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| zarah leander |
No cinema, o espectador deve saber,
com maior certeza do que no
teatro,
quem deve amar e quem deve odiar.
quem deve amar e quem deve odiar.
FRITZ HIPPLER
diretor do antissemita “O Judeu Eterno”Ele era obcecado por cinema. Compreendia o poder da máquina cinematográfica de moldar a opinião das pessoas. Em 13 de março de 1933, na Alemanha, Adolf Hitler (1889 - 1945) criou o Ministério do Reich para Esclarecimento Popular e Propaganda, cujo titular, Joseph Goebbels (1897 - 1945), foi encarregado de controlar todos os aspectos da propaganda política e da comunicação de massa. O departamento de cinema desse Ministério supervisionava a produção cinematográfica, da concepção à exibição de filmes.
A indústria cinematográfica alemã foi a melhor do mundo no cinema
mudo, deixando um legado de diversas obras-primas. Cortejando a população através
das emoções e utilizando a sétima arte como instrumento de poder mediático, nos
anos 1933 a 1945 o Terceiro Reich promoveu o escapismo fácil, distraindo e
doutrinando o povo. Do pouco que conheço, considero os documentários de Leni Riefenstahl e o
colossal “Titanic / Idem” (1943) como excelentes contribuições para a história
do cinema. A maioria dos filmes do CINEMA NAZI possui qualidade técnica
e proporciona bom entretenimento.
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| adolf hitler |
Nos primeiros anos do falado, o cinema germânico passou por uma
grave crise. Seus atores, cineastas e técnicos mais conceituados deixaram o
país após a ascensão do nazismo. “Não-arianos” foram excluídos, afetando cerca
de 3 mil pessoas que ficaram sem trabalho. Alguns profissionais aproveitaram a
oportunidade oscilante para exigir salários mais elevados, aumentando
consideravelmente os orçamentos de produção. Por fim, a exportação de filmes
caiu drasticamente devido aos boicotes internacionais.
Em 1933, ano em que os nazistas chegaram ao poder, havia 5.071
cinemas em toda a Alemanha. Seis anos depois, em
1939, o número de cinemas aumentou para 6.923. Somente a produtora UFA (Universum Film Aktien Gesellschaft)
tinha 159 cinemas em 69 cidades – um total de 162.171 lugares. O UFA Palast am Zoo, em Berlim, o
maior deles, com mais de dois mil lugares, era onde acontecia a maioria das
pré-estreias.
Num esforço para atingir segmentos mais amplos da população, o ministro da propaganda instituiu o “Dia do Filme Popular”, no qual o público
podia assistir exibições especiais por um preço simbólico. Os filmes eram
exibidos como parte de um programa obrigatório, que consistia de cine-jornais politizados
e documentários educativos. Nas “Horas de Filmes para a Juventude”, organizadas
pela Juventude Hitlerista, mostravam-se documentários especificamente
direcionados para crianças a adolescentes.
Durante o nazismo, vários estúdios faliram, restando apenas 38 de 114. Os sobreviventes
trabalharam em dobro, produzindo inúmeros filmes, numa tentativa infundada de
fortalecer o CINEMA NAZI. Goebbels comprou as ações das produtoras, inclusive
da poderosa UFA, e estatizou a indústria
cinematográfica. “Quando compramos a UFA”, se vangloriou em meados de
1937, “nos tornamos a maior união mundial de
cinema, imprensa, teatro
e rádio. Agora
eu tenho um instrumento muito
útil à minha
disposição”. Gradualmente, ele fundou uma escola estatal para cineastas
politicamente confiáveis; e uma organização profissional oficial e obrigatória
para atores, cineastas, técnicos e distribuidores. Goebbels censurava
previamente manuscritos e roteiros; criou prêmio de incentivo a produção de
filmes; empréstimos a juros baixos e benefícios fiscais.
