dezembro 02, 2017

**************** LOURA e SEDUTORA: LANA TURNER


Um dos maiores mitos de Hollywood, a formosa e classuda LANA TURNER (Wallace, Idaho, EUA. 1921 - 1995) não era frágil como Judy Garland, não era forte como Joan Crawford, nem discreta como Greta Garbo e tampouco carente como Marilyn Monroe. Era perigosa. Não que fosse agressiva, venenosa ou neurótica, mas manipulava utilizando a beleza e o apelo sexual para obter ou fazer o que quisesse, dentro e fora das telas. Adolescente robusta, supostamente descoberta aos 15 anos, quando matava aula na Sunset Boulevard tomando uma coca-cola numa lanchonete, estreou na Warner Bros. em “Esquecer, Nunca / They Won’t Forget” (1937), de Mervyn LeRoy.

Logo seria a principal “pin-up” da Metro-Goldwyn-Mayer por mais de uma década. Uma das atrizes mais bem pagas dos anos 1940/50, tingiu seu cabelo de loiro (nasceu ruiva) e ficou famosa como sofisticada “platinum blonde”. Casou-se oito vezes, além de casos amorosos com Victor Mature, Robert Taylor, Howard Hughes, Gene Krupa, Robert Stack, Tony Martin, Clark Gable, Fernando Lamas, Richard Burton, Peter Lawford e Rex Harrison, entre outros. 
lana e john garfield
em o destino bate à sua porta
Na opinião de um executivo machista da M-G-M, “Lana tinha a moral e as atitudes de um homem. Se ela via um desconhecido e gostava dele, convidava-o imediatamente para seu camarim”. Ela teve uma única filha, com Stephen Crane. Os outros maridos foram o músico Artie Shaw, o milionário Henry J. Topping, o ator (ex-Tarzan) Lex Barker, Fred May, o produtor Bob Eaton e o hipnotizador Joe Robert Dante, que lhe roubou dinheiro e joias. Apesar desta longa lista, o grande amor da sua vida foi o galã da Fox Tyrone Power, mas não conseguiu se casar com ele.

Percorrendo várias etapas até alcançar o status de estrela poderosa em “O Destino Bate à sua Porta” (1946) - seu filme preferido -, em 1938 teve uma participação pequena em “O Namoro de Andy Hardy / Love Finds Andy Hardy”, estrelado por Mickey Rooney. Essa comédia juvenil deixou os jovens do mundo inteiro com o coração na mão diante da visão da provocante mulher, que passou a ser conhecida como “A Garota do Suéter”, graças a uma blusa justa que realçava os seios volumosos. Aos vinte anos, ela ganhava US $ 1.500 por semana. As negociações da renovação do contrato com a M-G-M em 1945 resultaram em US $ 4.000 por semana. Na década de 1940, firmou-se definitivamente, fazendo bons filmes. 

Quando os Estados Unidos entraram na Segunda Guerra Mundial, LANA TURNER viajou por todo o país vendendo bônus patrióticos. Ela escrevia seus próprios discursos e prometia “um beijo doce” para qualquer um que comprasse um bônus no valor de $ 50.000 ou mais. Cumpriu a promessa centenas de vezes, aumentando o orçamento da defesa militar em vários milhões de dólares. Em 1948, fez grande sucesso como a vilã Lady de Winter em “Os Três Mosqueteiros”. Seu ápice aconteceria quatro anos depois em “Assim Estava Escrito”, no papel de Georgia Lorrison, uma atriz bêbada livremente inspirada em Diana Barrymore. O drama de Vincente Minnelli ganhou cinco Oscars, incluindo o de Melhor Roteiro, Melhor Fotografia e Melhor Atriz Coadjuvante (Gloria Grahame). Injustamente Lana não foi indicada.


A sua vida privada era uma confusão. Vivia nas manchetes de maneira insensata. Sem dúvida, ameaçava a sua carreira. Em 1940, casou-se com o mulherengo Artie Shaw (futuro marido de Ava Gardner), líder de uma popular banda de jazz e onze anos mais velho que ela. Embora casado, ele continuou na farra, negou que o bebê que a esposa esperava fosse dele, estapearam-se e ela terminou abortando. Divorciaram-se em seis meses. Foi espancada (por Lex Barker), roubada, traída, e um dos maiores escândalos de Hollywood envolveu a sua filha, Cheryl Christina Crane, que acusava a mãe de abandono e, em 1958, assassinou Johnny Stompanato, amante mafioso da atriz, com uma faca de cozinha. 

