Sou
caçador de bruxas, se elas são comunistas.
Seria justo se estivessem de
volta à Rússia.
ADOLPHE MENJOU
ator, anos 50
O
comunismo é uma ideologia ensopada de sangue, associada aos crimes de ditaduras
nos séculos 20 e 21. Evoca paredões de fuzilamento, campos de
trabalho forçado e censura. Surgido no século XIX, deriva do pensamento de Friedrich Engels e, principalmente, de Karl Marx, e inspirou
revoluções e massacres. Mascarado por rótulos – socialismo, marxismo,
globalismo, social-democracia, petismo etc. – ambiciona doutrinar
o Ocidente. A primeira tentativa de oficializar o comunismo aconteceu em
1917, na Rússia, na chamada Revolução Comunista, dando fim a séculos de
monarquia czarista. Seu regime totalitário impôs uma política agrícola
coletivizada, erradicou a propriedade privada e condenou à morte milhares de russos
crédulos e inocentes.
O governo
comunista na União Soviética ficou conhecido como o Grande Terror. Promoveu a
perseguição, o expurgo e o assassinato de todos aqueles considerados inimigos. Nos
anos iniciais, estima-se que cerca de 750 mil pessoas tenham sido mortas
sumariamente, sem direito a julgamento justo. Além da Revolução Russa,
outros movimentos comunistas sanguinários ocorreram pelo mundo, como a
Revolução Chinesa, vitoriosa em 1949, liderada por Mao Tsé-tung, ou a Revolução
Cubana, quando, em 1959, mercenários liderados por Fidel Castro
e Ernesto Che Guevara derrubaram o governo de Cuba e implantaram o socialismo.
Resultaram em longas concentrações autoritárias de poder, miséria, censura, prisões
e óbitos.
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o depoimento do conservador gary cooper
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Milhões de mortes das experiências comunistas levaram a um descrédito
global da ideologia como sistema político viável. Apesar do fracasso e do pensamento obsoleto, a doutrinação comunista ainda é eficaz em
diversos países e vez ou outra ataca com a sua perversa sede de poder. No Brasil, a ofensiva se manifestou de 1922 a 1964, com golpes de Estado em 1930, 1937 e quase mais um em 1964.
A
Hollywood das décadas de 1930-40 foi terrivelmente contaminada pela sanha
comunista. No Screen Writers Guild (SWG), fundado no início dos anos 1930, um
sindicato trabalhista ativista de roteiristas, a maior parte dos membros era
filiada ao Partido Comunista. Detectado o aparelhamento da “Ameaça Vermelha”
(Red Scare), um problema real de infiltração comunista na meca do cinema, o
Congresso resolveu contra-atacar em 1941, quando os senadores Burton Wheeler e
Gerald Nye lideraram uma investigação do papel de Hollywood na promoção da
propaganda soviética. Essas audiências anteciparam outras muito mais sólidas, populares
e muitas vezes combatidas que ocorreriam pouco depois da Segunda Guerra
Mundial. O Comitê
de Atividades Antiamericanas do Congresso (HUAC) havia participado da
caça ao vermelho de Hollywood desde o final da década de 1930. A Guerra Fria,
no entanto, revigorou o terror vermelho doméstico (houve dois anteriormente,
1917 - 1921 e 1939 - 1941), gerando investigações sobre a infiltração comunista na
indústria cinematográfica a partir de 20 de outubro de 1947. As sessões do Comitê focaram
em identificar subversivos entre artistas e técnicos de Hollywood. Dos que receberam inicialmente intimações do HUAC, dez se recusaram a
testemunhar. Conhecidos como “Os Dez de Hollywood”, foram
sentenciados a um ano de prisão por ligações com o comunismo. Após a
Suprema Corte ter negado recurso, o cineasta Edward Dmytryk, um
dos condenados, denunciou colegas comunistas e pela delação premiada
foi libertado. Os outros nove completaram a pena.
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| joseph mccarthy |
Os
líderes dos estúdios de cinema suspenderam, sem remuneração, os sentenciados.
Logo foi anunciado que nenhum subversivo seria contratado. Assim nascia
a LISTA COMUNISTA. Apontava profissionais de mídias
(cinema, TV, música, rádio, imprensa) inelegíveis para emprego por laços comunistas. A lista foi implementada pelos estúdios para promover credenciais patrióticas diante do público e serviu
para proteger a indústria cinematográfica dos danos econômicos que resultariam
de uma associação com comunistas.
