janeiro 08, 2025

***** Os MELHORES FILMES ASSISTIDOS em 2024


 
 
A cada Ano Novo surge aquele momento nostálgico de relembrar o que consumi culturalmente no ano que passou. São inúmeras retrospectivas em blogs e, para “O Falcão Maltês”, é a hora de celebrar os MELHORES FILMES. No cenário atual, produções cinematográficas com bons valores é um verdadeiro desafio. Muitas apresentam ideias deturpadas ou pautas identitárias. Porém, garimpando com dedicação, encontraremos uma ou outra pepita escondida por aí. Assim, identifiquei ao longo de 2024 filmes valiosos, lançados seja no cinema ou diretamente no streaming. Tem opção para quem curte drama, terror, aventura, documentário, ficção científica e comédia romântica. Portanto, ainda se faz filmes talentosos. Alguns foram uma surpresa pra mim, outros nem tanto. Então, pergunto: qual foi o melhor filme assistido por você em 2024?
 
Entre os que ganharam o coração cinéfilo, recordo: “Duna 2/ Dune: Part Two”, de Denis Villeneuve; o documentário “Super/Man: a História de Christopher Reeve / Super/Man: The Christopher Reeve Story”, de Ian Bonhôte e Peter Ettedgui; “Instinto Materno / Mothers' Instinct”, de Benoît Delhomme; “Cabrini / Idem”, de Alejandro Monteverde; “Dias Perfeitos / Perfect Days”, de Wim Wenders; “A Sombra de Stalin / Mr. Jones”, de Agnieszka Holland; “Ficção Americana / American Fiction”, de Cord Jefferson; o remake “Não Fale o Mal / Speak No Evil”, de James Watkins; “Golpe de Sorte em Paris / Coup de Chance”, de Woody Allen; “Amores Solitários / Lonely Planet”, de  Susannah Grant; “Guerra Sem Regras / The Ministry of Ungentlemanly Warfare”, de Guy Ritchie; e “O Quarto ao Lado / The Room Next Door”, de Pedro Almodóvar, com Tilda Swinton.
 
Como de costume, na lista anual de “O Falcão Maltês” seleciono um ranking dos 12 melhores dentre os filmes que assisti no ano passado, pouco importando a data de produção, e suas respectivas críticas. Numa disputa bem acirrada, foram considerados como parâmetro, direção, roteiro, atuações, fotografia, trilha sonora, edição, cenografia e vestuário. Finalizo o post com Os MELHORES do CINEMA em 2024 e a relação de todos os filmes que vi, com nota de 1 a 5. Confira abaixo:
 
Os 12 MELHORES FILMES ASSISTIDOS em 2024
(por ordem de preferência)
 
01
A NÓS a LIBERDADE
(À Nous la Liberté, 1931, França)

direção de René Clair
elenco: Henri Marchand, Raymond Cordy e Rolla France

 
Dois amigos tentam fugir da prisão. Um deles consegue e se torna um poderoso empresário. Anos depois, eles se reencontram ao acaso. Comédia deliciosa, inteligente, crítica e lírica. Num humor provocativo, desdenha do stalinismo e também da desumanização industrial. Um filme surpreendente, poético e excêntrico. Obra-prima.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
02
A ESTRADA da VIDA
(La Strada, 1954, Itália)

direção de Federico Fellini
elenco: Anthony Quinn, Giulietta Masina e Richard Basehart

 
Artista mambembe brutamontes compra de mãe pobre sua filha ingênua para ser sua assistente. Primeiro sucesso de Fellini. Levou o Oscar de Melhor Filme Estrangeiro. Parábola poética, realista, comovente. Um contraste pungente entre inocência e força bruta. Interpretações extraordinárias, fotografia admirável e música maravilhosa.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
03
RAN
(Ran, 1985, Japão e França)

direção de Akira Kurosawa
elenco: Tatsuya Nakadai, Jinpachi Nezu e Mieko Harada

 
Um grande lorde, já idoso, resolve abdicar de seu trono e dividir seu reino entre seus três filhos, resultando em tragédia. Obra-prima do mestre Kurosawa com belíssimas batalhas coreografadas. Tudo funciona como um majestoso e mortal balé. Aflorando intensidade, magníficas performances de Nakadai e Mieko Harada. Inesquecível.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
04
CIDADÃO KANE
(Citizen Kane, 1941, EUA)

direção de Orson Welles
elenco: Orson Welles, Joseph Cotten, Dorothy Comingore, Agnes Moorehead, Ruth Warrick e Everett Sloane

 
A vida de um magnata da imprensa que tem uma enorme fortuna e influência, mas que não alcança o amor que deseja. Em vez de ser uma cinebiografia convencional, é um quebra-cabeças que reúne vários narradores, perspectivas e saltos no tempo. Conta, também, com uma coleção de frases memoráveis e magistral fotografia.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
05
OBSESSÃO
(Ossessione, 1942, Itália)

direção de Luchino Visconti
elenco: Clara Calamai, Massimo Girotti e Juan de Landa

 
Num bar de beira de estrada, forasteiro se envolve com mulher casada insatisfeita. Drama neo-realista ousado, pessimista e trágico. Entre a miséria e o adultério, personagens cuja moral e ética são tão maleáveis quanto seus próprios desejos tornam o filme inesquecível. Clara Calamai brilha como a esposa sedutora e oprimida. Muito bom.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
06
GUERRA e HUMANIDADE 3: uma PRECE de SOLDADO
(Ningen no Jôken, 1961, Japão)

direção de Masaki Kobayashi
elenco: Tatsuya Nakadai, Michiyo Aratama e Yûsuke Kawazu

 
Japonês único sobrevivente de sua unidade se rende ao exército soviético. Épico que supera com excelência as duas grandiosas primeiras partes. O protagonista come o pão que o diabo amassou. Seus sonhos de direitos humanos são massacrados. Amargo e desiludido, retrata seres mesquinhos e infames. Soberba performance de Nakadai.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
07
A VERDADE
(La Véritè, 1960, França e Itália)

direção de Henri-Georges Clouzot
elenco: Brigitte Bardot, Paul Meurisse, Charles Vanel, Sami Frey e Marie-José Nat

 
Garota é julgada pelo assassinato de seu amante e durante o processo sua vida é revelada de acordo com testemunhas. Ataque virulento a uma sociedade paralisada pela moralidade ultrapassada. Não é um assassino que está em julgamento, mas uma geração irresponsável. Filmado com sensibilidade, é a melhor atuação de Bardot.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
08
VARIEDADES – a TRAGÉDIA de um ARTISTA
(Varieté, 1925, Alemanha)

direção de Ewald André Dupont
elenco: Emil Jannings, Maly Delschaft e Lya De Putti

 
Trapezista abandona mulher e filho por desconhecida mais jovem, mas é traído por ela. Um dos grandes títulos do cinema mudo alemão. O filme é um escândalo visual, sombrio, repleto de erotismo e passionalidade. Desfecho redentor primoroso, cativantes imagens expressionistas e ótimas caracterizações de Emil Jannings e Lya de Putti.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
09
A LONGA NOITE de LOUCURAS
(La Notte Brava, 1959, Itália e França)

direção de Mauro Bolognini
elenco: Rosanna Schiaffino, Elsa Martinelli, Laurent Terzieff, Jean-Claude Brialy, Anna Maria Ferrero, Franco Interlenghi e Tomas Milian
 

As façanhas inconformadas de três jovens romanos envolvendo roubo, prostitutas, sexo e vazio existencial. Excelente roteiro de Pasolini, retratando confrontos de classes sociais e o erotismo de uma juventude alienada. Um retrato nu e cru soberbamente filmado com uma trilha sonora de jazz impecável. Talvez seja o ponto mais alto de Bolognini.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
10
GUERRA e HUMANIDADE 2: ESTRADA para a ETERNIDADE
(Ningen no Jôken, 1959, Japão)

direção de Masaki Kobayashi
elenco: Tatsuya Nakadai, Michiyo Aratama e Kokinji Katsura
 

Num quartel japonês, soldado pacifista vivencia um ambiente militarista marcado pela perversidade. Explora de forma chocante e comovente tempos de guerra. Intenso, oferece uma experiência cinematográfica poderosa e cuidadosa. Habilidade e realismo com mensagem social. Destacam-se o diretor e um protagonista magníficos.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
11
Os GUARDA-CHUVAS do AMOR
(Les Parapluies de Cherbourg, 1964, França e Alemanha)

direção de Jacques Demy
elenco: Catherine Deneuve, Nino Castelnuovo e Anne Vernon

 
Quando namorado de jovem apaixonada vai para a guerra, ela descobre que está grávida e se casa com outro. Uma história de amor comovente embalada por uma inesquecível trilha sonora de Michel Legrand. Bonita cenografia multicolor e atuações sinceras dos belos Deneuve e Castelnuovo. Um musical maravilhoso.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
12
O TOURO INDOMÁVEL
(Raging Bull, 1980, EUA)

direção de Martin Scorsese
elenco: Robert De Niro, Cathy Moriarty e Joe Pesci

 
A trajetória de um pugilista destrutivo que se torna campeão mundial. Cinebiografia clássica baseada na autobiografia de Jack LaMotta. Uma história trágica que nos faz refletir sobre nossos próprios defeitos. Cenas violentas de extremo realismo dentro da arena de luta e uma grande atuação de DeNiro. Um dos maiores filmes de Scorsese.
 
Nota: ***** (ótimo)
 
Os MELHORES de 2024
 
MELHOR DIREÇÃO
MICHAEL POWELL e EMERIC PRESSBURGER
(“Os Sapatinhos Vermelhos”)
 

MELHOR ROTEIRO
FRANCES GOODRICH, ALBERT HACKETT,
FRANK CAPRA e JO SWERLING
(“A Felicidade Não se Compra”)
 

MELHOR FOTOGRAFIA
HENRI ALEKAN
(“Asas do Desejo”)
 

MELHOR TRILHA SONORA
MICHEL LEGRAND
(“Os Guarda-Chuvas do Amor”)
 

MELHOR EDIÇÃO
THELMA SCHOONMAKER
(“O Touro Indmável”)

MELHOR CENOGRAFIA
DANTE FERRETTI e FRANCESCA LO SCHIAVO
(“Gangues de Nova Iorque”)

MELHOR VESTUÁRIO
EMI WADA
(“Ran”)

MELHOR ATRIZ
ISABELLE ADJANI
(“Camille Claudel”)

MELHOR ATOR
HUMPHREY BOGART
(“O Tesouro de Sierra Madre”)
 

MELHOR ATRIZ COADJUVANTE
ROSALIND RUSSELL
(“As Mulheres”)

MELHOR ATOR COADJUVANTE
WALTER HUST
ON
(“O Tesouro de Sierra Madre”)


TODOS os FILMES QUE VI em 2024
 
Total: 504 Filmes
 
JANEIRO

O BOM PASTOR (The Good Shepherd, 2006)
direção de Robert De Niro.
*** (bom)
 
O GRANDE ROUBO do TREM (The Great Train Robbery, 1903)
direção de Edwin S. Porter.
*** (bom)
 
ASSASSINOS da LUA das FLORES (Killers of the Flower Moon, 2023)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
GANGUES de NOVA IORQUE (Gangs Of New York, 2002)
direção de Martin Scorsese.
***** (ótimo)
 
