junho 09, 2011

****** SUSAN HAYWARD, UMA RUIVA OBSTINADA


susan hayward
A primeira vez que a vi, à beira da TV, como a Messalina do ostentoso e artificial “Demetrius e o Gladiador/Demetrius and the Gladiators” (1954), fiquei literalmente apaixonado. Temperamental e insolente, impondo sua presença na tela por um especial talento para representar mulheres de caráter forte, sofridas e corajosas, a ruiva SUSAN HAYWARD (1917-1975) evidencia o carisma das heroínas em sua figura extremamente fotogênica e em interpretações emocionadas. Com habilidade para representar figuras nada glamorosas e apelidada de “A Beldade do Brooklyn”, trabalhou em mais de 50 películas. Não parece à toa que tenha travado tantas batalhas na vida privada como na profissional, onde o clímax foi sem dúvida o Oscar que afinal recebeu, em 1958, por “Quero Viver/I Want to Live!”. Ela conhece o sabor da popularidade a partir do final dos anos 40, depois de uma década de batalha sem tréguas e uma intimidade marcada por escândalos, tentativas de suicídio e adultério. Nascida numa família modesta, descendente de irlandeses e suecos, antes dos 20 anos já se vira como modelo publicitário. Uma fotografia sua numa revista desperta a atenção do diretor George Cukor, empenhado na campanha para a escolha da intérprete de Scarlett O’Hara no legendário “...E o Vento Levou/Gone with the Wind”, sendo submetida a um teste, mas fracassa devido ao forte sotaque nova-iorquino e a inexperiência. Permanece na meca do cinema, aceitando pequenos papéis em produções esquecíveis e estudando dicção, passando a ter um tom melodioso na voz. Contratada pela Paramount, atua em filmes famosos dirigida por William A. Wellman, Cecil B. DeMille e René Clair. Em plena Segunda Guerra Mundial, torna-se uma das musas dos soldados, aparecendo em fotos com trajes sumários e participando de eventos militares. Da Paramount passa para as mãos do produtor independente de prestígio Walter Wanger e no seu segundo trabalho com ele recebe uma indicação para o Oscar de Melhor Atriz, num excelente perfil de uma esposa alcoólatra em “Desespero/Smah-Up – The Story of a Woman”.

Dois anos depois assina contrato com a 20th Century-Fox, tornando-se um poderoso nome nas bilheterias ao impor ar fresco num estúdio cujas estrelas estavam em declínio (Betty Grable, Linda Darnell, Gene Tierney, Anne Baxter e Jeanne Crain). Inicia assim um leque de filmes comerciais, tendo como ponto alto “David e Betsabá/David and Bathsheba” (1951), ao lado de Gregory Peck, um ensaio bíblico de Henry King de grande popularidade. Em 1952, eleita - ao lado de John Wayne - como a estrela mais famosa do mundo, faz a cinebiografia da cantora Jane Forman, cuja carreira é interrompida após um acidente aéreo, ficando paralítica e retornando à atividade depois de algumas cirurgias. Ambicionando o papel que daria nova luminosidade à sua trajetória, Jeanne Crain se decepciona ao saber que a própria Miss Forman torce pela escolha de SUSAN HAYWARD. “Meu Coração Canta/With a Song my Heart” estoura nas bilheterias, ela concorre de novo ao Oscar e leva o Globo de Ouro de Melhor Atriz/Drama. Seguem-se fitas de apelo comercial e diretores medíocres, embora divida letreiros com astros de primeira grandeza. “Paixão de Bravo/The Lusty Men” (1952), de Nicholas Ray, se constitui a exceção mais honrosa. Neste western diferente sobre rodeios, ela vive um triângulo amoroso, entre o marido (Arthur Kennedy) e seu amigo cowboy (Robert Mitchum), com ricas tonalidades psicológicas.

