Caros Amigos

fevereiro 21, 2012

*********** AS ESTRELAS DA WARNER BROS.

Doris Day






Fundada em 1923 e ainda hoje em atividade, a WARNER BROS. PICTURES é a minha produtora de filmes favorita (seguida de perto pela RKO Radio Pictures). No seu auge, nos anos 30-40, tinha uma visão do mundo que era mais sombria, mais cínica e mais problemática que qualquer outra concorrente. Diretos e realistas, escuros e tensos, seus filmes dessa época falam de questões sociais, traduzem a cultura popular, defendem os explorados e oprimidos. Muitas vezes selvagens, sem limites, enveredam em matanças, diálogos fortes, verdade seminua e descida à escuridão. Especialista em cinebiografias, histórias de gangsteres, aventuras apaixonantes e dramas noir, o estúdio durante muito tempo teve o lendário judeu Jack Warner no comando. Rin-Tin-Tin foi sua primeira estrela, de 1928 a 1933. Depois do simpático cachorro, muitas outras estrelas marcaram a história da WARNER e do próprio cinema. Confira.




EDWARD G. ROBINSON
(1893-1973)
Na WB de 1930 a 1942
Total de filmes na WB: 22


Vindo de uma elogiada carreira na Broadway, estreou no cinema em 1923. Tornou-se estrela com o sucesso de “Alma no Lodo / Little Caesar” (1931), no papel de um cruel mafioso. Brilhou também sob a direção de Fritz Lang, Billy Wilder, John Huston, Orson Welles, Frank Capra e John Ford. Sua carreira abalou-se ao ser intimidado para depor perante o Comitê de Atividades Anti-Americanas, por ser supostamente simpatizante do comunismo. Depois de seu falecimento, recebeu um Oscar póstumo.

Principais filmes na Warner: “Alma no Lodo” (Mervyn LeRoy) e “Confissões de Um Espião Nazista / Confessions of a Nazi Spy” (Anatole Litvak, 1939).



JAMES CAGNEY
(1899-1986)
Na WB de 1930 a 1942
Total de filmes na WB: 40


Atarracado, baixinho e feio, foi também o mais versátil dos astros: seus memoráveis delinqüentes fanfarrões e agressivos transformavam-se em enérgicos e charmosos dançarinos. Seu bandido malvado de “O Inimigo Público / The Public Enemy” (1931), famoso por esmagar um grapefuit no rosto de Mae Clarke, fez dele, juntamente com Edward G. Robinson, o arquétipo do gangster de cinema. Recebeu o Oscar por sua atuação no alegre e patriótico musical “A Canção da Vitória / Yankee Doodle Dandy”, de 1942. Aposentou-se após um cômico tour de face como um gerente de vendas da coca-cola em “Cupido Não Tem Bandeira / One, Two, Three” (1961), de Billy Wilder, mas retornou vinte anos depois com um pequeno papel em “Na Época do Ragtime / Ragtime” (1981).

Principais filmes na Warner: “Heróis Esquecidos / The Roaring Twenties” (Raoul Walsh, 1939) e “Fúria Sanguinária / White Heat” (Raoul Walsh, 1949).



BETTE DAVIS
(1908-1989)
Na WB de 1932 a 1949
Total de filmes na WB: 52


Teve início na Broadway, em 1928. Sua longa e ilustre associação com a Warner gerou papéis famosos e dois Oscars, por “Perigosa / Dangerous” (1935) e “Jezebel / Idem” (1938). Temperamental, suas discussões com Jack Warner sobre salários e sobre a qualidade dos roteiros são famosas, resultando em batalha judicial. Ao sair do estúdio, interpretou a personagem Margo Channing de “A Malvada / All About Eve” (1950).

Principais filmes na Warner: “A Carta / The Letter” (William Wyler, 1940) e ‘A Estranha Passageira / Now, Voyager” (Irving Rapper, 1942).