As
audiências do HUAC geralmente são encaradas como parte da Era McCarthy, mas Joseph
McCarthy não participou delas. O senador iniciou suas investigações em 1950 e
se concentrou na penetração comunista no governo dos EUA.
Além disso, mesmo não sendo admirador de McCarthy e seus métodos, identifico o
termo “macarthismo” como um conceito ilegítimo, uma difamação proposital. Seu
suposto significado é “acusações injustas, perseguições e assassinatos de reputação
de vítimas inocentes”, com o objetivo de desacreditar como infame e irracional qualquer
oposição intransigente ao comunismo. Mas seu significado real é
anticomunismo. Apesar de
um grupo de pesos-pesados - astros como Humphrey
Bogart, Lauren Bacall e Gene Kelly - terem se manifestado contra as
investigações, as audiências prosseguiram, interrogando um robusto número de
famosos. Perguntavam sem rodeios: “Você é ou foi alguma vez membro do
Partido Comunista?” ou “Conhece alguém em Hollywood que pertença ao Partido
Comunista?”. Por patriotismo, testemunhas – o diretor Elia Kazan, atores
como Gary Cooper e Robert Taylor ou a colunista Hedda Hopper, por exemplo – revelaram ao Comitê colegas comunistas, além de denunciarem a influência comunista no cinema.
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| dalton trumbo |
Um terço
dos intimados cooperou com o Comitê. Outros, que incluíam escritores
e roteiristas como Dalton Trumbo e Ring Lardner Jr., reclamaram que as
audiências eram ilegais e violavam a Primeira Emenda da Constituição. Eles
tomaram uma decisão que se revelou desastrosa: não se negaram a responder a
nenhuma pergunta, mas aproveitaram para atacar a comissão - ou seja,
responderam “à sua maneira”. Essa tática deu munição a executivos de cinema que queriam colaborar. No final do julgamento, receberam voz de prisão.
O sólido
muro de oposição que os suspeitos esperavam dos líderes da indústria
desmoronou quando Jack Warner, o poderoso presidente da Warner Brothers, testemunhou no primeiro dia das audiências. Diante
dos questionadores, o produtor disse: “É um privilégio comparecer perante a comissão para
ajudar a facilitar seu trabalho.” Alegou que há mais
de uma década comunistas trabalhavam na indústria e que demitiu
muitos deles, citando vários. Louis B. Mayer, chefão da Metro-Goldwyn-Mayer, insistiu que
os produtores poderiam lidar com o problema comunista. O último chefe de
estúdio a testemunhar, Walt Disney, reclamou dos esforços comunistas para aparelhar
seus cartunistas e concordou que havia uma ameaça comunista em Hollywood.
O veredito
da mídia e de certos historiadores, quase sempre de esquerda, sobre as
audiências, é profundamente condenatório: alegam que destruíram carreiras
talentosas, arruinaram vidas, incentivaram uma
“caça às bruxas”. No entanto, essa narrativa militante não é correta. Ela não
apenas ignora a verdadeira natureza do HUAC, como também distorce a
investigação. Usa a mesma metodologia dos comunistas, assumindo que qualquer um
pode reinventar os fatos como quiser, desde que o faça promovendo a esquerda. Neste caso, mancham a imagem do HUAC. Colocando os pingos
nos is, existem questões éticas importantes envolvidas na investigação do
comunismo em Hollywood. Não era um castigo por
opinião, mirava a filiação ao Partido Comunista, o qual era dirigido e financiado
por uma potência estrangeira em plena Guerra Fria.
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| manifestação de bogart, bacall e outros |
Dentre as ações e os
objetivos do partido soviético, incluíam sabotagens,
atos terroristas, espionagem e conspirações. O Congresso investigava o
potencial de atividade criminosa e não o mérito da ideologia comunista. Tampouco
penso ser imoral ou inadequado organizações e
corporações inserirem comunistas em uma lista
negra. Era um boicote privado, jamais uma censura governamental. As audiências não foram atentados a direitos ou a liberdade de expressão, apenas
chamaram a atenção para a conspiração generalizada.
As
sessões foram retomadas em março de 1951. Quando o HUAC anunciou a
reabertura, os produtores de cinema prometeram total
cooperação e afirmaram que as testemunhas que não negassem sua filiação
comunista teriam dificuldade em conseguir trabalho nos estúdios. Os
intimados, tendo aprendido a lição com as audiências de outubro de 1947,
reconheceram que só tinham duas opções se quisessem evitar a
prisão: invocar a Quinta Emenda e serem demitidos; ou cooperar com o Comitê,
admitindo a filiação ao Partido Comunista, desculpando-se,
fornecendo nomes de outros membros e elogiando o Comitê. O ator Larry Parks,
a testemunha inicial, inicialmente se recusou a confessar nomes, mas terminou
colaborando. As testemunhas que se seguiram revelaram centenas de comunistas.