com richard conte
em "eu chorarei amanhã"
Ao contrário de sua projeção na Fox, a intimidade de SUSAN HAYWARD nada apresenta de estável. As desavenças com o marido ator que nunca deu certo, Jess Barker, pai de seus dois filhos gêmeos, culminam com uma contundente agressão física, chegando o caso aos tribunais, quando já se fala de uma ligação da atriz com o multimilionário Howard Hughes e atores como Jeff Chandler e Richard Egan. Em 1954, eles se divorciam. A depressão por problemas pessoais – havendo rumores de que o principal seria o inesperado casamento de Hughes com a atriz Jean Peters – provoca uma tentativa de suicídio da estrela, ingerindo um excesso de barbitúricos em 1955. Este, no entanto, é o ano de um novo desafio, emprestada à Metro para outra cinebiografia, desta vez da cantora alcoólatra Lillian Roth, seu tour-de-force resulta numa composição admirável, sendo indicada ao Oscar pela quarta vez por “Eu Chorarei Amanhã/I’ll Cry Tomorrow” ... e perdendo. Na ocasião, um outro escândalo a leva a juízo novamente. Envolvida com o coadjuvante Don Barry, um notório gigolô, ela é acusada de agredir a starlet Jil Jarmyn, que a pegou em flagrante com o amante, dando início a uma briga. Barry, eximindo-se de qualquer culpa, declara no tribunal que “no momento estava na cozinha, preparando um café”. O triângulo ganha jocosamente as manchetes, entrando para o anedotário por uma observação maliciosa de Marlene Dietrich: “Hum, esse Barry deve fazer um café e tanto!”. Compensando a baixaria, a atriz leva pelo papel de Lillian Roth o prêmio de Melhor Atriz no Festival de Cannes.

Em 1956 estréia o lamentável épico sobre Genghis Khan, “Sangue de Bárbaros/The Conqueror”, dirigido pelo ex-ator Dick Powell no deserto de Utah contaminado radiotivamente por experiências nucleares e marcando tragicamente o destino da equipe. No futuro, vítimas de câncer, morreriam 46 pessoas que trabalharam nesse filme, entre eles SUSAN HAYWARD, John Wayne, Agnes Moorehead , Dick Powell, Pedro Armendáriz (que se suicidou, mas estava doente), Ted De Corsia, John Hoyt, o cenógrafo Carroll Clark e o maquilador Webb Overlander. Outros 91 membros das filmagens ficaram doentes. Tal hipótese tornou-se um escândalo, mas nunca realmente ficou provada. Em 1956, namorando o playboy carioca Jorginho Guinle, a atriz visita o Brasil. No ano seguinte, casa-se com o maduro e próspero fazendeiro Floyd Eaton Chalkley, mudando-se para um rancho. Ventos de sorte sopram no seu caminho e ela finalmente é convidada para um extraordinário papel no que viria a ser um excelente filme, “Quero Viver/I Want to Live! (1958), de Robert Wise. O personagem real, a vigarista e vulgar Barbara Graham, é executada na câmara de gás, sem que houvesse provas suficientes para a condenação como homicida. O filme em questão é um libelo contra a pena de morte e por sua fantástica performance ela leva o prêmio de Melhor Atriz dos Críticos de Cinema de Nova Iorque, o Globo de Ouro e, enfim, o Oscar.

em "quero viver"
Feliz no matrimônio e realizada com o reconhecimento do Oscar, a obstinada ruiva pouco a pouco se retira do cenário artístico. Escolhendo mal os seus últimos papéis, divide a cena em 1964 com Bette Davis em “Escândalo na Sociedade/Where Love has Gone”, dramalhão da safra sensacionalista de Harold Robbins. As relações entre as duas no estúdio são tensas e Susan ameaça processar o produtor Joseph E. Levine por quebra de contrato se o personagem de Bette se sobressair ao seu. Depois de recusar boas oportunidades como “As Três Máscaras de Eva/The Three Faces of Eve” – que proporcionou um Oscar à Joanne Woodward -, “Doce Pássaro da Juventude/Sweet Bird of Youth”, “Cleópatra/idem” – ela própria sugeriu o nome de Elizabeth Taylor – e o super sucesso “A Primeira Noite de um Homem/The Graduate”, experimenta os palcos em 1968, estrelando o musical “Mame”, mas logo perde a voz no esforço diário e é substituída por Celeste Holm. Com a morte do marido, em 1966, refugia-se no álcool. Em 1972, ao lado de William Holden, despede-se do cinema, já doente, usando peruca. Morre em 1975, aos 57 anos de idade, vítima de um tumor cancerígeno no cérebro. Sua última aparição acontece na cerimônia do Oscar de 1974. Visivelmente debilitada, se deixa guiar pelos braços de Charlton Heston. Notável estrela que infelizmente passou por muitos diretores ruins, pode-se imaginar o quanto SUSAN HAYWARD renderia nas mãos de cineastas talentosos. O certo é que sua fascinante presença, beleza insinuante e temperamento dramático valorizam inúmeros longas sem importância. Vê-la atuar é motivo de enorme satisfação, principalmente na obra-prima indiscutível “Quero Viver”.