NOVEMBRO – PARIS ATACADO (Novembre, 2022)
direção de Cédric Jimenez.
**** (muito bom)
 
MISSÃO IMPOSSÍVEL – ACERTO de CONTAS – Parte 1 (Mission: Impossible - Dead Reckoning Part One, 2023)
direção de Christopher McQuarrie.
** (regular)
 
BATMAN BEGINS (Idem, 2005)
direção de Christopher Nolan.
*** (bom)
 
INSÔNIA (Insomnia, 2002)
direção de Christopher Nolan.
*** (bom)
 
O DIA do ATENTADO (Patriots Day, 2016)
direção de Peter Berg.
*** (bom)
 
REDE de MENTIRAS (Body of Lies, 2008)
direção de Ridley Scott.
*** (bom)
 
CREPÚSCULO SANGRENTO (First Comes Courage, 1943)
direção de Dorothy Arzner.
*** (bom)
 
TENTAÇÃO (Temptation, 1946)
direção de Irving Pichel.
*** (bom)
 
 IMITAÇÃO da VIDA (Imitation of Life, 1934)
direção de John M. Stahl.
***** (ótimo)
 
O JUDEU SUSS (Jew Süss, 1934)
direção de Lothar Mendes.
** (regular)
 
CENA FINAL (The Last Performance, 1929)
direção de Pál Fejös.
** (regular)
 
SUZY (Idem, 1936)
direção de George Fitzmaurice.
*** (bom)
 
TIO KRÜGER (Ohm Krüger, 1941)
direção de Hans Steinhoff.
*** (bom)
 
FOGO na ÓPERA (Brand in der Oper, 1930)
direção de Carl Froelich.
*** (bom)
 
MONTANHAS em CHAMAS (Berge in Flammen, 1931)
direção de Karl Hartl e Luis Trenker.
**** (muito bom)
 
O AMOR de JEANNE NEY (Die Liebe der Jeanne Ney, 1927)
direção de Georg Wilhelm Pabst.
**** (muito bom)
 
A TEMPESTADE (Tempest, 1928)
direção de Sam Taylor.
*** (bom)
 
O DRAMA de SHANGHAI (Le Drame de Shanghaï, 1938)
direção de Georg Wilhelm Pabst.
** (regular)
 
O INFERNO BRANCO do PIZ PALÜ (Die weiße Hölle vom Piz Palü, 1929)
direção de Arnold Fanck e Georg Wilhelm Pabst.
**** (muito bom)
 
O ENCOURAÇADO POTEMKIN (Bronenosets Potymkin, 1925)
direção de Sergei Eisenstein.
**** (muito bom)
 
MULHER INFIEL (Faithless, 1932)
direção de Harry Beaumont.
*** (bom)
 
OURO (Gold, 1934)
direção de Karl Hartl.
** (regular)
 
As DELICIOSAS MENTIRAS de NINA PETROVNA (Die Wunderbare Lüge der Nina Petrowna, 1929)
direção de Hanns Schwarz.
*** (bom)
 
VARIEDADES – A TRAGÉDIA de um ARTISTA (Varieté, 1925)
direção de Ewald André Dupont.
***** (ótimo)

 
TITANIC (Atlantic, 1929)
direção de Ewald André Dupont.
** (regular)
 
BOLA de SEBO (Pyshka, 1934)
direção de Mikhail Romm.
*** (bom)
 
MOULIN ROUGE (Idem, 1928)
direção de Ewald André Dupont.
*** (bom)
 
A NOITE FANTÁSTICA (La Nuit Fantastique, 1942)
direção de Marcel L'Herbier.
*** (bom)
 
FÚRIA CIGANA (Singoalla, 1949)
direção de Christian-Jaque.
** (regular)
 
NOITES na ESTRADA (1952)
direção de Rudolf Jugert.
*** (bom)
 
No TEMPO da INOCÊNCIA (The Age of Innocence, 1934)
direção de Philip Moeller.
** (regular)
 
NÓS e o DESTINO (Only Yesterday, 1933)
direção de John M. Stahl.
**** (muito bom)
 
A MARSELHESA – Uma CRÔNICA da REVOLUÇÃO FRANCESA (La Marseillaise, 1938)
direção de Jean Renoir.
***** (ótimo)
 
JFK – a PERGUNTA que NÃO QUER CALAR (JFK, 1991)
direção de Oliver Stone.
**** (muito bom)
 
A DUQUESA de LANGEAIS (La Duchesse de Langeais, 1942)
direção de Jacques de Baroncelli.
**** (muito bom)
 
VENDIDO (The Finger Points, 1931)
direção de John Francis Dillon.
** (regular)
 
NIXON (Idem, 1995)
direção de Oliver Stone.
*** (bom)
 
FEVEREIRO

AMOR TRAÍDO (La Vérité sur Bébé Donge,1952)
direção de Henri Decoin.
*** (bom)
 
ALMA em REVOLTA (Edge of Doom, 1950)
direção de Mark Robson.
*** (bom)
 
O CORONEL CHABERT – a GRANDE PERFÍDIA (Le Colonel Chabert, 1942)
direção de René Le Hénaff.
**** (muito bom)
 
TREZE MULHERES (Thirteen Women, 1932)
direção de George Archainbaud.
** (regular)
 
O ÓDIO ERA MAIS FORTE (The Gentle Gunman, 1952)
direção de Basil Dearden.
** (regular)
 
SUA EXCELÊNCIA (Excellensen, 1944)
direção de Hasse Ekman.
** (regular)
 
GLADIADOR (Gladiator, 2000)
direção de Ridley Scott.
**** (muito bom)
 
Os JOGOS ESTÃO FEITOS (Les Jeux sont Faits, 1947)
direção de Jean Dellanoy.
** (regular)
 
TRIPULANTES do CÉU (L'Équipage, 1935)
direção de Anatole Litvak.
*** (bom)
 
O MILHÃO (Le Million, 1931)
direção de René Clair.
**** (muito bom)
 
A NÓS a LIBERDADE (À Nous la Liberté, 1931)
direção de René Clair.
***** (ótimo)

 
Os IRMÃOS KARAMAZOV (Der Mörder Dimitri Karamasoff, 1931)
direção de Erich Engels e Fyodor Otsep.
*** (bom)
 
PARÁGRAFO 175 (Paragraph 175, 2000)
direção de Rob Epstein e Jeffrey Friedman.
***** (ótimo)
 
A VIRGEM do RENO (La Vierge du Rhin,1953)
direção de Gilles Grangier.
** (regular)
 
PAIXÃO SOLITÁRIA (Passion of Judith Hearne, 1987)
direção de Jack Clayton.
*** (bom)
 
O DELATOR (The Informer, 1935)
direção de John Ford.
 
JUVENTUDE HITLERISTA (Hitlerjunge Quex, 1933)
direção de Hans Steinhoff.
*** (bom)
 
O LAGO das DAMAS (Lac aux Dames, 1934)
direção de Marc Allégret.
*** (bom)
 
PAIXÃO CRIMINOSA (Le Dernier Tournant, 1939)
direção de Pierre Chenal.
*** (bom)
 
A DEMISSÃO (Die Entlassung, 1942)
direção de Wolfgang Liebeneiner.
*** (bom)
 
KOLBERG (Idem, 1945)
direção de Veit Harlan.
*** (bom)
 
MERGULHAMOS ao AMANHECER (We Dive at Dawn, 1943)
direção de Anthony Asquith.
** (reg.)
 
PECADORAS da TUNÍSIA (La Maison du Maltais, 1938)
direção de Pierre Chenal.
*** (bom)
 
O CONGRESSO DANÇA (Der Kongreß Tanzt, 1931)
direção de Erik Charell.
**** (muito bom)
 
DILEMA (Voruntersuchung, 1931)
direção de Robert Siodmak.
*** (bom)
 
Um CORAÇÃO no INVERNO (Un Coeur en Hiver, 1992)
direção de Claude Sautet.
**** (muito bom)
 
TODAS as MANHÃS do MUNDO (Tous les Matins du Monde, 1991)
direção de Alain Corneau.
***** (ótimo)
 
A MORTE de MARIO RICCI (La Mort de Mario Ricci, 1983)
direção de Claude Goretta.
*** (bom)
 
SESSÃO ESPECIAL de JUSTIÇA (Section Spéciale, 1975)
direção de Costa-Gavras.
**** (muito bom)
 
A TRAGÉDIA de um HOMEM RICO (David Golder, 1931)
direção de Julien Duvivier
*** (bom)
 
O ARCO-ÍRIS (Raduga, 1944)
direção de Mark Donskoy.
*** (bom)
 
MINHA SECRETÁRIA (Nelly & Monsieur Arnaud, 1995)
direção de Claude Sautet.
**** (muito bom)
 
MISÉRIA e FORTUNA de uma MULHER (Frauennot, 1930)
direção de Eduard Tissè.
*** (bom)
 
ALGUNS DIAS COMIGO (Quelques Jours avec Moi, 1988)
direção de Claude Sautet.
** (regular)
 
Os ROTHSCHILDS (Die Rothschilds, 1940)
direção de Erich Waschneck.
** (regular)
 
A CENA do CRIME (Le Lieu du Crime, 1986)
direção de André Téchinè.
*** (bom)
 
A NOITE do DIA 12 (La Nuit du 12, 2022)
direção de Dominik Moll.
*** (bom)
 
ANATOMIA de uma QUEDA (Anatomie d'une Chute, 2023)
direção de Justine Triet.
**** (muito bom)
 
A PROFESSORA de PIANO (La Pianiste, 2001)
direção de Michael Haneke.
**** (muito bom)
 
MARÇO

TUMULTOS (Tumultes, 1932)
direção de Robert Siodmak.
**** (muito bom)
 
S.O.S. ICEBERG (S.O.S. Eisberg, 1933)
direção de Arnold Fanck.
*** (bom)
 
REDENÇÃO (Liebelei, 1933)
direção de Max Ophüls.
*** (bom)
 
TEMPESTADE de PAIXÕES (Stürme der Leidenschaft, 1932)
direção de Robert Siodmak.
**** (muito bom)
 
HERÓIS do MAR (Morgenrot, 1933)
direção de Gustav Ucicky.
*** (bom)
 
BATMAN, o CAVALEIRO das TREVAS (Batman – the Dark Night, 2008)
direção de Christopher Nolan.
 
CACHÉ – ESCONDIDO (Caché, 2005)
direção de Michael Haneke.
**** (muito bom)
 
A TERRA FICOU em CHAMAS (De Røde Enge, 1945)
direção de Bodil Ipsen e Lau Lauritzen.
*** (bom)
 
O JOGADOR (Le Joueu, 1958)
direção de Claude Autant-Lara.
** (regular)
 
MARIE-MARTINE (Idem, 1943)
direção de Albert Valentin.
** (reg.)
 