Além do
HUAC, grupos privados monitoravam as indústrias de entretenimento e publicavam
artigos e panfletos que identificavam subversivos. Talvez o mais poderoso
desses grupos tenha sido a Legião Americana, que não apenas disseminou
informações sobre associações comunistas de trabalhadores da mídia, mas também
incentivou seus 2,8 milhões de membros a boicotarem filmes feitos por artistas
que não haviam cooperado com o HUAC. Em junho de 1950, um livro intitulado “Canais
Vermelhos: o Relatório da Influência Comunista no Rádio e na Televisão” foi
publicado por três ex-agentes do FBI, que lançaram também a revista “Counterattack”,
expondo a influência comunista no cinema. Na publicação constavam 151 comunistas
(principalmente atores e atrizes) que teriam relação com o show business.
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| roteiristas intimados em 1947 |
A mais
famosa LISTA COMUNISTA do CINEMA começou em 1947, quando os executivos
demitiram cinco dos interrogados sob contrato e prometeram não os
recontratar até que se livrassem de sua mancha comunista. Essa lista cresceu
para mais de trezentos após as audiências dos anos 1950. Mas não havia
uma lista propriamente dita. Os chefes de estúdio obtinham informações
sobre quem excluir, das audiências do HUAC;
dos nomes coletados pela Legião Americana e distribuídos aos estúdios; e do livro
“Canais Vermelhos”. A única maneira de sair da lista era se desfiliar do Partido Comunista e delatar.
Nos anos 1950, os executivos de cinema produziram quase cinquenta filmes
anticomunistas como um incentivo aos membros do HUAC, que lamentavam a escassez
de tais filmes. Entre eles, vi “Casei com um Comunista / The Woman on Pier 13”
(1949), “Fui Comunista para o FBI / I Was a Communist for the FBI” (1951), “Aventura
Perigosa / Big Jim McClain” (1952) e “Não Desonres o Teu Sangue / My Son John”
(1952). Na mesma época, as LISTAS COMUNISTAS baniram de empregos 325 roteiristas, atores, diretores, cenógrafos, figurinistas e fotógrafos. No entanto, os escritores da lista tiveram um pouco mais de facilidade do que os atores
ou diretores, eles podiam escrever sob pseudônimos ou por trás de fachadas. Alguns deles,
infelizmente, são celebrados como heróis e homenageados em cinebiografias premiadas.
No começo
dos anos 1960, a tumultuada cruzada anticomunista diminuiu e a LISTA COMUNISTA de
HOLLYWOOD caiu em desuso. Primeiro, o diretor Otto Preminger e, posteriormente,
a Universal, anunciaram que Dalton Trumbo receberia créditos pelos roteiros de “Exodus
/ Idem” (1960) e “Spartacus / Idem” (1960). A partir daí, integrantes da lista
voltaram ao trabalho. Um número significativo não conseguiu
recuperar o equilíbrio na indústria cinematográfica. Mas a lista só
acabou realmente quando os produtores se convenceram de que a contratação de profissionais comunistas não mais impactava negativamente as receitas de bilheteria.
 |
o conservador ronald reagan
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O resumo convencional e mentiroso sobre o HUAC e a LISTA COMUNISTA de HOLLYWOOD
equivale a uma condenação zelosa desapegada do contexto histórico, da infiltração e do significado moral do comunismo.
Ou seja, uma análise alheia à realidade dos fatos, uma
fraude que desonra milhões de pessoas tiranizadas e assassinadas pelos regimes comunistas.
A penetração dos subversivos em Hollywood 1930-40 é fato. Que se faça justiça às testemunhas corajosas e às vítimas soviéticas-chinesas que
morreram enquanto comunistas dos EUA encobriam opressores e promoviam essa ideologia nefasta. O HUAC condenou os
males do comunismo. Estava certo em fazê-lo.
Finalizo com uma sugestão. A Hollywood de hoje necessita de um remake
anticomunista, investigações densas, julgamentos mediáticos e, por que não,
cancelamento profissional. Seria justo ver no banco de réus, intimadas
a depor por vicissitudes comunistas, subversivos como George Clooney, Leonardo
DiCaprio, Meryl Streep, Mark Ruffalo, Willem Dafoe, entre dezenas de outros.