A crítica de cinema foi proibida. Jornalistas informavam sobre o
conteúdo do filme, sem qualquer julgamento artístico, político ou ético. No
comando, o brilhante e cruel Goebbels demonstrou sensibilidade para o
espetáculo fílmico e manipulação do espectador digno de um David O. Selznick. Afinal,
o CINEMA DO TERCEIRO REICH era dominado pelas estrelas. Adoradas pelos fãs, elas
propiciavam o glamour. As mais famosas: as grandes atrizes Marianne Hoppe e Lil
Dagover, Zarah Leander (anunciada como a “Garbo Alemã”), o premiado Emil Jannings, o comediante Heinz
Rühmann, Kristina Söderbaum (“a ariana ideal”), Marika Rokk, Lilian Harvey etc.
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| marlene dietrich e os aliados |
Nem todos os ameaçados pelo regime nazista tiveram a sorte de
escapar. O ator e diretor de origem judaica Kurt Gerron morreu em um campo de
concentração, aos 47 anos de idade. Ele participou de “O Anjo Azul / Der Blaue
Engel” (1930) e dirigiu vários filmes. Depois que a Gestapo o prendeu em
Amsterdam, onde ele dirigia o Teatro Judeu, foi obrigado a supervisionar a
produção de um documentário de propaganda, “Theresienstadt: Ein Dokumentarfilm
aus dem Jüdischem Siedlungsgebiet”. Assim que o filme ficou pronto, Gerron e
outros que haviam trabalhado nele foram assassinados em câmara de gás.
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| renate muller em “victor ou vitória” |
Há versões de que Hitler pessoalmente tentou persuadi-la a fazer
filmes de propaganda, e ela não aceitou. Ao recusar a proposta de musa nazista,
teria passado a condição de suspeita vigiada pela Gestapo. Ela ainda fez
“Togger” (1937), filme de propaganda política, mas as coisas continuaram mal
resolvidas, porque em seguida foi morta. O anúncio oficial atribuiu a morte à
epilepsia. Outra, não oficial, era a de que foi jogada pela janela por oficiais
da Gestapo. Depois de sua morte, como se tratava de atriz popular, os nazis
espalharam que era uma viciada que se entupiu de drogas - no caso, morfina – e
por esta razão, veio a óbito. Uma grande mentira.
Cerca de 500 artistas de cinema foram vítimas do terror do
Terceiro Reich. O famoso humorista judeu Otto Wallburg foi um deles. Preso após
a invasão das tropas alemãs na Holanda, morreu aos 55 anos na câmara de gás de
Auschwitz, em 1944. O mesmo aconteceu com os atores Fritz Grünbaum (1880 –
1941) e Paul Morgan (1886 – 1938). Joachim Gottschalk (1904 - 1941) até 1940 desempenhava
papéis principais no cinema, ao rejeitar a sugestão de se separar da esposa
judia, passou a ser descartado. Em maio de 1941, na noite anterior à deportação
a um campo de concentração, ele, esposa e filho de oito anos se suicidaram. Lale
Andersen (1905 - 1972), uma das cantoras mais famosas, gravou em 1939 a canção “Lili
Marleen”, popular na guerra, tanto entre alemães como entre aliados, mas foi
impedida pelos nazistas em 1942 de cantar em público por se corresponder com
imigrantes judeus.
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| joachim gottschalk |
Para maquiar a imagem da Alemanha sanguinária, Goebbels não poupou
esforços ao promover novas estrelas. O exemplo mais conhecido é o da sueca
Zarah Leander. Contratada em 1937 pela UFA, tornou-se a atriz mais importante e
bem paga do país. Protagonizou dez filmes alemães entre 1937 e 1943, quase sempre
como mulher fatal. Suas canções e filmes são melodramas apaixonados e trágicos.
Elegância, beleza e voz poderosa contribuíram para sua consagração. Em 1943
regressou a Suécia, continuando a carreira sem o sucesso de antes.
Estrela atraente e atlética dos
filmes de montanha de Arnold Fank, ela estreou no cinema nos anos vinte. Quando
os nazistas chegaram ao poder, Leni Riefenstahl, ardente admiradora e amiga
pessoal de Hitler, realizou o extraordinário documentário “Triunfo da Vontade /
Triumph des Willens” (1935), promovendo o orgulho nacional. Uma visão
impressionante de um espetáculo de massa e glorificação da figura do Führer.