KÁTIA, a TZARINA sem COROA (Katia, 1938)
direção de Maurice Tourneur.
** (regular)
 
SINFONIA para um MASSACRE (Symphonie pour un Massacre, 1963)
direção de Jacques Deray.
*** (bom)
 
BLANCHE e MARIE (Blanche et Marie, 1985)
direção de Jacques Renard.
** (regular)
 
GERMINAL (Idem, 1993)
direção de Claude Berri.
**** (muito bom)
 
O ESCÂNDALO (Le Scandale, 1967)
direção de Claude Chabrol.
** (regular;
 
DOUTOR PETIOT (Docteur Petiot, 1990)
direção de Christian de Chalonge.
** (regular)
 
INDOCHINA (Indochine, 1992)
direção de Regis Wargnier.
**** (muito bom)
 
TERRA CRUEL (This Angry Age, 1957)
direção de René Clement.
*** (bom)
 
O CAVALEIRO VINGADOR (Le Bossu, 1997)
direção de Philippe de Broca.
*** (bom)
 
GRANDES ESPERANÇAS (Great Expectations, 1946)
direção de David Lean.
**** (muito bom)
 
Uma VOZ nas TREVAS (Freedom Radio, 1941)
direção de Anthony Asquith.
*** (bom)
 
LUCIE AUBRAC - Um AMOR em TEMPO de GUERRA (Lucie Aubrac, 1997)
direção de Claude Berri.
** (regular)
 
CARO DESCONHECIDO (Chère Inconnue, 1980)
direção de Moshé Mizrahi.
*** (bom)
 
ANATOMIA de um CRIME (Anatomy of a Murder, 1959)
direção de Otto Preminger.
**** (muito bom)
 
DESEJOS SECRETOS (Une Femme Française, 1995)
direção de Régis Wargnier.
** (regular)
 
O PADRE VOADOR (Flying Padre, 1951)
direção de Stanley Kubrick.
** (regular)
 
O DIA da LUTA (Day of the Fight, 1951)
direção de Stanley Kubrick.
*** (bom)
 
O ÓDIO (La Haine, 1995)
direção de Mathieu Kassovitz.
*** (bom)
 
O OCASO de um POVO (Die Fälschung, 1981)
direção de Volker Schlöndorff.
*** (bom)
 
A VERDADE (La Véritè, 1960)
direção de Henri-Georges Clouzot.
***** (ótimo)

 
A TRAGÉDIA de OSCAR WILDE (Oscar Wilde, 1960)
direção de Gregory Ratoff.
** (regular)
 
Os CRIMES de OSCAR WILDE (The Trials of Oscar Wilde, 1960)
direção de Ken Hughes.
*** (bom)
 
NEM o CÉU PERDOA (One Way Street, 1950)
direção de Hugo Fregonese.
** (regular)
 
DEPORTADO (Deported, 1950)
direção de Robert Siodmak.
** (regular)
 
NASCE uma ESTRELA (A Star is Born, 1954)
direção de George Cukor.
**** (muito bom)
 
A MONTANHA dos SETE ABUTRES (Ace in the Hole, 1951)
direção de Billy Wilder.
***** (ótimo)
 
O SOLDO da CORRUPÇÃO (Un Detective, 1969)
direção de Romolo Guerrieri.
** (regular)
 
ANTOINE e COLETTE (Antoine et Colette, 1962)
direção de François Truffaut.
*** (bom)
 
ENQUANTO DUROU o NOSSO AMOR (Le Stagioni del Nostro Amore, 1966)
direção de Florestano Vancini.
*** (bom)
 
Um DIA de ENLOUQUECER (La Giornata Balorda, 1960)
direção de Mauro Bolognini.
*** (bom)
 
CAMILLE CLAUDEL (Idem, 1988)
direção de Bruno Nuytten.
***** (ótimo)
 
A AGRESSÃO (L'Agression, 1975)
direção de Gérard Pires.
 * (ruim)
 
ABRIL

CONSPIRAÇÃO (The Tall Target, 1951)
direção de Anthony Mann.
*** (bom)
 
ASAS HERÓICAS (Air Mail, 1932)
direção de John Ford.
** (regular)
 
A ESCRAVA (The Slave, 1909)
direção de D.W. Griffith.
** (regular)
 
A FROTA de PRATA (The Silver Fleet, 1942)
direção de Vernon Sewell e Gordon Wellesley.
** (regular)
 
O CORREIO SECRETO (Der Geheime Kurier, 1928)
direção de Gennaro Righelli.
**** (muito bom)
 
A MORTE PASSOU por PERTO (Killer’s Kiss, 1956)
direção de Stanley Kubrick.
*** (bom)
 
A MORTE me PERSEGUE (Each Dawn I Die, 1939)
direção de William, Keighley.
**** (muito bom)
 
TRAIÇÃO (Am Rande der Welt, 1927)
direção de Karl Grune.
**** (muito bom)
 
SANGRENTA NOITE NUPCIAL (Revolutionshochzeit, 1928)
direção de A.W. Sandberg.
*** (bom)
 
A CANÇÃO da FLOR VERMELHA (Sangen om den Eldroda Blomman, 1919
direção de Mauritz Stiller.
**** (muito bom)
 
O CAVALHEIRO dos AMORES (Bardelys the Magnificent, 1926)
direção de King Vidor.
** (regular)
 
POR QUÊ CHORAS, PALHAÇO (Klovnen, 1926)
direção de A.W. Sandberg.
**** (muito bom)
 
A RUA (Die Straße, 1923)
direção de Karl Grune.
*** (bom)
 
A CHAMA (Die Flamme, 1923)
direção de Ernst Lubitsch.
** (regular)
 
CONTRA o ORGULHO (Gunnar Hedes Saga, 1923)
direção de Mauritz Stiller.
** (regular)
 
O HOMEM do MAR (L’Homme du Large, 1920)
direção de Marcel L'Herbier.
*** (bom)
 
O ESPANTALHO (The Scarecrow, 1920)
direção de Buster Keaton e     Edward F. Cline.
** (regular)
 
VIZINHOS (Neighbors, 1920)
direção de Buster Keaton e Edward F. Cline.
** (regular)
 
Os BANDEIRANTES (The Covered Wagon, 1923)
direção de James Cruze.
** (regular)
 
HOMEM MARCADO (Outside the Wall, 1950)
direção de Crane Wilbur.
** (regular)
 
ESPECTADOR CULPADO (Guilty Bystander, 1950)
direção de Joseph Lerner.
** (regular)
 
METELLO (Idem, 1970)
direção de Mauro Bolognini.
*** (bom)
 
AGOSTINO (Idem, 1962)
direção de Mauro Bolognini.
*** (bom)
 
O MAR (Il Mare, 1962)
direção de Giuseppe Patroni Griffi.
**** (muito bom)
 
MABROUKA (The Black Tent, 1956)
 direção de Brian Desmond Hurst.
** (regular)
 
Os AMANTES de FLORENÇA (Cronache di Poveri Amanti, 1954)
direção de Carlo Lizzani.
*** (bom)
 
JUVENTUDE PERDIDA (Gioventù Perduta, 1948)
direção de Pietro Germi.
*** (bom)
 
TRÁGICA PERSEGUIÇÃO (Caccia Tragica, 1947)
direção de Giuseppe De Santis.
*** (bom)
 
SONHOS de RUA (Molti Sogni per le Strade, 1948)
direção de Mario Camerini.
*** (bom)
 
O VERDADEIRO FIM da GRANDE GUERRA (Prawdziwy Koniec Wielkiej Wojny, 1957)
direção de Jerzy Kawalerowicz.
**** (muito bom)
 
TREM NOTURNO (Pociag, 1959)
direção de Jerzy Kawalerowicz.
*** (bom)
 
VIVA o AR (Daesh Vozdukh!, 1923)
direção de Dziga Vertov.
** (regular)
 
ARQUITETURA da DESTRUIÇÃO (Undergångens Arkitektur, 1989)
direção de Peter Cohen.
***** (ótimo)
 
ZONA de INTERESSE (The Zone of Interest, 2023)
direção de Jonathan Glazer.
**** (muito bom)
 
O HOMEM SEM PÁTRIA (L'ebreo Errante, 1948)
direção de Goffredo Alessandrini.
** (regular)
 
SUA EXCELÊNCIA, o TRAPACEIRO (Il Mattatore, 1960)
direção de Dino Risi.
**** (muito bom)
 
Os MONSTROS (I Mostri, 1963)
direção de Dino Risi.
**** (muito bom)
 
O GOLPE dos ETERNOS DESCONHECIDOS (Audace Colpo dei Soliti Ignoti, 1959)
direção de Nanni Loy.
** (regular)
 
O TERRAÇO (La Terrazza, 1980)
direção de Ettore Scola.
**** (muito bom)
 
SETE VEZES MULHER (Woman Times Seven, 1967)
direção de Vittorio De Sica.
** (regular)
 
NOITES BRANCAS (Le Notti Bianche, 1957)
direção de Luchino Visconti.
**** (muito bom)
 
JULIETA dos ESPÍRITOS (Giulietta Degli Spiriti, 1965)
direção de Federico Fellini.
**** (muito bom)
 
OBSESSÃO (Ossessione, 1942)
direção de Luchino Visconti.
***** (ótimo)

 
As TROIANAS (The Trojan Women, 1971)
direção de Michael Cacoyannis.
**** (muito bom)
 
MAIO

A ASCENSÃO (Voskhozhdenie, 1977)
direção de Larisa Shepitko.
***** (ótimo)
 
ELES LUTARAM PELA PÁTRIA (Oni Srazhalis za Rodinu, 1975)
direção de Serguei Bondarchuk.
**** (muito bom)
 
REVOLTA em ALTO MAR (Damn the Defiant!, 1962)
direção de Lewis Gilbert.
** (regular)
 
JORNADA CRUEL (Cry of the Hunted, 1953)
direção de Joseph H. Lewis.
*** (bom)
 
VIAGEM SEM ESPERANÇA (Voyage sans Espoir, 1943)
direção de Christian-Jaque.
*** (bom)
 
A RENA BRANCA (Valkoinen Peura, 1952)
direção de Erik Blomberg.
*** (bom)
 
GIOVANNI FALCONE (Idem, 1993)
direção de Giuseppe Ferrara.
** (regular)
 
SALTO no VAZIO (Salto nel Vuoto, 1980)
direção de Marco Bellocchio.
**** (muito bom)
 
A ESCOLTA (La Scorta, 1993)
direção de Ricky Tognazzi.
** (regular)
 
MILÃO CALIBRE 9 (Milano Calibro 9, 1972)
direção de Fernando Di Leo.
*** (bom)
 
De CRÁPULA a HÉROI (Il generale Della Rovere, 1959)
direção de Roberto Rossellini.
***** (ótimo)
 
EUROPA 51 (Idem, 1952)
direção de Roberto Rossellini.
**** (muito bom)
 
MEMÓRIAS de SIMONE SIGNORET (Mémoires pour Simone, 1986)
direção de Chris Marker.
*** (bom)
 
MAFIOSO (Idem, 1962)
direção de Alberto Lattuada.
**** (muito bom)
 
EU FUI uma ESPIÃ (I Was a Spy, 1933)
direção de Victor Saville.
** (regular)
 
O CONSELHEIRO (Counsellor at Law, 1933)
direção de William Wyler.
 