(Fontes: “Susan Hayward: Portrait of a Survivor”, de Beverly Linet e “Cinemin”)

10 PARCEIROS ROMÂNTICOS DE SUSAN

JOHN WAYNE
em “Romance dos Sete Mares/The Fighting Seabees” (1944)
de Edward Ludwig

DANA ANDREWS
em “Meu Maior Amor/My Foolish Heart” (1949)
de Mark Robson

TYRONE POWER
em “Correio do Inferno/Hawhide” (1951)
de Henry Hathaway

GREGORY PECK
em “As Neves de Kilimanjaro/The Snows of Kilimanjaro” (1952)
de Henry King

ROBERT MITCHUM
em “Paixão de Bravo/The Lusty Men” (1952)
de Nicholas Ray

CHARLTON HESTON
em “O Destino me Persegue/The President’s Lady” (1953)
de Henry Levin

com charlton heston
GARY COOPER
em “Jardim do Pecado/Garden of Evil” (1954)
de Henry Hathaway

CLARK GABLE
em “O Aventureiro de Hong Kong/Soldier of Fortune” (1955)
de Edward Dmytryk

KIRK DOUGLAS
em “Lábios Selados/Top Secret Affair” (1957)
de H. C. Potter

JOHN GAVIN
em “A Esquina do Pecado/Back Street” (1961)
de David Miller


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O QUE ESTÃO FAZENDO

JOAQUIN PHOENIX E MARION COTILLARD

joaquim phoenix
O próximo filme do diretor James Gray contará com os atores Joaquin Phoenix e Marion Cotillard (“Piaf – Um Hino ao Amor/La Môme”, 2007) como protagonistas. Jeremy Renner está negociando sua entrada no longa, cujo título é “Low Life”. A produção será mais uma colaboração entre Gray e Phoenix, que trabalharam juntos em Caminho sem Volta/The Yards” (1999), Os Donos da Noite/We Own the Night” (2007) e Amantes/Two Lovers” (2008). A francesa Marion interpretará uma mulher tentando migrar da Polônia para os Estados Unidos. Seu sonho se torna pesadelo quando sua irmã, que a acompanha na viagem, fica gravemente doente. Ela se vê forçada a se prostituir para conseguir medicamentos e comida para mantê-las vivas durante o trajeto. Quando as duas desembarcam, sem lugar para ir, começam a buscar ajuda com um trambiqueiro (papel de Phoenix). Renner fará o primo do personagem de Phoenix, um ilusionista que pode ajudar as duas mulheres a escaparem da situação em que estão. Atualmente, os três atores estão envolvidos em outros filmes: Phoenix estará no próximo trabalho de Paul Thomas Anderson - “The Master” -, Marion se prepara para filmar “The Dark Knight Rises”, de Christopher Nolan, e Renner estrela “The Avengers e “The Bourne Legacy”. “Low Life” ainda não tem previsão de estréia. 

26 comentários:

As Tertulías disse...

Ohhhh... Susan Hayward... Magnífica, eterna, um pouco antipática mas BRILHANTE!!!! Sua "Lillian Roth" foi magnífica, também sua "Jane Froman" e tantas outras... Parabéns pela grande escolha. Qual foi seu último filme? "O vale das Bonecas"? Ou qual?
Abracao, querido Antonio!
Ricardo

Marcelo Bonavides disse...

Excelente artigo!
Parabéns!

Darci Fonseca disse...