Após a Segunda Guerra Mundial, foi presa, acusada de ser amante do ditador e simpatizante do nazismo. Negou as acusações, mas jamais demonstrou sinal de arrependimento pela proteção especial nazista. Com a estética de seus filmes, ela determinou como nenhum outro cineasta a imagem do Terceiro Reich. Em 1952, uma corte a libertou e ela pode trabalhar de novo, passando a
maior parte do resto da vida fotografando na África. Nunca se soube até que
ponto Riefenstahl se comprometeu com a ideologia ou se ela era uma
oportunista política.
Hitler, Goebbels e o líder do
Partido Nazi, Hermann Göring (1893 – 1946), apareciam em público com atrizes
populares, sendo as preferidas Olga Tschechowa, Marika Rökk
e Lil Dagover. As relações amorosas de Goebbels com várias estrelas são notórias. No
topo dos atores do CINEMA NAZI, primeiro vencedor do Oscar de Melhor Ator, o
magnífico Emil Jannings estrelou muitos filmes com a pretensão de promover a
filosofia nazista. Goebbels o apelidou de “Artista do Estado”, em 1941.
Quando as tropas aliadas invadiram a Alemanha, em 1945, conta-se que ele
mostrou seu Oscar como prova da antiga associação com Hollywood. O papel ativo
na propaganda nazista o condenou ao desemprego, passando a viver numa fazenda na
Áustria.
Outro importante aliado de Adolf Hitler foi o popular comediante
Heinz Rühmann. As conexões entre ele e o nazismo não o impediram de ser
escolhido, numa pesquisa recente, como “o ator mais querido dos alemães”. Gozando
de certa reputação como ator de teatro e cinema, após a ascensão do partido
nazista ele não se distanciou do regime. Pelo contrário, as comédias que
estrelou, em tempos de terror e genocídio, serviram perfeitamente à causa local.
Em 1940, nomeado “Ator Nacional” e sob pressão, separou-se da esposa
judia, Maria Bernheim. No pós-guerra, sua carreira foi prejudicada pela denúncia
do compromisso nazista, caindo no ostracismo. Na década de 1950 recuperou o
sucesso. Poucos meses antes de morrer trabalhou em “Tão Longe, Tão Perto / In
Weiter Ferne, so Nah!” (1993), de Wim Wenders. Apesar do vínculo nazista
evidente, Rühmann sempre se definiu como apolítico.
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| goebbels |
As salas de exibição seguiam regras e regulamentos. A importação
de fitas dos países inimigos foi completamente proibida. Fornecendo exibições
cinematográficas em áreas rurais e remotas, o Departamento de Propaganda do
partido operava 300 caminhões e dois trens levando o equipamento necessário
para as projeções. Mesmo sob as condições severas dos últimos anos da II Guerra,
os cinemas alemães funcionavam perfeitamente. Em Berlim, unidades antiaéreas os protegiam contra bombardeios.
A ausência de crítica ao regime, predileção por musicais e
comédias, diálogos conformistas e uma narrativa clássica são o perfil do cinema
germânico daqueles anos. Nos dramas de guerra, o CINEMA NAZI exalta o heroísmo local
e a brutalidade do inimigo. Os ingleses são apresentados como fracos,
ridículos, imperialistas, opressores; os russos, brutos e bêbados; os
judeus, “sub-humanos” que se infiltraram na sociedade ariana. De 1940, o
documentário “O Judeu Eterno / Der Ewige Jude”, direção Fritz Hippler, mostra
os judeus como parasitas culturais ambulantes, consumidos pelo sexo e amor ao
dinheiro. Alguns longas glorificam Hitler e o movimento Nacional Socialista.
Como os alemães em geral, diretores e atores aderiram ao nazismo ou suportaram a situação insustentável. Passando a guerra, ninguém se identificou com os derrotados e mentiram, negando envolvimento. O ator e diretor Veit Harlan, um dos gigantes do seu tempo, foi o único a enfrentar um tribunal de Justiça, sob a acusação de crimes contra a humanidade, principalmente por ter feito o antissemita “Judeu Süss / Jud Süss” (1940). Depois de dois interrogatórios, ele foi absolvido das acusações. Escapou com a defesa de que teria agido sob coerção. Em 1950, voltou a dirigir.