Mais de 70 anos passados, esses comunistas, travestidos de
globalistas-progressistas, lambem as botas do ditador chinês Xi Jinping. Uma
vergonha. Impunes, perversos e desonestos politicamente, ferem de morte a
história, a fé cristã e os valores do Ocidente.
ALGUNS da
LISTA COMUNISTA de HOLLYWOOD
(de 1948
a 1960)
AARON
COPLAND
(1900 –
1990. Nova Iorque / EUA)
compositor
ABRAHAM
POLONSKY
(1910 –
1999. Nova Iorque / EUA)
roteirista
e diretor
ALEXANDER
KNOX
(1907 –
1995. Strathroy-Caradoc,
Ontário / Canadá)
ator
ALINE
MACMAHON
(1899 –
1991. McKeesport,
Pensilvânia / EUA)
atriz
ANNE
REVERE
(1903 –
1990. Nova Iorque / EUA)
atriz
ARTHUR
LAURENTS
1917 –
2011. Nova Iorquer / EUA)
escritor e roteirista
ARTHUR
MILLER
(1915 –
2005. Nova Iorque / EUA)
dramaturgo
ARTIE
SHAW
(1910 –
2004. Nova Iorque / EUA)
músico de
jazz
BARBARA
BEL GEDDES
(1922 –
2005. Nova Iorque / EUA)
atriz
BURGESS
MEREDITH
(1907 –
1997. Cleveland,
Ohio / EUA)
ator e diretor
BURL IVES
(1909 –
1995. Hunt
City, Illinois / EUA)
cantor de
folk e ator
CARL
FOREMAN
(1914 –
1984. Chicago, Illinois / EUA)
produtor
e roteirista
CHARLES
CHAPLIN
(1889 –
1977. Londres / Reino Unido)
ator,
diretor e produtor
DALTON
TRUMBO
(1905 –
1976. Montrose,
Colorado / EUA) roteirista
DASHIELL
HAMMETT
(1894 –
1961. Condado de Saint Mary's, Maryland / EUA)
escritor
DONALD
OGDEN STEWART
(1894 –
1980. Columbus,
Ohio / EUA)
roteirista
DOROTHY
COMINGORE
(1913 –
1971. Los
Angeles, Califórnia / EUA)
atriz
DOROTHY
PARKER
(1893 –
1967. Long Branch, Nova Jersey / EUA)
escritora e roteirista
EDDIE
ALBERT
(1906 –
2005. Rock
Island, Illinois / EUA)
ator
EDWARD
DMYTRYK
(1908 –
1999. Grand Forks, Colúmbia Britânica / EUA)
cineasta
EDWARD G.
ROBINSON
(1893 –
1973. Bucareste
/ Romênia)
ator
GALE
SONDERGAARD
(1899 –
1985. Litchfield,
Minnesota / EUA)
atriz
GARSON
KANIN
(1912 –
1999. Rochester,
Nova Iorque / EUA)
escritor
e diretor
GYPSY
ROSE LEE
(1911 –
1970. Seattle,
Washington / EUA)
vedete e atriz
HOWARD da
SILVA
(1909 –
1986. Cleveland,
Ohio / EUA)
ator
HOWARD
DUFF
(1913 –
1990. Bremerton, Washington / EUA)
ator
IRVING
PICHEL
(1891 –
1954. Pittsburgh, Pensilvânia / EUA)
diretor
IRWIN
SHAW
(1913 –
1984. Nova Iorque / EUA)
escritor
JOHN
CROMWELL
(1887 –
1979. Toledo,
Ohio / EUA)
diretor e ator
JOHN
GARFIELD
(1913 –
1952. Nova Iorque / EUA)
ator
JOHN
IRELAND
(1914 –
1992. Vancouver / Canadá)
ator
JOSÉ
FERRER
(1912 –
1992. San Juan / Porto Rico)
ator e diretor
JOSEPH
LOSEY
(1908 –
1984. La
Crosse, Wisconsin / EUA)
diretor
JUDY HOLLIDAY
(1921 –
1965. Nova Iorque / EUA)
atriz
JULES
DASSIN
(1911 –
2008. Middletown,
Connecticut / EUA)
diretor
KAREN
MORLEY
(1909 –
2003. Ottumwa,
Iowa / EUA)
atriz
KIM
HUNTER
(19232 –
2012. Detroit,
Michigan / EUA)
atriz
LARRY
PARKS
(1914 – 1975.
