Caros Amigos

março 07, 2012

********* LOURA E SEDUTORA: LANA TURNER


lana turner
Um dos maiores mitos de Hollywood, a formosa e classuda LANA TURNER (1921-1995) não era frágil como Judy Garland, não era forte como Joan Crawford, não era discreta como Greta Garbo e tampouco infantil como Marilyn Monroe. No entanto, era perigosa, muito perigosa. Não que fosse agressiva ou neurótica, mas era manipuladora, utilizando a beleza e o deslumbrante apelo sexual para obter ou fazer o que quisesse, dentro e fora das telas. Adolescente robusta, supostamente descoberta aos 15 anos, quando matava aula na Sunset Boulevard tomando uma coca-cola numa lanchonete, estreou na Warner Bros. em “Esquecer, Nunca / They Won’t Forget” (1937), de Mervyn LeRoy, e logo seria a principal “pin-up” da Metro-Goldwyn-Mayer por mais de uma década. Uma das atrizes mais bem pagas dos anos 40 e 50, tingiu seu cabelo de loiro (nasceu ruiva) e ficou famosa como sofisticada “platinum blonde”. Casou-se oito vezes, além de ter mantido casos amorosos com Victor Mature, Robert Taylor, Howard Hughes, Gene Krupa, Robert Stack, Tony Martin, Clark Gable, Fernando Lamas, Richard Burton, Peter Lawford e Rex Harrison, entre outros. Na opinião de um executivo machista da M-G-M, “Lana tinha a moral e as atitudes de um homem. Se ela via um desconhecido e gostava dele, convidava-o imediatamente para seu camarim”. Ela teve uma única filha, com Stephen Crane. Os outros maridos foram o músico Artie Shaw, o milionário Henry J. Topping, o ator (ex-Tarzan) Lex Barker, Fred May, o produtor Bob Eaton e o hipnotizador Joe Robert Dante, que lhe roubou dinheiro e jóias. Apesar dessa longa lista ardente, o grande amor de sua vida foi o belo galã da Fox, Tyrone Power, com quem não conseguiu se casar.

lana e john garfield em "o destino bate à sua porta"

Percorrendo várias etapas até alcançar o status de estrela poderosa em “O Destino Bate à sua Porta” (1946) - o seu filme preferido -, em 1938 teve uma participação pequena em “O Namoro de Andy Hardy / Love Finds Andy Hardy”, estrelando Mickey Rooney. Essa comédia juvenil deixou os jovens do mundo inteiro com o coração na mão diante da visão da jovem e provocante mulher, que passou a ser conhecida como “A Garota do Suéter”, graças a uma blusa justa que realçava os seus seios volumosos. Aos vinte anos, ganhava US $ 1.500 por semana, mas as negociações do novo contrato com a M-G-M em 1945 lhe renderam US $ 4.000 por semana. Na década de 40, firmou-se definitivamente, fazendo bons filmes. Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, LANA TURNER passou a viajar por todo o país vendendo bônus patrióticos. Ela escrevia seus próprios discursos e prometia “um beijo doce” para qualquer um que comprasse um bônus no valor de $ 50.000 ou mais. Cumpriu a promessa centenas de vezes, aumentando o orçamento da defesa militar em vários milhões de dólares. Em 1948, fez muito sucesso como a vilã Lady de Winter em “Os Três Mosqueteiros”, mas seu ápice aconteceria quatro anos depois em “Assim Estava Escrito”, no papel de Georgia Lorrison, uma atriz bêbada livremente inspirada em Diana Barrymore. O drama de Vincente Minnelli ganhou cinco Oscars, incluindo o de Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante (Gloria Grahame). Injustamente Lana nem foi indicada.