TOPÁZIO (Topaze, 1933)
direção de Harry d'Abbadie d'Arrast.
*** (bom)
 
PROMOTOR PÚBLICO (State's Attorney, 1932)
direção de George Archainbaud.
** (regular)
 
BEAU BRUMMEL (Idem, 1924)
direção de Harry Beaumont.
**** (muito bom)
 
SHERLOCK HOLMES (Idem, 1922)
direção de Albert Parker.
** (regular)
 
AVENTURA no ORIENTE (They Met in Bombay, 1941)
direção de Clarence Brown.
*** (bom)
 
O ÚLTIMO dos SEIS (Le Dernier des Six, 1941)
direção de Georges Lacombe.
** (regular)
 
Um DIA CURTO (Il Giorno più Corto, 1963)
direção de Sergio Corbucci.
** (regular)
 
O PROFESSOR de VIGEVANO (Il Maestro di Vigevano, 1963)
direção de Elio Petri.
*** (bom)
 
O MÉDICO e o CHARLATÃO (Il Medico e lo Stregone, 1957)
direção de Mario Monicelli.
*** (bom)
 
O OURO de NÁPOLES (L´Oro di Napoli, 1954)
direção de Vittorio De Sica.
***** (ótimo)
 
As MULHERES (The Women, 1939)
direção de George Cukor.
***** (ótimo)
 
DEZ PEQUENAS para um HOMEM (Government Girl, 1943)
direção de Dudley Nichols.
** (regular)
 
BUMERANGUE (Comme un Boomerang, 1976)
direção de José Giovanni.
** (regular)
 
SOCORRO! (Au Secours!, 1924)
direção de Abel Gance.
* (ruim)
 
A PÉROLA (La Perle, 1929)
direção de Henri d' Ursel.
* (ruim)
 
ANOS DIFÍCIEIS (Anni Difficili, 1948)
direção de Luigi Zampa.
**** (muito bom)
 
CORAÇÃO de MULHER (Un Marito per Anna Zaccheo, 1953)
direção de Giuseppe De Santis.
** (regular)
 
STROMBOLI (Idem, 1950)
direção de Roberto Rossellini.
**** (muito bom)
 
NONO MANDAMENTO (Desiderio, 1946)
direção de Roberto Rossellini e Marcello Pagliero.
** (regular)
 
FATALIDADE (Fatalità, 1947)
direção de Giorgio Bianchi.
*** (bom)
 
A HUMANIDADE MARCHA (The World Changes, 1933)
direção de Mervyn LeRoy.
** (regular)
 
INFERNO ENTRE NUVENS (The Woman i Love, 1937)
direção de Anatole Litvak.
**** (muito bom)
 
MALOMBRA (Idem, 1942)
direção de Mario Soldati.
**** (muito bom)
 
A PRESIDENTA (La Presidentessa, 1952)
direção de Pietro Germi.
*** (bom)
 
Os PIRATAS da MALÁSIA (I Pirati della Malesia, 1941)
direção de Enrico Guazzoni.
*** (bom)
 
O HOMEM QUE BURLOU a MÁFIA (Charley Varrick, 1933)
direção de Don Siegel.
*** (bom)
 
BISTURI, a MÁFIA BRANCA (Bisturi, la Mafia Bianca, 1973)
direção de Luigi Zampa.
*** (bom)
 
A LONGA NOITE de LOUCURAS (La Notte Brava, 1959)
direção de Mauro Bolognini.
***** (ótimo)

 
JUNHO

PERSEGUIDOR IMPLACÁVEL (Dirty Harry, 1971)
direção de Don Siegel.
**** (muito bom)
 
SEM MEDO da MORTE (The Enforcer, 1976)
direção de James Fargo.
** (regular)
 
MAGNUM 44 (Magnum Force, 1973)
direção de Ted Post.
*** (bom)
 
DIRTY HARRY na LISTA NEGRA (The Dead Pool, 1988)
direção de Buddy Van Horn.
** (regular)
 
MEU NOME é COOGAN (Coogan's Bluff, 1968)
direção de Don Siegel.
*** (bom)
 
POR uns DÓLARES a MAIS (Per um Pugno di Dollari, 1964)
direção de Sergio Leone.
*** (bom)
 
AMORES de uma DIVA (Go West Young Man, 1936)
direção de Henry Hathaway.
** (regular)
 
QUASE uma TRAIÇÃO (Salty O'Rourke, 1945)
direção de Raoul Walsh.
** (regular)
 
A VIDA TEM DOIS ASPECTOS (East of the River, 1940)
direção de Alfred E. Green.
** (regular)
 
No CORAÇÃO do OESTE (Station West, 1948)
direção de Sidney Lanfield.
** (regular)
 
DEVASTANDO CAMINHOS (Canadian Pacific, 1949)
direção de Edwin L. Marin.
*** (bom)
 
GRAÇAS a DEUS (Grâce à Dieu, 2018)
direção de François Ozon.
**** (muito bom)
 
O RAPTO (Rapito, 2023)
direção de Marco Bellocchio.
***** (ótimo)
 
HOTEL TERMINUS – Parte 1 (Idem, 1988)
direção de Marcel Ophüls.
**** (muito bom)
 
HOTEL TERMINUS – Parte 2 (Idem, 1988)
direção de Marcel Ophuls.
**** (muito bom)
 
AGENTE SECRETO (Podvig Razvedchika, 1947)
direção de Boris Barnet.
*** (bom)
 
FUGA na FRANÇA (Fuga in Francia, 1948)
direção de Mario Soldati.
*** (bom)
 
EUGENIA GRANDET (Idem, 1946)
direção de Mario Soldati.
**** (muito bom)
 
NOITE TRÁGICA (Tragica Notte, 1942)
direção de Mario Soldati.
*** (bom)
 
PEQUENO MUNDO ANTIGO (Piccolo Mondo Antico, 1941)
direção de Mario Soldati.
**** (muito bom)
 
A FILHA do CAPITÃO (La Figlia del Capitano, 1947)
direção de Mario Camerini.
** (regular)
 
PERDIÇÃO por AMOR (Carrie, 1952
direção de William Wyler.
**** (muito bom)
 
RENDIÇÃO de BERLIM (Berlin, 1945)
direção de Yuli Raizman.
*** (bom)
 
HINO à VIDA (Il Canto della Vita, 1946)
direção de Carmine Gallone.
** (regular)
 
A PROVINCIANA (La Provinciale, 1953)
direção de Mario Soldati.
*** (bom)
 
VINTE e QUATRO HORAS (24 Hours, 1931)
direção de Marion Gering.
** (reg.)
 
PAIS e FILHOS (Padri e Figli..., 1957)
direção de Mario Monicelli.
*** (bom)
 
ESTRELAS (Sterne, 1959)
direção de Konrad Wolf.
*** (bom)
 
A PROVOCAÇÃO (La Sfida, 1958)
direção de Francesco Rosi.
*** (bom)
 
GUERRA e HUMANIDADE 2: ESTRADA para a ETERNIDADE (Ningen no Jôken, 1959)
direção de Masaki Kobayashi.
***** (ótimo)

 
A VINGANÇA de um SAMURAI (Kettô Kagiya no Tsuji, 1952)
direção de Kazuo Mori.
** (regular)
 
PROFESSOR MAMLOCK (Idem, 1961)
direção de Konrad Wolf.
***** (ótimo)
 
LISSY (Idem, 1957)
direção de Konrad Wolf.
**** (muito bom)
 
DISQUE 957 (Idem, 1928)
direção de Germaine Dulac.
** (regular)
 
BROADWAY by LIGHT (Idem, 1958)
direção de William Klein.
*** (bom)
 
RESGATE de uma VIDA (Sequestro di Persona, 1968)
direção de Gianfranco Mingozzi.
*** (bom)
 
A POLÍCIA a SERVIÇO do CIDADÃO? (La Polizia è al Servizio del Cittadino?, 1973)
direção de Romolo Guerrieri.
*** (bom)
 
A POLÍCIA INCRIMINA... a LEI ABSOLVE (La Polizia Incrimina la Legge Assolve, 1973)
direção de Enzo G. Castellari.
*** (bom)
 
CONFISSÕES de um COMISSÁRIO de POLÍCIA (Confessione di un Commissario di Polizia al Procuratore della Repubblica, 1971)
direção de Damiano Damiani.
**** (muito bom)
 
COMO MATAR um JUIZ (Perché si Uccide un Magistrato, 1975)
direção de Damiano Damiani.
*** (bom)
 
O VINGADOR ANÔNIMO (Il Cittadino si Ribella, 1975)
direção de Enzo G. Castellari.
*** (bom)
 
JULHO

O LIBERTADOR (Abe Lincoln in Illinois, 1940)
direção de John Cromwell.
**** (muito bom)
 
A TESTEMUNHA (Il Testimone, 1946)
direção de Pietro Germi.
*** (bom)   
 
CIÚME (Gelosia, 1953)
direção de Pietro Germi.
**** (muito bom)
 
QUASE HUMANO (Milano Odia: la Polizia non può Sparare, 1974)
direção de Umberto Lenzi.
*** (bom)
 
EU TINHA DEZENOVE ANOS (Ich War Neunzehn, 1968)
direção de Konrad Wolf.
*** (bom)
 
A MOCIDADE de LINCOLN (Young Mr. Lincoln, 1939
direção de John Ford.
**** (muito bom)
 
DON CESARE di BAZAN (Idem, 1942)
direção de Riccardo Freda.
** (regular)
 
DUELO (Un Colpo di Pistola, 1942)
direção de Renato Castellani.
** (regular)
 
A TRAGÉDIA de TOSCA (Tosca, 1941)
direção de Carl Koch e Jean Renoir.
*** (bom)
 
VULCANO (Idem, 1950)
direção de William Dieterle.
*** (bom)
 
A PRIMEIRA PÁGINA (The Front Page, 1931)
direção de Lewis Milestone.
**** (muito bom)
 
DESPEDIDA (Abschied, 1930)
direção de Robert Siodmak.
*** (bom)
 
SENHORITA OYU (Oyû-sama, 1951)
direção de Kenji Mizoguchi.
**** (muito bom)
 
A SENHORA de MUSASHINO (Musashino Fujin, 1951)
direção de Kenji Mizoguchi.
*** (bom)
 
A MÚSICA de GION (Gion Bayashi, 1953)
direção de Kenji Mizoguchi.
***** (ótimo)
 
A LAGARTIXA NEGRA (Kurot- Tokage, 1962)
direção de Umetsugu Inoue.
** (regular)
 
ETTORE FIERAMOSCA (Idem, 1938)
direção de Alessandro Blasetti.
**** (muito bom)
 
O CORAÇÃO IMORTAL (Das Unsterbliche Herz, 1939)
direção de Veit Harlan.
*** (bom)
 
NOITE de BAILE (Es War Eine Rauschende Ballnacht, 1939)
direção de Carl Froelich.
*** (bom)
 
ADEUS, MR. CHIPS (Goodbye Mr. Chips, 1939)
direção de Sam Wood.
**** (muito bom)
 
BENGASI (Idem, 1942)
direção de Augusto Genina.
*** (bom)
 
MINHA VIAGEM à ITÁLIA Parte 1 (Il Mio Viaggio in Italia, 1999)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
MINHA VIAGEM à ITÁLIA Parte 2 (Il Mio Viaggio in Italia, 1999)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
MINHA VIAGEM à ITÁLIA Parte 3 (Il Mio Viaggio in Italia, 1999)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
1860 (Idem, 1933)
direção de Alessandro Blasetti.
*** (bom)
 
ROMA, CIDADE ABERTA (Roma Città Aperta, 1945)
direção de Roberto Rossellini.
***** (ótimo)
 
SARGENTO YORK (Sergeant York, 1941)
direção de Howard Hawks.
***** (ótimo)
 
