótimo)
 
DELICIOSAS LOUCURAS de AMOR (Morgan: a Suitable Case for Treatment, 1966), de Karel Reisz.
** (regular)
 
SUA EXCELÊNCIA, o CHOFER (Merrily we Live, 1938), de Norman Z. McLeod.
*** (bom)
 
VIAGENS COM MINHA TIA (Travels with My Aunt, 1972), de George Cukor.
** (regular)
 
PÃO NEGRO (Pa Negre, 2010), de Agustí Villaronga.
*** (bom)
Direção;
 
DEPOIS do CASAMENTO (Efter Brylluppet, 2006), de Susanne Bier.
*** (bom)
 
DEZEMBRO

TRÁGICA DECISÃO (The Triple Echo, 1972), de Michael Apted.
*** (bom)
 
O RETORNO do SOLDADO (The Return of the Soldier, 1982), de Alan Bridges.
*** (bom)
 
SANGUE no GELO (The Frozen Ground, 2013), de Scott Walker.
** (regular)
 
IDA (Idem, 2013), de Pawel Pawlikowski.
**** (muito bom)
 
TESE SOBRE um HOMICÍDIO (Tesis Sobre un Homicidio, 2013), de Hernán Goldfrid.
**** (muito bom)
 
TRÁGICA SEPARAÇÃO (La Rupture, 1970), de Claude Chabrol.
*** (bom)
 
O LABIRINTO do FAUNO (El Laberinto del Fauno, 2006), de Guillermo del Toro.
**** (muito bom)
 
A GRANDE MENTIRA (The Good Liar, 2019), de Bill Condon.
** (regular)
 
O BECO do PESADELO (Nightmare Alley, 2021), de Guillermo del Toro.
*** (bom)
 
O BECO das ALMAS PERDIDAS (Nightmare Alley, 1947), de Edmund Goulding.
**** (muito bom)
 
AGORA SEREMOS FELIZES (Meet Me in St. Louis, 1944), de Vincente Minnelli.
***** (ótimo)
 
MARIA ANTONIETA (Marie Antoinette, 1938), de W.S. Van Dyke.
**** (muito bom)
 
CLÁUDIA (Idem, 1943), de Edmund Goulding.
*** (bom)
 
O AMOR de um ESPIA (Stand Up and Fight, 1939), de W.S. Van Dyke.
*** (bom)
 
CANÇÃO da RÚSSIA (Song of Russia, 1944), de Gregory Ratoff.
*** (bom)
 
De MULHER PARA MULHER (When Ladies Meet, 1941), de Robert Z. Leonard.
*** (bom)
 
O CAMINHO do DIABO (Devil's Doorway, 1950), de Anthony Mann.
**** (muito bom)
 
DUELO na CIDADE FANTASMA (The Law and Jake Wade, 1958), de John Sturges.
** (regular)
 
IMPÉRIO do CRIME (The Big Combo, 1955), de Joseph H. Lewis.
**** (muito bom)
 
TRÊS DESCONHECIDOS (Three Strangers, 1946), de Jean Negulesco.
** (regular)
 
CAMINHO SEM VOLTA (The Yards, 2000), de James Gray.
*** (bom)
 
Os DONOS da NOITE (We Own the Night, 2007), de James Gray.
*** (bom)
 
O AMOR é ASSIM (Private Number, 1936), de Roy Del Ruth.
*** (bom)
 
UNIDOS PELO SANGUE (The Indian Kunner, 1991), de Sean Penn.
**** (muito bom)
 
CRIME em PALMETTO (Palmetto, 1998), de Volker Schlöndorff.
*** (bom)
 
GUERRA MUNDIAL Z (World War Z, 2013), de Marc Forster.
** (regular)
 
NOVE DIAS de UM ANO (Devyat Dney Odnogo Goda, 1962), de Mikhail Romm.
*** (bom)
 
O SACRIFÍCIO (Offret, 1986), de Andrei Tarkovski.
***** (ótimo)

 
NOSTALGIA (Nostalghia, 1983), de Andrei Tarkovski.
***** (ótimo)
 
CZAR (Tsar, 2009), de Pavel Lungin.
** (regular)
 
BONNIE e CLYDE – Uma RAJADA de BALAS (Bonnie and Clyde, 1967), de Arthur Penn.
**** (muito bom)
 
LILLY, a TEIMOSA (Presenting Lily Mars, 1943), de Norman Taurog.
**** (muito bom)
 
O RETRATO de JENNIE (Portrait of Jennie, 1948), de William Dieterle.
**** (muito bom)
 
RETRATO de uma MULHER (The Portrait of a Lady, 1996), de Jane Campion.
*** (bom)
 
A BATALHA de MIDWAY (The Battle of Midway, 1942), de John Ford.
** (regular)
 
ESQUADRÃO de TORPEDEIROS (Torpedo Squadron, 1942), de John Ford.
 
MÃO de OBRA (Manpower, 1943), de John Ford.
*** (bom)
 
NAVEGAMOS à MEIA-NOITE (We Sail at Midnight, 1943), de John Ford e Julian Spiro.
** (regular)
 
QUERO SER FELIZ (Primrose Path, 1940), de Gregory La Cava.
**** (muito bom)
 
O POÇO das TRÊS VERDADES (Le Puits aux Trois Vérités, 1961), de François Villiers.
** (regular)
 
O IMPOSTOR (Deceiver, 1997), de Jonas e Josh Pate.
** (regular)
 
O ÚLTIMO SUSPEITO (City by the Sea, 2002), de Michael Caton-Jones.
*** (bom)