A vida privada de LANA TURNER, contudo, era uma confusão. Manteve-a nas manchetes de uma maneira insensata. Sem dúvida, era uma ameaça a sua carreira. Em 1940, casou-se com o mulherengo Artie Shaw (futuro marido de Ava Gardner), líder de uma popular banda de jazz e onze anos mais velho que ela. Embora casado, ele continuou na farra, negou que o bebê que a esposa esperava fosse dele, estapearam-se e ela terminou abortando. Logo se divorciaram. Tudo em seis meses. Também foi espancada várias vezes (por Lex Barker), roubada, traída, e um dos grandes escândalos de Hollywood envolveu a sua filha, Cheryl Christina Crane, que acusava a mãe de abandono e, em 1958, assassinou Johnny Stompanato, o amante mafioso da atriz com uma faca de cozinha. Nessa época, a estrela era constantemente agredida por esse gângster, sendo ameaçada de ter seu rosto desfigurado caso deixasse de lhe sustentar. No julgamento, vestida de negro e com óculos escuros, chorou e seu desempenho comoveu o júri: Cheryl foi absolvida. Apesar de toda a tragédia e vida complicada, sua filha Cheryl demonstrou-lhe carinho em sua autobiografia “Detour - a Hollywood Tragedy – My Life with Lana Turner, My Mother” (1988), enfatizando ainda que tinha muito orgulho de haver matado para defender a mãe.

cheryl e lana

lana, johnny stompanato e cheryl

Com o fim do contrato com a Metro e mergulhada em escarcéus, ninguém dava mais nada por LANA TURNER. Depressiva e alcoólatra, terminou por ser descartada de produções importantes como “Gata em Teto de Zinco Quente / Cat on a Hot Tin Roof” (Richard Brooks, 1958), “A Fúria do Destino / The Sound and the Fury” (Martin Ritt, 1959) e “Anatomia de um Crime / Anatomy of a Murder” (Otto Preminger, 1959). Porém, deu a volta por cima e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “A Caldeira do Diabo” (1957), perdendo para a Joanne Woodward de “As Três Máscaras de Eva / The Three Faces of Eve”. Em 1959, brilhou outra vez no melodrama-remake “Imitação da Vida”. Sua performance foi impecável como Lora Meredith, uma atriz lutando para continuar no show business mesmo com os problemas de uma filha adolescente e da filha rebelde e racista de sua governanta negra. Esse estrondoso sucesso arrancou lágrimas no mundo inteiro. Na década de 60, com o aparecimento de estrelas mais jovens, seus papéis foram diminuindo. Então, LANA TURNER enfrentou outro desafio: os palcos. Interpretando Ann Stanley, uma divorciada glamorosa, em “40 Quilates”. Como de costume, um sucesso, percorrendo inúmeras cidades norte-americanas. Sua última aparição na tela aconteceu em uma produção de 1980, “A Poção Mágica / Witches’ Brew”. Morreu em 1995, depois de uma longa luta contra um câncer. Ela tinha 75 anos de idade.

(Fontes: “1000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema”, do The Times/Isto é; 
e “Diccionario de Actores”, de Jose Luis Lopez)

lana e john gavin dirigidos por douglas sirk

10 FILMES DE LANA

QUERO-TE COMO ÉS
(Honky Tonk, 1941)
de Jack Conway
com Clark Gable, Frank Morgan,
Claire Trevor e Marjorie Main

A ESTRADA PROIBIDA
(Johnny Eager, 1941)
de Mervyn LeRoy
com Robert Taylor, Edward Arnold,
Van Heflin e Glenda Farrell

O DESTINO BATE À SUA PORTA
(The Postman Always Rings Twice, 1946)
de Tay Garnett
com John Garfield, Cecil Kellaway,
Hume Cronyn e Audrey Totter

ETERNO CONFLITO
(Cass Timberlane, 1947)
de George Sidney
com Spencer Tracy, Zachary Scott e Mary Astor

lana e gene kelly

OS TRÊS MOSQUETEIROS
(The Three Musketeers, 1948)
de George Sidney
com Gene Kelly, June Allyson, Van Heflin,
Angela Lansbury, Vincent Price, Gig Young
e Patricia Medina