TONINO GUERRA, o POETA do CINEMA (Tonino Guerra: a Poet in the Movies, 2008)
direção de Nicola Tranquillino.
** (regular)
 
AMANTES sem AMOR (Amanti senza Amore, 1948)
direção de Gianni Franciolini.
** (regular)
 
A FERA AMANSADA (La Bisbetica Domata, 1942)
direção de Ferdinando Maria Poggioli.
** (regular)
 
Do MESMO SANGUE (Luciano Serra, Pilota, 1938)
direção de Goffredo Alessandrini.
*** (bom)
 
A GRANDE CHANTAGEM (Il Grande Racket, 1976)
direção de Enzo G. Castellari.
*** (bom)
 
A VIA da DROGA (La Via della Droga, 1977)
direção de Enzo G. Castellari.
*** (bom)
 
CAMORRA (Un Complicato Intrigo di Donne, Vicoli e Delitti, 1985)
direção de Lina Wertmüller.
** (regular)
 
IRMÃOS de SANGUE (I Guappi, 1974)
direção de Pasquale Squitieri.
*** (bom)
 
CAÇA IMPLACÁVEL (La Città Sconvolta: Caccia Spietata ai Rapitori, 1975)
direção de Fernando Di Leo.
*** (bom)
 
CAMORRA (Idem, 1972)
direção de Pasquale Squitieri.
*** (bom)
 
ROMA, CIDADE LIVRE (Roma Città Libera, 1946)
direção de Marcello Pagliero.
** (regular)
 
A ESTRATÉGIA da ARANHA (Strategia del Ragno, 1970)
direção de Bernardo Bertolucci.
*** (bom)
 
A ESTRADA da VIDA (La Strada, 1954)
direção de Federico Fellini.
***** (ótimo)

 
Os AMIGOS de NICK HEZARD (Gli Amici di Nick Hezard, 1976)
direção de Fernando Di Leo.
** (reg.)
 
Os MISERÁVEIS - CAÇA AO HOMEM (Caccia All'uomo, 1948)
direção de Riccardo Freda.
*** (bom)
 
Os MISERÁVEIS– TEMPESTADE sobre PARIS (Tempesta Su Parigi, 1948)
direção de Riccardo Freda.
*** (bom)
 
EU, ISABELLE HUPPERT (Moi, Isabelle Huppert, 2022)
direção de Marylène Negro.
** (regular)
 
ROMÂNTICO AVENTUREIRO (Un'avventura di Salvator Rosa, 1939)
direção de Alessandro Blasetti.
*** (bom)
 
O TRAIDOR (Il Traditore, 2019)
direção de Marco Bellocchio.
**** (muito bom)
 
BOM DIA, NOITE (Buongiorno, Notte, 2003)
direção de Marco Bellocchio.
*** (bom)
 
AGOSTO

DESCULPE, FAÇAMOS o AMOR? (Scusi, Facciamo L'amore?, 1968)
** (regular)
direção de Vittorio Caprioli.
 
BENJAMIM, o DESPERTAR de um JOVEM INOCENTE (Benjamin ou les Mémoires d'un Puceau, 1968)
direção de Michel Deville.
** (regular)
 
PARTNER (Idem, 1968)
direção de Bernardo Bertolucci.
*** (bom)
 
A LENDA de LYLAH CLARE (The Legend of Lylah Clare, 1968)
direção de Robert Aldrich.
** (regular)
 
LEMMING: INSTINTO ANIMAL (Lemming, 2005)
direção de Dominik Moll.
**** (muito bom)
 
ARGENTINA, 1985 (Idem, 2022)
direção de Santiago Mitre.
**** (muito bom)
 
BESTIÁDA (Seules les Bêtes, 2019)
direção de Dominik Moll.
**** (muito bom)
 
CRIME em ROUBAIX (Roubaix, une Lumière, 2019)
direção de Arnaud Desplechin.
*** (bom)
 
FILMES PROIBIDOS (Verbotene Filme, 2014)
direção de Felix Moeller.
*** (bom)
 
Os TRÊS MOSQUETEIROS: D'ARTAGNAN (Les Trois Mousquetaires: D'Artagnan, 2023)
direção de Martin Bourboulon.
*** (bom)
 
Os TRÊS MOSQUETEIROS: MILADY (Les Trois Mousquetaires: Milady, 2023)
direção de Martin Bourboulon.
*** (bom)
 
BAC NORD: SOB PRESSÃO (BAC Nord, 2020)
direção de Cédric Jimenez.
*** (bom)
 
ADORÁVEIS MULHERES (Little Women, 2019
direção de Greta Gerwig.
*** (bom)
 
SANGUE do MEU SANGUE (Sangue del mio Sangue, 2015)
direção de Marco Bellocchio.
** (regular)
 
NAPOLEÃO (Napoleon, 2023)
direção de Ridley Scott.
*** (bom)
 
VIA LACTÉA (La Voie Lactée, 1969)
direção de Luis Buñuel.
** (regular)
 
TRISTANA, uma PAIXÃO MÓRBIDA (Tristana, 1970)
direção de Luis Buñuel.
**** (muito bom)
 
VIDAS em JOGO (Game, 1997)
direção de David Fincher.
*** (bom)
 
A BELA da TARDE (Belle de Jour, 1967)
direção de Luis Buñuel.
**** (muito bom)
 
O FILHO do CORSÁRIO VERMELHO (Il Figlio del Corsaro Rosso, 1943)
direção de Marco Elter.
** (regular)
 
FORA da LEI (Il Passatore, 1947)
direção de Duilio Coletti.
*** (bom)
 
ANTES da REVOLUÇÃO (Prima della Rivoluzione, 1964)
direção de Bernardo Bertolucci.
**** (muito bom)
 
PASOLINI, um DELITO ITALIANO (Pasolini, un Delitto Italiano, 1975)
direção de Marco Tullio Giordana.
*** (bom)
 
ÚLTIMO TANGO em PARIS (Ultimo Tango a Parigi, 1972)
direção de Bernardo Bertolucci.
***** (ótimo)
 
O COLECIONADOR (The Collector, 1965)
direção de William Wyler.
***** (ótimo)
 
A LIBERTAÇÃO de L.B. JONES (The Liberation of L.B. Jones, 1970)
direção de William Wyler.
** (regular)
 
INFÂMIA (These Three, 1936)
direção de William Wyler.
**** (muito bom)
 
317ª SEÇÃO - BATALHÃO de ASSALTO (La 317ème Section, 1965)
direção de Pierre Schoendoerffer.
*** (bom)
 
A VÍTIMA ESCOLHIDA (La Vittima Designata, 1971)
direção de Maurizio Lucidi.
*** (bom)
 
CAMINHOS PERIGOSOS (Mean Streets, 1973)
direção de Martin Scorsese.
 
INTERIORES (Interiors, 1978)
direção de Woody Allen.
***** (ótimo)
 
O ESTRANHO SEGREDO do BOSQUE dos SONHOS (Non si Sevizia un Paperino, 1972)
direção de Lucio Fulci.
** (regular)
 
A MARCA de um ERRO (Once a Thief, 1965)
direção de Ralph Nelson.
*** (bom)
 
Um AMOR de SWANN (Un Amour de Swann, 1984)
direção de Volker Schlondorff.
*** (bom)
 
ATRAÇÃO dos ARES (Central Airport, 1933)
direção de William A. Wellman.
** (regular)
 
O ÍDOLO BRANCO (White Woman, 1933)
direção de Stuart Walker.
** (regular)
 
HERÓI MODERNO (A Modern Hero, 1934)
direção de Georg Wilhelm Pabst.
** (regular)
 
MISSISSIPI (Idem, 1935)
direção de A. Edward Sutherland.
** (regular)
 
QUATRO HORAS PARA MATAR (Four Hours to Kill!, 1935)
direção de Mitchell Leisen.
* (ruim)
 
ESCRAVOS da TERRA (The Cabin in the Cotton, 1932)
direção de Michael Curtiz e William Keighley.
*** (bom)   
 
TRIUNFOS de MULHER (Night Nurse, 1931)
direção de William A. Wellman.
*** (bom)
 
NOIVADO na GUERRA (So Red the Rose, 1935)
direção de King Vidor.
*** (bom)
 
A FELICIDADE NÃO se COMPRA (It´s a Wonderful Life, 1946)
direção de Frank Capra.
***** (ótimo)
 
PAIXÃO SELVAGEM (Canyon Passage, 1946)
direção de Jacques Touneur.
**** (muito bom)
 
POLAR (Idem, 2019)
direção de Jonas Akerlund.
** (regular)
 
Os HOMENS que NÃO AMAVAM as MULHERES (Män som Hatar Kvinnor, 2009)
direção de Niels Arden Oplev.
*** (bom)
 
A BELA e a FERA (La Belle et la Bête, 1946)
direção de Jean Cocteau.
***** (ótimo)
 
O BEIJO DIANTE do ESPELHO (The Kiss Before the Mirror, 1933)
direção de James Whale.
** (regular)
 
LUA NEGRA (Black Moon, 1934)
direção de Roy William Neill.
** (regular)
 
GUERRA e HUMANIDADE 3: uma PRECE de SOLDADO (Ningen no Jôken, 1961)
direção de Masaki Kobayashi.
***** (ótimo)

 
A BALADA de NARAYAMA (Narayama Bushikô, 1958)
direção de Keisuke Kinoshita.
*** (bom)
 
A CANÇÃO do LOBO (Wolf Song, 1929)
direção de Victor Fleming.
* (ruim)
 
A CAPRICHOSA (Woman in the Dark, 1934)
direção de Phil Rosen.
* (ruim)
 
A LUDIBRIADA (The Cheat, 1931)
direção de George Abbott.
** (regular)
 
De AMOR TAMBÉM se MORRE (The Constant Nymph, 1943)
direção de Edmund Goulding.
*** (bom)
 
Um LOUCO ENTRE LOUCOS (The Wife Takes a Flyer, 1942)
direção de Richard Wallace.
** (regular)
 
SETEMBRO

O MOÇO da FILADÉLFIA (The Young Philadelphians, 1959)
direção de Vincent Sherman.
** (regular)
 
REI LEAR (Korol Lir, 1970)
direção de Grigori Kozintsev.
**** (muito bom)
 
A CÍNICA (Manèges, 1949)
direção de Yves Allégret.
**** (muito bom)
 
De CALIGARI a HITLER (Von Caligari zu Hitler: Das deutsche Kino im Zeitalter der Massen, 2014)
direção de Rüdiger Suchsland.
**** (muito bom)
 
A PEQUENA MAIS RICA DO MUNDO (The Richest Girl in the World, 1934)
direção de William A. Seiter.
** (regular)
 
A FLOR dos MEUS SONHOS (Ladies of Lesure, 1930)
direção de Frank Capra.
** (regular)
 
CARAVANA do OURO (Virginia City, 1940)
direção de Michael Curtiz.
**** (muito bom)
 
GIGANTES em FÚRIA (Sea Devils, 1953)
direção de Raoul Walsh.
** (regular)
 
A AUDIÇÃO (The Audition, 2014)
direção de Martin Scorsese.
** (regular)
 
HOLLYWOODLAND - BASTIDORES da FAMA (Hollywoodland, 2006)
direção de Allen Coulter.
** (regular)
 
SINFONIA de PARIS (An American in Paris, 1951)
direção de Vincent Minnelli.
**** (muito bom)
 
BELEZAS em REVISTA (Footlight Parade, 1933)
direção de Lloyd Bacon.
**** (muito bom)
 
CAÇADORAS de OURO (Gold Diggers of 1933, 1933)
direção de Mervyn LeRoy.
**** (muito bom)
 
A BELA LILLIAN RUSSELL (Lillian Russell, 1940)
direção de Irving Cummings.
*** (bom)
 
O SEGREDO do PÂNTANO (Swamp Water, 1941)
direção de Jean Renoir.
**** (muito bom)
 
A CANÇÃO da VITÓRIA (Yankee Doodle Dandy, 1942)
direção de Michael Curtiz.
*** (bom)
 
SEMPRE um CAVALHEIRO (Johnny Come Lately, 1943)
direção de William K. Howard.
*** (bom)
 
ATIRE a PRIMEIRA PEDRA (Destry Rides Again, 1939)
direção de George Marshall.
**** (muito bom)
 
HAMLET (Idem, 1990)
direção de Franco Zefirelli.
*** (bom)
 
CORRESPONDENTE ESPECIAL (Confirm or Deny, 1941)
direção de Archie L. Mayo.
** (regular)
 
ABANDONADOS (The Pied Piper, 1942)
direção de Irving Pichel.
** (regular)
 
REFÉNS (Hostages, 1943)
direção de Frank Tuttle.
*** (bom)
 
A HORA ANTES do AMANHECER (The Hour Before the Dawn, 1944)
direção de Frank Tuttle.
** (reg.)
 