Nesta época, a estrela era agredida por este gângster, sendo ameaçada de ter seu rosto desfigurado caso deixasse de sustentá-lo. No julgamento, vestida de negro e com óculos escuros, chorou e seu desempenho comoveu o júri: Cheryl foi absolvida. Apesar da tragédia e da vida complicada, sua filha Cheryl demonstrou carinho em sua autobiografia “Detour - a Hollywood Tragedy – My Life with Lana Turner, My Mother” (1988), enfatizando que tinha orgulho de haver matado para defender a mãe sofrida.

cheryl e lana
lana, johnny stompanato e cheryl
Com o fim do contrato da Metro e mergulhada em escândalos, ninguém dava nada por LANA TURNER. Depressiva e alcoólatra, terminou descartada de produções importantes como “Gata em Teto de Zinco Quente / Cat on a Hot Tin Roof” (Richard Brooks, 1958), “A Fúria do Destino / The Sound and the Fury” (Martin Ritt, 1959) e “Anatomia de um Crime / Anatomy of a Murder” (Otto Preminger, 1959). Ela deu a volta por cima e foi indicada ao Oscar de Melhor Atriz por “A Caldeira do Diabo” (1957), perdendo para a Joanne Woodward de “As Três Máscaras de Eva / The Three Faces of Eve”

Em 1959, brilhou outra vez no melodrama-remake “Imitação da Vida”. Sua performance foi impecável como Lora Meredith, uma atriz lutando para continuar no show business mesmo com os problemas de uma filha adolescente e da filha rebelde e racista de sua governanta negra. O estrondoso sucesso arrancou lágrimas no mundo inteiro. 

Na década de 1960 seus papéis foram diminuindo. Então, LANA TURNER enfrentou outro desafio: os palcos. Interpretou Ann Stanley, uma divorciada glamorosa, em “40 Quilates”. Como de costume, êxito, percorrendo inúmeras cidades norte-americanas. Sua última aparição cinematográfica aconteceu em uma produção de 1980, “A Poção Mágica / Witches’ Brew”. Morreu em 1995, depois de uma longa luta contra um câncer. Tinha 75 anos de idade.

(Fontes: “1000 Que Fizeram 100 Anos de Cinema”, do The Times/Isto é; 
e “Diccionario de Actores”, de Jose Luis Lopez)

lana e john gavin dirigidos por douglas sirk
10 FILMES de LANA

QUERO-TE COMO ÉS
(Honky Tonk, 1941)

direção de Jack Conway
com Clark Gable, Frank Morgan,
Claire Trevor e Marjorie Main

A ESTRADA PROIBIDA
(Johnny Eager, 1941)

direção de Mervyn LeRoy
com Robert Taylor, Edward Arnold,
Van Heflin e Glenda Farrell

O DESTINO BATE À SUA PORTA
(The Postman Always Rings Twice, 1946)

direção de Tay Garnett
com John Garfield, Cecil Kellaway,
Hume Cronyn e Audrey Totter

ETERNO CONFLITO
(Cass Timberlane, 1947)


direção de George Sidney
com Spencer Tracy, Zachary Scott e Mary Astor

lana e gene kelly
OS TRÊS MOSQUETEIROS
(The Three Musketeers, 1948)

direção de George Sidney
com Gene Kelly, June Allyson, Van Heflin,
Angela Lansbury, Vincent Price, Gig Young
e Patricia Medina

PERDIDAMENTE TUA
(A Life of Her Own, 1950)

direção de George Cukor
com Ray Milland, Tom Ewell, Louis Calhern,
Ann Dvorak, Barry Sullivan e Jean Hagen

ASSIM ESTAVA ESCRITO
(The Bad and the Beautiful, 1952)

direção de Vincente Minnelli
com Kirk Douglas, Walter Pidgeon, Dick Powell,
Barry Sullivan, Gloria Grahame e Gilbert Roland

AS CHUVAS DE RANCHIPUR
(The Rains of Ranchipur, 1955)

direção de Jean Negulesco
com Richard Burton, Fred MacMurray,
 Joan Caulfield e Michael Rennie