PERDIDAMENTE TUA
(A Life of Her Own, 1950)
de George Cukor
com Ray Milland, Tom Ewell, Louis Calhern,
Ann Dvorak, Barry Sullivan e Jean Hagen

ASSIM ESTAVA ESCRITO
(The Bad and the Beautiful, 1952)
de Vincente Minnelli
com Kirk Douglas, Walter Pidgeon, Dick Powell,
Barry Sullivan, Gloria Grahame e Gilbert Roland

AS CHUVAS DE RANCHIPUR
(The Rains of Ranchipur, 1955)
de Jean Negulesco
com Richard Burton, Fred MacMurray,
 Joan Caulfield e Michael Rennie

A CALDEIRA DO DIABO
(Peyton Place, 1957)
de Mark Robson
com Lee Philips, Lloyd Nolan, Arthur Kennedy,
Russ Tamblyn, Terry Moore, Hope Lange,
Diana Varsi, Betty Field e Mildred Dunnock

IMITAÇÃO DA VIDA
(Imitation of Life, 1959)
de Douglas Sirk
com John Gavin, Sandra Dee, Susan Kohner,
Juanita Moore e Troy Donahue


CITAÇÕES PESSOAIS DE LANA

“Um homem de sucesso é aquele que faz mais dinheiro do que uma mulher pode gastar. Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem”

“Eu planejei ter um marido e sete filhos, mas aconteceu justamente ao contrário”

“Humor tem sido o bálsamo de minha vida, mas ele foi reservado para aqueles que estão ao meu lado, não faz parte da Lana pública”

“Eu amo um desafio”

“Eu sempre gostei de homens e os homens gostam de mim”

“A felicidade não ajuda a crescer. Já a infelicidade faz isso. Então, eu estou grata que minha vida de rosas foi composta igualmente de flores e espinhos. Tive uma vida privilegiada, criativa, emocionante, e eu acho que os momentos menos alegres aconteceram para me preparar, testando-me, fortalecendo-me”







58 comentários:

Enaldo disse...

É impressionante o trabalho que você tem para pesquisar isto tudo.

João Roque disse...

Gostei muito da sua interpretação em "Imitação da Vida".

linezinha disse...

A Lana está maravilhosa em "Assim Estava Escrito" e "Imitação da Vida",ela merecia ser mais lembrada! e li faz um tempo que sua filha Cheryl é homossexual e Lana sempre a apoiou. Abç

Filmes Antigos Club disse...

Nahud, não é fácil falar de Lana. Uma mulher de beleza indiscutível, uma atriz realmente talentosa, ótima para dramas, mas na vida real estava muito longe de ser um exemplo de virtude, pois no cinema contemporâneo foi a atriz que mais escândalos teve em sua trajetória fora das telas.

Por mais que vc pesquise, ou eu, não vamos achar evidências conclusivas sobre o que realmente aconteceu sobre o assassinato de Johnny Stampanato. Muitas biografias apontam a própria Lana Turner como a assassina do gangster e que a filha Cheryl entrou em defesa da mãe, o que não duvido. Afinal, Lana era uma mulher que conseguia seus objetivos e demonstrava uma força elevada de persistência.


Não era uma pessoa fácil de lidar, e até sua relação com Lex Barker, que teria estuprado a mesma Cheryl quando ela tinha apenas 6 anos, um caso de pedofilia que mesmo passados mais de 50 anos não se tem realmente provas se Barker teria mesmo cometido esta brutalidade.

Uma coisa é Cheryl falar (ou aumentar), e outra é o temperamento manipulador de Lana, que pode muito bem com isso ter influenciado a Imprensa à imputar a Barker como um violento agressor (Lana assim que viu Lex sobre a filha, puxou uma arma e o expulsou de casa, segundo fontes). Mas nunca vamos saber o que realmente aconteceu, por ora só sugestões e palpites, e de certo modo, Barker viu que Hollywood não estava dando muita sorte para ele e foi filmar na Europa, onde por lá teve bastante repercussão, e isto na época que se sucedeu ao assassinato de Stamponato.