Antonio
Quando criança confundia Hayward com Hayworth e nunca sabia direito quem era quem. Rita era esplendorosa, mas Susan... What a woman!!! E de que belos westerns ela participou, sempre com aquela sensualidade irresistível. Grande mulher egrande atriz. - Um abraço, Darci

Marcelo C,M disse...

beleza pura, ela simplesmente se misturava com tecnicolor da época

Faroeste disse...

Dispensei de ver Escandalo na Sociedade para ficar livre das extravagancias de B Davis, perdendo assim de me premiar com a laureada beleza de Susan, aquela magnifica deusa do cinema americano. Porem a vi num dos seus bons momentos e que quase nenhum cinéfilo comenta. Eu a vi bela e amada por Stephen Boyd em Meu Coração Tem Dois Amores, de Hathaway/58. E quase tudo o mais que fez assisti, deixando-me presentear com todo aquele talento e beleza.Uma mulher marcante, embora de vida turbulenta, assunto do qual quem quer que seja tem algo a ver.
jurandir_lima@bpl.com.br

Faroeste disse...

Temos, nós cinemaníacos, que prestar nossa eterna e sincera homenegem a ests magnico ator e criatura humana que foi o astro Gregory Peck. Dono de interpretações marcantes como i Lewt de Duelo ao Sol, um de seua mais memoráveis desempenho, sem que se possa aqui listar o rol inacabável de magnificos papeis e personagens atuadas por este imortal ator.
jurandir_lima@bol.com.br

Faroeste disse...

Este bom artesão, De Mille, praticamente fundador da Paramont e pessoa de renome na Empresa, foi o diretor que mais utilizou a biblia, ou suas passagnes, na criação de seus filmes. Realmente um difusor de episódios biblicos, chegando a filmar Os dez mandamentos duas vezes em sua longa carreira. Isto sem falar de O Rei dos Reis,Sansão e Dalila, Cleopatra,As Cruzadas dentre outras criações neste genero. Porém, se destacou em outros generos como faroestes em Legião de Herois, Os Inconquistáveis, Aliança de Aço, Jornadas Heroicas,
assim como criando o que considero seu melhor aproveitamento como diretor que foi O Maior Espet. da Terra.
Um genio este homem que a Paramont criou.
jurandir_lima@bol.com.br

disse...

Que linda era Susan Hayward! E talentosa! Achei curioso ela e John Wayne serem eleitos as estrelas mais famosas do mundo em 1952. Apostaria em outros que considerava mais conhecidos na época.
Abraços, Lê.

Adalberto Meireles disse...

Admiro seu repertório de clássicos e contemporâneos. Impressionante.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Ricardo (Tertúlias), o péssimo O VALE DAS BONECAS foi um dos últimos filmes de Susan. No entanto, ela finalizou sua carreira com um filme para a TV, piloto de uma série que não deu certo por causa de sua doença: DIGA ADEUS A MAGGIE COLE (1972).
Abraços

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Eu também as confundia, Darci. Além do mais, as duas eram ruivas. A Susan realmente se destacava em faroestes. Não era apenas a mocinha estúpida. Tinha força. Está ótima em PAIXÃO DE BRAVO, JARDIM DO PECADO, CORREIO DO INFERNO e PAIXÃO SELVAGEM.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Jurandi (Faroeste), nunca assisti MEU CORAÇÃO TEM DOIS AMORES. Espero vê-lo um dia desses.
Concordo com você, o Peck era cheio de méritos (só de pensar em MOBY DICK....) Aguarde post. Também admiro o DeMille, principalmente os filmes dele dos anos 30.
A única criação dele que não suporto é SANSÃO E DALILA.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Lê, o John Wayne durante muitos, muitos anos, ganhou de qualquer um o título da estrela mais popular do planeta. A Susan foi coisa rápida. Logo depois foi atropelada pela Marilyn, Liz Taylor e Brigitte Bardot.
Grande abraço.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

É um honra tê-lo por aqui, Adalberto. Admiro muito o seu blog. Estou sempre lendo os seus posts.
Cumprimentos cinéfilos.

Kley disse...