PAUL MUNI
(1895-1967)
Na WB de 1932 a 1939
Total de filmes na WB: 11


Tinha um cuidado perfeccionista com os papéis que desempenhava, analisando até o impacto da maquiagem em cada um. “Scarface, a Vergonha de Uma Nação / Scarface” e “O Fugitivo / I Am a Fugitive From a Chaing Gang”, ambos de 1932, lançaram-no como astro. Ganhou um Oscar em 1936. Depois de alguns atritos sobre os papéis que lhe foram oferecidos, saiu da Warner e sua carreira nunca mais foi a mesma.

Principais filmes na Warner: “A História de Louis Pasteur / The Story of Louis Pasteur” (William Dieterle, 1936) e “A Vida de Emile Zola / The Life of Emile Zola” (William Dieterle, 1937).



ERROL FLYNN
(1909-1959)
Na WB de 1935 a 1950
Total de filmes na WB: 34


Não era um grande ator, mas possuía uma personalidade atlética e atraente, agitando clássicos de aventura. Rei das matinês juntamente com sua parceira nas telas, a dócil Olivia de Havilland, era um conhecido farrista, cuja reputação foi seriamente abalada após acusações de relacionamento sexual com menores. Enveredou pela bebida e perdeu o encanto, morrendo jovem.

Principais filmes na Warner: “Capitão Blood / Captain Blood” (Michael Curtiz, 1935) e “As Aventuras de Robin Hood / The Adventures of Robin Hood” (Michael Curtiz e William Keighley, 1938).



HUMPHREY BOGART
(1899-1957)
Na WB de 1936 a 1948
Total de filmes na WB: 49


Personificação do sujeito durão, apesar do seu jeito seco tornou-se muito influente e popular e virou um dos maiores mitos de Hollywood. Sua maneira arrastada de falar e seu rosto de pedra, duas características marcantes, foram resultado de um incidente, ocorrido na Primeira Guerra Mundial, que quase dilacerou seu lábio superior. Tornou-se um astro em 1941, quando George Raft e Paul Muni recusaram rodar “Seu Último Refúgio / High Sierra”. Consolidou-se com uma série de filmes notáveis, permanecendo no topo até sua morte precoce, aos 57 anos.

Principais filmes na Warner: “Casablanca / Idem” (Michael Curtiz, 1942) e “O Tesouro de Sierra Madre / The Treasure of the Sierra Madre“ (John Huston, 1948).



ANN SHERIDAN
(1915-1967)
Na WB de 1937 a 1948
Total de filmes na WB: 40


Considerada símbolo sexual, o que ajudou sua carreira, contudo, tal estigma, juntamente com filmes e papéis medíocres, ocultou sua inteligência e charme naturais. Impressionou com sua atuação como a garçonete de “Dentro da Noite / They Drive by Night” (1940). Mas alcançou realmente o sucesso trabalhando ao lado de Ronald Reagan em “Em Cada Coração um Pecado / Kings Row” (1942). Sua popularidade decaiu na década de 50 e ela fez telenovelas antes de morrer prematuramente por câncer.

Principais filmes na Warner: “Dentro da Noite” (Raoul Walsh) e “Em Cada Coração um Pecado” (Sam Wood).



JOHN GARFIELD
(1913-1952)
Na WB de 1938 a 1946
Total de filmes na WB: 22


Cria da ribalta, sua personalidade forte excitava o público mais jovem de um modo não visto novamente até Marlon Brando surgir nas telas. Ele personificava na Warner o solitário insatisfeito, mas teve em outros estúdios os seus melhores papéis: o vagabundo de “O Destino Bate à Sua Porta / The Postman Always Rings Twice” (M-G-M, 1946); uma vítima do boxe em “Corpo e Alma / Body and Soul” (Entreprise, 1947); e um rebelde cubano em “Resgate de Sangue / We Were Strangers” (Columbia Pictures, 1949). A paranóica marca anticomunista do macartismo arruinou sua carreira, levando-o a uma morte prematura.

Principais filmes na Warner: “Dias Sem Fim / Castle on the Hudson” (Anatole Litvak, 1940) e “Acordes do Coração / Humoresque” (Jean Negulesco, 1940).