Este Gangster era tão perigoso, que certa vez, ele foi tirar satisfação com Sean Connery durante as filmagens de VÍTMA DE UMA PAIXÃO durante um jantar em que estavam Lana e outras duas pessoas. Stamponato começou a provocar Connery, que nervoso, o derrubou com um soco.

Foi difícil conter os ânimos, Connery perdeu a cabeça e depois percebeu que não devia ter feito aquilo, e ele foi para seu quarto de hotel se esconder, ao contrário do que faria 007. Lana custou muito a convencer o gangster a esquecer, pois o filme ainda estava em andamento, e ele, não queria que a sua querida amante perdesse qualquer coisa, afinal estava sendo sustentada pela atriz, que ao longo da vida, embora adoremos suas performances e nos cativamos com sua beleza, infelizmente não sabia fazer escolhas, ou mais plausível, amava viver perigosamente.

Paulo Néry

Marcelo Bonavides de Castro disse...

Muito bom "O destino bate à sua porta".
Gostaria de assistir "Imitação da Vida", pois, vi a primeira versão com a Claudette Colbert, no começo dos anos 30.

Darci Fonseca disse...

Excelente matéria, Nahud. Não creio, no entanto, que Lana possa ser considerada estrela de primeira grandeza. E depois da frase que você publicou (“Um homem de sucesso é aquele que faz mais dinheiro do que uma mulher pode gastar. Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem”), Lana se reduziu mais ainda como mulher, já que como atriz não era lá essas coisas. - Um abraço.
Darci Fonseca - Cinewesternmania

Ruben Celso Nigro Paschoal disse...

Novamente uma ótima matéria. Viva Lana Turner....

Edivaldo Martins disse...

SEDUTORA É POUCO...LANA É MUITO MAIS...LANA É INEFÁVEL! NO FILME QUE LANA ÉSTÁ MAIS BELA E MAIS SEDUTORA É NO FILME OS TRÊS MOSQUETEIROS - BELEZA PURA!

Adalberto Meireles disse...

Texto delicioso, Antonio Júnior, sobre uma das atrizes mais controvertidas de Hollywood. Parabéns.

Marcelo C,M disse...

Numa época cheia de regras, ela pelo visto era uma mulher a frente do seu tempo, que batia de frente com os poderosos e não tinha papas na língua. Em Assim estava escrito, talvez tenha sido o seu melhor momento de sua carreira.

disse...

Meu filme favorito dela é, sem dúvida, "Assim estava escrito". Recentemente assisti a "A ré misteriosa / Madame X", uma verdadeira fábrica de lágrimas!

Elisabete Cardoso disse...

Uma mulher fatal. Gosto muito do "carteiro toca sempre duas vezes"!

Patricia disse...

Pra quem interessar vai passar Imitação da Vida no Telecine cult ainda este mês, se não me angano dia 16 e dia 18.Ótima matéria, uma das atrizes mais lindas.

Wir Caetano disse...

Massa, Antonio Nahud Júnior! Massa mesmo. Você tá me devendo ainda a Hanna Schygulla.

Hugo disse...

Ela teve um bom desempenho no clássico "Os Três Mosqueteiros".

Assisti ainda com ela "As Chuva de Ranchipur" e drama "Madame X".

Abraço

Fernando Sobrinho disse...

"Assim Estava Escrito" é um dos melhores filmes sobre Hollywood.

Sonia Brazão disse...

A inesquecível Lana Turner numa abordagem magnífica do talentoso jornalista Antonio Nahud Júnior.Adoooooorei!

Alana Agra disse...

Lana Turner vai ter sempre uma importância "afetiva", por um motivo aparentemente besta mas pessoalmente relevante: o primeiro livro que comprei (aos 11 anos) relacionado a cinema foi uma biografia dela, que nunca havia visto em filme nenhum mas que tinha um nome parecido com o meu e, assim, me despertou a curiosidade. É claro que é bobo, mas eu gostei e me interessei por cinema antigo, comecei a ver filmes e assim me apaixonei.