Como os alemães em geral, diretores e atores aderiram ao nazismo ou suportaram a situação insustentável. Passando a guerra, ninguém se identificou com os derrotados e mentiram, negando envolvimento. O ator e diretor Veit Harlan, um dos gigantes do seu tempo, foi o único a enfrentar um tribunal de Justiça, sob a acusação de crimes contra a humanidade, principalmente por ter feito o antissemita “Judeu Süss / Jud Süss” (1940). Depois de dois interrogatórios, ele foi absolvido das acusações. Escapou com a defesa de que teria agido sob coerção. Em 1950, voltou a dirigir.
Historiadores criaram uma imagem do CINEMA NAZI como um cinema de
ódio e de terror. Enganam-se. Está mais para um cinema de ilusão. Nesse
escapismo, muitas vezes interfere a propaganda subliminar, diluindo nos enredos valores
básicos da ideologia nazista como obediência, auto-sacrifício, ordem,
camaradagem, liderança etc. Mas nem sempre. No período 1933 a 1945, os filmes
de entretenimento dominam o mercado. Dos 1094 filmes de longa-metragem
produzidos na Alemanha Nazista, somente 153 são diretamente políticos ou
propagandísticos. Os outros 941 filmes são tradicionais, no estilo Hollywood
na mesma ocasião.
No fim do conflito bélico, em 1945, com a Alemanha devastada e reduzida
a escombros, filmes eram produzidos, entre eles “Kolberg” (1945), de Veit Harlan. Superprodução a cores, ambientada nas guerras
napoleônicas, narra a resistência de uma cidade alemã diante das tropas
francesas, numa tentativa de animar a destroçada moral nacional. Certamente,
este objetivo não se concretizou, entretanto, comprova que, mesmo em plena e
irreversível queda, o Terceiro Reich acreditou, protegeu e explorou a indústria cinematográfica até os
últimos instantes.
FONTE
“A Critical History of German Film”, de
Stephen Brockmann; “Cinema no Terceiro Reich”, blog “Histórias de Cinema”; “Histoire
du Cinéma Nazi”, de Francis Courtade e Pierre Cadars; “Hitler`s Heroines –
Stardom and Womanhood in Nazi Cinema”, de Antie Ascheid; “Nazi Cinema as
Enchantment: The Politics of Entertainment in the Third Reich”, de Mary-Elizabeth O’Brien; “Popular Cinema in the Third Reich”, de Sabine
Hake; “The UFA Story”, de Klaus Kreimeier; “The Ministry of Illusion”, de Eric
Rentschler.
ESTRELAS do CINEMA NAZISTA
BRIGITTE HORNEY
Filmes Selecionados
“Der Gouverneur” (1939)
“Barão de Münchhausen / Münchhausen” (1943)
CAMILLA HORN
Filmes Selecionados
“Maria / Sein Letztes Modell” (1937)
“Guerra nas Sombras / Rote Orchideen” (1938)
EMIL JANNINGS
Filmes Selecionados
“O Governante / Der Herrscher” (1937)
“O Presidente Krüger / Ohm Krüger” (1941)
GUSTAF GRUNDGENS
Filmes Selecionados
“Santa Joanna D'Arc / Das Mädchen Johanna” (1935)
“Friedemann Bach”
(1941)
GUSTAV FRÖHLICH
Filmes Selecionados
“Terra em Chamas / Stadt Anatol” (1936)
“O Grande Rei / Der große
König”(1942)
HEINRICH GEORGE
Filmes Selecionados
“Judeu Süß” (1940)
“Nostalgia, O Caminho da Perdição / Der Postmeister” (1940)
HEINZ RÜHMANN
Filmes Selecionados
“O Chapéu Florentino / Der Florentiner Hut” (1939)
“Ich Vertraue Dir Meine Frau Na” (1943)
HENNY PORTEN
Filmes Selecionados
“Komödianten” (1941)
“Symphonie eines
Lebens” (1943)
JENNY JUGO
Filmes Selecionados
“Pygmalion” (1935)
“Unser Fräulein
Doktor” (1940)
JOHANNES HEESTERS
Filmes Selecionados
“Nanon” (1938)
“Immer Nur-Du!”