IDA LUPINO
(1918-1995)
Na WB de 1940 a 1947
Total de filmes na WB: 13


Por um momento pareceu que ela iria superar Bette Davis aos olhos do público. Com rosto de boneca, estreou no cinema aos treze anos. Passou pela Paramount e pela Columbia, mas realmente se fortaleceu na Warner. Depois de inúmeras atuações notáveis, começou a dirigir em 1950. Apareceu pela última vez nas telas em 1978.

Principais filmes na Warner: “Dentro da Noite” e “Seu Último Refúgio”.



JOAN CRAWFORD
(1905-1977)
Na WB de 1944 a 1952
Total de filmes na WB: 9


Ocultando o passado de dançarina de cabaré e atriz pornô, reinou na Metro-Goldwyn-Mayer por quinze anos. Era um exemplo da típica estrela de cinema, estabelecendo-se após muita luta e intrigas como a perfeita personificação de charme, firmeza e sensualidade. Excelente atriz, passou a trabalhar no estúdio da sua arqui-rival Bette Davis, em 1944, e no ano seguinte ganharia o Oscar de Melhor Atriz. Nos anos 60, sua carreira se reergueu com o êxito de “O Que Aconteceu com Baby Jane? / What Ever Happened to Baby Jane?” (1962). Seguiram-se filmes de terror de pequeno orçamento e no final de sua vida, riquíssima (seu último marido era dono da Pepsi Cola), tornou-se reclusa e alcoólatra.

Principais filmes na Warner: “Almas em Suplício / Mildred Pierce” (Michael Curtiz, 1945) e “Acordes do Coração”.



LAUREN BACALL
(n. em 1924)
Na WB de 1944 a 1950
Total de filmes na WB: 6


Assim que surgiu nas telas, conquistou imediatamente seu posto de musa em Hollywood e criou um novo estilo de heroína, glacialmente distante. A trajetória de sua carreira sofreu um grave abalo durante a luta de seu marido, Humphrey Bogart, contra o câncer. Também enfrentou brigas com a Warner, que lhe entregava papéis inadequados. Nunca deixou de fazer sucesso, inclusive na Broadway, e ainda hoje atua, aos 86 anos.

Principais filmes na Warner: “Uma Aventura na Martinica / To Have and Have Not” (Howard Hawks, 1944) e “Paixões em Fúria / Key Largo” (John Huston, 1948).



DORIS DAY
(n. em 1924)
Na WB de 1948 a 1954
Total de Filmes na WB: 15


Começou como cantora, até encontrar a fama como heroína pouco inteligente nos musicais e comédias da Warner. Chamada de “a eterna virgem”, era uma das mais populares e bem pagas estrelas dos anos 50. Na década de 60, com a revolução sexual, ficou fora de moda, mas o tempo lhe fez justiça, reconhecendo seu talento.

Principais filmes na Warner: “Êxito Fugaz / Young Man with a Horn” (Michael Curtiz, 1950) e “Ardida Como Pimenta / Calamity Jane” (David Butler, 1953).



VIRGINIA MAYO
(1920-2005)
Na WB de 1949 a 1954
Total de filmes na WB: 17


Dona de uma beleza glamorosa e sensual em seus traços perfeitos, cabelos louros e levemente estrábicos olhos verdes, nunca foi uma atriz que dominasse todas as sutilezas da profissão. Contratada por Samuel Goodwyn e depois pela Warner, era querida pelas platéias das décadas de 40 e 50, atuando ao lado de grandes astros, como Burt Lancaster, Gregory Peck, Alan Ladd e Paul Newman. Fez muitos filmes de aventura, policiais e westerns. Em 1947, casou-se com o ator Michael O'Shea, com quem viveu até a morte deste, em 1973, e com quem contracenou no cinema, tevê, rádio e teatro.

Principais filmes na Warner: “Fúria Sanguinária” e “O Gavião e a Flecha / The Flame and the Arrow” (Jacques Tourneur, 1950).




36 comentários:

Andressa Vieira disse...