Esse fato da areia radioativa nas filmagens de Sangue de Bárbaros sempre foi algo que me deixou triste, porque o filme (que é considerado um dos piores já feitos)hoje só é lembrado por essa tragédia que vitimou artistas e técnicos.
Certa vez alguém escreveu:
"finalmente podemos relaxar: Susie conseguiu o que ela estava perseguindo há vinte anos."
Acho que pegavam muito no pé dela, e não respeitavam muito sua particularidade, uma pena isso.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Realmente foi uma tragédia lamentável, Kley. E tudo por um filmeco. Não sei como ainda não publicaram um livro à respeito. Deve rolar alguma espécie de pressão.
Também acho que a Susan foi muito perseguida pela mídia. Pesquisando antigos jornais e revistas, notei que seu nome está sempre associado à escândalos, de bebedeiras a infidelidades.

Jamil disse...

Você acertou no alvo, Antonio. A Susan Hayward sempre me pareceu uma atriz de excelentes qualidades marcada por filmes ruins. Fiquei com pena ao vê-la em David e Betsabá, Demetrius e os Gladiadores ou Sangue de Bárbaros (ah, não vá na onda, Meu Coração tem Dois Amores, é uma bobagem). Quero Viver realmente foi o seu momento de glória. Por que será que Wyler, Preminger, Lang ou Minnelli nunca a convidaram para um filme deles?

Faroeste disse...

O Charlton Heston foi um ator que nasceu com uma estrela na testa. Protagonista de quase todos os grandes épicos (Ben-Hur, Os dez Mandamentos, El Cid, dentre outros), este grande ator se destacou até em filmes considerados pequenos, como O Destino Me Persegue (um dos mais belos títulos que já vi). Esta fita
de Henry Levin, onde ele faz o papel de Andrew Jackson,é um drama forte e magnificamente bem feito, além de muito bem atuado por Heston e Hayward. Um filme que recomendo ver àqueles que não o viram. (1953 em P&B)
jurandir_lima@bol.com.br

Faroeste disse...

Caro Jamil,

Meu Coração Tem Dois Amores é um filme delicioso de ver, um drama de Henry Hathaway, um diretor o qual jamais devemos renegar nada do que fez. É um filme de 1959, da Fox e dificil de se dizer que vê-lo pode ser uma fria. O melhor é tirar a prova e fazer a critica da indicação posteriormente assisti-lo. Gostaria de um parecer de Nahud depois de vè-lo.
Com atenção e respeito;
jurandir_lima@bol.com.br

Kley disse...

Quando citei a frase: "Finalmente podemos relaxar: Susie conseguiu o que ela estava perseguindo há vinte anos.", esqueci de dizer que se tratava do Oscar que ela ganhou por Quero Viver.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Também não entendo porque nenhum desses diretores trabalhou com Susan, Jamil. Ela era muito famosa, reconhecida como excelente atriz e profissional rigorosa. Possivelmente uma questão de falta de sorte.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Vou procurar MEU CORAÇÃO TEM DOIS AMORES, Jurandir (Faroeste). Depois de assisti-lo trocaremos impressões. Hoje vou rever PAIXÃO DE BRAVO.
Abraços.

GIANCARLO TOZZI disse...

Por que será que ela recusou Doce Pássaro da Juventude e A Primeira Noite de um Homem? Que loucura! Tem um filme dela muito bom: Sangue do meu Sangue, com o Edward G. Robinson.

Andreia Mandim disse...

Não conhecia o espaço, interessante. Gosto da diversidade de temas e nuance de cinema clássico aqui exposto.

cumprimentos,
http://cinemaschallenge.blogspot.com/

Roderick Verden disse...

A Susan Hayward eu gosto muito, em especial do seu nariz rebitado.rs

Sobre o câncer, adquirido devido à exposição a radiação nuclear, eu sabia, mas desconhecia a vida conturbada q ela teve- impressionante!
Outra coisa q sabia é q ela tinha fama de temperamental. As aparências enganam mesmo, sempre achei o jeito dela doce, parecendo ser uma mulher equilibrada.

Muito talentosa e bonita.
Parabéns pelo post!

Jefferson Silva disse...

oi amigo. Quer fazer parceria?
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