Caros Amigos

fevereiro 15, 2012

********************** REIS DO RISO


Max Linder






MAX LINDER
(1883-1925)

O comediante que mais influenciou Chaplin era francês e teve fim trágico: ele e a mulher foram encontrados mortos num hotel de Paris, em 1925. Ele começou aos 17 anos, trocando a escola pelos palcos de Bordeaux. Quatro anos depois, mudou-se para Paris, onde ganhou pequenos papéis em peças melodramáticas. Em 1905, iniciou carreira na Pathé Filmes. Nos três anos seguintes, dividiu-se entre teatro e cinema, decolando para a fama. A ponto de, em 1910, já ser considerado o comediante mais conhecido das telas em todo o mundo. Passou, além de atuar e escrever, a dirigir filmes. Sua popularidade chega ao auge em 1914, mas, convocado para lutar na Primeira Guerra Mundial, foi atingindo por gases venenosos e teve seu primeiro colapso nervoso, que lhe deixou seqüelas pelo resto da vida. Voltou a atuar no cinema francês, mas logo aceitou proposta de um estúdio norte-americano e se mudou para Hollywood, onde seus problemas de saúde reapareceram. Morando novamente em Paris, casou-se em 1923. Mas não encontrou paz, mergulhando numa crise profunda. A última de sua vida.



MACK SENNETT
(1880-1960)


O primeiro rei da comédia no cinema. Tudo começou quando, aos 17 anos, se mudou do Canadá para os Estados Unidos. Artista de vaudeville, nas muitas viagens que fazia, conheceu o homem que iria dar o primeiro impulso na sua carreira: D. W. Griffith. Sob a direção do mestre, atuou em pequenos papéis. Quando um diretor de comédias adoeceu pouco antes do início de uma filmagem, ele foi chamado às pressas para substituí-lo. Era 1912 e Sennett começou a despontar para a glória – criando logo depois seu próprio estúdio, o Sennett’s Keystone, que se transformou na maior fábrica de gargalhadas de Hollywood. De humor fácil, de grande apelo popular, cheia de gags irresistíveis, o comediante trilhou uma trajetória ascendente. Alguns nomes que seriam, algum tempo depois, monstros sagrados da tela, começaram com ele: Chaplin, Gloria Swanson, Fatty Arbuckle, Mabel Normand, Harold Lloyd, Frank Capra etc.



HAROLD LLOYD
(1893-1971)


Começou numa companhia de teatro mambembe, parando com ela em Los Angeles. Com o fim da excursão, encontrou Hal Roach, que também sonhava com a fama – e ficaram amigos. O amigo recebeu uma herança familiar de 3.000 dólares e decidiu produzir filmes. Fizeram várias comédias de 1913 a 1915, mas as coisas começaram a dar certo quando criou o personagem Lonesome Luke, que fez muito sucesso. Mas, logo depois, achou a figura ideal: um homem bem-sucedido na vida, quase elegante, vestindo boas roupas, que usava um redondo par de óculos. Resultado: transformou-se em um dos maiores atores cômicos do cinema mudo. Nem um acidente foi capaz de interromper essa trajetória: durante a filmagem de “Haunted Spooks” (1920), uma bomba explodiu em sua mão, que ficou semiparalisada. Morreu de câncer aos 77 anos, em 1971.



BUSTER KEATON
(1895-1966)


Filho de artistas mambembes, aos seis meses já participava de espetáculos. Aos 21 era um nome de ponta do vaudeville e não teve dificuldades para aparecer como coadjuvante em curtas ao lado de Fatty Arbuckle. Em 1919, o produtor Joseph M. Schenck (casado com a atriz Norma Talmadge, irmã da mulher de Keaton, Natalie) o convidou para estrelar alguns filmes. Desse investimento resultaram sucessos, e durante muitos anos se tornou um ídolo do cinema mudo, principalmente a partir de sua obra-prima “A General / The General” (1926). Ao mudar-se para a poderosa Metro-Goldwyn-Mayer perdeu a liberdade de improvisar, submetendo-se às imposições de um grande estúdio. O resultado foi melancólico: abandonado pela mulher e afogando-se no álcool, o cômico se reduziu a um repetidor de velhas gags. Logo veio a decadência e passou o resto da vida fazendo pontas. A partir de 1962, o artista, morto em 1966, teve sua obra revista e mereceu uma retrospectiva da Cinemateca Francesa.  “O Homem Que Não Ri”, como era conhecido, é reverenciado hoje como gênio.