FRANÇA ETERNA (Untel Père et Fils, 1940)
direção de Julien Duvivier.
** (regular)
 
O REI do FÓSFORO (The Match King, 1932)
direção de Howard Bretherton e William Keighley.
** (regular)
 
ALMAS de ARRANHA-CÉUS (Skyscraper Souls, 1932)
direção de Edgar Selwyn.
*** (bom)
 
MENSAGEM a GARCIA (A Message to Garcia, 1936)
direção de George Marshall.
*** (bom)
 
TEMPOS MODERNOS (Modern Times, 1936)
direção de Charles Chaplin.
***** (ótimo)
 
ALMA de MÉDICO (Men in White, 1934)
direção de Richard Boleslawski.
Nota: *** (bom)
 
POBRE MILIONÁRIA (Over the Moon, 1939)
direção de Thornton Freeland.
*** (bom)
 
O BASTARDO (Bastarden, 2023)
direção de Nikolaj Arcel.
**** (muito bom)
 
NÃO FALE o MAL (Speak No Evil, 2022)
direção de Christian Tafdrup.
*** (bom)
 
REVANCHE (Idem, 2008)
direção de Götz Spielmann.
*** (bom)
 
CABARET (Idem, 1972)
direção de Bob Fosse.
***** (ótimo)
 
ACORDES do CORAÇÃO (Humoresque, 1946)
direção de Jean Negulesco.
**** (muito bom)
 
ASSASSINATO em GOSFORD PARK (Gosford Park, 2001)
direção de Robert Altman.
**** (muito bom)
 
O TESOURO de SIERRA MADRE (The Treasure of the Sierra Madre, 1948)
direção de John Huston.
***** (ótimo)
 
ALICE NÃO MORA MAIS AQUI (Alice Doesn`t Live Vhere Anymore, 1974)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
ESCRAVOS do DESEJO (Of Human Bondage, 1934)
direção de John Cromwell.
**** (muito bom)
 
TEMPESTADE em COPO D´ÁGUA (Storm in a Teacup, 1937)
direção de Victor Saville e Ian Dalrymple.
*** (bom)
 
ASSIM AMAM as MULHERES (Christopher Strong, 1933)
direção de Dorothy Arzner.
** (regular)
 
As CALÇADAS de LONDRES (St. Martin's Lane, 1938)
direção de Tim Whelan.
**** (muito)
 
Os GUARDA-CHUVAS do AMOR (Les Parapluies de Cherbourg, 1964)
direção de Jacques Demy.
***** (ótimo)

 
OUTUBRO

ASSIM SÃO os FORTES (Across the Wide Missouri, 1951)
direção de William A. Wellman.
*** (bom)
 
SCIPIÃO, o AFRICANO (Scipione l'africano, 1937)
direção de Carmine Gallone.
**** (muito bom)
 
RECONTAGEM (Recount, 2008)
direção de Jay Roach.
*** (bom)
 
ESPOSA EMPRESTADA (Hired Wife, 1940)
direção de William A. Seiter.
*** (bom)
 
SEMPRE a MULHER (There's Always a Woman, 1938)
direção de Alexander Hall.
*** (bom)
 
RUMO a PARIS, GAROTAS! (Good Girls go to Paris, 1939)
direção de Alexander Hall.
** (regular)
 
ESPOSA de MENTIRA (The Doctor Takes a Wife, 1940)
direção de Alexander Hall.
*** (bom)
 
PRECISAM-SE TRÊS MARIDOS (Three Blind Mice, 1938)
direção de William A. Seiter.
*** (bom)
 
O DIABO DISSE NÃO (Heaven Can Wait, 1943)
direção de Ernst Lubitsch.
***** (ótimo)
 
NÚPCIAS do ESCÂNDALO (The Philadelphia Story, 1940)
direção de George Cukor.
***** (ótimo)
 
Uma VIDA OCULTA (A Hidden Life, 2019)
direção de Terrence Malick.
 
HENRIQUE V (Henry V, 1989)
direção de Kenneth Branagh.
**** (muito bom)
 
Os ENAMORADOS (Gli Innamorati, 1956)
direção de Mauro Bolognini.
*** (bom)
 
O RETRATO de DORIAN GRAY (The Picture of Dorian Gray, 1945)
direção de Albert Lewin.
**** (muito bom)
 
NUNCA é TARDE (And Now Tomorrow, 1944)
direção de Irving Pichel.
** (regular)
 
O SEQUESTRO do METRÔ (The Taking of Pelham One Two Three, 1974)
direção de Joseph Sargent.
**** (muito bom)
 
MOBY DICK (Idem, 1956)
direção de John Huston.
**** (muito bom)
 
E AGORA BRILHA o SOL (The Sun Also Rises, 1957)
direção de Henry King.
*** (bom)
 
PRISÃO (Fangelse, 1949)
direção de Ingmar Bergman.
*** (bom)
 
Os CONSELHEIROS (Il Consigliori, 1973)
direção de Alberto de Martino.
** (regular)
 
A SALAMANDRA (The Salamander, 1981)
direção de Peter Zinner.
** (regular)
 
O PROCESSO de JOANA D´ARC (Procés de Jeanne D`Arc, 1962)
direção de Robert Bresson.
**** (muito bom)
 
Uma MULHER DELICADA (Une Femme Douce, 1969)
direção de Robert Bresson.
**** (muito bom)
 
PICKPOCKET – O BATEDOR DE CARTEIRAS (Pickpocket, 1959)
direção de Robert Bresson.
***** (ótimo)
 
O MERCADOR de ALMAS (The Long, Hot Summer, 1958)
direção de Martin Ritt.
*** (bom)
 
SEGUNDA LUA de MEL (Second Honeymoon, 1937)
direção de Walter Lang.
** (regular)
 
55 DIAS em PEQUIM (55 Days at Peking, 1963)
direção de Nicholkas Ray.
*** (bom)
 
A MULHER do LAGO (Onna no Mizûmi, 1966)
direção de Yoshishige Yoshida.
***** (ótimo)
 
RAN (Idem, 1985)
direção de Akira Kurosawa.
***** (ótimo)

 
MARCADOS pelo DESTINO (Tiger Bay, 1959)
direção de J. Lee Thompson.
** (regular)            
 
Uma NOITE PARA RELEMBRAR (A Night to Remember, 1942)
direção de Richard Wallace.
** (regular)
 
PÃO, AMOR e... (Pane, Amore e ..., 1955)
direção de Dino Risi.
** (regular)
 
O SIGNO de VÊNUS (Il Segno di Venere, 1955)
direção de Dino Risi.
*** (bom)
 
GATA em TETO de ZINCO QUENTE (Cat on a Hot Tin Roof, 1958)
direção de Richard Brooks.
**** (muito bom)
 
NASCIDOS para MATAR (Full Metal Jacket, 1987)
direção de Stanley Kubrick.
**** (muito bom)
 
NOVEMBRO

CAVALO de GUERRA (War Horse, 2011)
direção de Steven Spielberg.
*** (bom)
 
SYRIANA – a INDÚSTRIA do PETRÓLEO (Syriana, 2005)
direção de Stephen Gaghan.
*** (bom)
 
A DAMA de FERRO (The Iron Lady, 2011)
direção de Phyllida Lloyd.
*** (bom)
 
A FILHA do CAVADOR de POÇOS (La Fille du Puisatier, 1940)
direção de Marcel Pagnol.
**** (muito bom)
 
VÊNUS em SOMBRAS (Vénus Aveugle, 1941)
direção de Abel Gance.
*** (bom)
 
LINHA de AÇÃO (Broken City, 2013)
direção de Allen Hughes.
** (regular)
 
AMOK (Idem, 1934)
direção de Fyodor Otsep.
** (regular)
 
FABÍOLA (Idem, 1949)
direção de Alessandro Blasetti.
**** (muito bom)
 
POR QUE VENS TÃO TARDE? (Pourquoi Viens-tu si Tard.., 1959)
direção de Henri Decoin.
*** (bom)
 
PASSAPORTE para a VIDA (Laissez-passer, 2002)
direção de Bertrand Tavernier.
*** (bom)
 
ASSASSINO sem CULPA (Crime et Châtiment, 1935)
direção de Pierre Chenal.
**** (muito bom)
 
RASPUTIN, a TRAGÉDIA IMPERIAL (La Tragédie Impériale, 1938)
direção de Marcel L'Herbier.
*** (bom)
 
O FIM do DIA (La Fin du Jour, 1939)
direção de Julien Duvivier.
***** (ótimo)
 
O CONDE de MONTE CRISTO (Le Comte de Monte Cristo, 1ère Époque: Edmond Dantès, 1943)
direção de Robert Vernay.
** (regular)
 
A VINGANÇA do CONDE de MONTE CRISTO (Le Comte de Monte Cristo, 2ème Époque: Le Châtiment, 1943)
direção de Robert Vernay.
** (regular)
 
SONHO de uma NOITE de VERÃO (A Midsummer Night's Dream, 1935)
direção de Max Reinhardt e William Dieterle.
***** (ótimo)
 
O PÁTIO (1959)
direção de Glauber Rocha.
** (regular)
 
A MISSA do GALO (1982)
direção de Nelson Pereira dos Santos.
** (regular)
 
O MELHOR do FILME NOIR (The Best of Film Noir, 1998)
direção de Chris Case.
** (regular)
 
Os CONDENADOS (1975)
direção de Zelito Viana.
**** (muito bom)
 
Na NOITE e no GELO (Nacht und Eis, 1912)
direção de Mime Misu.
** (regular)
 
As ROSAS MÁGICAS (Roses Magiques, 1906)
direção de Segundo de Chomón.
** (regular)
 
O QUARTO LACRADO (The Sealed Room, 1909)
direção de D. W. Griffith.
** (regular)
 