A CALDEIRA DO DIABO
(Peyton Place, 1957)

direção de Mark Robson
com Lee Philips, Lloyd Nolan, Arthur Kennedy,
Russ Tamblyn, Terry Moore, Hope Lange,
Diana Varsi, Betty Field e Mildred Dunnock

IMITAÇÃO DA VIDA
(Imitation of Life, 1959)

direção de Douglas Sirk
com John Gavin, Sandra Dee, Susan Kohner,
Juanita Moore e Troy Donahue


O PENSAMENTO de LANA

“Um homem de sucesso é aquele que faz mais dinheiro do que uma mulher pode gastar. Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem”

“Eu planejei ter um marido e sete filhos, mas aconteceu justamente ao contrário”

“Humor tem sido o bálsamo de minha vida, mas ele foi reservado para aqueles que estão ao meu lado, não faz parte da Lana pública”

“Eu amo um desafio”

“Eu sempre gostei de homens e os homens gostam de mim”

“A felicidade não ajuda a crescer. Já a infelicidade faz isso. Então, eu estou grata que minha vida de rosas foi composta igualmente de flores e espinhos. Tive uma vida privilegiada, criativa, emocionante, e eu acho que os momentos menos alegres aconteceram para me preparar, testando-me, fortalecendo-me”

GALERIA de FOTOS


40 comentários:

Enaldo disse...

É impressionante o trabalho que você tem para pesquisar isto tudo.

João Roque disse...

Gostei muito da sua interpretação em "Imitação da Vida".

linezinha disse...

A Lana está maravilhosa em "Assim Estava Escrito" e "Imitação da Vida",ela merecia ser mais lembrada! e li faz um tempo que sua filha Cheryl é homossexual e Lana sempre a apoiou. Abç

Filmes Antigos Club disse...

Nahud, não é fácil falar de Lana. Uma mulher de beleza indiscutível, uma atriz realmente talentosa, ótima para dramas, mas na vida real estava muito longe de ser um exemplo de virtude, pois no cinema contemporâneo foi a atriz que mais escândalos teve em sua trajetória fora das telas.

Por mais que vc pesquise, ou eu, não vamos achar evidências conclusivas sobre o que realmente aconteceu sobre o assassinato de Johnny Stampanato. Muitas biografias apontam a própria Lana Turner como a assassina do gangster e que a filha Cheryl entrou em defesa da mãe, o que não duvido. Afinal, Lana era uma mulher que conseguia seus objetivos e demonstrava uma força elevada de persistência.


Não era uma pessoa fácil de lidar, e até sua relação com Lex Barker, que teria estuprado a mesma Cheryl quando ela tinha apenas 6 anos, um caso de pedofilia que mesmo passados mais de 50 anos não se tem realmente provas se Barker teria mesmo cometido esta brutalidade.

Uma coisa é Cheryl falar (ou aumentar), e outra é o temperamento manipulador de Lana, que pode muito bem com isso ter influenciado a Imprensa à imputar a Barker como um violento agressor (Lana assim que viu Lex sobre a filha, puxou uma arma e o expulsou de casa, segundo fontes). Mas nunca vamos saber o que realmente aconteceu, por ora só sugestões e palpites, e de certo modo, Barker viu que Hollywood não estava dando muita sorte para ele e foi filmar na Europa, onde por lá teve bastante repercussão, e isto na época que se sucedeu ao assassinato de Stamponato.


Este Gangster era tão perigoso, que certa vez, ele foi tirar satisfação com Sean Connery durante as filmagens de VÍTMA DE UMA PAIXÃO durante um jantar em que estavam Lana e outras duas pessoas. Stamponato começou a provocar Connery, que nervoso, o derrubou com um soco.

Foi difícil conter os ânimos, Connery perdeu a cabeça e depois percebeu que não devia ter feito aquilo, e ele foi para seu quarto de hotel se esconder, ao contrário do que faria 007. Lana custou muito a convencer o gangster a esquecer, pois o filme ainda estava em andamento, e ele, não queria que a sua querida amante perdesse qualquer coisa, afinal estava sendo sustentada pela atriz, que ao longo da vida, embora adoremos suas performances e nos cativamos com sua beleza, infelizmente não sabia fazer escolhas, ou mais plausível, amava viver perigosamente.