Alana Agra disse...

Resultados da "iniciação": fiquei fã de Lana Turner, do cinema hollywoodiano antigo (noir principalmente) e de biografias - ou seja, sublimei a vontade de saber da vida dos outros.

Anônimo disse...

Lana Turner já foi definida pelo
editor "uma mulher perigosa".

Cultura Malcriada disse...

E aí, Antonio!
Rapaz... este seu post fez emergir à memória o filme "Os três mosqueteiros" que é muito legal! Sem dúvida, Lana Turner foi uma atriz incomparável.
Falou!

Alysson Melo disse...

oi gostaria de fazer parceria com seu blog, afim? aguardo seu contato. É só por meu blog em seus parceiros que automaticamente coloco o seu.

Dimas Oliveira Júnior disse...

parabens Antonio, viva Lana Turner, primeira e única !

Alana Agra disse...

‎"O Destino Bate à Sua Porta" é o favorito, mas "Imitação da Vida" - que eu discriminava de uma forma vexatória, chamava de "filme da mãe" (aquele tipo que só mães gostam, como se isso fosse demérito) mas acabei ficando fã ao ver sem preconceitos ; "Assim Estava Escrito"; "O Médico e o Monstro".

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Não é tão complicado assim, Enaldo. Tenho tudo arquivado, organizado, só checo mesmo datas e um ou outro detalhe.
Abração

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Lana está muito bem em IMITAÇÃO DA VIDA, João Roque. A maturidade lhe deu força dramática. Mas a Susan Kohner rouba o filme.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Concordo com você, Linezinha, Lana se destaca nestes dois clássicos.
Tudo de bom,

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Muito já foi dito sobre o assassinato de Johnny Stampanato, Paulo Néry. A teoria de Lana como autora do crime não é desprezível. Ela estava sobre pressão, bebia muito e vivia sendo ameaçada de ter o seu rosto desfigurado (o que representaria o fim de sua carreira).
Abração e grato pelas informações adicionais

Danian Dare disse...

Glamourosíssima Lana, femme fatale da hollywood dos anos 40.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Marcelo, eu prefiro a versão com a Claudette Colbert, mas a de Lana tem um momento super especial: o cortejo fúnebre da personagem de Juanita Moore ao som de Mahalia Jackyson. Sensacional.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Amigo Darci, realmente a Lana era mais estrela que atriz, mas não há como negar que era uma estrela de primeira grandeza. Durante muitos anos foi uma das atrizes mais populares e bem pagas de Hollywood. Todos os seus passos eram notícia.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Penso assim, Marcelo, "Assim Estava Escrito" é o melhor momento de Lana nas telas.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

MADAME X - A RÉ MISTERIOSA é um melodrama muito ruim, Rê, embora conte com um excelente elenco. Mas a Lana está esplendora nesse filme.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Elisabete, "O Carteiro toca sempre duas vezes" é chamado no Brasil de O DESTINO BATE À SUA PORTA. Um noir magnífico. Um caso raro no percurso da Metro, que não costumava investir nesse gênero.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Hanna Schygulla tá na lista, caro Wir. Aguarde um pouquinho mais.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Hugo, a vilã de Lana em OS TRÊS MOSQUETEIROS é hipnotizante. Quando ela surge em cena, todos os outros atores se eclipsam. Incrível.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Não só sobre Hollywood, Fernando, mas um dos melhores filmes produzidos em Hollywood. Obra-prima.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Alana, que tocante a sua história. Li a minha primeira biografia cinematográfica ainda garotão: "Jean Harlow - A Vênus Platinada". Fiquei maravilhado com o universo dos grandes estúdios.

HENRIQUE PASSOS WAGNER disse...

Olha, eu realmente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente blog. Um grande sucesso, por ser, está claro, um trabalho de alto nível, extremamente elegante e com textos ótimos, seleção de imagens e matérias inusitadas e ricas em informação e conceitos. Sem jamais ser enfadonho. Para mim seu blog é um divisor de águas na rede... (sem trocadilho).
Grande abraço!
H.

tozzi disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
tozzi disse...