(1941)
KARL-LUDWIG DIEHL
Filmes Selecionados
“Romance em Viena / Episode” (1935)
“Die Entlassung” (1942)
KRISTINA SÖDERBAUM
Filmes Selecionados
“Cidade da Ilusão / Die Goldene Stadt” (1942)
“O Grande Rei / Der Große König” (1942)
LA JANA
Filmes Selecionados
“Mistérios da Índia / Der Tiger von Eschnapur” (1938)
“Ouvindo Estrelas! / Es Leuchten die Sterne” (1938)
LENI RIEFENSTAHL
Filmes Selecionados
“O Triunfo da Vontade / Triumph des Willens” (1935)
“Olimpíadas e Mocidade Olímpica 1 e 2 / Olympia 1 e 2” (1938)
LÍDA BAAROVÁ
Filmes Selecionados
“Hora de Tentação / Die Stunde der Versuchung” (1936)
“Os Homens Devem Ser Assim / Männer Müssen so Sein” (1939)
LIL DAGOVER
Filmes Selecionados
“A Sonata de Kreutzer / Die Kreutzersonate” (1937)
“Bismarck” (1940)
LILIAN HARVEY
Filmes Selecionados
“Morrer de Amor / Fanny Elssler” (1937)
“Capricho / Capriccio”
(1938)
LUIS TRENKER
Filmes Selecionados
“Condottieri” (1937)
“Der Berg Ruft!” (1938)
MAGDA SCHNEIDER
Filmes Selecionados
“Redenção / Liebelei” (1933)
“Wer küßt Madeleine?” (1939)
MARIANNE HOPPE
Filmes Selecionados
“Até a Vista Francisca / Auf Wiedersehn, Franziska!”(1941)
“Romanze in Moll” (1943)
MARIKA RÖKK
Filmes Selecionados
“Noite de Baile / Es War eine Rauschende Ballnacht” (1939)
“Kora Terry” (1940)
“Kora Terry” (1940)
MARTHA EGGERTH
Filmes Selecionados
“Canção da Lembrança / Das Hofkonzert” (1936)
“Quando Canta o Rouxinol / Wo die Lerche Singt” (1936)
OLGA TSCHECHOWA
Filmes Selecionados
“Absolvida / Unter Ausschluß der Öffentlichkeit” (1937)
“Quatro Mulheres é Demais / Bel Ami” (1939)
POLA NEGRI
Filmes Selecionados
“A Mulher que Amou Demais / Madame Bovary” (1937)
“A Falsária / Die Fromme Lüge” (1938)
RENATE MÜLLER
Filmes Selecionados
“Victor ou Vitória / Viktor und Viktoria” (1933)
“Allotria” (1936)
SABINE PETERS
Filmes Selecionados
“Segundo Amor / Das Mädchen Irene” (1936)
“Preußische
Liebesgeschichte” (1938)
SYBILLE SCHMITZ
Filmes Selecionados
“Clarissa” (1941)
“Titanic / Idem” (1943)
VIKTOR STAAL
Filmes Selecionados
“Recomeça a Vida / Zu Neuen Ufern” (1937)
“Die Große Liebe” (1942)
WERNER KRAUSS
Filmes Selecionados
“Judeu Süß” (1940)
“Paracelsus” (1943)
WILLY BIRGEL
Filmes Selecionados
“Recomeça a Vida / Zu Neuen Ufern” (1937)
“Das Herz der
Königin” (1940)
WILLY FRITSCH
Filmes Selecionados
“A Pequena de Outra Noite / Das Mädchen von Gestern Nacht” (1938)
“Wiener Blut” (1942)
ZARAH LEANDER
Filmes Selecionados
“La Habanera” (1937)
“Noite de Baile / Es War eine Rauschende Ballnacht” (1939)
















































