Paulo Néry

Marcelo Bonavides de Castro disse...

Muito bom "O destino bate à sua porta".
Gostaria de assistir "Imitação da Vida", pois, vi a primeira versão com a Claudette Colbert, no começo dos anos 30.

Darci Fonseca disse...

Excelente matéria, Nahud. Não creio, no entanto, que Lana possa ser considerada estrela de primeira grandeza. E depois da frase que você publicou (“Um homem de sucesso é aquele que faz mais dinheiro do que uma mulher pode gastar. Uma mulher de sucesso é aquela que consegue encontrar este homem”), Lana se reduziu mais ainda como mulher, já que como atriz não era lá essas coisas. - Um abraço.
Darci Fonseca - Cinewesternmania

Ruben Celso Nigro Paschoal disse...

Novamente uma ótima matéria. Viva Lana Turner....

Edivaldo Martins disse...

SEDUTORA É POUCO...LANA É MUITO MAIS...LANA É INEFÁVEL! NO FILME QUE LANA ÉSTÁ MAIS BELA E MAIS SEDUTORA É NO FILME OS TRÊS MOSQUETEIROS - BELEZA PURA!

Adalberto Meireles disse...

Texto delicioso, Antonio Júnior, sobre uma das atrizes mais controvertidas de Hollywood. Parabéns.

Marcelo C,M disse...

Numa época cheia de regras, ela pelo visto era uma mulher a frente do seu tempo, que batia de frente com os poderosos e não tinha papas na língua. Em Assim estava escrito, talvez tenha sido o seu melhor momento de sua carreira.

disse...

Meu filme favorito dela é, sem dúvida, "Assim estava escrito". Recentemente assisti a "A ré misteriosa / Madame X", uma verdadeira fábrica de lágrimas!

Elisabete Cardoso disse...

Uma mulher fatal. Gosto muito do "carteiro toca sempre duas vezes"!

Patricia disse...

Pra quem interessar vai passar Imitação da Vida no Telecine cult ainda este mês, se não me angano dia 16 e dia 18.Ótima matéria, uma das atrizes mais lindas.

Wir Caetano disse...

Massa, Antonio Nahud Júnior! Massa mesmo. Você tá me devendo ainda a Hanna Schygulla.

Hugo disse...

Ela teve um bom desempenho no clássico "Os Três Mosqueteiros".

Assisti ainda com ela "As Chuva de Ranchipur" e drama "Madame X".

Abraço

Fernando Sobrinho disse...

"Assim Estava Escrito" é um dos melhores filmes sobre Hollywood.

Sonia Brazão disse...

A inesquecível Lana Turner numa abordagem magnífica do talentoso jornalista Antonio Nahud Júnior.Adoooooorei!

Alana Agra disse...

Lana Turner vai ter sempre uma importância "afetiva", por um motivo aparentemente besta mas pessoalmente relevante: o primeiro livro que comprei (aos 11 anos) relacionado a cinema foi uma biografia dela, que nunca havia visto em filme nenhum mas que tinha um nome parecido com o meu e, assim, me despertou a curiosidade. É claro que é bobo, mas eu gostei e me interessei por cinema antigo, comecei a ver filmes e assim me apaixonei.

Alana Agra disse...

Resultados da "iniciação": fiquei fã de Lana Turner, do cinema hollywoodiano antigo (noir principalmente) e de biografias - ou seja, sublimei a vontade de saber da vida dos outros.

Anônimo disse...

Lana Turner já foi definida pelo
editor "uma mulher perigosa".

Cultura Malcriada disse...

E aí, Antonio!
Rapaz... este seu post fez emergir à memória o filme "Os três mosqueteiros" que é muito legal! Sem dúvida, Lana Turner foi uma atriz incomparável.
Falou!

Alysson Melo disse...

oi gostaria de fazer parceria com seu blog, afim? aguardo seu contato. É só por meu blog em seus parceiros que automaticamente coloco o seu.

Dimas Oliveira Júnior disse...

parabens Antonio, viva Lana Turner, primeira e única !

Alana Agra disse...