Lana é uma estrela-camaleão. A cada filme ou imagem publicitária ela está diferente, e sem jamais perder o charme e a gostosura.
Post de alto nível, Falcão!
Giancarlo Tozzi

Gilberto Carlos disse...

Um grande ícone do cinema. Inesquecível!

Karla Hack dos Santos disse...

Lana era um epítome de feminilidade "assassina"... Coisa rara!

;D

Leandra disse...

Gloriosa!

Fábio Henrique Carmo disse...

Embora eu não seja um grande conhecedor da carreira de Lana Turner, também considero "Assim Estava Escrito" como o seu melhor filme. Só vi 4 filmes com ela. Preciso conhecer mais.

Felipe Rocha disse...

Belo post! Turner tem ótimas atuações marcantes, como em " O Destino bate à sua porta" entre outros...

Em dia Internacional da Mulher foi uma ótima lembrança! Em meu post cito algumas atrizes que marcaram de alguma forma o cinema... São tantas que não citei Turner.

Um abraço!!

Apareça!

http://cinefilosdeplantaobr.blogspot.com

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Obrigado, caro Henrique. Suas palavras são muito gentis.
Tudo de bom,

Rafa Amaral disse...

Em Assim Estava Escrito, ela brilha naquela cena em que corre com o carro, às lágrimas. Uma bela atriz. Belo post. Abraços, amigo Falcão. Rafael cinemavelho.com

O Narrador Subjectivo disse...

Gosto muito! Bela interpretação em The Postman Always Rings Twice, apesar de o filme não ser nada de fantástico. Como sempre, grande trabalho de pesquisa. Cumprimentos

Anônimo disse...

Falcão, assisti sua entrevista na Band, no programa Conexão Potiguar. Peço que post o vídeo dela no seu blog. Seria um prazer rever este bate-papo descontraído, saboroso e bem informado. Foi um belo momento. Parabéns sinceros.
C.

Rubi disse...

Ela está incrível com Kirk Douglas em Assim Estava Escrito. Que belo post Antonio!

*Pois assista Almas Desesperadas quando puder, eu acho que é um dos melhores (senão o melhor) filme da Marilyn.

Jefferson Clayton Vendrame disse...

Ótimo texto, ótima homenagem a essa grande artista. Gosto muito dela em A Caldeira do Diabo.
Li e conheci um pouco melhor sobre Turner no livro da ex colunista brasileira Dulce Damasceno de Brito (HOLLYWOOD NUA E CRUA PARTE 2) esse livro é muito bom pois Damasceno foi correspondente em Hollywood e conheceu de perto muitos artistas assim como o drama de muito deles, incluindo Turner, Carmem Miranda e Jane Manisfield,Se você ainda não tiver esse livro te indico, deve ser fácil de encontrá-lo em sebos, ele é de 1992. Em breve farei algumas homenagens a Dulce em meu Blog pois ela merece....

Abração Antonio

Marcia Moreira disse...

Sabe o que eu me lembro da Lana Turner? No filme "Los Angeles: cidade proibida", na cena em que o policial se confunde com a atriz, o seu colega pronuncia a frase que ficou na minha boca: She's Lana Turner. Sei que é bobeira, mas que posso fazer?

Abraços.

Faroeste disse...

Ela pode não ter sido um modelo de profissional, de talento, mas que era um dos mais belos rostos do cinema de todos os tempos, eu considero isto um fato.
jurandir_lima@bol.com.br

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

C., o vídeo será postado no meu outro blog em breve.

www.cinzasdiamantes.blogspot.com

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Vou assisti-lo, Rubi. Depois comentarei. Abraços,

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Jefferson, já procurei esse livro da Dulce em tudo que é livraria e sebo e nada... Gosto dela.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Mas realmente é uma cena marcante, Márcia, e o filme é maravilhoso.