CHARLES CHAPLIN
(1889-1977)


Nascido em Londres e criado num orfanato, em 1906 entrou para a companhia de Fred Karno e quatro anos depois assinou contrato com a Keystone, nos Estados Unidos. Filmes curtos de dois rolos fizeram sua fama internacional como Carlitos. Dirigiu e atuou em diversas obras-primas, mas durante muito tempo temeu o cinema sonoro. Seus envolvimentos com mulheres geraram vários escândalos. Perseguido pelo macarthirmo, exilou-se na Suíça. Retornou aos EUA em 1972 para receber um Oscar honorário, mas apenas com um visto de um mês. Suas realizações como comediante, diretor, roteirista, produtor e compositor foram notáveis. É um dos maiores nomes da história do cinema.



OS IRMÃOS MARX
Chico (1887-1961), Harpo (1888-1964),
Groucho (1890-1977) e Zeppo (1901-1979)


O grupo de comediantes mais escandalosamente excêntricos de Hollywood, fizeram da anarquia uma arte. Groucho era um mestre no jogo de palavras, Harpo era um mímico que tocava harpa, Chico um pianista que falava com sotaque italiano e Zeppo era o certinho. Nova-iorquinos e irmãos, começaram no teatro de variedades e depois na Broadway. Contratados pela Paramount, fizeram seus melhores e mais loucos filmes nesse estúdio. Depois foram para a Metro, onde atuaram no seu maior sucesso de bilheteria, “Uma Noite na Ópera / A Night at the Opera” (1935). Mas na MGM não tinham liberdade criativa e aos poucos foram decaindo. A última colaboração deles foi “Loucos de Amor / Love Happy” (1949), com Marilyn Monroe. Apenas Groucho continuou no cinema, terminando sua carreira em 1968 com “Skidoo / Idem”, de Otto Preminger.



W. C. FIELDS
(1880-1946)


Seu estilo de comédia não perdoava nada. Malabarista e artista de vaudeville, com um nariz grande e vermelho, alcançou a fama em musicais na Broadway. Seu modo de falar era imitado por muita gente e seu alcoolismo, legendário. O auge do sucesso aconteceu com o personagem Mr. Micawber em “David Copperfield / Idem” (1935), de George Cukor.



MAE WEST
(1893-1980)


Uma arquetípica deusa do sexo com estilo lânguido, corpo sensual e sagacidade ao falar. Começou como artista de vaudeville, tornando-se uma escandalosamente bem-sucedida dramaturga e comediante, estreando no cinema em 1932. Ela escrevia seus roteiros e foi co-autora de seus filmes, salvando a Paramount da falência e tornando-se a mulher mais bem paga de Hollywood. Os problemas com a censura, que incluíram um curto período na prisão por obscenidade, terminaram por afastá-la das telas, voltando ao teatro sempre com casa lotada.



O GORDO E O MAGRO
Stan Laurel (1890-1965) e Oliver Hardy (1892-1957)


Famosa dupla de comediantes em atividade desde o cinema mudo até meados da Era de Ouro de Hollywood, era composta por um magro, o inglês Stan Laurel, e um gordo, o norte-americano Oliver Hardy, que brilhavam no estilo pastelão. Apareceram também em apresentações teatrais nos EUA e na Europa. Nos anos 40, decepcionados com os filmes em que tinham pouco controle criativo, concentraram-se em suas apresentações teatrais. Fizeram seu último longa em 1951, depois se aposentaram das telonas. No total, eles apareceram juntos em 106 filmes.



BOB HOPE
(1903-2003)


Venceu um concurso de imitadores de Chaplin com apenas dez anos. No vaudeville, aprendeu a cantar, dançar e interpretar. Brilhou na Broadway e se transferiu para Hollywood em 1938. Uma das dez maiores bilheterias dos anos 40 e 50, conseguiu seu primeiro sucesso nas telas como o covarde cômico de “O Gato e o Canário / The Cat and the Canary” (1939). Sua carreira começou a declinar no final dos anos 50. Considerado uma instituição nacional, divertiu as tropas norte-americanas em várias guerras. Por mais de 30 anos apresentou a entrega do Oscar.