Belo post, Nahud. Adorei o novo cabeçalho do blog. :*

Fábio Henrique Carmo disse...

Meus estúdios preferidos são a Warner e a Paramount.

Nahud, entre os filmes mais importantes do Bogart para a Warner também não estaria o que dá título ao seu blog? :=)

Fabi disse...

que belo post!

Darci Fonseca disse...

Nahud, duas ou três coisas acerca deste post: abrir com Doris Day foi a melhor idéia; Doris não só se revelou excelente atriz dramática mas e principalmente uma inigualável comediante naquele tipo de comédia sofisticada e nem por isso menos engraçada que a levou a ser tricampeã de bilheteria (1959, 1960, 1961), fato que nenhum dos demais citados conseguiu. E ainda havia a cantora extraordinária, para Ruy castro no mesmo nível de Ella, Billie e Sarah. Não se fala mais dela porque virou as costas para HOllywood e teve muitas razões para isso. Veja que a Academia, ano após ano premia com aquele Oscar-desculpa gente que merece infinitamente menos que Doris que tanto fez pelo cinema e que é sempre esquecida. Chega aos 88 anos agora em abril dedicando-se aos animais a quem ama mais que tudo. Maravilhosa, glória do cinema. Ah, Calamity Jane é uma delícia de se assistir...
Um abraço - Darci Fonseca - Cinewesternmania

renatocinema disse...

Lindo, histórico e apaixonante. Belo texto.

O olhar de BETTE DAVIS diz mais que um milhão de palavras. kk

Enaldo disse...

Doris Day foi para a Warner "antes que ela virasse virgem". Rs...

Marcelo C,M disse...

Warner sempre foi pioneira em embarcar em projetos arriscados e ousados. Boa prova disso, foi quando começou em seus primeiros anos fazendo filmes de gângster, sendo que para os padrões da época, estavam bem a frente daquele tempo, contudo, era um retrato dos males que a depressão trousse.

Fernando Sobrinho disse...

Outro dia eu vi um ótimo documentário sobre a Warner Bros. Acho que também é o meu estúdio favorito.

Silvia Maria Sena disse...

LINDAAAAAAAAA DORIS DAY...

Edivaldo Martins disse...

GRANDE DORIS DAY! SERÁ QUE UM DIA OS VELHINHOS DA ACADEMIA VAI ACORDAR, E PREMIÁ-LA COM UM OSCAR HONORÍFICO?

Otavio Augusto disse...

Grande post, Nahud. As estrelas de Warner marcaram a história no cinema com suas atuações. Em especial, Doris, Lauren, Ida e Ann Sheridan, que, Meu Deus, me deixam sem palavras com suas atuações, e, claro, a Bette Davis, com uma das melhores atuações femininas, ao meu ver, em "A Malvada".

Humphrey chegou a ofuscar todos os homens desta lista, não que sejam ruim, mas ele, certamente, é um dos melhores atores do cinema. Só fez clássico. Bom, alguns não conheço, mas gosto bastante de Errol Flynn, sempree ótimo nos filmes de Michael Curtiz.

Ah... gostei demais do sorriso da Doris no início do post. Maravilhosa!

Grande Abraço!

http://dialogocinefilo.blogspot.com/

linezinha disse...

Excelente post Antonio,realmente quantas atuações e filmes marcantes a Warner nos deixou e a querida Doris Day como já citaram deveria ser mais lembrada. Abç

Márcio Sallem disse...

Ótima lista. Bette Davis, Humphrey Bogart, James Cagney e Lauren Bacall são mitos.

Rafa Amaral disse...

Todos os grandes astros de filmes de gangster vieram da Warner. Uma constelação de estrelas! Abraços cinéfilos.

Gilberto Carlos disse...

Adoro Doris Day, Bette Davis, Humphrey Bogart e Joan Crowford... Bela lembrança!

Hugo disse...

São atores e atrizes de uma época diferente, em que cada um deles tinha seu nome ligado a algum grande estúdio.

A lista de filmes com este grupo de astros que você cita é sensacional.