A BELA ADORMECIDA (La Belle au Bois-Dormant, 1902)
direção de Lucien Nonguet & Ferdinand Zecca.
** (regular)
 
CAMPOS de CONCENTRAÇÃO NAZISTAS (Nazi Concentration Camps, 1945)
direção de George Stevens.
*** (bom)
 
UM APÓLOGO (1939)
direção de Humberto Mauro.
** (regular)
 
CIDADÃO KANE (Citizen Kane, 1941)
direção de Orson Welles.
***** (ótimo)

 
S. O. S. TITANIC (Idem, 1979)
direção de William Hale.
*** (bom)
 
DEMÔNIO COM CARA de ANJO (Full Circle, 1977)
direção de Richard Loncraine.
*** (bom)
 
A ÚLTIMA CARRUAGEM (L'ultima Carrozzella, 1943)
direção de Mario Mattoli.
** (regular)
 
ZAZÁ (Idem, 1944)
direção de Renato Castellani.
*** (bom)
 
LAMPIÃO, o REI do CANGAÇO (1937)
direção de Benjamin Abrahão.
*** (bom)
 
FALA BRASÍLIA (1966)
direção de Nelson Pereira dos Santos.
** (regular)
 
POMPÉIA, CIDADE MALDITA (Gli Ultimi Giorni di Pompei, 1950)
direção de Marcel L'Herbier.
** (regular)
 
HEROÍNAS e BANDIDOS (Donne e Briganti, 1950)
direção de Mario Soldati.
** (regular)
 
Os DESTINOS SENTIMENTAIS (Les Destinées Sentimentales, 2000)
direção de Olivier Assayas.
*** (bom)
 
L.627 - CORRUPÇÃO POLICIAL (L.627, 1992)
direção de Bertrand Tavernier.
** (regular)
 
A PROVÍNCIA MODERNA (2019)
direção de Artemilson Lima e Raimundo Arrais.
** (regular)
 
A PRIMEIRA NOITE de um HOMEM (The Graduate, 1967)
direção de Mike Nichols.
***** (ótimo)
 
FEITO na INGLATERRA: os FILMES de POWELL e PRESSBURGER (Made in England: The Films of Powell and Pressburger, 2024)
direção de David Hinton.
**** (muito bom)
 
Um CONTO de CANTERBURY (A Canterbury Tale, 1944)
direção de Michael Powell e Emeric Pressburger.
**** (muito bom)
 
Os SAPATINHOS VERMELHOS (The Red Shoes, 1948)
direção de Michael Powell e Emeric Pressburger.
***** (ótimo)
 
DEZEMBRO

O TOURO INDOMÁVEL (Raging Bull, 1980)
direção de Martin Scorsese.
***** (ótimo)      
 
O ALFAIATE do PANAMÁ (The Tailor of Panama, 2001)
direção de John Boorman.
** (regular)
 
FARÖ (Fårö Dokument, 1970)
direção de Ingmar Bergman.
*** (bom)
 
PASSEIO HOJE à NOITE! (Rid i Natt! 1942)
direção de Gustaf Molander.
** (regular)
 
ASAS do DESEJO (Der Himmel Uber, 1987)
direção de Win Wenders.
***** (ótimo)
 
De REPENTE, no ÚLTIMO VERÃO (Suddenly, Last Summer, 1959)
direção de Joseph L. Mankiewicz.
*** (bom)
 
LEVADA da BRECA (Bringing up Baby, 1938)
direção de Howard Hawks.
***** (ótimo)        
 
PIONEIRO da LEI (The Arizonian, 1935)
direção de Charles Vidor.
** (regular)
 
CIDADE SINISTRA (Frisco Kid, 1935)
direção de Lloyd Bacon.
** (regular)
 
FEBRE do XADREZ (Shakhmatnaya Goryachka, 1925)
direção de    Vsevolod Pudovkin e Mykola Shpykovskyi.
** (regular)
 
O MISTÉRIO do CASTELO dos DADOS (Les Mystères du Chatêau du Dé, 1929)
direção de Man Ray.
** (regular)
 
O JARDINEIRO FIEL (The Constant Gardener, 2005)
direção de Fernando Meirelles.
**** (muito bom)
 
O IDIOTA (Idiot, 1958)
direção de Ivan Pyrev.
*** (bom)
 
ELIZABETH (Idem, 1998)
direção de Shekhar Kapur.
**** (muito bom)
 
CARL Th. DREYER – RADIOGRAFIA da ALMA (Carl Th. Dreyer: Min Metier, 1995)
direção de Torben Skjodt Jensen.
*** (bom)
 
ILHA do MEDO (Shutter Island, 2010)
direção de Martin Scorsese.
*** (bom)
 
PRESTON STURGES – ASCENÇÃO e QUEDA (Preston Sturges: The Rise and Fall of an American Dreamer, 1983)
direção de Kenneth Bowser.
**** (muito bom)
 
A NOIVA de GLOMDAL (Glomdalsbruden, 1926)
direção de Carl Th. Dreyer.
**** (muito bom)
 
Os FALSÁRIOS (Die Fälscher, 2007)
direção de Stefan Ruzowitzky.
**** (muito bom)
 
PAVOR nos BASTIDORES (Stage Fright, 1950)
direção de Alfred Hitchcock.
*** (bom)
 
A MULHER do TENENTE FRANCÊS (The French Lieutenant's Woman, 1981)
direção de Karel Reisz.
**** (muito bom)
 
O VAMPIRO (Vampyr, 1932)
direção de Carl Th. Dreyer.
**** (muito bom)
 
PASSAGEM para a ÍNDIA (A Passage to India, 1984)
direção de David Lean.
**** (muito bom)
 
SOB o DOMÍNIO do MAL (The Manchurian Candidate, 2004)
direção de Jonathan Demme.
*** (bom)
 
ENTREVISTA com o VAMPIRO (Interview with the Vampire: The Vampire Chronicles, 1994)
direção de Neil Jordan.
*** (bom)
 
A RAINHA (The Queen, 2006)
direção de Stephen Frears.
**** (muito bom)
 
O SENHOR dos ANÉIS – O RETORNO do REI (The Lord of the Rings: The Returno f the King, 2002)
direção de Peter Jackson.
**** (muito bom)
 
MOZART – o GÊNIO da MÚSICA (Wen de Gotter Liben, 1942)
direção de Karl Hartl.
*** (bom)
 
SHAME (Idem, 2011)
direção de Steve McQueen.
**** (muito bom)
 
MOLOCH (Idem, 1999)
direção de Alesandr Sokurov.
**** (muito bom)
 


dezembro 31, 2024

******************** Meu FILME de NATAL FAVORITO

 

 

Natal não é apenas um dia, é um estado de espírito.
De ILUSÃO TAMBÉM se VIVE
 
 
Uma das melhores maneiras de comemorar a temporada de férias é curtindo um FILME de NATAL. Um dos mais amados é o clássico de Frank Capra de 1946, “A Felicidade Não se Compra”. Estrelado pelo carismático astro James Stewart, o drama icônico apresenta um protagonista justamente no seu pior momento, à beira do suicídio, resultando em uma emocionante fábula sobre a importância de cada vida. Seu atrapalhado anjo da guarda lhe revela o quão diferente o mundo seria se ele nunca tivesse existido. Mas há diversos filmes de espírito natalino, interpretado por grandes estrelas. Embora seja praticamente impossível transmitir a mesma magia de “A Felicidade Não se Compra”, também são excelentes e capazes de empolgar o público de qualquer idade.
 
Nessa época do ano, tradicionalmente nos EUA, os FILMES de NATAL invadem os cinemas e, mais recentemente, os serviços de streaming. Eles reafirmam a importância das memórias afetivas, dos valores familiares e cristãos. O tema apareceu de várias maneiras ao longo da história cinematográfica. Entretanto, o que mais gosto não é propriamente um FILME de NATAL, é um drama nostálgico e emocionante do mestre sueco Ingmar Bergman, “Fanny e Alexander”. Um épico feito em duas versões, uma minissérie para tevê, com 320 minutos, e uma premiada para cinema. Belo, sofisticado, poético e inteligente. Uma obra-prima inesquecível. No entanto, gosto também de outros filmes natalinos, do passado a mais recente. Aqui estão doze deles.
 
O NATAL em DOZE FILMES
(por ordem de preferência)
 
01
FANNY e ALEXANDER
(Fanny och Alexander, 1982)

direção de Ingmar Bergman
elenco: Bertil Guve, Pernilla Allwin, Ewa Fröling, 
Pernilla August, Lena Olin, Harriet Andersson
 e Gunnar Björnstrand
 
02
A FELICIDADE NÃO se COMPRA
(It's a Wonderful Life, 1946)

direção de Frank Capra
elenco: James Stewart, Donna Reed, Lionel Barrymore, 
Thomas Mitchell, Henry Travers, Beulah Bondi, 
Ward Bond e Gloria Grahame
 
03
De ILUSÃO TAMBÉM se VIVE
(Miracle on 34th Street, 1947)
 

direção de George Seaton
elenco: Maureen O'Hara, John Payne, Edmund Gwenn, 
Gene Lockhart, Natalie Wood e Porter Hall
 
04
O ASSASSINATO do PAPAI NOEL
(L'assassinat du Père Noël, 1941)

direção de Christian-Jaque
elenco: Harry Baur, Renée Faure, Marie-Hélène Dasté, 
Raymond Rouleau, Robert Le Vigan, Fernand Ledoux 
e Bernard Blier
 
05
AGORA SEREMOS FELIZES
(Meet Me in St. Louis, 1944)

direção de Vincente Minnelli
elenco: Judy Garland, Margaret O'Brien, Mary Astor, 
Lucille Bremer, Leon Ames, Marjorie Main, 
Harry Davenport, Hugh Marlowe e Chill Wills
 
06
Um ANJO CAIU do CÉU
(The Bishop's Wife, 1947)

direção de Henry Koster
elenco: Cary Grant, Loretta Young, David Niven, 
Monty Woolley, James Gleason, Gladys Cooper 
e Elsa Lanchester
 
07
INDISCRIÇÃO
(Christmas in Connecticut, 1945)
 

direção de Peter Godfrey
elenco: Barbara Stanwyck, Dennis Morgan, Sydney Greenstreet,
 S.Z. Sakall e Una O'Connor
 
08
NATAL BRANCO
(White Christmas, 1954)

direção de Michael Curtiz
elenco: Bing Crosby, Danny Kaye, Rosemary Clooney, 
Vera-Ellen e Dean Jagger
 
09
CONTOS de NATAL
(Scrooge, 1951)

direção de Brian Desmond Hurst
elenco: Alastair Sim, Kathleen Harrison, Mervyn Johns 
e Hermione Baddeley
 
10
ADORÁVEL AVARENTO
(Scrooge, 1970)

direção de Ronald Neame
elenco: Albert Finney, Alec Guinness, Edith Evans 
e Kenneth More
 
11
O ESTRANHO MUNDO de JACK
(The Nightmare Before Christmas, 1993)
 

direção de Henry Selick
 
12
FELIZ NATAL
(Joyeux Noël, 2005)

direção de Christian Carion
elenco: Diane Kruger, Guillaume Canet, Daniel Brühl, 
Michel Serrault e Suzanne Flon
 