‎"O Destino Bate à Sua Porta" é o favorito, mas "Imitação da Vida" - que eu discriminava de uma forma vexatória, chamava de "filme da mãe" (aquele tipo que só mães gostam, como se isso fosse demérito) mas acabei ficando fã ao ver sem preconceitos ; "Assim Estava Escrito"; "O Médico e o Monstro".

Danian Dare disse...

Glamourosíssima Lana, femme fatale da hollywood dos anos 40.

HENRIQUE PASSOS WAGNER disse...

Olha, eu realmente gostaria de parabenizá-lo pelo excelente blog. Um grande sucesso, por ser, está claro, um trabalho de alto nível, extremamente elegante e com textos ótimos, seleção de imagens e matérias inusitadas e ricas em informação e conceitos. Sem jamais ser enfadonho. Para mim seu blog é um divisor de águas na rede... (sem trocadilho).
Grande abraço!
H.

tozzi disse...

Lana é uma estrela-camaleão. A cada filme ou imagem publicitária ela está diferente, e sem jamais perder o charme e a gostosura.
Post de alto nível, Falcão!
Giancarlo Tozzi

Gilberto Carlos disse...

Um grande ícone do cinema. Inesquecível!

Karla Hack dos Santos disse...

Lana era um epítome de feminilidade "assassina"... Coisa rara!

;D

Leandra disse...

Gloriosa!

Fábio Henrique Carmo disse...

Embora eu não seja um grande conhecedor da carreira de Lana Turner, também considero "Assim Estava Escrito" como o seu melhor filme. Só vi 4 filmes com ela. Preciso conhecer mais.

Felipe Rocha disse...

Belo post! Turner tem ótimas atuações marcantes, como em " O Destino bate à sua porta" entre outros...

Em dia Internacional da Mulher foi uma ótima lembrança! Em meu post cito algumas atrizes que marcaram de alguma forma o cinema... São tantas que não citei Turner.

Um abraço!!

Apareça!

http://cinefilosdeplantaobr.blogspot.com

Rafa Amaral disse...

Em Assim Estava Escrito, ela brilha naquela cena em que corre com o carro, às lágrimas. Uma bela atriz. Belo post. Abraços, amigo Falcão. Rafael cinemavelho.com

O Narrador Subjectivo disse...

Gosto muito! Bela interpretação em The Postman Always Rings Twice, apesar de o filme não ser nada de fantástico. Como sempre, grande trabalho de pesquisa. Cumprimentos

Anônimo disse...

Falcão, assisti sua entrevista na Band, no programa Conexão Potiguar. Peço que post o vídeo dela no seu blog. Seria um prazer rever este bate-papo descontraído, saboroso e bem informado. Foi um belo momento. Parabéns sinceros.
C.

Rubi disse...

Ela está incrível com Kirk Douglas em Assim Estava Escrito. Que belo post Antonio!

*Pois assista Almas Desesperadas quando puder, eu acho que é um dos melhores (senão o melhor) filme da Marilyn.

Jefferson Clayton Vendrame disse...

Ótimo texto, ótima homenagem a essa grande artista. Gosto muito dela em A Caldeira do Diabo.
Li e conheci um pouco melhor sobre Turner no livro da ex colunista brasileira Dulce Damasceno de Brito (HOLLYWOOD NUA E CRUA PARTE 2) esse livro é muito bom pois Damasceno foi correspondente em Hollywood e conheceu de perto muitos artistas assim como o drama de muito deles, incluindo Turner, Carmem Miranda e Jane Manisfield,Se você ainda não tiver esse livro te indico, deve ser fácil de encontrá-lo em sebos, ele é de 1992. Em breve farei algumas homenagens a Dulce em meu Blog pois ela merece....

Abração Antonio

Marcia Moreira disse...

Sabe o que eu me lembro da Lana Turner? No filme "Los Angeles: cidade proibida", na cena em que o policial se confunde com a atriz, o seu colega pronuncia a frase que ficou na minha boca: She's Lana Turner. Sei que é bobeira, mas que posso fazer?

Abraços.

Faroeste disse...

Ela pode não ter sido um modelo de profissional, de talento, mas que era um dos mais belos rostos do cinema de todos os tempos, eu considero isto um fato.
jurandir_lima@bol.com.br

Erica Patrícia disse...

Essa Lana era do Rolé. Impecável em O destino bate a sua porta.