Olathe,
Kansas / EUA)
ator
LEE GRANT
(1925.
Nova Iorque / EUA)
atriz
LEE J.
COBB
(1911 –
1976. Nova Iorque / EUA)
ator
LENA
HORNE
(1917 –
2019. Nova Iorque / EUA)
cantora e
atriz
LEO PENN
(1921 –
1998. Lawrence / EUA)
ator
LEONARD
BERNSTEIN
(1918 –
1990. Lawrence,
Massachusetts / EUA)
compositor
e regente
LILLIAN
HELLMAN
(1905 –
1984. Nova Orleans / EUA)
dramaturga, escritora e roteirista
LUIS
BUÑUEL
(1900 –
1983. Calanda
/ Espanha)
diretor
LUTHER
ADLER
(1903 –
1984. Nova Iorque / EUA)
ator e diretor
MADY
CHRISTIANS
(1892 –
1951. Viena / Áustria)
atriz
MARGO
(1917 –
1985. Cidade do México / México)
atriz e
dançarina
MARGUERITE
ROBERTS
(1905 –
1989. Greeley,
Colorado / EUA)
roteirista
MARTHA
SCOTT
(1912 –
2003. Jamesport, Missouri / EUA)
atriz
MARTIN
RITT
(1914 –
1990. Nova Iorque / EUA) diretor
MICHAEL
GORDON
(1909 –
1993. Baltimore,
Maryland / EUA)
diretor
MICHAEL
WILSON
(1914 –
1978. McAlester,
Oklahoma / EUA)
roteirista
ORSON
WELLES
(1915 –
1985. Kenosha, Wisconsin / EUA)
ator,
roteirista e diretor
PAUL
ROBESON
(1898 –
1976. Princeton / EUA)
ator e
cantor
PETER
VIERTEL
(1920 –
2007. Dresden
/ Alemanha)
roteirista
RICHARD
ATTENBOROUGH
(1923 –
2014. Cambridge
/ Reino Unido)
ator, diretor e
produtor
RING
LARDNER JR.
(1915 –
2000. Chicago / EUA)
roteirista
RUTH
GORDON
(1896 –
1985. Quincy,
Massachusetts / EUA)
atriz e
roteirista
SAM JAFFE
(1891 –
1984. Nova Iorque / EUA)
ator
SAMSON
RAPHAELSON
(1894 –
1983. Nova Iorque / EUA)
roteirista
e dramaturgo
SELENA
ROYLE
(1904 –
1983. Nova Iorque / EUA)
atriz
STELLA
ADLER
(1901 –
1992. Nova Iorque / EUA)
atriz e
professora de interpretação
UTA HAGEN
(1919 –
2004. Göttingen / Alemanha)
atriz e
professora de interpretação
VERA
CASPARY
(1899 –
1987. Chicago / Ilinois)
escritora
WALDO
SALT
(1914 –
1987. Chicago, Illinois / EUA)
roteirista
WILL GEER
(1902 –
1978. Frankfort, Indiana / EUA)
ator
ZERO
MOSTEL
(1915 –
1977. Nova Iorque / EUA)
ator
 |
lillian hellman
|
FONTES
“Actors
on Red Alert: Career Interviews with
Five Actors and Actresses Affected by the
Blacklist” (1999)
de Anthony Slide
“Ayn Rand
and Song of Russia: Communism
and Anti-Communism in 1940s Hollywood” (2005)
de
Robert Mayhew
“Blacklisted
– The Film Lover´s
Guide to the Hollywood Blacklist” (2003)
de Paul Buhle e
Dave Wagner
“Communism
in Hollywood: The Moral Paradoxes
of Testimony, Silence, and Betrayal” (2009)
de Alan Casty
“High
Noon: The Hollywood Blacklist
and the Making of an American Classic” (2017)
de
Glenn Frankel
“The
Hollywood Motion Picture Blacklist:
Seventy-Five Years Later” (2022)
de Larry
Ceplair
“The
Inquisition in Hollywood: Politics
in the Film Community, 1930-60” (2003)
de
Larry Ceplair e Steven Englund
“The Red
and the Blacklist: The Intimate Memoir
of a Hollywood Expatriate” (2003)
de
Norma Barzman
“Show
Trial” (2018)
de Thomas Doherty
“Tender
Comrades:
a Backstory of the Hollywood Blacklist” (1997)
de Patrick McGilligan
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