ABBOTT E COSTELLO
Bud Abbott (1895-1974) 
e Lou Costello (1906-1059)


Dupla que fez sucesso com um humor simples, do tipo conhecido por pastelão, durante os anos 40. Eram verdadeiros ídolos das matinês. Começaram no teatro de revista na Broadway e no final da década de 40 a carreira de ambos entrou em declínio. Tentaram resgatar o prestígio perdido, mas não deu certo. Enfrentando graves problemas financeiros, Costello morreu vítima de um ataque cardíaco e Abbott passou os últimos dez anos de vida em uma casa de repouso.



OS TRÊS PATETAS
Shemp (1895-1975), Moe (1897-1955),
Larry (1902-1975) e Curly (1903-1952)


Grupo cômico em atividade de 1922 a 1970, mais conhecido por seus numerosos curta-metragens. Sua comicidade era marcada pela extrema comédia pastelão e farsa física. Moe, Larry e Curly (depois substituído por Shemp) protagonizaram 190 curta-metragens para a Columbia entre 1934 e 1958, sempre com sucesso. Nos anos 60, passaram a se apresentar ao vivo na tevê, em participações especiais disputadas.



DANNY KAYE
(1913-1987)


Tornou-se comediante antes dos 14 anos, trabalhando em hotéis. Durante os anos 30, apresentava-se em cabarés e apareceu em curtas. Tornou-se astro da Broadway em 1941 no musical “Lady in the Dark”, de Kurt Weill, e contratado por Samuel Goldwyn estreou no cinema como um recruta hipocondríaco em 1944. Sua carreira no cinema começou a declinar nos anos 50, embora “Hans Christian Andersen / Idem” (1952), com inúmeras canções de sucesso, arrecadasse enorme bilheteria. Kaye passou para a tevê nos anos 60 e suas aparições no cinema tornaram-se raras. Faleceu durante uma cirurgia cardíaca.



LUCILLE BALL
(1911-1989)


Artista desde os 15 anos, entrou para o cinema como uma das coristas da Metro. Seu talento apareceu lentamente graças a pequenas aparições em comedias e musicais. Nos anos 40 já havia conseguido um espaço como comediante. Em parceria com o músico cubano Desi Arnaz, seu marido a partir de 1941, criou e produziu “I Love Lucy”, inspirada em “My Favorite Husband”, um programa de rádio protagonizado pela dupla. A série fez enorme sucesso e marcou época na história da tevê. Ela estrelou outras duas séries de longa duração e filmes ocasionais.



JERRY LEWIS
(nasceu em 1926)


Começou nos palcos com seus pais aos cinco anos. Aos dezoito já era comediante profissional. Sua carreira decolou quando conheceu Dean Martin. O número deles era baseado na contradição: Martin era o cantor mulherengo seguro de si e Lewis o idiota descoordenado e desatento. Entraram para o cinema em 1949, contratados pela Paramount. Ao romper com Martin em 1956, ele passou a escrever, produzir e dirigir seus filmes. Continuou fazendo sucesso durante muito tempo, inclusive na Broadway.



OSCARITO
(1906-1970)


Nascido na Espanha, consagrou-se como o maior comediante brasileiro de todos os tempos. Iniciou sua carreira no circo, passou pelo teatro e em 30 anos fez 45 filmes. A primeira aparição nas telas aconteceu em 1933, em “A Voz do Carnaval”, antepassado das chanchadas que teriam nele seu grande astro. Grande Otelo era o seu parceiro habitual nas trapalhadas hilárias nas telas.



PETER SELLERS
(1925-1980)


Cômico anárquico, esse inglês ficou famoso com o programa de rádio “Good Show”, que mostrava seu talento como imitador. Depois de uma infinidade de comédias na Inglaterra, tornou-se uma celebridade internacional com “A Pantera Cor-de-Rosa / The Pink Panther” (1963) e “Doutor Fantástico / Doctor Strangelove or: How I Learned to Stop Worrying and Love the Bomb” (1964). Neurótico e infeliz, morreu logo depois de um dos seus maiores sucessos, “Muito Além do Jardim / Being There” (1979), pelo qual concorreu ao Oscar de Melhor Ator.