Abraço

Jefferson Clayton Vendrame disse...

Ótimo Post, Fotos Marcantes com rostos como não existem mais hoje em dia.... Mas cadê JAMES DEAN? Fará uma parte dois?

Abração

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

O FALCÃO MALTÊS é um dos grandes filmes da Warner, Fábio, mas creio que CASABLANCA e O TESOURO DE SIERRA MADRE são mais marcantes na filmografia de Bogart.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Realmente a Doris Day é uma grande cantora, Darci, e uma comediante das melhores. Merece um Oscar especial.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Pois é, Enaldo, ela passou a ser conhecida como "a eterna virgem" ao estrelar a série de comédias com Rock Hudson...

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Conheço esse documentário, Fernando. Dirigido e escrito pelo crítico de cinema e historiador Richard Schickel. Muito bom.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Ninguém entende a cabeça desse pessoal da Academia, Edivaldo.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Sou fã de filmes de gangsters, Rafa. E ninguém supera a Warner nesse gênero.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Realmente, Jefferson, merece uma Parte 2. Deixei de lado James Dean, Alexis Smith, Olivia de Havilland, Dick Powell, Claude Rains, Ronald Reagan, Paul Henreid etc.

Angelus Melo disse...

‎"Once I had a secret love"...Everyday is Doris Day!

Edivaldo Martins disse...

SECRET LOVE, DO WESTERN ARDIDA COMO PIMENTA, GONHOU O OSCAR DE MELHOR CANÇÃO EM 1953!

tozzi disse...

Que bom você ter lembrado das sensacionais Ida Lupino (também uma ótima diretora) e Ann Sheridan (mas sexy impossível!). Só faltou mesmo a Alexis Smith.

Rubi disse...

Quantas estrelas! Engraçado que mesmo um estúdio que abriu novos caminhos pra diversos atores, enfrentou uma série de problemas, em especial com Bette Davis, o que me espanta pois... Jezebel é uma de suas produções mais conhecidas. E convenhamos, que time que a Warner tinha, não? A qualidade de seus filmes já foi explicada num único post!

Parabéns Antonio!

disse...

A Warner sempre teve um time excelente. Acredito que os mais marcantes desse elenco foram Bette Davis e Humphrey Bogart, mas na minha opinião os melhores são James Cagney (meu ator favorito) e Paul Muni.

Luna disse...

Hoje passei muito tempo lendo o seu Blog...Gosto muito...

Felipe Rocha disse...

Ótimo post!!! Conseguiu lembrar de alguns artistas e personagens clássicos da Warner!!! Não sei se colocaria Warner como minha favorita, mas com certeza com uma das principais e que influenciaram completamente a indústria cinematográfica no passado e com certeza no presente!!!

Apareça!!

Um abraço

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Até pensei na Alexis, Tozzi. Ela era muito bela. Mas fica para uma próxima.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Eu amo o James Cagney, Lê. Tão elétrico, imprevisível e excitante. O Muni me cansa um pouco, me parece que exagera no seu perfeccionismo.

annastesia disse...

Estrelas de primeiríssima grandeza! Tenho especial carinho por Doris (seu carisma e sua linda voz), fascínio por Davis e Bogart, respeito por Lupino e admiração pela versatilidade de Cagney.

Grandes astros e estrelas, talentosos e carismáticos de uma época em que a qualidade, a criatividade e o amor pelo cinema eram tão importantes para os executivos quanto a bilheteria e o sucesso.

pinguim disse...

Curioso que nunca segui de perto a actividade das grandes produtoras de Hollywood.

Magno César Ponte disse...

Ótimo post Nahud.Senti falta de George Raft, Olivia DeHavilland e da citação dos filmes Anjos de Cara Suja e O cantor de Jazz, primeiro filme falado. Quanto aos meus favoritos, o insuperável James Cagney ( pra mim o único ator da história a rivalizar com Marlon Brando) e a magnífica Bette Davis ( que deveria estar na capa ao invés de Doris Day). Parabéns!!