GALERIA de FOTOS
 

dezembro 04, 2024

************* ANATOMIA de uma AGONIA MILITANTE

walter salles, fernanda torres e selton mello no festival de veneza
 


Nunca acreditei na literatura engajada.
A escrita política, panfletária,
não tem nenhuma vida, é oca.
DORIS LESSING
(1919 - 2012. Kermanshash / Pérsia)

 
 
 
O descolamento da realidade dos esquerdistas é impressionante e, por mais que sejam surrados pelos fatos, parecem distantes de despertar. Se recusam a sair de sua bolha de mentiras, têm problemas de dependência de lorotas. É um vício pífio, um desvio moral. Eles acreditam (ou fingem acreditar) em suas próprias ladainhas fajutas. Assim, fascinados por métodos doutrinários, torraram uma fortuna no marketing de AINDA ESTOU AQUI (2024). Encantada com o dinheiro fácil, a recepção da mídia brasileira beira o ufanismo, nos bombardeando há meses com as ilusórias qualidades do filme. Ao bloquear tais propagandas nas redes sociais, outras surgem imediatamente. Um abuso! Estreando em Veneza, em um festival cinematográfico de origem fascista, criado na década de 30 pelo filho de Benito Mussolini, venderam o peixe por aqui garantindo aplausos ao final da exibição e a possibilidade de ganhar os prêmios de Melhor Filme e Melhor Atriz. Era mais do que certo, era certíssimo. Não foi o que aconteceu. Como consolo pela expectativa, ofertaram um prêmio bissexto (dado vez ou outra) de melhor roteiro. Jornalistas italianos, parceiros do tempo em que trabalhei na Europa, me informaram que os aplausos vieram da comitiva tupiniquim paga com os nossos impostos. Não se deu um pio sobre essa farsa típica de canhotos. O papel primordial dessa turma é desviar o foco, distorcer a realidade, vender ilusão.
 
fernanda torres
Na ocasião, o importante jornal britânico “The Guardian” definiu o filme como “exagerado”. Silêncio mortal no Brasil. Estreou entre nós pouco depois e os mesmos veículos de imprensa mentiram ao garantir uma conquista avassaladora de público. Na petista capital potiguar, de acordo com um gerente de cinema local, se contava em média 20 a 30 pessoas por sessão. Segundo dados da Associação Brasileira de Empresas Exibidoras Cinematográficas (Abraplex), as bilheterias até o momento não chegam perto de comédias chulas tradicionais do cinema brasileiro, como “Os Farofeiros 2” ou “Minha Mãe é uma Peça 3”. Entenda: AINDA ESTOU AQUI não faz parte da lista dos dez filmes brasileiros mais vistos este ano. Procure por notícias a respeito e, não vai encontrar. De acordo com o portal da “IstoÉ Dinheiro”, foi orçado em 50 milhões de reais e ainda não se pagou.
 
Valorizando o viés ideológico, a Academia Brasileira de Cinema e Artes Visuais (ABCAA) o escolheu para representar o Brasil na disputa por uma vaga na categoria de Melhor Filme Internacional no Oscar 2025. Concorreu com onze títulos insignificantes. Em quase 100 anos do Oscar, o Brasil foi indicado apenas quatro vezes (em 1963, 1996, 1998 e 1999) e nunca ganhou, já nossa vizinha, a Argentina do libertário Javier Milei, ficou oito vezes entre os selecionados e ganhou duas vezes o Melhor Filme Internacional. A narrativa atual é que vai levar o Oscar de Melhor Filme Internacional e Melhor Atriz. Um conhecido jornal carioca teve a cara de pau de afirmar que AINDA ESTOU AQUI foi inscrito em oito categorias no Oscar. Outra grande mentira. A única inscrição possível é a de Melhor Filme Internacional, todas as demais categorias são votadas em sigilo pelos membros da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas. Além disso, tamanho alarde é ridículo, o Oscar é uma estatueta com a reputação na lama desde que se prostituiu no bordel de luxo dos globalistas e chineses. O talento não é mais importante. Se premia temáticas LGBT, ecologista, feminista, anti-racial, pacifista etc. Mero exibicionismo moral e sinalização de virtudes. Na verdade, não há pauta, não há objetivos, não há nada. Portanto, o nosso desorientado cinema quiçá tenha uma chance. 
 
walther e elisinha salles, pais do cineasta
Muitos acham que o debate sobre esquerda e direita é uma tolice que não leva a nada. Estão profundamente enganados. A forma como enxergamos o mundo determina a forma como governamos nossa vida. Determina também como interpretamos e aplicamos os valores éticos, como conduzimos as relações e até nossa disposição moral de condenar criminosos por seus atos ou de considerá-los “vítimas da sociedade”. A esquerda é uma ideologia muito infeliz, desagregadora e odiosa, por isso não pode inspirar um povo ou durar muito tempo. Há esquerdistas desolados falando em era de fascismo. Dominada pela histeria ambiental, a pauta identitária e a ideologia de gênero, ela perdeu o elo com o cidadão normal, que não quer saber de nada disso. Com a vitória avassaladora de Donald Trump e as indicações que ele tem feito para a formação do governo, os insensatos do meio ambiente, da ideologia woke, os defensores do governo mundial, os bilionários globalistas, os tecnocratas da ONU e de todos os seus braços políticos e ideológicos estão desesperados. Nesse novo mundo que se anuncia, produções como AINDA ESTOU AQUI, de identificação político-partidária comunista, é quase um “abraço de afogados”, uma obsessão, um último adeus. Prova mais uma vez que a esquerda não enxerga a realidade. Sobrevive substituindo fatos por narrativas reconfortantes.
 
Tudo na esquerda é falso! São hipócritas, calculistas. Seus filmes sobre o regime militar no Brasil são tendenciosos, desonestos. Não se vê uma produção sob a ótica militar nem destacando famílias inteiras nas ruas protestando contra o comunismo. Nesses filmes parciais, a esquerda faz o repetitivo papel de vítima torturada. De “Nunca Fomos Tão Felizes” (1984) a “Batismo de Sangue” (2006), entre muitos outros filmes. O diretor de AINDA ESTOU AQUI, Walter Salles, o 11º maior bilionário do Brasil na lista da “Forbes”, é filho de banqueiro, criado numa cobertura na zona sul do Rio de Janeiro e... também faz parte da bolha comunista caviar, mas nunca socializou um real da sua fortuna. Ele teve um início promissor no cinema, perdendo o fôlego em poucos anos. Não dirige um filme inspirado desde “Abril Despedaçado”, de 2001. Há 23 anos! Um dos seus venenos panfletários foi colocar o sanguinário Che Guevara como um jovem sensível em “Diários de Motocicleta” (2004). Fernanda Torres é uma boa atriz, melhor do que a mãe que faz sempre as mesmas caras e bocas, mas perdeu o respeito do público ao escrever em 2020 um artigo escroto na “Folha de S. Paulo” chamado “Ninguém Sairá o Mesmo da Quarentena”. Um texto cruel, anti-conservador, imperdoável. As fakes agências de checagem negam o que ela escreveu, mas eu o li e me lembro muito bem. 
 
eu e fernanda torres em paris
A ausência de empatia — outra característica fundamental na mente esquerdista — é habitual na escrita da atriz. Para ela e os minguados apoiadores do Cachaça, os milhares de patriotas de direita são motivo de escárnio e desprezo. Indignados, não iremos vê-la no cinema nunca mais. Noutra época, em 2015, eu a conheci na França. Fui um dos autores brasileiros na 35ª edição do Salon du Livre de Paris. Ela também. Toda elétrica, brincalhona, sinuosa. Conversamos entre stands de livros e ela me convidou para uma festinha de artistas franceses. Recusei, não estava num momento emocional feliz para farras levianas. Seu filme é uma co-produção franco-brasileira da Arte France Cinèma, Conspiração Filmes e Globoplay. Tem origem nas memórias obscuras de um escritor medíocre. É até constrangedor para a classe literária chamá-lo de escritor. Na criação de Marcelo Rubens Paiva não há beleza, não há força moral, não há consciência que dê testemunho da verdade concreta. O bem e o mal estão mascarados. O suposto passado do autor narra a trajetória de Eunice Paiva (Fernanda Torres), advogada que luta para encontrar o marido, Rubens Paiva (Selton Mello), ex-deputado desaparecido durante o regime militar. Ele inventa um Robin Hood comunista que ajuda clandestinamente opositores dos militares na década de 1970.
 
Luta armada na trama? Assassinatos? Assaltos a bancos? Bombas ou raptos de autoridades? Alcaguetes? Jamais! São comunistas “do amor” made in Globolixo. Não é à toa que o crítico Cole Kronman, na revista “Slant”, observou que o melodrama político optou por transformar os personagens em símbolos para serem recordados, com pouco interesse na verdade. No delírio do livro-filme, os vermelhos são vitimizados, sofredores, pobres criaturas que merecem a nossa compaixão. Em 1990 e 1991 fui vizinho de Marcelo Rubens Paiva na Rua Peixoto Gomide, no bairro Bela Vista, pertinho da Avenida Paulista, em São Paulo. Histérico e arrogante, com uma mangueirinha mijava no jardim e batia boca para subir sozinho no elevador, como se fosse um reizinho neurótico e sem noção. Na época, li seus livros “Feliz Ano Velho” (1982) e “Blecaute” (1986), não sei qual deles é o mais irrelevante. Já AINDA ESTOU AQUI não li e não gostei. Quanto ao filme, talvez assistia dentro de alguns anos, em serviço de streaming, distante da badalação mercenária da mídia. No fim das contas, a única coisa que ainda está aqui é o viés ideológico mortadela falando mais alto do que qualquer outra coisa. É o que explica o envolvimento apaixonado da mídia com o filme. A imprensa morreu. Os sobreviventes, com raras exceções, são tipos que bajulam o poder para faturar alto. 
 
fernanda montenegro
A indústria do entretenimento e cultural do Brasil precisa de livros e filmes que retratem o período do regime militar com realismo, destacando acertos e malefícios. Cansamos da visão esquerdista radicalizada, mentirosa, cínica, apartada do mundo real. Já não somos os bobos da corte do opressor de volta à cena do crime. Como os Estados Unidos, venceremos essa batalha contra a mídia enviesada, as falsas acusações de incitação à violência, a censura das redes sociais, os processos ilícitos e a Constituição violada. Derrotaremos o aglomerado woke, a ideologia de gênero, a linguagem neutra, os homens em competições esportivas de mulheres, os pífios movimentos feministas, o assassinato de bebês nos ventres das mães, os falsos movimentos raciais. Estamos de olho em líderes que assustem as escolas corroídas, o meio acadêmico, os artistas arrogantes e inimigos do povo. Apoiaremos quem valoriza a família, os cristãos, os judeus, a liberdade de expressão. Contra o terrorismo, as drogas, as cotas, a Lei Rouanet, o ecoterrorismo, a agenda 2030 da ONU, o globalismo, as fronteiras abertas, a criminalidade. Não aceitamos as falsas virtudes do comunismo e seus puxadinhos, as ditaduras, as tiranias. Acordamos! E, por tudo isso, sim, pouco adianta gastar milhões – do povo! - na produção e promoção de filmes engajados como AINDA ESTOU AQUI. Não nos convencem. Adeus.
 

AINDA ESTOU AQUI
2024
direção de Walter Salles
137 minutos
indicado para maiores de 14 anos
em cartaz nos cinemas


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