AMÁCIO MAZZAROPI
(1912-1981)


Oriundo do circo, esse paulistano comandava um programa radiofônico no final dos anos 40. Contratado pela Vera Cruz fez um tremendo sucesso, lapidando seu personagem típico, um caipira ingênuo às voltas com os problemas da grande cidade, mas sempre conseguindo superá-los. Não se limitando a ser apenas ator nos 32 filmes de sua carreira, fundou sua própria produtora, escreveu roteiros e dirigiu filmes.



JACQUES TATI
(1907-1982)


Ele dirigiu apenas seis longas-metragens durante uma carreira de 60 anos, mas criou um herói cômico tão famoso como o vagabundo de Chaplin. Se os problemas relativos ao levantamento de recursos reduziram sua produção, o mesmo pode ser dito de seus preparativos obsessivos, que prolongaram seus projetos por anos. Começou nos cabarés, atuou em diversos curtas e terminou com seu nome lançado como uma figura importante na tradição dos grandes comediantes do cinema mudo. Embora tenham poucos diálogos, a insensatez cômica de seus filmes é destacada pelas trilhas sonoras absurdas.



CANTINFLAS
(1911-1993)


Engraxate, pugilista, motorista de táxi, toureiro e palhaço de circo, o mexicano Mário Moreno ao tornar-se comediante foi considerado o melhor do mundo por Chaplin. Seu bigode era único: dois chumaços ralos de pêlos caindo nos cantos da boca. As calças com os fundilhos lá embaixo, o lenço atado ao pescoço e um falar matraqueado fizeram dele um tipo inconfundível, super divertido. Estreou no cinema em 1936 e fez mais de cinqüenta filmes, sendo dois deles rodados em Hollywood: “A Volta ao Mundo em 80 Dias / Around the World in Eighty Days” (1956) – Oscar de Melhor Filme – e “Pepe / Idem” (1960).


(Fonte: “1.000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema”, da The Times/Isto É; 
e revistas “Cinemin”)





49 comentários:

renatocinema disse...

Vou usar uma única palavra para seu texto e sua homenagem: PERFEITO.

Rafa Amaral disse...

Acho que boa parte dos países onde o cinema floresceu - de uma forma ou de outra - houve algum grande cômico popular. Chaplin nos Estados Unidos; Cantinflas no México; Mazzaropi no Brasil; Tati na França; Totó na Itália. Enfim, artistas que não morrem nunca. Ótimo post! Rafael cinemavelho.com

Márcio Sallem disse...

Bateu uma triste melancolia nessa postagem. Com tantos comediantes lendários eu me pergunto, quem são os nossos humoristas da contemporaneidade?

Gilberto Carlos disse...

Grande turma essa, que fez (e faz) várias gerações rirem a valer.

Rato disse...

Woody Allen?

O Rato Cinéfilo

Rubi disse...

Que post incrível Antonio. Fiquei feliz ao ver Danny Kaye nessa lista!

Leonardo Alexander disse...

Que delícia relembrar esses atores maravilhosos! Parabéns pelo post e pela escolha das fotos!

Clube do Filme: http://clubedofilmeleleo.blogspot.com/

Mione disse...

Sensacional a tua postagem!
Não sabia da queda do Buster Keaton, adoro o trabalho dele, tanto quanto o do Chaplin. E da lista eu acho que só não conheço as mulheres e uns 3 homens.

Obrigada pela visita no blog, sempre te vi bem ativo nos blogs vizinhos, comentando, mas pra falar a verdade nunca tinha entrado aqui. Perdi muita coisa boa, mas agora vou seguir :D

1001filmesantesde2012.blogspot.com

Fábio Henrique Carmo disse...

Faço coro com o Rato mais acima: e Woody Allen? Falou também o nosso Renato Aragão, na minha opinião também um gênio da comédia.

Fábio Henrique Carmo disse...

Ah, mas faltou eu dizer: grande post, Nahud!

Lúcia Bezerra de Paiva disse...

Todos eles POVOARAM a minha feliz infância.Que maravilha, vê-los juntos nessa bela GALERIA-HOMENAGEM, NAHUD!

Obrigada, pelo PRESENTE (passado!!!)!
Um abraço,
da Lúcia

M. disse...

E todos eles com um talento especial. Meus preferidos são: Charles Chaplin, Jerry Lewis, Mazzaroppi e Oscarito!

Wilson Antonio disse...

Em tempos de "O Artista" e sua digníssima homenagem ao cinema áureo de priscas eras, que delícia é encontrar um belíssimo texto como este aqui. Meus sinceros parabéns! Grandes reis da comédia que merecem todas as odes!

Renato Hemesath disse...

Ahhh o Harold Lloyd e a Lucille '-'há quanto tempo não os vejo! hehe
Certamente todos os listados são memoráveis e dignos de dedicatórias tais.

Abraços

Adecio Moreira Jr. disse...

Adorava O Gordo e o Magro, mas depois eu fiquei com pena do magro pelas maldades do gordo e simplesmente parei de ver graça =(

Mario disse...

Otra lista estupenda con tantos cómicos maravillosos, algunos que desconocía. Hacer comedia es un lujo, una manera de ver la vida con felicidad. Cada uno en su tipo y con la reflexión a la mano, divirtiéndonos. Un abrazo.

Darci Fonseca disse...

Acredite, Antônio, só vim a conhecer os Irmãos Marx já adulto. Insuperáveis na comédia, mesmo com a língua para atrapalhar a inteligência das piadas. - Darci

disse...

Adorei ver comediantes de vários lugares do mundo. É até difícil escolher um deles, mas minha quedinha pelo humor anárquico dos Irmãos Marx me torna bem parcial nesta escolha.
Abraços!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Rafa, rapaz... Esqueci-me do TOTÓ... não acredito... e olha que gosto muitíssimo dele.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Márcio, paramos no Woody Allen... porque os outros são realmente pobres de humor: o Billy Cristal, o Steve Martin, o Adam Sandler...

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Amigo Rato, parei a lista nos anos 50... Foi o único motivo pelo qual Woody Allen não faz parte dela.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

O Danny Kaye era incrível, hilário, Rubi. Morro de rir com "O Inspetor Geral".

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Obrigado, Mione. Apareça sempre. Gostei do seu blog.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Pois é, Fabio, Allen e Aragão ficaram de fora porque limitei o post aos anos 50. Caso contrário, ficaria interminável.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Os meus favoritos, M.: Keaton, Lloyd, Lucille Ball, Oscarito e Jerry Lewis. Gosto mais do Chaplin como diretor.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

O mesmo aconteceu comigo, Adecio. Amava essa dupla quando criança. Mas terminei por perceber a perversidade do Gordo. O mesmo aconteceu com o desenho animado Tom & Gerry. Cansei-me da esperteza cruel do rato.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

M., falha técnica... es... os maiores comediantes de todos os tempos para mim são OS IRMÃOS MARX. Um humor inteligente e tresloucado, beirando o surrealismo.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Também conheci Os Marx depois de adulto, Darci. Procurei-os ao ler os elogios do crítico Sérgio Augusto e de Woody Allen. Realmente traduzi-los para o português deve ser muito complexo, perde-se muito do humor.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Estou com vc, Lê: Viva os Irmãos Marx!

tozzi disse...

Não suporto humor pastelão, tipo tapas e empurrões, desses dos Três Patetas, Abbott e Costello e O Gordo e o Magro, mas gente do calibre de Lucille Ball, Peter Sellers e Jacques Tati são inesquecíveis.

tozzi disse...

Falcão, e o humor italiano? Totó, Aldo Fabrizi, Ugo Tognazzi, Sordi, Manfredi, Gassman...

pinguim disse...

Pois a falta do Totó e notória.
De resto estão todos, talvez eu pusesse um ou outro europeu como os franceses Pierre Étaix, Louis de Funés e esse fabuloso Michel Serrault de "Les cages aux folles".
E não me consigo lembrar de nenhum nome, mas faz falta um representante do humor britânico, no estilo dos "Monty Python"...

Marcelo C,M disse...

Os nossos humoristas contemporaneos são apenas uma palida imagem do que foram os verdadeiros comediantes da era de ouro.
Mas ainda há esperança.

Marcelo C,M disse...

Aproveitando o espaço, visitem o meu blog, onde atualmente estou escrevendo sobre a filmografia de David Cronenberg. Os especiais eu comecei a fazer devido ao curso sobre a sua carreira. A atividade criada pelo CENA UM se encerrou nesta ultima quarta-feira com um grande existo, e se alguém estiver afim de saber como foi, leiam o post parte 9 nove. CENA UM está cada vez mais se tornando uma das melhores maneira para a pessoa se especializar cada vez mais com relação a historia do cinema, e graça a ela, pude conhecer pessoas ilustres como Ana Maria Baihana e o maior especialista de filmes de terror do Brasil, Carlos Primati.

Antonio Nunes de Souza disse...

Parabéns e continue com seus projetos inovadores dando brilho vanguardista a cultura brasileira!!!

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Tozzi, farei um post somente sobre os comediantes italianos. Abraços,

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Pinguim, pensei em De Funès, Serrault e nos Monthy Python, mas o post ficaria interminável. Portanto, limitei-o aos anos 50.

Victor Ramos (Jerome) disse...

Todos mais que clássicos. Belo post.

Injeção Cinéfila

Karla Hack dos Santos disse...

Até o incontestável Mazzaropi!! hehehehe
Estou numa fase bem Buster, revendo seus trablhos... Maravilha de lista!

;D

Rafa Amaral disse...

Poucas vezes ri tanto em um filme quanto em "Os Eternos Desconhecidos", justamente com Totó. O blog continua ótimo! Rafael cinemavelho.com

Rodrigo Mendes disse...

EXCELENTE artigo Antonio!
Muito bom saber um pouco mais de cada um deles, sobretudo Sennett o cineasta mais subestimado que também já existiu. Chaplin deveu muito à ele, mas também soube dar as próprias cambalhotas aproveitando a oportunidade e trabalhando duro.

Tati também é outro gênio. Dele eu só tenho o dvd do "Mon Oncle"

Grandes figuras!!!!

Abs.

Rafael Carvalho disse...

Impressão minha ou está faltando aí a trupe do Monty Phyton? Ou então não gosta muito do humor dos rapazes. Eu acho sensacional.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

OS ETERNOS DESCONHECIDOS é hilário, Rafa. E que elenco.

ANTONIO NAHUD JÚNIOR disse...

Gosto dos Monty Python, Rafael. Eles são ótimos. Mas limitei essa seleção aos anos 50.

Júlio Pereira disse...

Excelente texto! Alguns aí eu nem conhecia, e agradeço por me apresentar. Sou fã de comédias. Dos citados, o mais engraçado, ao meu ver, é Buster Keaton. Porém, o com os melhores filmes, é mesmo Chaplin. Só faltou Monty Python, meu grupo favorito de comediantes!

annastesia disse...

É uma pena que a nova geração de frequentadores de cinema e os tais cinéfilos de hoje não saibam muito ou praticamente nada sobre os grandes arquitetos do riso do passado. Nomes essenciais e influências muito presentes nos ídolos atuais não tão brilhantes.
Aproveito o seu excelente texto para reverenciar os meus favoritos: o desconcertante Tati, a "abusada" West, os anárquicos Marx, o hiperativo Lewis e o genial Chaplin. Make ´em laugh (and smile)!

Alysson Mello disse...

Ai tem realmente os grandes astros do humor adoro o trabalho do chalin chaplin e do o gordo e o magro. parabéns pelo blog.

Alysson Mello disse...

O Blog tá show eu curti muito e eu amei sua homenagem adoro os trabalhos de chalin chaplin e do gordo e o magro eles são ótimos!

re disse...

Nossa,entrei por acaso nesse blog e não consigo sair mais dele!Muito bom!De todos que citou o mais próximo pra mim,de fortes lembranças sentimentais,pois o assistia em várias sessões da tarde na infancia é Jerry Lewis,inesquecível!Parabéns pelo blog!